terça-feira, 20 de outubro de 2026

Salmo responsorial Is 12 - 21.10.2026

Quarta-feira, 21 de Outubro de 2026
29ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)



Psalmus Responsorius XII, II–VI

Lectio Isaiae Prophetæ

I

  II. Ecce Deus salvator meus; fiducialiter agam, et non timebo: quia fortitudo mea et laus mea Dominus, et factus est mihi in salutem. (Psalmus XII, II)

2. Eis que Deus é meu Salvador. Nele confiarei sem temor, pois o Senhor é minha força e meu louvor, e tornou-se minha salvação. (Salmo 12, 2)

  III. Haurietis aquas in gaudio de fontibus salvatoris. (Psalmus XII, III)

3. Com alegria, haurireis água das fontes da salvação, onde a vida se renova e a presença divina sacia a sede mais profunda do ser. (Salmo 12, 3)

R. Haurietis aquas in gaudio de fontibus salvatoris.

R. Com alegria, haurireis água das fontes da salvação. (Salmo 12, 3)

II

  IV. Et invocate nomen ejus; notas facite in populis adinventiones ejus; mementote quoniam excelsum est nomen ejus. (Psalmus XII, IV)

4. Invocai o seu nome, tornai conhecidas entre os povos as suas obras e guardai no íntimo a certeza de que seu nome é excelso acima de tudo o que existe. (Salmo 12, 4)

R. Haurietis aquas in gaudio de fontibus salvatoris.

R. Com alegria, haurireis água das fontes da salvação. (Salmo 12, 3)

III

  V. Cantate Domino, quoniam magnifice fecit; annuntiate hoc in universa terra. (Psalmus XII, V)

5. Cantai ao Senhor, porque realizou maravilhas; proclamai por toda a terra a grandeza de suas obras, nas quais resplandece a plenitude de sua presença. (Salmo 12, 5)

  VI. Exsulta et lauda, habitatio Sion, quia magnus in medio tui Sanctus Israël. (Psalmus XII, VI)

6. Exulta e louva, morada de Sião, porque grande é em teu meio o Santo de Israel, cuja presença eterna ilumina o íntimo e sustenta toda a existência. (Salmo 12, 6)

R. Haurietis aquas in gaudio de fontibus salvatoris.

R. Com alegria, haurireis água das fontes da salvação. (Salmo 12, 3)

Reflexão:

  A salvação nasce da presença divina que sustenta o ser em cada instante.

  Na interioridade silenciosa, a alma descobre a fonte que jamais se esgota.

  A eternidade não permanece distante, pois se revela na presença viva do Senhor.

  Beber das fontes da salvação é acolher a plenitude que procede da origem divina.

  A confiança floresce quando o coração repousa naquele que permanece além de toda mudança.

  A gratidão transforma cada instante em reconhecimento da bondade que sustenta a existência.

  Louvar o Senhor é perceber sua presença como fundamento íntimo de tudo o que verdadeiramente vive.

  Assim, a alma encontra sua plenitude quando acolhe, no presente, a presença eterna de Deus.

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segunda-feira, 19 de outubro de 2026

Salmo responsorial Sl 84(85) - 20.10.2026

Terça-feira, 20 de Outubro de 2026

29ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)


Psalmus Responsorius LXXVIII, VIII–IX, XI, XIII

Lectio libri Psalmorum

I

VIII. Ne memineris iniquitatum nostrarum antiquarum; cito anticipent nos misericordiæ tuæ, quia pauperes facti sumus nimis. (Psalmus 78, 8)

8. Não recordes as antigas iniquidades que cometemos; que a tua misericórdia venha prontamente ao nosso encontro, pois nos encontramos profundamente necessitados. (Salmo 78, 8)

IX. Adjuva nos, Deus salutaris noster, et propter gloriam nominis tui, Domine, libera nos: et propitius esto peccatis nostris, propter nomen tuum. (Psalmus 78, 9)

9. Vem em nosso auxílio, ó Deus, nossa salvação; pela glória do teu nome, Senhor, socorre-nos e concede-nos o perdão dos nossos pecados, por causa do teu nome. (Salmo 78, 9)

R. Non secundum peccata nostra fecit nobis.

R. Não nos trata segundo os nossos pecados. (Salmo 102, 10a)

II

XI. Introëat in conspectu tuo gemitus compeditorum; secundum magnitudinem brachii tui posside filios mortificatorum: (Psalmus 78, 11)

