Psalmus LXVI, II–III. V. VI et VIII (R. IV)
I
Deus misereatur nostri, et benedicat nobis; illuminet vultum suum super nos, et misereatur nostri. (Psalmus LXVI, II)
2 Que Deus nos envolva com sua presença e nos sustente, fazendo resplandecer sobre nós a luz que revela o que permanece além das variações (Salmo 66,2)
Ut cognoscamus in terra viam tuam, in omnibus gentibus salutare tuum. (Psalmus LXVI, III)
3 Para que o caminho seja reconhecido não como direção exterior, mas como manifestação daquilo que conduz o ser à sua plenitude em toda parte (Salmo 66,3)
R. Confiteantur tibi populi, Deus; confiteantur tibi populi omnes.
R. Que todos reconheçam em Ti a presença que sustenta tudo o que existe (Salmo 66,4)
II
Laetentur et exsultent gentes, quoniam iudicas populos in aequitate, et gentes in terra dirigis. (Psalmus LXVI, V)
5 Que haja alegria interior quando o discernimento se manifesta como medida justa, conduzindo todas as realidades ao seu lugar próprio (Salmo 66,5)
R. Confiteantur tibi populi, Deus; confiteantur tibi populi omnes.
R. Que todos reconheçam em Ti a presença que sustenta tudo o que existe (Salmo 66,4)
III
Confiteantur tibi populi, Deus; confiteantur tibi populi omnes. (Psalmus LXVI, VI)
6 Que toda expressão da vida se volte para reconhecer a fonte que permanece operante em tudo o que se manifesta (Salmo 66,6)
R. Confiteantur tibi populi, Deus; confiteantur tibi populi omnes.
R. Que todos reconheçam em Ti a presença que sustenta tudo o que existe (Salmo 66,4)
IV
Benedicat nos Deus, et metuant eum omnes fines terrae. (Psalmus LXVI, VIII)
8 Que a plenitude que nos alcança se estenda a todos os limites da existência, conduzindo cada realidade ao reconhecimento do que é eterno (Salmo 66,8)
R. Confiteantur tibi populi, Deus; confiteantur tibi populi omnes.
R. Que todos reconheçam em Ti a presença que sustenta tudo o que existe (Salmo 66,4)
Reflexão:
A luz que se derrama não escolhe lugares, mas revela o que já sustenta tudo.
O reconhecimento nasce quando o interior se torna disponível ao que permanece.
A alegria não depende das circunstâncias, mas da consonância com o que é estável.
O caminho não se impõe, ele se revela à consciência que acolhe.
Toda direção verdadeira surge de uma medida que não se altera.
O que se manifesta no tempo aponta para aquilo que não passa.
A plenitude não se constrói, ela se reconhece.
Assim, o ser encontra repouso naquilo que sempre esteve presente.
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