Psalmus Responsorius
Psalmus XCIV, I–II, VI–IX
Responsum
Hodie si vocem eius audieritis nolite obdurare corda vestra
(Psalmus XCIV, VIII)
Hoje, se o coração perceber a voz que procede do Alto, não permita que a interioridade se feche à presença que chama o espírito ao despertar profundo.
(Salmo 94,8)
I Venite, exsultemus Domino jubilemus Deo salutari nostro
praeoccupemus faciem eius in confessione et in psalmis jubilemus ei
(Psalmus XCIV, I–II)
Vinde, aproximemo-nos com alegria interior diante da Fonte da vida. O espírito que reconhece o mistério que o sustenta encontra no louvor um caminho para elevar a consciência ao fundamento eterno.
(Salmo 94,1–2)
II Venite, adoremus et procidamus ante Deum
ploremus coram Domino qui fecit nos
(Psalmus XCIV, VI)
Vinde, inclinemos o coração diante do Criador. Na reverência silenciosa, o ser humano reconhece que sua existência procede de um princípio que sustenta cada instante da vida.
(Salmo 94,6)
III Quia ipse est Dominus Deus noster
et nos populus pascuae eius et oves manus eius
(Psalmus XCIV, VII)
Ele é o Senhor que conduz a vida. Quando o espírito reconhece essa condução, descobre uma direção interior que orienta o caminho da existência.
(Salmo 94,7)
IV Hodie si vocem eius audieritis nolite obdurare corda vestra
sicut in exacerbatione secundum diem tentationis in deserto
ubi tentaverunt me patres vestri probaverunt et viderunt opera mea
(Psalmus XCIV, VIII–IX)
Quando a voz divina ressoa no íntimo do ser, o coração é convidado a permanecer aberto. A consciência que acolhe esse chamado aprende a confiar na presença que guia a travessia da vida.
(Salmo 94,8–9)
Reflexão
A voz divina não se impõe com ruído, mas ressoa no silêncio da consciência.
O coração que permanece atento aprende a reconhecer esse chamado interior.
A verdadeira escuta exige abertura profunda do espírito.
Quando a interioridade se torna receptiva, cada instante revela um significado mais elevado.
Assim o ser humano descobre que a existência não é apenas sucessão de acontecimentos.
Há uma presença que sustenta e orienta o caminho do ser.
A fidelidade a essa presença gera serenidade diante das provações.
E o espírito encontra repouso na harmonia que procede do mistério eterno.
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