terça-feira, 13 de outubro de 2026

Salmo responsorial Sl 32(33) - 16.10.2026

Sexta-feira, 16 de Outubro de 2026

28ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)



Psalmus Responsorius

Psalmus XXXII, I-II. IV-V. XII-XIII (R. XIIb)

I

I Exsultate, justi, in Domino; rectos decet collaudatio. (Psalmus XXXII, I)

1. Exultai no Senhor, vós que sois justos; aos corações retos convém elevarem a Ele o louvor. (Salmo 32,1)

II Confitemini Domino in cithara; in psalterio decem chordarum psallite illi. (Psalmus XXXII, II)

2. Louvai o Senhor ao som da cítara; entoai para Ele um cântico no saltério de dez cordas. (Salmo 32,2)

R. Populus quem elegit in haereditatem sibi.

O povo que o Senhor escolheu como sua herança. (Salmo 32,12b)

II

IV Quia rectum est verbum Domini, et omnia opera ejus in fide. (Psalmus XXXII, IV)

4. A palavra do Senhor é reta, e todas as suas obras se realizam na fidelidade. (Salmo 32,4)

V Diligit misericordiam et judicium; misericordia Domini plena est terra. (Psalmus XXXII, V)

5. O Senhor ama a misericórdia e a justiça; a terra inteira está repleta de sua misericórdia. (Salmo 32,5)

R. Populus quem elegit in haereditatem sibi.

O povo que o Senhor escolheu como sua herança. (Salmo 32,12b)

III

XII Beata gens cujus est Dominus Deus ejus; populus quem elegit in haereditatem sibi. (Psalmus XXXII, XII)

12. Feliz a nação cujo Deus é o Senhor, o povo que Ele escolheu para ser sua herança. (Salmo 32,12)

XIII De caelo respexit Dominus; vidit omnes filios hominum. (Psalmus XXXII, XIII)

13. Do alto dos céus, o Senhor dirige seu olhar e contempla todos os filhos dos homens. (Salmo 32,13)

R. Populus quem elegit in haereditatem sibi.

O povo que o Senhor escolheu como sua herança. (Salmo 32,12b)

Reflexão:

  A origem divina sustenta a existência e concede ao instante uma profundidade que ultrapassa toda sucessão.

  O louvor nasce quando o coração reconhece a presença do Eterno em sua interioridade.

  A palavra do Senhor permanece íntegra, revelando uma fidelidade que não se dissolve com as mudanças.

  Sua misericórdia envolve a criação e manifesta a permanência do amor divino.

  Ser escolhido por Deus é receber uma vocação que amadurece no íntimo e orienta a existência.

  O olhar divino alcança o que permanece oculto e conhece a verdade de cada coração.

  Na presença do Senhor, o instante torna-se acolhimento de uma plenitude que já o transcende.

  A vida encontra sua realização ao permanecer enraizada na origem eterna e orientada para Deus.

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Salmo responsorial Sl 97(98) - 15.10.2026

Quinta-feira, 15 de Outubro de 2026
Santa Teresa de Jesus, virgem e doutora da Igreja, Memória
28ª Semana do Tempo Comum



Psalmus Responsorius XCVII, I. II-IIIab. IIIcd-IV. V-VI (R. IIa)

I.

I. Psalmus ipsi David. Cantate Domino canticum novum, quia mirabilia fecit. Salvavit sibi dextera ejus, et brachium sanctum ejus. (Psalmus XCVII, I)

1. Salmo de Davi. Cantai ao Senhor um cântico novo, porque ele realizou maravilhas. Sua destra o salvou, e seu braço santo manifestou a sua força. (Salmo 97,1)

R. Notum fecit Dominus salutare suum. (Psalmus XCVII, IIa)

R. O Senhor fez conhecer a sua salvação. (Salmo 97,2a)

II.

II. Notum fecit Dominus salutare suum ; in conspectu gentium revelavit justitiam suam. (Psalmus XCVII, II)

2. O Senhor fez conhecer a sua salvação e revelou sua justiça diante de todos os povos. (Salmo 97,2)

III. Recordatus est misericordiæ suæ, et veritatis suæ domui Israël. (Psalmus XCVII, IIIa-b)

3ab. Recordou-se de sua misericórdia e de sua fidelidade para com a casa de Israel. (Salmo 97,3ab)

R. Notum fecit Dominus salutare suum. (Psalmus XCVII, IIa)

R. O Senhor fez conhecer a sua salvação. (Salmo 97,2a)

III.

