terça-feira, 1 de setembro de 2026

Salmo responsorial Sl 23(24) - 03.09.2026

Quinta-feira, 3 de Setembro de 2026
São Gregório Magno, papa e doutor da Igreja, Memória
22ª Semana do Tempo Comum


Psalmus Responsorius XXIII, I-II.III-IVab.V-VI (R. I)

I

I. Domini est terra, et plenitudo ejus, orbis terrarum, et universi qui habitant in eo. (Psalmus XXIII, I)

1. Do Senhor é a terra e tudo o que a plenifica, o mundo e todos os que nele habitam. (Salmo 23, 1)

II. Quia ipse super maria fundavit eum, et super flumina praeparavit eum. (Psalmus XXIII, II)

2. Pois ele a firmou sobre os mares e a estabeleceu sobre os rios. (Salmo 23, 2)

R. Qui habitabit in monte sancto tuo, Domine?
R. Quem habitará em teu monte santo, Senhor? (Salmo 23, 1)

II

III. Quis ascendet in montem Domini? aut quis stabit in loco sancto ejus? (Psalmus XXIII, III)

3. Quem subirá ao monte do Senhor? Quem permanecerá em seu lugar santo? (Salmo 23, 3)

IV. Innocens manibus et mundo corde, qui non accepit in vano animam suam, nec juravit in dolo proximo suo. (Psalmus XXIII, IV)

4. Aquele que possui mãos inocentes e coração puro, que não entregou sua alma àquilo que é vazio, nem jurou com falsidade contra o seu próximo. (Salmo 23, 4)

R. Qui habitabit in monte sancto tuo, Domine?
R. Quem habitará em teu monte santo, Senhor? (Salmo 23, 1)

III

V. Hic accipiet benedictionem a Domino, et misericordiam a Deo salutari suo. (Psalmus XXIII, V)

5. Este receberá a bênção do Senhor e a misericórdia de Deus, seu Salvador. (Salmo 23, 5)

VI. Haec est generatio quaerentium eum, quaerentium faciem Dei Jacob. (Psalmus XXIII, VI)

6. Esta é a geração dos que o procuram, dos que buscam a face do Deus de Jacó. (Salmo 23, 6)

R. Qui habitabit in monte sancto tuo, Domine?
R. Quem habitará em teu monte santo, Senhor? (Salmo 23, 1)

Reflexão:

A terra inteira pertence ao Senhor, e sua plenitude repousa na origem que continuamente sustenta o ser.
O instante torna-se profundo quando o coração reconhece a presença daquele de quem tudo recebe existência.
Subir ao monte significa permitir que a interioridade se eleve até a verdade que a sustenta.
As mãos inocentes revelam uma existência reconciliada com sua própria origem e ordenada à verdade.
O coração puro permanece aberto à presença divina que não cessa de conduzir o ser à sua realização.
A bênção recebida manifesta exteriormente uma plenitude que amadureceu silenciosamente no interior.
Buscar a face de Deus é orientar todo o ser para aquilo que constitui seu princípio e seu destino.
Na presença do Senhor, o instante encontra sua profundidade e a existência reconhece sua plenitude.

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