terça-feira, 12 de maio de 2026

Salmo responsorial Sl 148 - 13.05.2026

 Quarta-feira, 13 de Maio de 2026

6ª Semana da Páscoa


Psalmus Responsorius CXLVIII, I-II.XI-XIIab.XIIc-XIVa.XIVbcd

Responsum

R. Iuvenes et virgines senes cum iunioribus laudent nomen Domini.
(Psalmus CXLVIII, XIIc-XIIIa)

R. Toda consciência amadurecida espiritualmente reconheça silenciosamente a presença eterna que sustenta e ordena toda a criação.
(Salmo 148,12c-13a)

I

Laudate Dominum de caelis laudate eum in excelsis. Laudate eum omnes angeli eius laudate eum omnes virtutes eius.
(Psalmus CXLVIII, I-II)

1. Toda a criação invisível proclama silenciosamente a presença eterna que permanece acima das limitações transitórias da existência humana.
(Salmo 148,1-2)

R. Iuvenes et virgines senes cum iunioribus laudent nomen Domini.
(Psalmus CXLVIII, XIIc-XIIIa)

R. Toda consciência amadurecida espiritualmente reconheça silenciosamente a presença eterna que sustenta e ordena toda a criação.
(Salmo 148,12c-13a)

II

Reges terrae et omnes populi principes et omnes iudices terrae iuvenes et virgines senes cum iunioribus.
(Psalmus CXLVIII, XI-XIIab)

2. Todos os homens, em qualquer condição da existência humana, são chamados interiormente ao reconhecimento da verdade divina que permanece incorruptível.
(Salmo 148,11-12ab)

R. Iuvenes et virgines senes cum iunioribus laudent nomen Domini.
(Psalmus CXLVIII, XIIc-XIIIa)

R. Toda consciência amadurecida espiritualmente reconheça silenciosamente a presença eterna que sustenta e ordena toda a criação.
(Salmo 148,12c-13a)

III

Laudent nomen Domini quia exaltatum est nomen eius solius.
(Psalmus CXLVIII, XIII)

3. A alma vigilante reconhece que somente a presença divina permanece eternamente acima das mudanças e instabilidades do mundo transitório.
(Salmo 148,13)

R. Iuvenes et virgines senes cum iunioribus laudent nomen Domini.
(Psalmus CXLVIII, XIIc-XIIIa)

R. Toda consciência amadurecida espiritualmente reconheça silenciosamente a presença eterna que sustenta e ordena toda a criação.
(Salmo 148,12c-13a)

IV

Confessio eius super caelum et terram et exaltavit cornu populi sui hymnus omnibus sanctis eius filiis Israhel populo adpropinquanti sibi.
(Psalmus CXLVIII, XIIIb-XIV)

4. A consciência que se aproxima silenciosamente da presença divina encontra plenitude espiritual e estabilidade acima das limitações humanas.
(Salmo 148,13b-14)

R. Iuvenes et virgines senes cum iunioribus laudent nomen Domini.
(Psalmus CXLVIII, XIIc-XIIIa)

R. Toda consciência amadurecida espiritualmente reconheça silenciosamente a presença eterna que sustenta e ordena toda a criação.
(Salmo 148,12c-13a)

Reflexão

O salmo conduz a consciência ao reconhecimento da presença divina que sustenta silenciosamente toda a criação visível e invisível.
A alma amadurecida espiritualmente aprende a contemplar a realidade eterna acima das mudanças transitórias da existência humana.
Toda criatura é chamada interiormente ao discernimento da verdade divina que permanece incorruptível acima das limitações do mundo.
A verdadeira serenidade nasce quando a consciência abandona a dependência das aparências exteriores e repousa na presença eterna.
A ordem invisível da criação manifesta continuamente a sabedoria divina sustentando silenciosamente toda a existência criada.
O coração humano amadurece espiritualmente quando reconhece que somente Deus possui permanência absoluta e incorruptível.
A consciência vigilante encontra estabilidade interior ao aproximar-se silenciosamente da verdade eterna que ilumina toda a vida.
Assim, a alma alcança profunda paz quando permanece unida à presença divina que transcende todas as limitações humanas.

