Responsório inspirado em Lucas 4,24-30
R. Sitivit anima mea ad Deum fortem vivum: quando veniam et apparebo ante faciem Dei? (Psalmus 41:3)
R. Minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo: quando irei e verei a face de Deus?
1. Quemadmodum desiderat cervus ad fontes aquarum, ita desiderat anima mea ad te, Deus. (Psalmus 41:2)
Assim como a corça suspira pelas fontes das águas, assim minha alma suspira por ti, ó Deus.
2. Fuerunt mihi lacrymæ meæ panes die ac nocte, dum dicitur mihi quotidie: Ubi est Deus tuus? (Psalmus 41:4)
Minhas lágrimas têm sido meu pão dia e noite, enquanto me dizem continuamente: Onde está o teu Deus?
3. In meipso anima mea contristata est: propterea memor ero tui de terra Jordanis, et Hermoniim, a monte modico. (Psalmus 41:7)
Dentro de mim minha alma está abatida; por isso me recordo de ti, desde a terra do Jordão, do Hermon, e do monte pequeno.
4. In petra exaltavit me: et nunc exaltavit caput meum super inimicos meos. (Psalmus 41:9)
Sobre a rocha me elevou, e agora ergueu minha cabeça acima dos meus inimigos.
Reflexão
O profeta nunca é aceito em sua pátria, pois sua voz ressoa além das fronteiras do costume e da expectativa. Assim também a alma que busca a verdade encontra resistência, pois sua sede não se sacia nas águas rasas da conveniência. O clamor do salmista revela esse anseio profundo, que transcende o visível e se lança ao horizonte da verdadeira plenitude. O exílio interior do justo não é um castigo, mas um chamado a elevar-se, a ver além do imediato e a compreender que o caminho da verdade se constrói não na aceitação das multidões, mas na fidelidade silenciosa à luz que arde no íntimo.
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