sexta-feira, 16 de outubro de 2026

Salmo responsorial Sl 8 - 17.10.2026


Psalmus Responsorius VIII, II–IIIa, IV–V, VI–VII (R. cf. VIII)

I.

II. Domine, Dominus noster, quam admirabile est nomen tuum in universa terra! quoniam elevata est magnificentia tua super cælos. (Psalmus VIII, II)

2. Senhor, nosso Deus, quão admirável é o vosso nome por toda a terra! Vossa majestade se eleva acima dos céus. (Salmo 8, 2)

III. Ex ore infantium et lactentium perfecisti laudem (Psalmus VIII, IIIa)

3. Da boca dos pequeninos e das crianças de peito fizestes brotar o louvor. (Salmo 8, 3a)

R. Omnia subjecisti sub pedibus ejus. (Psalmus VIII, VIII)

Submetestes todas as coisas sob seus pés. (Salmo 8, 8)

II.

IV. Quoniam videbo cælos tuos, opera digitorum tuorum, lunam et stellas quæ tu fundasti. (Psalmus VIII, IV)

4. Contemplo os céus, obra de vossos dedos, a lua e as estrelas que estabelecestes. (Salmo 8, 4)

V. Quid est homo, quod memor es ejus? aut filius hominis, quoniam visitas eum? (Psalmus VIII, V)

5. Que é o ser humano, para que dele vos lembreis, ou o filho do homem, para que o visiteis com vossa presença? (Salmo 8, 5)

R. Omnia subjecisti sub pedibus ejus. (Psalmus VIII, VIII)

Submetestes todas as coisas sob seus pés. (Salmo 8, 8)

III.

VI. Minuisti eum paulominus ab angelis; gloria et honore coronasti eum; (Psalmus VIII, VI)

6. Fizestes o ser humano pouco inferior aos anjos; de glória e de honra o coroastes. (Salmo 8, 6)

VII. et constituisti eum super opera manuum tuarum. (Psalmus VIII, VII)

7. Estabelecestes o ser humano acima das obras de vossas mãos. (Salmo 8, 7)

R. Omnia subjecisti sub pedibus ejus. (Psalmus VIII, VIII)

Submetestes todas as coisas sob seus pés. (Salmo 8, 8)

Reflexão:

  O nome de Deus resplandece na vastidão da existência e habita o íntimo do coração. Cada instante se abre à presença daquele cuja majestade ultrapassa os limites do visível. Os céus revelam uma origem que sustenta silenciosamente tudo o que existe. Diante dessa grandeza, o ser humano descobre que sua existência não está esquecida. A presença divina envolve sua interioridade e confere profundidade à sua passagem pelo mundo. A honra recebida não nasce da própria exaltação, mas da relação com aquele que o criou. O instante adquire plenitude quando o coração reconhece a ordem que o transcende. E a eternidade se deixa contemplar na presença que sustenta todas as coisas.

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terça-feira, 13 de outubro de 2026

Salmo responsorial Sl 32(33) - 16.10.2026

Sexta-feira, 16 de Outubro de 2026

28ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)



Psalmus Responsorius

Psalmus XXXII, I-II. IV-V. XII-XIII (R. XIIb)

I

I Exsultate, justi, in Domino; rectos decet collaudatio. (Psalmus XXXII, I)

1. Exultai no Senhor, vós que sois justos; aos corações retos convém elevarem a Ele o louvor. (Salmo 32,1)

II Confitemini Domino in cithara; in psalterio decem chordarum psallite illi. (Psalmus XXXII, II)

2. Louvai o Senhor ao som da cítara; entoai para Ele um cântico no saltério de dez cordas. (Salmo 32,2)

R. Populus quem elegit in haereditatem sibi.

O povo que o Senhor escolheu como sua herança. (Salmo 32,12b)

II

IV Quia rectum est verbum Domini, et omnia opera ejus in fide. (Psalmus XXXII, IV)

4. A palavra do Senhor é reta, e todas as suas obras se realizam na fidelidade. (Salmo 32,4)

V Diligit misericordiam et judicium; misericordia Domini plena est terra. (Psalmus XXXII, V)

5. O Senhor ama a misericórdia e a justiça; a terra inteira está repleta de sua misericórdia. (Salmo 32,5)

R. Populus quem elegit in haereditatem sibi.

O povo que o Senhor escolheu como sua herança. (Salmo 32,12b)

III

XII Beata gens cujus est Dominus Deus ejus; populus quem elegit in haereditatem sibi. (Psalmus XXXII, XII)

12. Feliz a nação cujo Deus é o Senhor, o povo que Ele escolheu para ser sua herança. (Salmo 32,12)

XIII De caelo respexit Dominus; vidit omnes filios hominum. (Psalmus XXXII, XIII)

13. Do alto dos céus, o Senhor dirige seu olhar e contempla todos os filhos dos homens. (Salmo 32,13)

R. Populus quem elegit in haereditatem sibi.

O povo que o Senhor escolheu como sua herança. (Salmo 32,12b)

Reflexão:

  A origem divina sustenta a existência e concede ao instante uma profundidade que ultrapassa toda sucessão.