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segunda-feira, 11 de maio de 2026

Salmo responsorial Sl 137(138) - 12.05.2026

 Terça-feira, 12 de Maio de 2026

6ª Semana da Páscoa


Psalmus Responsorius CXXXVII, I-IIa.IIbc-III.VIIc-VIII

Responsum

R. Salvum me fecit dextera tua Domine.
(Psalmus CXXXVII, VIIc)

R. A vossa presença sustenta silenciosamente a consciência que permanece unida à verdade eterna acima das mudanças transitórias do mundo.
(Salmo 137,7c)

I

Confitebor tibi Domine in toto corde meo quoniam audisti verba oris mei in conspectu angelorum psallam tibi adorabo ad templum sanctum tuum.
(Psalmus CXXXVII, I-IIa)

1. Eu vos louvo com toda a consciência interior, Senhor, porque a alma vigilante reconhece silenciosamente a presença eterna que sustenta toda a existência.
(Salmo 137,1-2a)

R. Salvum me fecit dextera tua Domine.
(Psalmus CXXXVII, VIIc)

R. A vossa presença sustenta silenciosamente a consciência que permanece unida à verdade eterna acima das mudanças transitórias do mundo.
(Salmo 137,7c)

II

Et confitebor nomini tuo super misericordia tua et veritate tua quoniam magnificasti super omne nomen sanctum tuum.
(Psalmus CXXXVII, IIbc)

2. A alma amadurecida reconhece que a verdade divina permanece acima de toda limitação humana e ilumina silenciosamente o interior do ser.
(Salmo 137,2bc)

R. Salvum me fecit dextera tua Domine.
(Psalmus CXXXVII, VIIc)

R. A vossa presença sustenta silenciosamente a consciência que permanece unida à verdade eterna acima das mudanças transitórias do mundo.
(Salmo 137,7c)

III

In quacumque die invocavero te exaudi me multiplicabis in anima mea virtutem.
(Psalmus CXXXVII, III)

3. Quando a consciência se recolhe na presença divina, a alma recebe interiormente firmeza espiritual para atravessar serenamente as inquietações humanas.
(Salmo 137,3)

R. Salvum me fecit dextera tua Domine.
(Psalmus CXXXVII, VIIc)

R. A vossa presença sustenta silenciosamente a consciência que permanece unida à verdade eterna acima das mudanças transitórias do mundo.
(Salmo 137,7c)

IV

Et salvum me fecit dextera tua Dominus retribuet pro me Domine misericordia tua in saeculum opera manuum tuarum ne despicias.
(Psalmus CXXXVII, VIIc-VIII)

4. A presença eterna conduz a alma à integridade espiritual e fortalece silenciosamente a consciência que persevera na verdade incorruptível divina.
(Salmo 137,7c-8)

R. Salvum me fecit dextera tua Domine.
(Psalmus CXXXVII, VIIc)

R. A vossa presença sustenta silenciosamente a consciência que permanece unida à verdade eterna acima das mudanças transitórias do mundo.
(Salmo 137,7c)

Reflexão

O salmo conduz a consciência ao reconhecimento da presença divina que sustenta silenciosamente toda a existência criada.
A alma amadurece espiritualmente quando aprende a permanecer firme acima das inquietações produzidas pelas mudanças transitórias do mundo.
O verdadeiro louvor nasce do recolhimento interior da consciência diante da verdade eterna que jamais se corrompe.
A serenidade espiritual fortalece o homem para atravessar as provações humanas sem perder a integridade da alma.
A presença divina manifesta-se silenciosamente à consciência vigilante que conserva perseverança e discernimento espiritual.
A alma encontra estabilidade profunda quando deixa de depender apenas das aparências exteriores e repousa na luz eterna.
O coração humano amadurece verdadeiramente quando reconhece a permanência invisível da verdade divina sustentando toda a criação.
Assim, a consciência alcança profunda paz interior ao conservar-se unida à presença incorruptível e eterna do Senhor.

