PSALMUS L LI
LECTIO SANCTI EVANGELII SECUNDUM MATTHÆUM VI I–VI XVI–XVIII
Responsum
Miserere mei Deus secundum magnam misericordiam tuam
Tem piedade de mim, ó Deus, segundo a grandeza da tua misericórdia, que me alcança neste instante e me reconduz ao centro onde a tua presença sustenta e renova o meu ser. (Psalmus L III)
Versus
I
Amplius lava me ab iniquitate mea et a peccato meo munda me
Purifica-me profundamente para que minha interioridade seja restaurada na fonte que não se esgota (Psalmus L IV)
II
Cor mundum crea in me Deus et spiritum rectum innova in visceribus meis
Cria em mim um coração íntegro e renova em minhas entranhas a disposição firme que participa de tua permanência eterna (Psalmus L XII)
III
Redde mihi lætitiam salutaris tui et spiritu principali confirma me
Restitui-me a alegria que nasce da comunhão contigo e fortalece em mim o princípio interior que orienta cada decisão (Psalmus L XIV)
IV
Sacrificium Deo spiritus contribulatus cor contritum et humiliatum Deus non despicies
O verdadeiro sacrifício é o coração que se reconhece necessitado e se abre à tua ação transformadora que opera além do tempo que passa (Psalmus L XIX)
Reflexão
O clamor do salmo revela que a purificação começa no interior e não nas aparências.
A misericórdia divina não é lembrança distante mas ação presente que recria o coração.
Cada instante contém a possibilidade de renovação quando a vontade se volta ao bem.
O reconhecimento da própria fragilidade abre espaço para a força que vem do Alto.
A alegria autêntica nasce da consonância entre consciência e verdade eterna.
O espírito firme sustenta o agir mesmo quando as circunstâncias oscilam.
O sacrifício agradável a Deus é a entrega sincera do querer.
Assim a alma aprende a viver diante do Eterno que age continuamente no agora.
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