Domingo, 24 de Maio de 2026
Psalmus Responsorius
Psalmus CIII, Iab. XXIVac. XXIXbc-XXX. XXXI. XXXIV
R. cf. XXX
I
Benedic, anima mea, Domino: Domine Deus meus, magnificatus es vehementer: confessionem et decorem induisti. (Psalmus CIII, Iab)
1. Bendize, ó minha alma, ao Senhor. Senhor meu Deus, sois grandemente exaltado, e vos revestis de majestade e esplendor. (Salmo 103,1)
R. Emittes spiritum tuum, et creabuntur: et renovabis faciem terrae. (Psalmus CIII, XXX)
R. Enviais o vosso Espírito, e eles são criados; renovais a face da terra. (Salmo 103,30)
II
Quam magnificata sunt opera tua, Domine! omnia in sapientia fecisti: impleta est terra possessione tua. (Psalmus CIII, XXIV)
24. Quão grandiosas são as vossas obras, Senhor. Tudo fizestes com sabedoria, e a terra ficou cheia da vossa riqueza e do vosso desígnio. (Salmo 103,24)
R. Emittes spiritum tuum, et creabuntur: et renovabis faciem terrae. (Psalmus CIII, XXX)
R. Enviais o vosso Espírito, e eles são criados; renovais a face da terra. (Salmo 103,30)
III
Auferes spiritum eorum, et deficient: et in pulverem suum revertentur. (Psalmus CIII, XXIX)
29. Retirais o seu sopro, e eles desfazem-se; voltam ao pó de onde vieram. (Salmo 103,29)
Emittes spiritum tuum, et creabuntur: et renovabis faciem terrae. (Psalmus CIII, XXX)
30. Enviais o vosso Espírito, e eles são criados; renovais a face da terra. (Salmo 103,30)
R. Emittes spiritum tuum, et creabuntur: et renovabis faciem terrae. (Psalmus CIII, XXX)
R. Enviais o vosso Espírito, e eles são criados; renovais a face da terra. (Salmo 103,30)
IV
Sit gloria Domini in saeculum: laetabitur Dominus in operibus suis. (Psalmus CIII, XXXI)
31. Permaneça para sempre a glória do Senhor; o Senhor se alegrará em suas obras. (Salmo 103,31)
Jucundum sit ei eloquium meum: ego vero delectabor in Domino. (Psalmus CIII, XXXIV)
34. Seja-lhe agradável a minha palavra; eu, porém, me alegrarei no Senhor. (Salmo 103,34)
R. Emittes spiritum tuum, et creabuntur: et renovabis faciem terrae. (Psalmus CIII, XXX)
R. Enviais o vosso Espírito, e eles são criados; renovais a face da terra. (Salmo 103,30)
Reflexão
A alma que bendiz aprende a reconhecer a origem invisível de toda a beleza que existe.
A criação não é acaso, mas harmonia sustentada pela sabedoria eterna do Altíssimo.
Quando o sopro divino se retira, a criatura retorna à sua pobreza originária.
Quando o Espírito é enviado, a vida se ergue novamente em plenitude silenciosa.
A face da terra simboliza o íntimo humano que pode ser renovado sem cessar.
A glória do Senhor revela que nada vive fora da sua presença sustentadora.
O coração amadurece quando aceita a ordem invisível que conduz todas as coisas.
Assim, a alma encontra repouso ao permanecer unida ao sopro eterno que recria o mundo.
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