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domingo, 10 de maio de 2026

Salmo Responsorial: 149 - 11.05.2026

 


Psalmus Responsorius CXLIX

Cantate Domino canticum novum laus eius in ecclesia sanctorum.
(Psalmus CXLIX, I)

Que a alma eleve um cântico interior à presença eterna e reconheça silenciosamente a luz divina que sustenta toda a existência.
(Salmo 149,1)

R. Dominus diligit populum suum.
(Psalmus CXLIX, IV)

O Senhor ama aqueles que permanecem unidos à verdade eterna e conduz a consciência vigilante à serenidade incorruptível da alma.
(Salmo 149,4)

I. Laetetur Israel in eo qui fecit eum et filii Sion exultent in rege suo.
(Psalmus CXLIX, II)

1. A consciência desperta alegra-se na presença daquele que sustenta invisivelmente toda a criação e conduz a alma à plenitude interior.
(Salmo 149,2)

R. Dominus diligit populum suum.
(Psalmus CXLIX, IV)

O Senhor ama aqueles que permanecem unidos à verdade eterna e conduz a consciência vigilante à serenidade incorruptível da alma.
(Salmo 149,4)

II. Laudent nomen eius in choro in tympano et psalterio psallant ei.
(Psalmus CXLIX, III)

2. Que toda a existência manifeste harmonia interior diante da presença divina e reconheça a ordem eterna que ilumina silenciosamente a alma.
(Salmo 149,3)

R. Dominus diligit populum suum.
(Psalmus CXLIX, IV)

O Senhor ama aqueles que permanecem unidos à verdade eterna e conduz a consciência vigilante à serenidade incorruptível da alma.
(Salmo 149,4)

III. Quia beneplacitum est Domino in populo suo et exaltabit mansuetos in salutem.
(Psalmus CXLIX, IV)

3. O Senhor eleva interiormente aqueles que conservam serenidade e vigilância, fortalecendo a alma na permanência da verdade incorruptível.
(Salmo 149,4)

R. Dominus diligit populum suum.
(Psalmus CXLIX, IV)

O Senhor ama aqueles que permanecem unidos à verdade eterna e conduz a consciência vigilante à serenidade incorruptível da alma.
(Salmo 149,4)

IV. Exultabunt sancti in gloria laetabuntur in cubilibus suis exaltationes Dei in gutture eorum.
(Psalmus CXLIX, V-VI)

4. A alma recolhida encontra alegria profunda quando repousa silenciosamente na presença divina que permanece acima das mudanças transitórias do mundo.
(Salmo 149,5-6)

R. Dominus diligit populum suum.
(Psalmus CXLIX, IV)

O Senhor ama aqueles que permanecem unidos à verdade eterna e conduz a consciência vigilante à serenidade incorruptível da alma.
(Salmo 149,4)

Reflexão sobre o Salmo Responsorial

O salmo conduz a consciência ao reconhecimento da presença divina que sustenta silenciosamente toda a realidade criada.
A verdadeira alegria nasce quando a alma permanece unida à verdade eterna acima das oscilações do mundo passageiro.
O louvor autêntico não se limita às palavras exteriores, mas manifesta a harmonia interior da consciência vigilante.
A serenidade espiritual fortalece o homem para atravessar as mudanças da existência sem perder a estabilidade do coração.
A presença divina ilumina silenciosamente aqueles que conservam humildade e integridade diante da verdade eterna.
A alma amadurecida aprende a repousar na luz incorruptível que permanece além das inquietações humanas.
O espírito encontra plenitude quando reconhece que toda existência está sustentada por uma realidade invisível e eterna.
Assim, o homem alcança profunda paz interior ao conservar sua consciência unida à presença divina que jamais se corrompe.