III. Viderunt omnes termini terræ salutare Dei nostri. (Psalmus XCVII, IIIc-d)

3cd. Todos os confins da terra contemplaram a salvação do nosso Deus. (Salmo 97,3cd)

IV. Jubilate Deo, omnis terra ; cantate, et exsultate, et psallite. (Psalmus XCVII, IV)

4. Aclamai a Deus, terra inteira. Cantai, exultai e elevai vossos louvores. (Salmo 97,4)

R. Notum fecit Dominus salutare suum. (Psalmus XCVII, IIa)

R. O Senhor fez conhecer a sua salvação. (Salmo 97,2a)

IV.

V. Psallite Domino in cithara ; in cithara et voce psalmi ; (Psalmus XCVII, V)

5. Cantai louvores ao Senhor com a cítara, com a cítara e ao som do canto. (Salmo 97,5)

VI. in tubis ductilibus, et voce tubæ corneæ. Jubilate in conspectu regis Domini : (Psalmus XCVII, VI)

6. Louvai-o com trombetas e ao som da trompa. Aclamai com alegria diante do Senhor, nosso Rei. (Salmo 97,6)

R. Notum fecit Dominus salutare suum. (Psalmus XCVII, IIa)

R. O Senhor fez conhecer a sua salvação. (Salmo 97,2a)

Reflexão:

  A salvação se manifesta quando o coração reconhece a presença divina em sua própria origem.

  A misericórdia permanece viva no instante em que o ser acolhe a fidelidade do Eterno.

  A justiça de Deus revela uma ordem que ultrapassa a aparência e alcança a profundidade da existência.

  A contemplação transforma o instante em presença consciente diante daquele que sustenta toda a vida.

  O louvor nasce quando a interioridade reconhece a grandeza que a precede e a envolve.

  A criação inteira ressoa como expressão de uma plenitude que não se esgota em suas manifestações.

  A eternidade se deixa reconhecer na presença divina que ilumina cada instante e reúne o ser à sua origem.

  A salvação encontra sua expressão plena quando a existência se abre à presença de Deus e repousa em sua verdade.

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Salmo responsorial Sl 1 - 14.10.2026

Quarta-feira, 14 de Outubro de 2026
28ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)



Psalmus Responsorius I, I-II, III-IV, VI

I

I. Beatus vir qui non abiit in consilio impiorum, et in via peccatorum non stetit, et in cathedra pestilentiæ non sedit. (Psalmus I, I)

1. Feliz aquele que não se deixa conduzir pelos desígnios dos ímpios, não permanece no caminho do pecado nem se estabelece na companhia daqueles que se afastam da verdade. (Salmo 1,1)

II. Sed in lege Domini voluntas ejus, et in lege ejus meditabitur die ac nocte. (Psalmus I, II)

2. Sua alegria encontra-se na lei do Senhor, e nela seu íntimo contempla, dia e noite, a verdade que orienta sua existência. (Salmo 1,2)

R. Qui sequitur me, non ambulat in tenebris, sed habebit lumen vitae. (cf. Ioannes VIII, XII)

R. Quem me segue não caminha nas trevas, mas terá a luz da vida. (cf. João 8,12)

II

III. Et erit tamquam lignum quod plantatum est secus decursus aquarum, quod fructum suum dabit in tempore suo: et folium ejus non defluet; et omnia quæcumque faciet prosperabuntur. (Psalmus I, III)

3. Será como árvore plantada junto às correntes das águas, que oferece seu fruto no tempo devido, conserva suas folhas e encontra realização em tudo o que faz. (Salmo 1,3)

IV. Non sic impii, non sic; sed tamquam pulvis quem projicit ventus a facie terræ. (Psalmus I, IV)

4. Não assim os ímpios, não assim. São como a poeira que o vento dispersa da superfície da terra, sem firmeza para permanecer em seu caminho. (Salmo 1,4)

