Psalmus Responsorius
Psalmus CII, I-II. XI-XII. XIX-XXab
I
Benedic, anima mea, Domino, et omnia quae intra me sunt, nomini sancto eius. (Psalmus CII, I)
1. Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há dentro de mim bendiga o seu santo nome. (Salmo 102,1)
Benedic, anima mea, Domino, et noli oblivisci omnes retributiones eius. (Psalmus CII, II)
2. Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não esqueças nenhum de seus benefícios. (Salmo 102,2)
R. Dominus in caelo paravit sedem suam. (Psalmus CII, XIXa)
R. O Senhor estabeleceu nos céus o seu trono. (Salmo 102,19)
II
Quoniam secundum altitudinem caeli a terra, corroboravit misericordiam suam super timentes se. (Psalmus CII, XI)
11. Pois, assim como o céu se eleva acima da terra, assim se eleva a sua misericórdia sobre os que o reverenciam com coração sincero. (Salmo 102,11)
Quantum distat ortus ab occidente, longe fecit a nobis iniquitates nostras. (Psalmus CII, XII)
12. Tanto quanto dista o nascer do sol do seu ocaso, assim afastou de nós as nossas iniquidades, para que a alma encontre repouso na sua pureza. (Salmo 102,12)
R. Dominus in caelo paravit sedem suam. (Psalmus CII, XIXa)
R. O Senhor estabeleceu nos céus o seu trono. (Salmo 102,19)
III
Dominus in caelo paravit sedem suam, et regnum ipsius omnibus dominabitur. (Psalmus CII, XIX)
19. O Senhor estabeleceu nos céus o seu trono, e o seu reino governa sobre tudo o que existe. (Salmo 102,19)
R. Dominus in caelo paravit sedem suam. (Psalmus CII, XIXa)
R. O Senhor estabeleceu nos céus o seu trono. (Salmo 102,19)
IV
Benedicite Domino omnes angeli eius, potentes virtute, facientes verbum illius. (Psalmus CII, XXab)
20. Bendizei o Senhor, todos os seus anjos, vós que sois poderosos em força e executais a sua palavra. (Salmo 102,20)
R. Dominus in caelo paravit sedem suam. (Psalmus CII, XIXa)
R. O Senhor estabeleceu nos céus o seu trono. (Salmo 102,19)
Reflexão
A alma que bendiz não apenas pronuncia palavras, mas se ordena interiormente diante da Presença eterna.
A misericórdia divina não é uma ideia distante, mas uma realidade que desce ao íntimo e restaura o que estava disperso.
Quando o coração contempla o Altíssimo, aprende a medir o tempo pela eternidade e não pela pressa do mundo.
Os benefícios do Senhor não se perdem na memória puramente humana, porque permanecem gravados na profundidade do espírito.
A distância entre o Oriente e o Ocidente revela, em símbolo, a retirada das culpas diante da pureza divina.
O trono do Senhor nos céus indica que toda ordem verdadeira nasce acima das instabilidades passageiras.
Os anjos que executam a palavra divina ensinam que a obediência luminosa é uma forma alta de adoração.
Assim, o homem interior encontra paz quando sua existência se dobra, com amor e reverência, diante do Reino que não passa.
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