11. Chegue à tua presença o gemido dos que estão presos; manifesta a grandeza do teu poder e acolhe aqueles que foram destinados à morte. (Salmo 78, 11)

R. Non secundum peccata nostra fecit nobis.

R. Não nos trata segundo os nossos pecados. (Salmo 102, 10a)

III

XIII. Nos autem populus tuus, et oves pascuæ tuæ, confitebimur tibi in sæculum; in generationem et generationem annuntiabimus laudem tuam. (Psalmus 78, 13)

13. Nós, porém, somos o teu povo e as ovelhas do teu rebanho. Nós te louvaremos para sempre e anunciaremos a tua glória de geração em geração. (Salmo 78, 13)

R. Non secundum peccata nostra fecit nobis.

R. Não nos trata segundo os nossos pecados. (Salmo 102, 10a)

Reflexão:

  A misericórdia divina alcança o íntimo do ser e o renova pela presença que sustenta toda a existência.

  O passado não encerra o destino da alma, pois o perdão abre o instante à ação vivificante de Deus.

  Na profundidade do coração, a súplica torna-se acolhimento da presença eterna que não abandona sua criatura.

  O auxílio divino não se limita ao decorrer dos acontecimentos, mas toca a raiz interior onde a vida recebe seu fundamento.

  Aquele que reconhece sua fragilidade descobre que a plenitude não nasce da própria força, mas da comunhão com o Senhor.

  Cada instante acolhido diante de Deus pode tornar-se ocasião de conversão, amadurecimento e renovação interior.

  Pertencer ao Senhor é encontrar nele a origem que sustenta o ser e a presença que conduz à plenitude.

  Assim, o louvor atravessa as gerações, enquanto a eternidade se faz presente na interioridade de quem vive unido a Deus.

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domingo, 18 de outubro de 2026

Salmo responsorial Sl 99(100) - 19.10.2026

Segunda-feira, 19 de Outubro de 2026
29ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)



Psalmus Responsorius XCIX, II-V

I

II. Iubilate Domino omnis terra, servite Domino in laetitia, introite in conspectu eius in exsultatione. (Psalmus XCIX, II)

2. Aclamai o Senhor, terra inteira, servi ao Senhor com alegria e entrai em sua presença com exultação. (Salmo 99, 2)

III. Scitote quoniam Dominus ipse est Deus, ipse fecit nos et non ipsi nos, populus eius et oves pascuae eius. (Psalmus XCIX, III)

3. Reconhecei que o Senhor é o próprio Deus. Foi ele quem nos fez, e não nós a nós mesmos. Somos seu povo e as ovelhas de seu rebanho. (Salmo 99, 3)

R. Scitote quoniam Dominus ipse est Deus.

R. Sabei que o Senhor, só ele, é Deus. (Salmo 99, 3)

II

IV. Introite portas eius in confessione, atria eius in hymnis, confitemini illi, laudate nomen eius. (Psalmus XCIX, IV)

4. Entrai por suas portas dando graças, atravessai seus átrios com hinos de louvor, rendei-lhe graças e glorificai seu nome. (Salmo 99, 4)

V. Quoniam suavis Dominus, in aeternum misericordia eius et usque in generationem et generationem veritas eius. (Psalmus XCIX, V)

5. Pois o Senhor é bom, sua misericórdia permanece para sempre e sua verdade se estende de geração em geração. (Salmo 99, 5)

R. Scitote quoniam Dominus ipse est Deus.

R. Sabei que o Senhor, só ele, é Deus. (Salmo 99, 3)

Reflexão:

  A existência encontra sua origem no Senhor, cuja presença sustenta o ser para além da sucessão dos instantes.

  A alegria verdadeira nasce quando a interioridade reconhece aquele de quem recebe a vida.

  Entrar na presença divina é voltar-se para a fonte que acolhe, sustenta e conduz cada criatura à sua realização.

  O instante, quando vivido diante de Deus, adquire profundidade e se abre àquilo que não passa.

  A gratidão desperta o coração para o dom que precede toda conquista e permanece além de toda mudança.

  A misericórdia divina não se esgota no curso do tempo, pois sua bondade permanece para sempre.

