Psalmus XVII XVIII
Lectio ex Evangelio secundum Marcum
Responsum
Diligam te Domine fortitudo mea
Eu te amo Senhor força do meu ser pois em Ti a alma encontra a altura onde as horas se calam e o coração repousa no que não passa (Ps 17,2)
Versus I
Domine firmamentum meum et refugium meum et liberator meus Deus meus adiutor meus et sperabo in eum.
Tu és a rocha interior que sustenta meu caminho abrigo invisível onde a consciência se recolhe e permanece firme acima das mudanças do mundo (Ps 17,3)
Versus II
Invocans Dominum laudabilem invocabo et ab inimicis meis salvus ero.
Quando o Nome é invocado o instante se dilata e a alma atravessa as sombras reconhecendo uma proteção que procede do eterno (Ps 17,4)
Versus III
Misit de summo et accepit me et assumpsit me de aquis multis.
Do alto vem o socorro que ergue o ser das águas agitadas do tempo conduzindo-o a uma região de clareza e permanência (Ps 17,17)
Versus IV
Constituit me super latitudinem salvum me fecit quoniam voluit me.
Ele me colocou em espaço amplo de espírito onde respiro sem temor pois ser amado por Deus é habitar a plenitude que não se estreita (Ps 17,20)
Reflexão
O canto do salmista conduz a alma para dentro do silêncio fecundo
Ali a sucessão dos dias perde domínio sobre o coração
A confiança em Deus torna-se eixo que sustenta toda decisão
O temor se desfaz quando o ser repousa na rocha invisível
Cada provação converte-se em ocasião de amadurecimento interior
A palavra orante une passado e futuro no mesmo agora sagrado
Assim o espírito caminha com firmeza e serenidade
E toda a vida se transforma em louvor contínuo diante do Eterno
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