4ª Semana da Páscoa
Psalmus II, VI–VII, VIII–IX, X–XI
1
VI Ego autem constitutus sum Rex ab eo super Sion montem sanctum eius, praedicans praeceptum eius. (Psalmus II, VI)
6 Eu fui estabelecido como Rei por Ele sobre Sião, seu monte santo, proclamando o desígnio que sustenta e ordena toda existência. (Salmo 2,6)
VII Dominus dixit ad me Filius meus es tu, ego hodie genui te. (Psalmus II, VII)
7 O Senhor disse-me Tu és meu Filho, hoje te gerei, revelando a origem sempre presente que continuamente dá vida ao ser. (Salmo 2,7)
R. VII Filius meus es tu, ego hodie genui te. (Psalmus II, VII)
R. 7 Tu és meu Filho, hoje te gerei. (Salmo 2,7)
2
VIII Postula a me, et dabo tibi gentes hereditatem tuam, et possessionem tuam terminos terrae. (Psalmus II, VIII)
8 Pede-me, e te darei as nações como herança e os confins da terra como posse, indicando a plenitude que se abre àquele que reconhece sua origem. (Salmo 2,8)
IX Reges eos in virga ferrea, et tamquam vas figuli confringes eos. (Psalmus II, IX)
9 Tu os regerás com cetro firme e os despedaçarás como vaso de argila, mostrando que toda forma transitória cede diante da ordem que não se altera. (Salmo 2,9)
R. VII Filius meus es tu, ego hodie genui te. (Psalmus II, VII)
R. 7 Tu és meu Filho, hoje te gerei. (Salmo 2,7)
3
X Et nunc, reges, intelligite; erudimini, qui iudicatis terram. (Psalmus II, X)
10 Agora, compreendei, vós que governais, deixai-vos instruir, pois a verdadeira sabedoria nasce do reconhecimento daquilo que é eterno. (Salmo 2,10)
XI Servite Domino in timore, et exsultate ei cum tremore. (Psalmus II, XI)
11 Servi ao Senhor com reverência e alegrai-vos nele com profundo respeito, pois a verdadeira exultação nasce da consciência alinhada com o princípio que sustenta tudo. (Salmo 2,11)
R. VII Filius meus es tu, ego hodie genui te. (Psalmus II, VII)
R. 7 Tu és meu Filho, hoje te gerei. (Salmo 2,7)
4
VII Dominus dixit ad me Filius meus es tu, ego hodie genui te. (Psalmus II, VII)
7 O Senhor disse-me Tu és meu Filho, hoje te gerei, reafirmando a origem contínua que sustenta o ser além de toda mudança. (Salmo 2,7)
R. VII Filius meus es tu, ego hodie genui te. (Psalmus II, VII)
R. 7 Tu és meu Filho, hoje te gerei. (Salmo 2,7)
Reflexão:
O que é gerado no eterno não se dissolve no tempo.
A origem não pertence ao passado, ela permanece ativa.
O ser encontra firmeza quando reconhece sua fonte.
Toda autoridade verdadeira nasce da consonância interior.
O transitório cede diante do que permanece.
A compreensão surge quando o ruído interior se aquieta.
A presença sustenta mais do que qualquer forma visível.
Assim, o ser permanece naquilo que nunca deixa de ser.
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