R. Qui sequitur me, non ambulat in tenebris, sed habebit lumen vitae. (cf. Ioannes VIII, XII)

R. Quem me segue não caminha nas trevas, mas terá a luz da vida. (cf. João 8,12)

III

VI. Quoniam novit Dominus viam justorum: et iter impiorum peribit. (Psalmus I, VI)

6. O Senhor conhece o caminho dos justos, acolhe sua existência em sua verdade mais profunda, enquanto a senda dos ímpios se desfaz e chega à ruína. (Salmo 1,6)

R. Qui sequitur me, non ambulat in tenebris, sed habebit lumen vitae. (cf. Ioannes VIII, XII)

R. Quem me segue não caminha nas trevas, mas terá a luz da vida. (cf. João 8,12)

Reflexão:

  A verdade interior orienta o ser para sua origem.

  A presença do Senhor ilumina a profundidade de cada instante.

  Aquele que acolhe sua Palavra amadurece na intimidade do Espírito.

  Sua existência adquire firmeza quando permanece enraizada no bem.

  O fruto revela a plenitude silenciosamente alcançada pelo ser.

  A dispersão nasce quando a interioridade perde sua direção.

  A eternidade se faz presente na consciência que acolhe a verdade.

  Na luz do Senhor, a vida encontra sua realização.

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domingo, 11 de outubro de 2026

Salmo responsorial Sl 118(119) - 13.10.2026

Terça-feira, 13 de Outubro de 2026

28ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)



Psalmus Responsorius CXVIII, XLI. XLIII. XLIV. XLV. XLVII. XLVIII

I

XLI. Et veniat super me misericordia tua, Domine; salutare tuum secundum eloquium tuum. (Psalmus CXVIII, XLI)

41. Venha sobre mim a vossa misericórdia, Senhor, e concedei-me a salvação conforme a vossa palavra. (Salmo 118, 41)

XLIII. Et ne auferas de ore meo verbum veritatis usquequaque, quia in judiciis tuis supersperavi. (Psalmus CXVIII, XLIII)

43. Não permitais que a palavra da verdade desapareça de meus lábios, pois deposito em vossos juízos minha mais profunda esperança. (Salmo 118, 43)

R. Et veniat super me misericordia tua, Domine.

Venha sobre mim a vossa misericórdia, Senhor. (Salmo 118, 41a)

II

XLIV. Et custodiam legem tuam semper, in sæculum et in sæculum sæculi. (Psalmus CXVIII, XLIV)

44. Guardarei a vossa Lei continuamente, por todos os séculos e para além de toda sucessão passageira. (Salmo 118, 44)

XLV. Et ambulabam in latitudine, quia mandata tua exquisivi. (Psalmus CXVIII, XLV)

45. Caminharei na amplidão do espírito, pois busquei com sinceridade os vossos mandamentos. (Salmo 118, 45)

R. Et veniat super me misericordia tua, Domine.

Venha sobre mim a vossa misericórdia, Senhor. (Salmo 118, 41a)

III

XLVII. Et meditabar in mandatis tuis, quæ dilexi. (Psalmus CXVIII, XLVII)

47. Meditarei em vossos mandamentos, que amo, acolhendo sua verdade no íntimo do meu ser. (Salmo 118, 47)

XLVIII. Et levavi manus meas ad mandata tua, quæ dilexi, et exercebar in justificationibus tuis. (Psalmus CXVIII, XLVIII)

48. Erguerei minhas mãos para os vossos mandamentos, que amo, e me aprofundarei na compreensão de vossos desígnios justos. (Salmo 118, 48)

R. Et veniat super me misericordia tua, Domine.

Venha sobre mim a vossa misericórdia, Senhor. (Salmo 118, 41a)

Reflexão:

  A misericórdia divina alcança a interioridade e faz do instante uma presença aberta à eternidade. A palavra da verdade sustenta o ser quando as circunstâncias exteriores perdem sua firmeza. A esperança amadurece no íntimo e encontra na presença divina seu fundamento permanente. A Lei acolhida com amor orienta a consciência para aquilo que permanece além das mudanças. A amplidão interior nasce quando o coração se volta para a verdade que o transcende. Meditar nos mandamentos é permitir que a palavra recebida transforme a disposição profunda do ser. O instante adquire plenitude quando a intenção e a ação permanecem unidas ao bem reconhecido. Na presença divina, a origem sustenta a caminhada e a interioridade se abre à realização plena.

