sábado, 24 de outubro de 2026

Salmo responsorial Sl 17(18) - 25.10.2026

 Domingo, 25 de Outubro de 2026

30º Domingo do Tempo Comum, Ano A
Hoje, omite-se a Memória de Santo Antônio de Sant'Ana Galvão, religioso



Psalmus Responsorius XVII, II–IIIa, IIIbc–IV, XLVII, LIab

I

II. Diligam te, Domine, fortitudo mea. (Psalmus XVII, II)

2. Eu vos amo, Senhor, minha força. (Salmo 17, 2)

IIIa. Dominus firmamentum meum, et refugium meum. (Psalmus XVII, IIIa)

3a. O Senhor é meu amparo e meu refúgio seguro. (Salmo 17, 3a)

R. Diligam te, Domine, fortitudo mea.

R. Eu vos amo, Senhor, minha força. (Salmo 17, 2)

II

IIIbc. Et liberator meus. Deus meus adjutor meus, et sperabo in eum; protector meus, et cornu salutis meæ, et susceptor meus. (Psalmus XVII, IIIbc)

3bc. Ele é meu libertador. Meu Deus é meu auxílio, nele esperarei; é meu protetor, a força da minha salvação e aquele que me acolhe. (Salmo 17, 3bc)

IV. Laudans invocabo Dominum, et ab inimicis meis salvus ero. (Psalmus XVII, IV)

4. Invocarei o Senhor, digno de todo louvor, e serei salvo dos meus inimigos. (Salmo 17, 4)

R. Diligam te, Domine, fortitudo mea.

R. Eu vos amo, Senhor, minha força. (Salmo 17, 2)

III

XLVII. Vivit Dominus, et benedictus Deus meus, et exaltetur Deus salutis meæ. (Psalmus XVII, XLVII)

47. O Senhor vive. Bendito seja meu Deus, exaltado seja o Deus que me salva. (Salmo 17, 47)

R. Diligam te, Domine, fortitudo mea.

R. Eu vos amo, Senhor, minha força. (Salmo 17, 2)

IV

LIab. Magnificans salutes regis ejus, et faciens misericordiam christo suo David. (Psalmus XVII, LIab)

51ab. Ele engrandece a salvação de seu rei e concede sua misericórdia a Davi, seu ungido. (Salmo 17, 51ab)

R. Diligam te, Domine, fortitudo mea.

R. Eu vos amo, Senhor, minha força. (Salmo 17, 2)

Reflexão:

  O Senhor é a força que sustenta o ser e a presença que permanece quando tudo ao redor se transforma.
No íntimo do instante, o coração encontra aquele que é sua origem e seu refúgio.
Amar a Deus é reconhecer que a existência recebe dele seu fundamento e sua plenitude.
A confiança amadurece quando a interioridade repousa na presença divina, sem se deixar dominar pelas incertezas.
Cada instante acolhido diante do Senhor torna-se ocasião de louvor, discernimento e renovação espiritual.
Aquele que espera em Deus aprende a permanecer firme, mesmo quando o caminho se torna obscuro.
A misericórdia divina atravessa a duração da vida e orienta o ser para uma realização mais profunda.
Assim, o coração que ama o Senhor encontra na sua presença a força que conduz à plenitude eterna.

Leia: LITURGIA DA PALAVRA

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