Psalmus Responsorius CXLIX

Cantate Domino canticum novum laus eius in ecclesia sanctorum.
(Psalmus CXLIX, I)

Que a alma eleve um cântico interior à presença eterna e reconheça silenciosamente a luz divina que sustenta toda a existência.
(Salmo 149,1)

R. Dominus diligit populum suum.
(Psalmus CXLIX, IV)

O Senhor ama aqueles que permanecem unidos à verdade eterna e conduz a consciência vigilante à serenidade incorruptível da alma.
(Salmo 149,4)

I. Laetetur Israel in eo qui fecit eum et filii Sion exultent in rege suo.
(Psalmus CXLIX, II)

1. A consciência desperta alegra-se na presença daquele que sustenta invisivelmente toda a criação e conduz a alma à plenitude interior.
(Salmo 149,2)

R. Dominus diligit populum suum.
(Psalmus CXLIX, IV)

O Senhor ama aqueles que permanecem unidos à verdade eterna e conduz a consciência vigilante à serenidade incorruptível da alma.
(Salmo 149,4)

II. Laudent nomen eius in choro in tympano et psalterio psallant ei.
(Psalmus CXLIX, III)

2. Que toda a existência manifeste harmonia interior diante da presença divina e reconheça a ordem eterna que ilumina silenciosamente a alma.
(Salmo 149,3)

R. Dominus diligit populum suum.
(Psalmus CXLIX, IV)

O Senhor ama aqueles que permanecem unidos à verdade eterna e conduz a consciência vigilante à serenidade incorruptível da alma.
(Salmo 149,4)

III. Quia beneplacitum est Domino in populo suo et exaltabit mansuetos in salutem.
(Psalmus CXLIX, IV)

3. O Senhor eleva interiormente aqueles que conservam serenidade e vigilância, fortalecendo a alma na permanência da verdade incorruptível.
(Salmo 149,4)

R. Dominus diligit populum suum.
(Psalmus CXLIX, IV)

O Senhor ama aqueles que permanecem unidos à verdade eterna e conduz a consciência vigilante à serenidade incorruptível da alma.
(Salmo 149,4)

IV. Exultabunt sancti in gloria laetabuntur in cubilibus suis exaltationes Dei in gutture eorum.
(Psalmus CXLIX, V-VI)

4. A alma recolhida encontra alegria profunda quando repousa silenciosamente na presença divina que permanece acima das mudanças transitórias do mundo.
(Salmo 149,5-6)

R. Dominus diligit populum suum.
(Psalmus CXLIX, IV)

O Senhor ama aqueles que permanecem unidos à verdade eterna e conduz a consciência vigilante à serenidade incorruptível da alma.
(Salmo 149,4)

Reflexão sobre o Salmo Responsorial

O salmo conduz a consciência ao reconhecimento da presença divina que sustenta silenciosamente toda a realidade criada.
A verdadeira alegria nasce quando a alma permanece unida à verdade eterna acima das oscilações do mundo passageiro.
O louvor autêntico não se limita às palavras exteriores, mas manifesta a harmonia interior da consciência vigilante.
A serenidade espiritual fortalece o homem para atravessar as mudanças da existência sem perder a estabilidade do coração.
A presença divina ilumina silenciosamente aqueles que conservam humildade e integridade diante da verdade eterna.
A alma amadurecida aprende a repousar na luz incorruptível que permanece além das inquietações humanas.
O espírito encontra plenitude quando reconhece que toda existência está sustentada por uma realidade invisível e eterna.
Assim, o homem alcança profunda paz interior ao conservar sua consciência unida à presença divina que jamais se corrompe.

Salmo Responsorial: 65(66) - 10.05.2026

6º DOMINGO DA PÁSCOA


Psalmus Responsorius LXV

Iubilate Deo omnis terra, psalmum dicite nomini eius glorificate laudem eius.
(Psalmus LXV, II)

Que toda a existência reconheça a presença eterna que sustenta o ser e eleve a consciência à harmonia silenciosa da luz incorruptível.
(Salmo 65,2)

R. Iubilate Deo omnis terra.
(Psalmus LXV, II)
(Salmo 65,2)

I. Iubilate Deo omnis terra, psalmum dicite nomini eius glorificate laudem eius, dicite Deo quam terribilia sunt opera tua Domine.
(Psalmus LXV, I-III)