  O louvor nasce quando o coração reconhece a presença do Eterno em sua interioridade.

  A palavra do Senhor permanece íntegra, revelando uma fidelidade que não se dissolve com as mudanças.

  Sua misericórdia envolve a criação e manifesta a permanência do amor divino.

  Ser escolhido por Deus é receber uma vocação que amadurece no íntimo e orienta a existência.

  O olhar divino alcança o que permanece oculto e conhece a verdade de cada coração.

  Na presença do Senhor, o instante torna-se acolhimento de uma plenitude que já o transcende.

  A vida encontra sua realização ao permanecer enraizada na origem eterna e orientada para Deus.

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Salmo responsorial Sl 97(98) - 15.10.2026

Quinta-feira, 15 de Outubro de 2026
Santa Teresa de Jesus, virgem e doutora da Igreja, Memória
28ª Semana do Tempo Comum



Psalmus Responsorius XCVII, I. II-IIIab. IIIcd-IV. V-VI (R. IIa)

I.

I. Psalmus ipsi David. Cantate Domino canticum novum, quia mirabilia fecit. Salvavit sibi dextera ejus, et brachium sanctum ejus. (Psalmus XCVII, I)

1. Salmo de Davi. Cantai ao Senhor um cântico novo, porque ele realizou maravilhas. Sua destra o salvou, e seu braço santo manifestou a sua força. (Salmo 97,1)

R. Notum fecit Dominus salutare suum. (Psalmus XCVII, IIa)

R. O Senhor fez conhecer a sua salvação. (Salmo 97,2a)

II.

II. Notum fecit Dominus salutare suum ; in conspectu gentium revelavit justitiam suam. (Psalmus XCVII, II)

2. O Senhor fez conhecer a sua salvação e revelou sua justiça diante de todos os povos. (Salmo 97,2)

III. Recordatus est misericordiæ suæ, et veritatis suæ domui Israël. (Psalmus XCVII, IIIa-b)

3ab. Recordou-se de sua misericórdia e de sua fidelidade para com a casa de Israel. (Salmo 97,3ab)

R. Notum fecit Dominus salutare suum. (Psalmus XCVII, IIa)

R. O Senhor fez conhecer a sua salvação. (Salmo 97,2a)

III.

III. Viderunt omnes termini terræ salutare Dei nostri. (Psalmus XCVII, IIIc-d)

3cd. Todos os confins da terra contemplaram a salvação do nosso Deus. (Salmo 97,3cd)

IV. Jubilate Deo, omnis terra ; cantate, et exsultate, et psallite. (Psalmus XCVII, IV)

4. Aclamai a Deus, terra inteira. Cantai, exultai e elevai vossos louvores. (Salmo 97,4)

R. Notum fecit Dominus salutare suum. (Psalmus XCVII, IIa)

R. O Senhor fez conhecer a sua salvação. (Salmo 97,2a)

IV.

V. Psallite Domino in cithara ; in cithara et voce psalmi ; (Psalmus XCVII, V)

5. Cantai louvores ao Senhor com a cítara, com a cítara e ao som do canto. (Salmo 97,5)

VI. in tubis ductilibus, et voce tubæ corneæ. Jubilate in conspectu regis Domini : (Psalmus XCVII, VI)

6. Louvai-o com trombetas e ao som da trompa. Aclamai com alegria diante do Senhor, nosso Rei. (Salmo 97,6)

R. Notum fecit Dominus salutare suum. (Psalmus XCVII, IIa)

R. O Senhor fez conhecer a sua salvação. (Salmo 97,2a)

Reflexão:

  A salvação se manifesta quando o coração reconhece a presença divina em sua própria origem.

  A misericórdia permanece viva no instante em que o ser acolhe a fidelidade do Eterno.

  A justiça de Deus revela uma ordem que ultrapassa a aparência e alcança a profundidade da existência.

