Sexta-feira, 17 de Abril de 2026
Psalmus Responsorius, Psalmus XXVI, I, IV, XIII-XIV
Responsum
Dominus illuminatio mea et salus mea quem timebo (Psalmus XXVI, I)
O Senhor é a luz que dissipa toda obscuridade interior e a presença que sustenta o ser, diante da qual não há temor que permaneça. (Salmo 26, 1)
I Dominus illuminatio mea et salus mea quem timebo Dominus protector vitae meae a quo trepidabo (Psalmus XXVI, I)
1 O Senhor manifesta-se como luz interior e sustento constante, e por isso nada pode abalar aquele que se alinha a essa presença que guarda o ser. (Salmo 26, 1)
II Unam petii a Domino hanc requiram ut inhabitem in domo Domini omnibus diebus vitae meae ut videam voluptatem Domini et visitem templum eius (Psalmus XXVI, IV)
2 Uma só busca se estabelece no interior, permanecer na presença que não se altera, contemplando a harmonia que sustenta toda existência. (Salmo 26, 4)
III Credo videre bona Domini in terra viventium (Psalmus XXVI, XIII)
3 Há uma certeza silenciosa de que o bem se revela na dimensão do viver pleno, onde o essencial se manifesta sem interrupção. (Salmo 26, 13)
IV Expecta Dominum viriliter age et confortetur cor tuum et sustine Dominum (Psalmus XXVI, XIV)
4 Permanece firme, fortalece o interior e sustenta a confiança naquele que é constante, pois é nele que o ser encontra estabilidade. (Salmo 26, 14)
Reflexão:
A luz que sustenta o ser não se apaga diante das oscilações do mundo.
Aquele que se volta ao essencial encontra repouso além das circunstâncias.
A permanência naquilo que é verdadeiro fortalece o interior.
O olhar que se eleva reconhece o que não se altera.
A confiança nasce quando o ser se alinha ao que permanece.
Nada externo pode substituir a estabilidade interior.
O tempo deixa de ser medida quando o ser encontra sua origem.
Assim, tudo se ordena na presença que nunca se ausenta.
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