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Salmo responsorial Sl 44(45) - 12.10.2026

Segunda-feira, 12 de Outubro de 2026
Bem-aventurada Virgem Maria da Conceição Aparecida, Solenidade, Ano A
28ª Semana do Tempo Comum


Psalmus Responsorius XLIV, XI-XVI (R. XI, XII a)

I. Audi, filia, et vide, et inclina aurem tuam, et obliviscere populum tuum, et domum patris tui. Et concupiscet rex decorem tuum.

11. Escuta, filha, contempla e inclina o teu ouvido; esquece o teu povo e a casa de teu pai. O rei se encantará com tua beleza. (Salmo 44,11-12a)

R. Audi, filia, et vide, et inclina aurem tuam.

Escuta, filha, contempla e inclina o teu ouvido. (Salmo 44,11-12a)

II. Quoniam ipse est Dominus Deus tuus, et adorabunt eum. Et filiae Tyri in muneribus vultum tuum deprecabuntur; omnes divites plebis.

12b-13. Pois ele é o Senhor, teu Deus, e tu o adorarás. As filhas de Tiro virão com presentes; os mais ricos do povo buscarão teu favor. (Salmo 44,12b-13)

R. Audi, filia, et vide, et inclina aurem tuam.

Escuta, filha, contempla e inclina o teu ouvido. (Salmo 44,11-12a)

III. Omnis gloria ejus filiae regis ab intus, in fimbriis aureis, circumamicta varietatibus.

14-15a. Toda a glória da filha do rei está em seu interior; suas vestes são adornadas com franjas de ouro e revestidas de variados ornamentos. (Salmo 44,14-15a)

R. Audi, filia, et vide, et inclina aurem tuam.

Escuta, filha, contempla e inclina o teu ouvido. (Salmo 44,11-12a)

IV. Adducentur regi virgines post eam; proximæ ejus afferentur tibi. Afferentur in lætitia et exsultatione; adducentur in templum regis.

15b-16. Depois dela, as virgens serão conduzidas ao rei; suas companheiras serão apresentadas a ti. Serão conduzidas com alegria e exultação e entrarão no templo do rei. (Salmo 44,15b-16)

R. Audi, filia, et vide, et inclina aurem tuam.

Escuta, filha, contempla e inclina o teu ouvido. (Salmo 44,11-12a)

Reflexão:

  A escuta interior abre o ser à presença que sustenta sua origem e ilumina a profundidade de cada instante.

  A beleza verdadeira nasce da intimidade com Deus, onde a existência encontra sua dignidade e sua plenitude.

  Acolher a presença divina exige recolhimento, atenção e disposição para reconhecer aquilo que permanece além das aparências.

  O chamado que alcança a interioridade transforma a percepção e orienta o ser para uma realização mais profunda.

  A eternidade revela-se na presença que confere ao instante uma profundidade que ultrapassa sua duração.

  A alegria do encontro nasce quando a consciência reconhece a unidade entre sua origem e sua realização.

  Cada passo em direção a Deus permite que a existência encontre firmeza, serenidade e sentido.

  Na presença do Eterno, o ser descobre que sua plenitude encontra fundamento naquilo que permanece.

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sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Salmo responsorial Sl 22(23) - 11.10.2026

Domingo, 11 de Outubro de 2026
28º Domingo do Tempo Comum, Ano A



Psalmus Responsorius XXII, I-IIIa, IIIb-IV, V-VI (R. VIcd)

Psalmus David

I

I. Dominus regit me, et nihil mihi deerit. (Psalmus XXII, I)

1. O Senhor me conduz e nada me faltará. (Salmo 22, 1)

II. In loco pascuæ, ibi me collocavit. Super aquam refectionis educavit me. (Psalmus XXII, II)

2. Em verdes pastagens me faz repousar e conduz meu ser às águas que restauram e renovam a vida. (Salmo 22, 2)

IIIa. Animam meam convertit. (Psalmus XXII, IIIa)