  A contemplação transforma o instante em presença consciente diante daquele que sustenta toda a vida.

  O louvor nasce quando a interioridade reconhece a grandeza que a precede e a envolve.

  A criação inteira ressoa como expressão de uma plenitude que não se esgota em suas manifestações.

  A eternidade se deixa reconhecer na presença divina que ilumina cada instante e reúne o ser à sua origem.

  A salvação encontra sua expressão plena quando a existência se abre à presença de Deus e repousa em sua verdade.

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Salmo responsorial Sl 1 - 14.10.2026

Quarta-feira, 14 de Outubro de 2026
28ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)



Psalmus Responsorius I, I-II, III-IV, VI

I

I. Beatus vir qui non abiit in consilio impiorum, et in via peccatorum non stetit, et in cathedra pestilentiæ non sedit. (Psalmus I, I)

1. Feliz aquele que não se deixa conduzir pelos desígnios dos ímpios, não permanece no caminho do pecado nem se estabelece na companhia daqueles que se afastam da verdade. (Salmo 1,1)

II. Sed in lege Domini voluntas ejus, et in lege ejus meditabitur die ac nocte. (Psalmus I, II)

2. Sua alegria encontra-se na lei do Senhor, e nela seu íntimo contempla, dia e noite, a verdade que orienta sua existência. (Salmo 1,2)

R. Qui sequitur me, non ambulat in tenebris, sed habebit lumen vitae. (cf. Ioannes VIII, XII)

R. Quem me segue não caminha nas trevas, mas terá a luz da vida. (cf. João 8,12)

II

III. Et erit tamquam lignum quod plantatum est secus decursus aquarum, quod fructum suum dabit in tempore suo: et folium ejus non defluet; et omnia quæcumque faciet prosperabuntur. (Psalmus I, III)

3. Será como árvore plantada junto às correntes das águas, que oferece seu fruto no tempo devido, conserva suas folhas e encontra realização em tudo o que faz. (Salmo 1,3)

IV. Non sic impii, non sic; sed tamquam pulvis quem projicit ventus a facie terræ. (Psalmus I, IV)

4. Não assim os ímpios, não assim. São como a poeira que o vento dispersa da superfície da terra, sem firmeza para permanecer em seu caminho. (Salmo 1,4)

R. Qui sequitur me, non ambulat in tenebris, sed habebit lumen vitae. (cf. Ioannes VIII, XII)

R. Quem me segue não caminha nas trevas, mas terá a luz da vida. (cf. João 8,12)

III

VI. Quoniam novit Dominus viam justorum: et iter impiorum peribit. (Psalmus I, VI)

6. O Senhor conhece o caminho dos justos, acolhe sua existência em sua verdade mais profunda, enquanto a senda dos ímpios se desfaz e chega à ruína. (Salmo 1,6)

R. Qui sequitur me, non ambulat in tenebris, sed habebit lumen vitae. (cf. Ioannes VIII, XII)

R. Quem me segue não caminha nas trevas, mas terá a luz da vida. (cf. João 8,12)

Reflexão:

  A verdade interior orienta o ser para sua origem.

  A presença do Senhor ilumina a profundidade de cada instante.

  Aquele que acolhe sua Palavra amadurece na intimidade do Espírito.

  Sua existência adquire firmeza quando permanece enraizada no bem.

  O fruto revela a plenitude silenciosamente alcançada pelo ser.

  A dispersão nasce quando a interioridade perde sua direção.

  A eternidade se faz presente na consciência que acolhe a verdade.

  Na luz do Senhor, a vida encontra sua realização.

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domingo, 11 de outubro de 2026

Salmo responsorial Sl 118(119) - 13.10.2026

Terça-feira, 13 de Outubro de 2026

28ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)



Psalmus Responsorius CXVIII, XLI. XLIII. XLIV. XLV. XLVII. XLVIII

I

XLI. Et veniat super me misericordia tua, Domine; salutare tuum secundum eloquium tuum. (Psalmus CXVIII, XLI)

41. Venha sobre mim a vossa misericórdia, Senhor, e concedei-me a salvação conforme a vossa palavra. (Salmo 118, 41)

XLIII. Et ne auferas de ore meo verbum veritatis usquequaque, quia in judiciis tuis supersperavi. (Psalmus CXVIII, XLIII)

43. Não permitais que a palavra da verdade desapareça de meus lábios, pois deposito em vossos juízos minha mais profunda esperança. (Salmo 118, 43)

