Psalmus XLV, II-III, V-VI, VIII-IX (R. V)
Salmo 45(46), 2-3.5-6.8-9 (R. 5)
Responsório
R. Deus noster refugium et virtus, adjutor in tribulationibus quæ invenerunt nos nimis.
R. O Senhor é nosso refúgio e vigor, socorro sempre presente nas tribulações que nos sobrevêm.
Psalmus XLV, II-III, V-VI, VIII-IX (R. V)
Salmo 45(46), 2-3.5-6.8-9 (R. 5)
Responsório
R. Fluminis impetus lætificat civitatem Dei, sanctificavit tabernaculum suum Altissimus. (Ps XLV, V)
R. Os braços de um rio vêm trazer alegria à Cidade de Deus, à morada do Altíssimo. (Sl 45(46),5)
I
Deus noster refugium et virtus, adjutor in tribulationibus quæ invenerunt nos nimis. (Ps XLV, II)
2. O Senhor é nosso refúgio e fortaleza, auxílio sempre presente nas tribulações que nos sobrevêm. (Sl 45(46),2)
Propterea non timebimus dum turbabitur terra, et transferentur montes in cor maris. (Ps XLV, III)
3. Por isso, não temeremos, ainda que a terra se abale e os montes sejam precipitados no coração do mar. (Sl 45(46),3)
R. Fluminis impetus lætificat civitatem Dei, sanctificavit tabernaculum suum Altissimus. (Ps XLV, V)
R. Os braços de um rio vêm trazer alegria à Cidade de Deus, à morada do Altíssimo. (Sl 45(46),5)
II
Fluminis impetus lætificat civitatem Dei, sanctificavit tabernaculum suum Altissimus. (Ps XLV, V)
5. Os braços de um rio alegram a Cidade de Deus, onde o Altíssimo santificou sua morada. (Sl 45(46),5)
Deus in medio ejus, non commovebitur, adjuvabit eam Deus mane diluculo. (Ps XLV, VI)
6. Deus está no meio dela, e ela não será abalada. Deus virá em seu auxílio desde o romper da aurora. (Sl 45(46),6)
R. Fluminis impetus lætificat civitatem Dei, sanctificavit tabernaculum suum Altissimus. (Ps XLV, V)
R. Os braços de um rio vêm trazer alegria à Cidade de Deus, à morada do Altíssimo. (Sl 45(46),5)
III
Dominus virtutum nobiscum, susceptor noster Deus Jacob. (Ps XLV, VIII)
8. Conosco está o Senhor dos Exércitos, nosso amparo é o Deus de Jacó. (Sl 45(46),8)
Venite, et videte opera Domini, quæ posuit prodigia super terram, (Ps XLV, IX)
9. Vinde contemplar as obras do Senhor, os prodígios que realizou sobre a terra. (Sl 45(46),9)
R. Fluminis impetus lætificat civitatem Dei, sanctificavit tabernaculum suum Altissimus. (Ps XLV, V)
R. Os braços de um rio vêm trazer alegria à Cidade de Deus, à morada do Altíssimo. (Sl 45(46),5)
Reflexão:
A presença divina é o fundamento que permanece quando todas as realidades se transformam.
Aquele que encontra em Deus sua origem descobre uma firmeza que não depende das circunstâncias.
As águas que alegram a Cidade Santa revelam a fecundidade de uma presença que sustenta a vida em sua profundidade.
Deus habita o centro do ser, onde a instabilidade exterior não alcança a plenitude de sua presença.
A aurora simboliza o contínuo despertar da consciência para uma realidade que não se extingue com o passar das horas.
Contemplar as obras do Senhor é reconhecer, em cada acontecimento, os sinais de uma sabedoria que ultrapassa o entendimento imediato.
A eternidade não está distante da existência, pois sua presença pode ser acolhida na profundidade de cada instante.
Quem permanece enraizado no Eterno encontra uma morada interior cuja consistência não se perde diante da transitoriedade.
Leia também:
#LiturgiaDaPalavra
#EvangelhoDoDia
#ReflexãoDoEvangelho
#IgrejaCatólica
#Homilia
#Orações
#Santo do dia
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)