1. Que toda consciência desperte para a presença divina e contemple a profundidade invisível das obras eternas que sustentam silenciosamente a criação.
(Salmo 65,1-3)

R. Iubilate Deo omnis terra.
(Psalmus LXV, II)

Que toda a existência reconheça a presença eterna que sustenta o ser e eleve a consciência à harmonia silenciosa da luz incorruptível.
(Salmo 65,2)

II. Omnis terra adoret te et psallat tibi, psalmum dicat nomini tuo. Venite et videte opera Dei, terribilis in consiliis super filios hominum.
(Psalmus LXV, IV-V)

2. Toda alma recolhida reconheça a ordem invisível da verdade eterna e contemple os sinais profundos da presença divina manifestada na existência humana.
(Salmo 65,4-5)

R. Iubilate Deo omnis terra.
(Psalmus LXV, II)

Que toda a existência reconheça a presença eterna que sustenta o ser e eleve a consciência à harmonia silenciosa da luz incorruptível.
(Salmo 65,2)

III. Qui convertit mare in aridam, in flumine pertransibunt pede, ibi laetabimur in ipso. Qui dominatur in virtute sua in aeternum.
(Psalmus LXV, VI-VII)

3. O Senhor conduz a consciência através das instabilidades do mundo e fortalece a alma para permanecer firme diante das mudanças transitórias da existência.
(Salmo 65,6-7)

R. Iubilate Deo omnis terra.
(Psalmus LXV, II)

Que toda a existência reconheça a presença eterna que sustenta o ser e eleve a consciência à harmonia silenciosa da luz incorruptível.
(Salmo 65,2)

IV. Venite audite et narrabo omnes qui timetis Deum quanta fecit animae meae. Benedictus Deus qui non amovit orationem meam et misericordiam suam a me.
(Psalmus LXV, XVI-XX)

4. Aproximai-vos da verdade silenciosa e reconhecei o bem que a presença divina realiza na profundidade da alma perseverante e vigilante.
(Salmo 65,16-20)

R. Iubilate Deo omnis terra.
(Psalmus LXV, II)

Que toda a existência reconheça a presença eterna que sustenta o ser e eleve a consciência à harmonia silenciosa da luz incorruptível.
(Salmo 65,2)

Reflexão sobre o Salmo Responsorial

O salmo conduz a consciência ao reconhecimento da presença divina que sustenta silenciosamente toda a realidade visível e invisível.
A verdadeira alegria nasce quando a alma deixa de depender apenas das mudanças exteriores e repousa na permanência da luz eterna.
Cada obra divina manifesta uma ordem superior que ultrapassa as limitações da percepção puramente material.
A consciência amadurecida aprende a contemplar os acontecimentos da existência com serenidade e recolhimento interior.
O caminho espiritual exige firmeza diante das oscilações do mundo e vigilância constante do coração.
A presença divina transforma interiormente a alma que permanece aberta à verdade e persevera na integridade do ser.
O homem encontra estabilidade quando reconhece que sua existência está sustentada por uma realidade eterna e incorruptível.
Assim, a oração torna-se caminho de união silenciosa com a luz divina que conduz a consciência à plenitude espiritual.

quinta-feira, 7 de maio de 2026

Salmo responsorial Sl 99(100) - 09.05.2026

 

Sábado, 9 de Maio de 2026
5ª Semana da Páscoa


Psalmus XCIX, II.III.V

Responsorium

I

R. Jubilate Domino, omnis terra.
(Psalmus XCIX, II)

R. Aclamai o Senhor, toda a terra, reconhecendo a presença eterna que sustenta invisivelmente toda a criação.
(Salmo 99,2)

Servite Domino in lætitia.
(Psalmus XCIX, II)

Servi ao Senhor na alegria silenciosa da alma que encontrou repouso na plenitude divina.
(Salmo 99,2)

R. Jubilate Domino, omnis terra.
R. Aclamai o Senhor, toda a terra.

II

Intrate in conspectu eius in exsultatione.
(Psalmus XCIX, II)

