Quarta-feira, 22 de Abril de 2026
Psalmus Responsorius, LXV, I-IIIa IV-V VI-VIIa
R. Iubilate Deo omnis terra (Psalmus LXV, I)
R. Aclame interiormente ao Absoluto todo o ser, reconhecendo a presença que sustenta tudo o que existe (Salmo 65,1)
I Iubilate Deo omnis terra psalmum dicite nomini eius date gloriam laudi eius (Psalmus LXV, I-II)
1 Todo o ser é chamado a elevar-se em reconhecimento, permitindo que a realidade interior se alinhe à origem que a sustenta (Salmo 65,1-2)
II Dicite Deo quam terribilia sunt opera tua in multitudine virtutis tuae mentientur tibi inimici tui (Psalmus LXV, III)
2 Reconhecer a grandeza das obras conduz o ser a perceber que nada se opõe verdadeiramente àquilo que é absoluto e permanente (Salmo 65,3)
III Omnis terra adoret te et psallat tibi psalmum dicat nomini tuo (Psalmus LXV, IV)
3 Toda a realidade converge para a unidade, onde o louvor se torna expressão da harmonia entre o ser e sua fonte (Salmo 65,4)
IV Venite et videte opera Dei terribilis in consiliis super filios hominum qui convertit mare in aridam in flumine pertransibunt pede (Psalmus LXV, V-VI)
4 Contemplar as obras revela um princípio que transforma limites em passagem, conduzindo o ser além de suas próprias restrições (Salmo 65,5-6)
Reflexão:
O louvor não nasce apenas da voz, mas do reconhecimento interior
Aquilo que é contemplado com verdade transforma quem contempla
O ser encontra ordem quando se volta à sua origem
Nada do que é autêntico se perde no fluxo das mudanças
A travessia das limitações revela um caminho mais profundo
O que parece obstáculo pode tornar-se passagem
A unidade manifesta-se quando há adesão ao que é permanente
E o reconhecimento gera uma alegria que não depende do exterior
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