R. Et veniat super me misericordia tua, Domine.

Venha sobre mim a vossa misericórdia, Senhor. (Salmo 118, 41a)

II

XLIV. Et custodiam legem tuam semper, in sæculum et in sæculum sæculi. (Psalmus CXVIII, XLIV)

44. Guardarei a vossa Lei continuamente, por todos os séculos e para além de toda sucessão passageira. (Salmo 118, 44)

XLV. Et ambulabam in latitudine, quia mandata tua exquisivi. (Psalmus CXVIII, XLV)

45. Caminharei na amplidão do espírito, pois busquei com sinceridade os vossos mandamentos. (Salmo 118, 45)

R. Et veniat super me misericordia tua, Domine.

Venha sobre mim a vossa misericórdia, Senhor. (Salmo 118, 41a)

III

XLVII. Et meditabar in mandatis tuis, quæ dilexi. (Psalmus CXVIII, XLVII)

47. Meditarei em vossos mandamentos, que amo, acolhendo sua verdade no íntimo do meu ser. (Salmo 118, 47)

XLVIII. Et levavi manus meas ad mandata tua, quæ dilexi, et exercebar in justificationibus tuis. (Psalmus CXVIII, XLVIII)

48. Erguerei minhas mãos para os vossos mandamentos, que amo, e me aprofundarei na compreensão de vossos desígnios justos. (Salmo 118, 48)

R. Et veniat super me misericordia tua, Domine.

Venha sobre mim a vossa misericórdia, Senhor. (Salmo 118, 41a)

Reflexão:

  A misericórdia divina alcança a interioridade e faz do instante uma presença aberta à eternidade. A palavra da verdade sustenta o ser quando as circunstâncias exteriores perdem sua firmeza. A esperança amadurece no íntimo e encontra na presença divina seu fundamento permanente. A Lei acolhida com amor orienta a consciência para aquilo que permanece além das mudanças. A amplidão interior nasce quando o coração se volta para a verdade que o transcende. Meditar nos mandamentos é permitir que a palavra recebida transforme a disposição profunda do ser. O instante adquire plenitude quando a intenção e a ação permanecem unidas ao bem reconhecido. Na presença divina, a origem sustenta a caminhada e a interioridade se abre à realização plena.

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Salmo responsorial Sl 44(45) - 12.10.2026

Segunda-feira, 12 de Outubro de 2026
Bem-aventurada Virgem Maria da Conceição Aparecida, Solenidade, Ano A
28ª Semana do Tempo Comum


Psalmus Responsorius XLIV, XI-XVI (R. XI, XII a)

I. Audi, filia, et vide, et inclina aurem tuam, et obliviscere populum tuum, et domum patris tui. Et concupiscet rex decorem tuum.

11. Escuta, filha, contempla e inclina o teu ouvido; esquece o teu povo e a casa de teu pai. O rei se encantará com tua beleza. (Salmo 44,11-12a)

R. Audi, filia, et vide, et inclina aurem tuam.

Escuta, filha, contempla e inclina o teu ouvido. (Salmo 44,11-12a)

II. Quoniam ipse est Dominus Deus tuus, et adorabunt eum. Et filiae Tyri in muneribus vultum tuum deprecabuntur; omnes divites plebis.

12b-13. Pois ele é o Senhor, teu Deus, e tu o adorarás. As filhas de Tiro virão com presentes; os mais ricos do povo buscarão teu favor. (Salmo 44,12b-13)

R. Audi, filia, et vide, et inclina aurem tuam.

Escuta, filha, contempla e inclina o teu ouvido. (Salmo 44,11-12a)

III. Omnis gloria ejus filiae regis ab intus, in fimbriis aureis, circumamicta varietatibus.

14-15a. Toda a glória da filha do rei está em seu interior; suas vestes são adornadas com franjas de ouro e revestidas de variados ornamentos. (Salmo 44,14-15a)

R. Audi, filia, et vide, et inclina aurem tuam.

Escuta, filha, contempla e inclina o teu ouvido. (Salmo 44,11-12a)

IV. Adducentur regi virgines post eam; proximæ ejus afferentur tibi. Afferentur in lætitia et exsultatione; adducentur in templum regis.

15b-16. Depois dela, as virgens serão conduzidas ao rei; suas companheiras serão apresentadas a ti. Serão conduzidas com alegria e exultação e entrarão no templo do rei. (Salmo 44,15b-16)

R. Audi, filia, et vide, et inclina aurem tuam.

Escuta, filha, contempla e inclina o teu ouvido. (Salmo 44,11-12a)

Reflexão:

  A escuta interior abre o ser à presença que sustenta sua origem e ilumina a profundidade de cada instante.

