Psalmus XLI, II. III. Vbcd
Salmo 41(42), 2.3.5bcd
R. Sitivit anima mea ad Deum fortem, vivum. (Psalmus XLI, IIIa)
R. Minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo. (Salmo 41(42),3a)
II. Quemadmodum desiderat cervus ad fontes aquarum, ita desiderat anima mea ad te, Deus.
2. Como a corça anseia pelas fontes das águas, assim minha alma anseia por ti, ó Deus. (Salmo 41(42),2)
III. Sitivit anima mea ad Deum fortem, vivum; quando veniam, et apparebo ante faciem Dei?
3. Minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo. Quando irei e me apresentarei diante da face de Deus? (Salmo 41(42),3)
R. Sitivit anima mea ad Deum fortem, vivum. (Psalmus XLI, IIIa)
R. Minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo. (Salmo 41(42),3a)
Vbcd. In voce exsultationis et confessionis, sonus epulantis.
5bcd. Entre vozes de júbilo e louvor, ressoa o canto de uma multidão em festa. (Salmo 41(42),5bcd)
R. Sitivit anima mea ad Deum fortem, vivum. (Psalmus XLI, IIIa)
R. Minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo. (Salmo 41(42),3a)
Reflexão:
A sede da alma revela que sua origem ultrapassa tudo aquilo que a existência passageira pode oferecer.
O desejo de Deus nasce no íntimo do ser e orienta sua busca para a fonte da vida.
Mesmo quando a presença parece distante, o anseio permanece como sinal de uma relação que não se extingue.
A memória recolhe a experiência da comunhão e devolve profundidade ao instante presente.
A alegria verdadeira não depende da ausência de dificuldades, mas da proximidade interior com o Eterno.
A alma encontra firmeza quando não permite que as circunstâncias determinem a verdade de sua esperança.
Cada instante pode tornar-se lugar de encontro, quando o coração se volta inteiramente para Deus.
E a sede que conduz a Ele encontra, na própria presença divina, sua plenitude.
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