Psalmus Responsorius, XXXII, I–II, IV–V, XVIII–XIX
Responsum
R. Fiat misericordia tua, Domine, super nos, quemadmodum speravimus in te. (Psalmus XXXII, XXII)
R. Permaneça sobre nós a tua presença fiel, conforme a disposição interior que em ti se estabiliza. (Salmo 32,22)
I Exsultate, iusti, in Domino; rectos decet collaudatio. Confitemini Domino in cithara; in psalterio decem chordarum psallite illi. (Psalmus XXXII, I–II)
1 Alegrai-vos naquilo que permanece íntegro, pois o louvor nasce quando o interior se alinha ao que é estável e verdadeiro, e a expressão torna-se harmonia do ser. (Salmo 32,1-2)
II Quia rectum est verbum Domini, et omnia opera eius in fide. Diligit misericordiam et iudicium; misericordia Domini plena est terra. (Psalmus XXXII, IV–V)
2 Aquilo que sustenta o real é reto e fiel, e tudo o que dele procede conserva coerência; a presença que ordena o mundo manifesta-se como plenitude silenciosa em todas as coisas. (Salmo 32,4-5)
III Ecce oculi Domini super timentes eum, et in eis qui sperant super misericordia eius. (Psalmus XXXII, XVIII)
3 O olhar que tudo sustenta repousa sobre aqueles que se mantêm abertos ao que os excede, não por temor, mas por reconhecimento interior do que os sustenta. (Salmo 32,18)
IV Ut eruat a morte animas eorum et alat eos in fame. (Psalmus XXXII, XIX)
4 Ele preserva o que é essencial quando tudo parece faltar, sustentando interiormente aquele que permanece fiel ao que não se dissolve. (Salmo 32,19)
Reflexão
O louvor autêntico nasce do interior alinhado ao que permanece.
Quando o ser se ordena, a expressão torna-se verdadeira.
O que sustenta todas as coisas não oscila com o tempo.
A presença silenciosa mantém aquilo que não se vê.
O olhar que sustenta não se impõe, mas permanece.
A confiança interior abre espaço para o que permanece íntegro.
Mesmo na ausência, o essencial não se perde.
Assim, o invisível sustenta continuamente o visível.
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