Entrai diante de Sua presença com júbilo interior, permitindo que o espírito permaneça unido à luz que não se dissolve.
(Salmo 99,2)

R. Jubilate Domino, omnis terra.
R. Aclamai o Senhor, toda a terra.

III

Scitote quoniam Dominus ipse est Deus. Ipse fecit nos, et non ipsi nos.
(Psalmus XCIX, III)

Reconhecei que somente o Senhor é Deus. Foi Ele quem deu origem ao ser humano e o chamou à permanência na verdade eterna.
(Salmo 99,3)

Populus eius, et oves pascuæ eius.
(Psalmus XCIX, III)

Somos Seu povo e rebanho conduzido pela sabedoria invisível que orienta os caminhos da alma.
(Salmo 99,3)

R. Jubilate Domino, omnis terra.
R. Aclamai o Senhor, toda a terra.

IV

Quoniam suavis est Dominus, in æternum misericordia eius, et usque in generationem et generationem veritas eius.
(Psalmus XCIX, V)

Porque o Senhor é plenitude e suavidade eterna. Sua misericórdia atravessa todas as gerações, e Sua verdade permanece acima das mudanças do mundo.
(Salmo 99,5)

R. Jubilate Domino, omnis terra.
R. Aclamai o Senhor, toda a terra.

Reflexão

A alma que reconhece a presença divina deixa de viver aprisionada às instabilidades exteriores.
Existe uma alegria silenciosa que nasce do encontro interior com aquilo que permanece eternamente.
O espírito amadurece quando aprende a repousar na verdade que não se altera com o tempo.
Toda existência encontra sua harmonia quando retorna à origem invisível que a sustenta.
O homem disperso busca segurança nas coisas passageiras, mas a consciência iluminada permanece firme no eterno.
A verdadeira serenidade surge quando o coração reconhece que tudo procede da plenitude divina.
A misericórdia do Senhor atravessa as gerações porque não pertence às limitações humanas.
Quem contempla essa presença interior caminha pelo mundo sustentado por uma paz que jamais se dissolve.

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quarta-feira, 6 de maio de 2026

Salmo responsorial Sl 56(57) - 08.05.2026

 

Sexta-feira, 8 de Maio de 2026
5ª Semana da Páscoa


Psalmus Responsorius

Psalmus LVI, VIII-IX, X-XII

I
Paratum cor meum, Deus, paratum cor meum; cantabo et psalmum dicam (Psalmus LVI, VIII)
8 Firme está o meu interior, ó Deus, firme está, e nele brota um cântico que não nasce do tempo, mas da profundidade que sustenta o ser (Salmo 56,8)

Exsurge, gloria mea; exsurge, psalterium et cithara; exsurgam diluculo (Psalmus LVI, IX)
9 Desperta o que em mim permanece elevado, desperta, e faz-me erguer para além do instante, onde a consciência se ilumina sem depender da aurora visível (Salmo 56,9)

R. Confitebor tibi in populis, Domine (Psalmus LVI, X)
R. Eu vos darei graças entre os povos, Senhor, pois o reconhecimento se expande quando o interior encontra sua fonte (Salmo 56,10)

II
Confitebor tibi in populis, Domine, et psallam tibi in gentibus (Psalmus LVI, X)
10 Eu vos louvo entre os povos, Senhor, e o louvor se torna manifestação daquilo que não se limita ao exterior, mas se revela como plenitude interior (Salmo 56,10)

R. Confitebor tibi in populis, Domine (Psalmus LVI, X)
R. Eu vos darei graças entre os povos, Senhor, pois o reconhecimento se expande quando o interior encontra sua fonte (Salmo 56,10)

III
Quoniam magnificata est usque ad caelos misericordia tua, et usque ad nubes veritas tua (Psalmus LVI, XI)
11 Pois a vossa misericórdia se eleva além de toda medida, e a vossa verdade permanece como aquilo que sustenta tudo, sem se dissolver (Salmo 56,11)