3a. Restaura minha alma e reconduz meu interior à sua plenitude. (Salmo 22, 3a)

R. Et misericordia tua subsequetur me omnibus diebus vitæ meæ. (Psalmus XXII, VIcd)

R. Tua misericórdia me acompanhará todos os dias de minha vida. (Salmo 22, 6cd)

II

IIIb. Deduxit me super semitas justitiæ propter nomen suum. (Psalmus XXII, IIIb)

3b. Guia-me pelas veredas da justiça, em fidelidade ao seu nome. (Salmo 22, 3b)

IV. Nam etsi ambulavero in medio umbræ mortis, non timebo mala, quoniam tu mecum es. Virga tua, et baculus tuus, ipsa me consolata sunt. (Psalmus XXII, IV)

4. Ainda que eu caminhe pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, pois tu estás comigo. Teu cajado e teu báculo me sustentam e me consolam. (Salmo 22, 4)

R. Et misericordia tua subsequetur me omnibus diebus vitæ meæ. (Psalmus XXII, VIcd)

R. Tua misericórdia me acompanhará todos os dias de minha vida. (Salmo 22, 6cd)

III

V. Parasti in conspectu meo mensam adversus eos qui tribulant me; impinguasti in oleo caput meum, et calix meus inebrians, quam præclarus est! (Psalmus XXII, V)

5. Preparas uma mesa diante de mim, mesmo diante daqueles que me afligem. Unges minha cabeça com óleo, e meu cálice transborda de abundância. (Salmo 22, 5)

VI. Et misericordia tua subsequetur me omnibus diebus vitæ meæ; et ut inhabitem in domo Domini in longitudinem dierum. (Psalmus XXII, VI)

6. Tua misericórdia me acompanhará todos os dias de minha vida, e habitarei na casa do Senhor por longos dias, em sua presença que permanece. (Salmo 22, 6)

R. Et misericordia tua subsequetur me omnibus diebus vitæ meæ. (Psalmus XXII, VIcd)

R. Tua misericórdia me acompanhará todos os dias de minha vida. (Salmo 22, 6cd)

Reflexão:

  A presença divina sustenta o ser no instante e lhe revela uma profundidade que não se extingue.

  A alma encontra repouso quando reconhece sua origem e acolhe a condução que a reconduz ao essencial.

  Mesmo diante da sombra, a presença do Senhor permanece como firmeza interior e amparo para o caminho.

  O temor perde seu domínio quando o coração descobre que não caminha abandonado.

  A abundância mais profunda nasce do encontro entre a interioridade e a presença que sustenta a vida.

  Cada instante pode tornar-se lugar de acolhimento, quando o ser permanece atento àquilo que nele não passa.

  A misericórdia divina acompanha a existência e une cada passagem à permanência de seu amor.

  Habitar na casa do Senhor é repousar na plenitude de uma presença que dá sentido à vida.

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quinta-feira, 8 de outubro de 2026

Salmo responsorial Sl 104(105) - 10.10.2026

Sábado, 10 de Outubro de 2026
27ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)



Psalmus Responsorius CIV (CV), II-III, IV-V, VI-VII (R. VIIIa)

I

II. Cantate ei, et psallite ei; narrate omnia mirabilia ejus. (Psalmus CIV, II)

2. Cantai ao Senhor e entoai salmos em seu louvor; proclamai todas as suas maravilhas. (Salmo 104, 2)

III. Laudamini in nomine sancto ejus; lætetur cor quærentium Dominum. (Psalmus CIV, III)

3. Glorificai-vos em seu santo nome; alegre-se o coração daqueles que buscam o Senhor e se voltam para sua presença. (Salmo 104, 3)

R. Memor fuit in sæculum testamenti sui. (Psalmus CIV, VIIIa)

R. O Senhor permanece fiel à sua aliança por toda a eternidade. (Salmo 104, 8a)

II

IV. Quærite Dominum, et confirmamini; quærite faciem ejus semper. (Psalmus CIV, IV)

4. Buscai o Senhor e fortalecei-vos nele; procurai continuamente sua face, mantendo o coração voltado para sua presença. (Salmo 104, 4)

