Sábado, 23 de Maio de 2026
Psalmus Responsorius
Psalmus X, IV. V et VII
I
Dominus in templo sancto suo, Dominus in caelo sedes eius. Oculi eius in pauperem respiciunt, palpebrae eius interrogant filios hominum. (Psalmus X, IV)
4. O Senhor habita em seu santo templo, e o seu trono permanece nos céus. Seus olhos contemplam silenciosamente os homens e penetram as profundezas da consciência humana. (Salmo 10,4)
R. Recti videbunt faciem eius. (Psalmus X, VIIb)
R. Os retos contemplarão a sua face. (Salmo 10,7)
II
Dominus interrogat iustum et impium. Qui autem diligit iniquitatem, odit animam suam. (Psalmus X, V)
5. O Senhor prova o justo e o ímpio. Aquele que ama a desordem afasta sua própria alma da harmonia da Verdade eterna. (Salmo 10,5)
R. Recti videbunt faciem eius. (Psalmus X, VIIb)
R. Os retos contemplarão a sua face. (Salmo 10,7)
III
Quoniam iustus Dominus, et iustitias dilexit. Aequitatem vidit vultus eius. (Psalmus X, VII)
7. O Senhor é justo e ama tudo o que é reto. Sua face contempla aqueles que permanecem firmes na integridade interior. (Salmo 10,7)
R. Recti videbunt faciem eius. (Psalmus X, VIIb)
R. Os retos contemplarão a sua face. (Salmo 10,7)
IV
Aequitatem vidit vultus eius. (Psalmus X, VII)
7. A face do Senhor repousa sobre aqueles que caminham em retidão diante da eternidade e conservam pureza no íntimo da alma. (Salmo 10,7)
R. Recti videbunt faciem eius. (Psalmus X, VIIb)
R. Os retos contemplarão a sua face. (Salmo 10,7)
Reflexão
O Salmo conduz a alma ao reconhecimento de que toda existência permanece constantemente diante do olhar divino.
O Senhor contempla não apenas as ações exteriores, mas também os movimentos mais profundos da consciência humana.
A retidão espiritual nasce quando o coração abandona a desordem interior e busca permanecer unido à Verdade eterna.
A face divina simboliza a plenitude da Presença que sustenta silenciosamente toda a criação.
O homem amadurece espiritualmente quando compreende que a verdadeira justiça começa no interior da própria alma.
A contemplação do Altíssimo não pertence apenas ao futuro distante, mas inicia-se no silêncio daquele que vive em integridade.
Existe uma serenidade elevada na consciência que permanece firme diante das oscilações do mundo passageiro.
Assim, os retos contemplam a Face eterna porque aprenderam a ordenar a existência segundo a Luz que jamais se apaga.
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