R. Confitebor tibi in populis, Domine (Psalmus LVI, X)
R. Eu vos darei graças entre os povos, Senhor, pois o reconhecimento se expande quando o interior encontra sua fonte (Salmo 56,10)

IV
Exaltare super caelos, Deus, et super omnem terram gloria tua (Psalmus LVI, XII)
12 Eleva-te acima de tudo, ó Deus, e manifesta a tua presença em toda a extensão do ser, onde nada permanece fora da tua realidade (Salmo 56,12)

R. Confitebor tibi in populis, Domine (Psalmus LVI, X)
R. Eu vos darei graças entre os povos, Senhor, pois o reconhecimento se expande quando o interior encontra sua fonte (Salmo 56,10)

Reflexão
Quando o interior se firma, não há oscilação diante das mudanças
O canto que surge não depende de circunstâncias, mas de uma presença constante
Despertar é reconhecer o que já está plenamente ativo no íntimo
A verdadeira elevação não se mede por altura, mas por profundidade
O louvor nasce quando há consonância entre o ser e sua origem
Aquilo que é verdadeiro não se altera com o tempo
Há uma ordem que sustenta tudo sem esforço
E nela, o existir encontra repouso e clareza contínua

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Salmo responsorial Sl 95(96) - 07.05.2026

 Quinta-feira, 7 de Maio de 2026

5ª Semana da Páscoa



Psalmus Responsorius, XCV, I-IIa.IIb-III.X

I Cantate Domino canticum novum cantate Domino omnis terra (Psalmus XCV, I)
1 Cantai ao Senhor um cântico novo, onde o ser se renova na fonte que não se esgota e reconhece a origem que o sustenta (Salmo 95,1)

II Cantate Domino et benedicite nomini eius (Psalmus XCV, IIa)
2 Cantai ao Senhor e bendizei o seu nome, acolhendo no íntimo a presença que permanece e dá sentido a toda existência (Salmo 95,2)

R. Annuntiate inter gentes gloriam eius (Psalmus XCV, III)
R. Anunciai entre as nações a sua glória, como manifestação que se revela no interior e transborda além de toda forma (Salmo 95,3)

II Annuntiate de die in diem salutare eius (Psalmus XCV, IIb)
2 Anunciai de dia em dia a sua salvação, como realidade contínua que se revela no íntimo e não se limita ao tempo que passa (Salmo 95,2)

III Annuntiate inter gentes gloriam eius in omnibus populis mirabilia eius (Psalmus XCV, III)
3 Anunciai entre as nações a sua glória, e entre todos os povos suas maravilhas, como expressão do que se manifesta sem cessar no interior do ser (Salmo 95,3)

R. Annuntiate inter gentes gloriam eius (Psalmus XCV, III)
R. Anunciai entre as nações a sua glória, como manifestação que se revela no interior e transborda além de toda forma (Salmo 95,3)

X Dicite in gentibus quia Dominus regnavit etenim correxit orbem terrae qui non commovebitur iudicabit populos in aequitate (Psalmus XCV, X)
10 Dizei entre as nações que o Senhor reina, pois há uma ordem que sustenta tudo e não se abala, conduzindo cada ser à justa medida no interior (Salmo 95,10)

R. Annuntiate inter gentes gloriam eius (Psalmus XCV, III)
R. Anunciai entre as nações a sua glória, como manifestação que se revela no interior e transborda além de toda forma (Salmo 95,3)

Reflexão:
O cântico novo não nasce da voz exterior, mas do reconhecimento interior do que sempre foi.
Quando o ser se volta para essa origem, descobre uma presença que não se altera.
A proclamação torna-se expressão natural dessa descoberta silenciosa.
Nada precisa ser forçado, pois a verdade se manifesta por si mesma.
Há uma ordem que sustenta tudo sem se impor.
Quem a reconhece vive com estabilidade, mesmo diante das mudanças.
O agir torna-se simples, pois brota de uma unidade interior.
E assim, a existência se alinha ao que permanece além de toda transitoriedade.

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