V. Mementote mirabilium ejus quæ fecit; prodigia ejus, et judicia oris ejus: (Psalmus CIV, V)

5. Recordai as maravilhas que ele realizou, seus prodígios e as decisões pronunciadas por sua palavra. (Salmo 104, 5)

R. Memor fuit in sæculum testamenti sui. (Psalmus CIV, VIIIa)

R. O Senhor permanece fiel à sua aliança por toda a eternidade. (Salmo 104, 8a)

III

VI. semen Abraham servi ejus; filii Jacob electi ejus. (Psalmus CIV, VI)

6. Vós, descendência de Abraão, seu servo, filhos de Jacó, seus escolhidos, permaneceis vinculados à promessa que atravessa as gerações. (Salmo 104, 6)

VII. Ipse Dominus Deus noster; in universa terra judicia ejus. (Psalmus CIV, VII)

7. Ele é o Senhor, nosso Deus; por toda a terra se manifestam suas decisões, revelando a presença de sua justiça. (Salmo 104, 7)

R. Memor fuit in sæculum testamenti sui. (Psalmus CIV, VIIIa)

R. O Senhor permanece fiel à sua aliança por toda a eternidade. (Salmo 104, 8a)

Reflexão:

  A presença divina sustenta o instante e ilumina a profundidade do ser.

  A eternidade se manifesta na fidelidade que não abandona sua promessa.

  Buscar o Senhor é voltar o coração à origem de toda vida.

  A memória das maravilhas desperta a interioridade para reconhecer sua ação.

  A palavra divina permanece fecunda no íntimo de quem a acolhe.

  A existência amadurece quando se orienta pela presença que a sustenta.

  A promessa atravessa as gerações sem perder a plenitude de sua origem.

  Na fidelidade de Deus, o presente encontra sentido e o ser encontra repouso.

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Salmo responsorial Sl 110(111) - 09.10.2026

Sexta-feira, 9 de Outubro de 2026
27ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)


Psalmus Responsorius CX, I-II. III-IV. V-VI

I

I. Alleluja. Confitebor tibi, Domine, in toto corde meo, in consilio justorum, et congregatione. (Psalmus CX, I)

1. Aleluia. Louvarei o Senhor de todo o coração, na assembleia dos justos e em sua comunhão. (Salmo 110, 1)

II. Magna opera Domini: exquisita in omnes voluntates ejus. (Psalmus CX, II)

2. Grandes são as obras do Senhor, dignas de serem contempladas por todos os que as acolhem em seu interior. (Salmo 110, 2)

R. Memor erit in sæculum testamenti sui.
O Senhor se lembrará para sempre de sua aliança. (Salmo 110, 5)

II

III. Confessio et magnificentia opus ejus, et justitia ejus manet in sæculum sæculi. (Psalmus CX, III)

3. Sua obra é louvor e magnificência, e sua justiça permanece de eternidade em eternidade. (Salmo 110, 3)

IV. Memoriam fecit mirabilium suorum, misericors et miserator Dominus. (Psalmus CX, IV)

4. O Senhor, misericordioso e compassivo, deixou a memória de suas maravilhas, para que sua presença permaneça viva no coração. (Salmo 110, 4)

R. Memor erit in sæculum testamenti sui.
O Senhor se lembrará para sempre de sua aliança. (Salmo 110, 5)

III

V. Escam dedit timentibus se ; memor erit in sæculum testamenti sui. (Psalmus CX, V)

5. Deu alimento aos que o temem e se lembrará para sempre de sua aliança. (Salmo 110, 5)

VI. Virtutem operum suorum annuntiabit populo suo, (Psalmus CX, VI)

6. Manifestará ao seu povo a força de suas obras, fazendo resplandecer aquilo que procede de sua fidelidade. (Salmo 110, 6)

R. Memor erit in sæculum testamenti sui.
O Senhor se lembrará para sempre de sua aliança. (Salmo 110, 5)

Reflexão:

A presença divina permanece no instante como realidade que não passa com aquilo que passa.
A interioridade acolhe a eternidade sem afastar-se da condição presente do ser.
Cada instante recebe profundidade quando a origem permanece viva dentro daquele que contempla.
A aliança manifesta uma presença cuja permanência não depende da sucessão dos acontecimentos.
O ser encontra sua unidade quando reconhece aquilo que o sustenta desde sua origem.
A memória de Deus não é lembrança distante, mas presença que conserva e fecunda o instante.
Na contemplação, o instante deixa de ser passagem vazia e se torna lugar de plenitude.
Assim, a existência encontra sua realização quando permanece unida à fonte de onde procede.