  A beleza verdadeira nasce da intimidade com Deus, onde a existência encontra sua dignidade e sua plenitude.

  Acolher a presença divina exige recolhimento, atenção e disposição para reconhecer aquilo que permanece além das aparências.

  O chamado que alcança a interioridade transforma a percepção e orienta o ser para uma realização mais profunda.

  A eternidade revela-se na presença que confere ao instante uma profundidade que ultrapassa sua duração.

  A alegria do encontro nasce quando a consciência reconhece a unidade entre sua origem e sua realização.

  Cada passo em direção a Deus permite que a existência encontre firmeza, serenidade e sentido.

  Na presença do Eterno, o ser descobre que sua plenitude encontra fundamento naquilo que permanece.

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sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Salmo responsorial Sl 22(23) - 11.10.2026

Domingo, 11 de Outubro de 2026
28º Domingo do Tempo Comum, Ano A



Psalmus Responsorius XXII, I-IIIa, IIIb-IV, V-VI (R. VIcd)

Psalmus David

I

I. Dominus regit me, et nihil mihi deerit. (Psalmus XXII, I)

1. O Senhor me conduz e nada me faltará. (Salmo 22, 1)

II. In loco pascuæ, ibi me collocavit. Super aquam refectionis educavit me. (Psalmus XXII, II)

2. Em verdes pastagens me faz repousar e conduz meu ser às águas que restauram e renovam a vida. (Salmo 22, 2)

IIIa. Animam meam convertit. (Psalmus XXII, IIIa)

3a. Restaura minha alma e reconduz meu interior à sua plenitude. (Salmo 22, 3a)

R. Et misericordia tua subsequetur me omnibus diebus vitæ meæ. (Psalmus XXII, VIcd)

R. Tua misericórdia me acompanhará todos os dias de minha vida. (Salmo 22, 6cd)

II

IIIb. Deduxit me super semitas justitiæ propter nomen suum. (Psalmus XXII, IIIb)

3b. Guia-me pelas veredas da justiça, em fidelidade ao seu nome. (Salmo 22, 3b)

IV. Nam etsi ambulavero in medio umbræ mortis, non timebo mala, quoniam tu mecum es. Virga tua, et baculus tuus, ipsa me consolata sunt. (Psalmus XXII, IV)

4. Ainda que eu caminhe pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, pois tu estás comigo. Teu cajado e teu báculo me sustentam e me consolam. (Salmo 22, 4)

R. Et misericordia tua subsequetur me omnibus diebus vitæ meæ. (Psalmus XXII, VIcd)

R. Tua misericórdia me acompanhará todos os dias de minha vida. (Salmo 22, 6cd)

III

V. Parasti in conspectu meo mensam adversus eos qui tribulant me; impinguasti in oleo caput meum, et calix meus inebrians, quam præclarus est! (Psalmus XXII, V)

5. Preparas uma mesa diante de mim, mesmo diante daqueles que me afligem. Unges minha cabeça com óleo, e meu cálice transborda de abundância. (Salmo 22, 5)

VI. Et misericordia tua subsequetur me omnibus diebus vitæ meæ; et ut inhabitem in domo Domini in longitudinem dierum. (Psalmus XXII, VI)

6. Tua misericórdia me acompanhará todos os dias de minha vida, e habitarei na casa do Senhor por longos dias, em sua presença que permanece. (Salmo 22, 6)

R. Et misericordia tua subsequetur me omnibus diebus vitæ meæ. (Psalmus XXII, VIcd)

R. Tua misericórdia me acompanhará todos os dias de minha vida. (Salmo 22, 6cd)

Reflexão:

  A presença divina sustenta o ser no instante e lhe revela uma profundidade que não se extingue.

  A alma encontra repouso quando reconhece sua origem e acolhe a condução que a reconduz ao essencial.

  Mesmo diante da sombra, a presença do Senhor permanece como firmeza interior e amparo para o caminho.

  O temor perde seu domínio quando o coração descobre que não caminha abandonado.

  A abundância mais profunda nasce do encontro entre a interioridade e a presença que sustenta a vida.

  Cada instante pode tornar-se lugar de acolhimento, quando o ser permanece atento àquilo que nele não passa.

  A misericórdia divina acompanha a existência e une cada passagem à permanência de seu amor.

  Habitar na casa do Senhor é repousar na plenitude de uma presença que dá sentido à vida.

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