Psalmus CIV, IV–V. VI–VII. VIII–IX
R. Memor fuit in saeculum testamenti sui (Psalmus CIV, VIIIa)
R. Ele se recorda para sempre de sua aliança, pois o que procede do eterno permanece vivo no íntimo do ser e sustenta toda existência (Salmo 104, 8a)
I Quaerite Dominum et confirmamini quaerite faciem eius semper memores estote mirabilium eius quae fecit prodigia eius et iudicia oris eius (Psalmus CIV, IV–V)
1 Buscai o Senhor e fortalecei-vos, buscai continuamente sua face, recordai suas maravilhas, pois no interior atento o ser encontra a presença que permanece e orienta cada passo (Salmo 104, 4-5)
II Semen Abraham servi eius filii Iacob electi eius ipse Dominus Deus noster in universa terra iudicia eius (Psalmus CIV, VI–VII)
2 Descendência de Abraão, seus servos, filhos de Jacó, seus escolhidos, ele é o Senhor nosso Deus, mostrando que a identidade do ser se firma na relação com aquilo que não se dissolve (Salmo 104, 6-7)
III Memor fuit in saeculum testamenti sui verbi quod mandavit in mille generationes (Psalmus CIV, VIII)
3 Ele se lembra para sempre de sua aliança e da palavra que ordenou por gerações, indicando que o que é verdadeiro não se perde, mas permanece como fundamento interior (Salmo 104, 8)
IV Quod disposuit ad Abraham et iuramenti sui ad Isaac (Psalmus CIV, IX)
4 A promessa feita a Abraão e confirmada a Isaac revela que o que é estabelecido no alto atravessa o tempo e se mantém como realidade viva no ser (Salmo 104, 9)
Reflexão:
No interior o ser encontra aquilo que não se esquece.
A lembrança divina não é memória passageira, mas presença constante.
O que é acolhido no íntimo torna-se direção segura.
A busca sincera fortalece o ser diante das incertezas.
Aquilo que permanece orienta cada decisão com clareza.
A identidade se forma na relação com o que não passa.
Nada se perde quando o ser se ancora no essencial.
Assim a existência encontra firmeza no que é eterno.
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