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quarta-feira, 7 de outubro de 2026

Salmo responsorial Lc 1- 08.10.2026

Quinta-feira, 8 de Outubro de 2026
27ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)


Psalmus Responsorius 
Lc I,LXIX-LXX.LXXI-LXXII.LXXIII et LXXV

I

  LXIX. et erexit cornu salutis nobis in domo David pueri sui. (Psalmus, LXIX)

  69. E suscitou para nós a força da salvação na casa de Davi, seu servo, fazendo surgir para nós aquilo que procede de sua promessa e alcança nossa existência. (Salmo, 69)

  LXX. sicut locutus est per os sanctorum, qui a sæculo sunt, prophetarum ejus. (Psalmus, LXX)

  70. Assim como havia anunciado pela boca de seus santos profetas, desde os tempos antigos, revelando no curso da existência aquilo que permanecia em sua promessa. (Salmo, 70)

R. Benedictus Dominus Deus Israël, quia visitavit, et fecit redemptionem plebis suæ.

R. Bendito seja o Senhor, Deus de Israel, porque visitou seu povo e realizou sua redenção. (Salmo, 68)

II

  LXXI. salutem ex inimicis nostris, et de manu omnium qui oderunt nos. (Psalmus, LXXI)

  71. Salvação diante de nossos inimigos e da mão de todos os que nos odeiam, para que a existência encontre em Deus sua proteção e seu fundamento. (Salmo, 71)

  LXXII. ad faciendam misericordiam cum patribus nostris: et memorari testamenti sui sancti. (Psalmus, LXXII)

  72. Para realizar sua misericórdia junto de nossos pais e fazer permanecer a memória de sua santa aliança, pela qual sua promessa atravessa os tempos e alcança o presente. (Salmo, 72)

R. Benedictus Dominus Deus Israël, quia visitavit, et fecit redemptionem plebis suæ.

R. Bendito seja o Senhor, Deus de Israel, porque visitou seu povo e realizou sua redenção. (Salmo, 68)

III

  LXXIII. jusjurandum, quod juravit ad Abraham patrem nostrum, daturum se nobis. (Psalmus, LXXIII)

  73. O juramento que fez a Abraão, nosso pai, de conceder-nos aquilo que havia prometido, manifestando sua fidelidade no interior da história. (Salmo, 73)

  LXXV. in sanctitate et justitia coram ipso, omnibus diebus nostris. (Psalmus, LXXV)

  75. Em santidade e justiça diante dele, durante todos os nossos dias, permanecendo na sua presença e orientando nossa existência para sua plenitude. (Salmo, 75)

R. Benedictus Dominus Deus Israël, quia visitavit, et fecit redemptionem plebis suæ.

R. Bendito seja o Senhor, Deus de Israel, porque visitou seu povo e realizou sua redenção. (Salmo, 68)

Reflexão:

  A promessa divina atravessa o instante sem perder sua origem e manifesta nele uma presença que sustenta o ser.

  Aquilo que foi anunciado encontra no presente sua manifestação, revelando uma profundidade que ultrapassa a sucessão dos acontecimentos.

  A visita de Deus alcança a interioridade e nela desperta aquilo que permanece unido à origem de onde procede.

  O instante adquire profundidade quando o ser se reconhece diante daquele que sustenta sua existência.

  A promessa recebida interiormente não permanece imóvel, mas conduz silenciosamente à realização daquilo que foi destinado a amadurecer.

  A fidelidade divina permanece enquanto os acontecimentos passam e sustenta o ser no caminho de sua própria realização.

  Diante de Deus, santidade e justiça exprimem uma existência recolhida em sua origem e ordenada à plenitude.

  Assim, o instante torna-se fecundo quando a presença divina é acolhida no interior e conduz o ser à plenitude.

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