  A verdade do Senhor acompanha as gerações e conserva a existência orientada para sua origem eterna.

  Louvar a Deus é reconhecer, no íntimo do ser, que nele a vida encontra seu sentido e sua plenitude.

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sábado, 17 de outubro de 2026

Salmo responsorial Sl 95(96) - 18.10.2026

Domingo, 18 de Outubro de 2026
29º Domingo do Tempo Comum, Ano A
Hoje, omite-se a Festa de São Lucas, Evangelista



Psalmus Responsorius XCV, I, IIa, III, IV–V, VII–VIII, IX–Xa,c

I

Cantate Domino canticum novum; cantate Domino omnis terra. (Psalmus XCV, I)

Cantai ao Senhor um cântico novo; que toda a terra cante ao Senhor. (Salmo 95, 1)

Cantate Domino, et benedicite nomini ejus; (Psalmus XCV, IIa)

Cantai ao Senhor e bendizei o seu nome. (Salmo 95, 2a)

Annuntiate inter gentes gloriam ejus; in omnibus populis mirabilia ejus. (Psalmus XCV, III)

Anunciai entre as nações a sua glória e, entre todos os povos, as suas maravilhas. (Salmo 95, 3)

R. Afferte Domino gloriam et honorem.

R. Tributai ao Senhor glória e honra. (Salmo 95, 7b)

II

Quoniam magnus Dominus, et laudabilis nimis: terribilis est super omnes deos. (Psalmus XCV, IV)

Pois o Senhor é grande e digno de todo louvor; sua majestade está acima de todos os deuses. (Salmo 95, 4)

Quoniam omnes dii gentium dæmonia; Dominus autem cælos fecit. (Psalmus XCV, V)

Porque os deuses das nações são ídolos vazios, mas o Senhor criou os céus. (Salmo 95, 5)

R. Afferte Domino gloriam et honorem.

R. Tributai ao Senhor glória e honra. (Salmo 95, 7b)

III

Afferte Domino, patriæ gentium, afferte Domino gloriam et honorem; (Psalmus XCV, VII)

Tributai ao Senhor, famílias das nações, tributai ao Senhor glória e honra. (Salmo 95, 7)

Afferte Domino gloriam nomini ejus. Tollite hostias, et introite in atria ejus; (Psalmus XCV, VIII)

Tributai ao Senhor a glória devida ao seu nome. Apresentai vossas oferendas e entrai nos seus átrios. (Salmo 95, 8)

R. Afferte Domino gloriam et honorem.

R. Tributai ao Senhor glória e honra. (Salmo 95, 7b)

IV

Adorate Dominum in atrio sancto ejus. Commoveatur a facie ejus universa terra; (Psalmus XCV, IX)

Adorai o Senhor em seu santuário santo. Diante de sua presença, estremeça toda a terra. (Salmo 95, 9)

Dicite in gentibus, quia Dominus regnavit. (Psalmus XCV, Xa)

Anunciai entre as nações que o Senhor reina. (Salmo 95, 10a)

Judicabit populos in æquitate. (Psalmus XCV, Xc)

Ele julgará os povos com retidão. (Salmo 95, 10c)

R. Afferte Domino gloriam et honorem.

R. Tributai ao Senhor glória e honra. (Salmo 95, 7b)

Reflexão:

  O louvor nasce quando o ser reconhece a presença eterna que sustenta cada instante.

  A grandeza do Senhor não depende do reconhecimento humano, pois sua origem transcende toda mudança.

  A criação manifesta uma presença que precede o pensamento e permanece além de toda aparência.

  Bendizer o nome divino é voltar a interioridade para aquilo que dá consistência à existência.

  A adoração recolhe a consciência e a dispõe diante da plenitude que não passa.

  Cada instante pode tornar-se presença consciente quando o coração se abre ao fundamento eterno do ser.

  O reinado do Senhor revela uma ordem cuja verdade não se dissolve com as transformações do mundo.

  Tributar-lhe glória é reconhecer, no presente, a presença que sustenta e conduz todas as coisas.

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sexta-feira, 16 de outubro de 2026

Salmo responsorial Sl 8 - 17.10.2026


Psalmus Responsorius VIII, II–IIIa, IV–V, VI–VII (R. cf. VIII)

I.

II. Domine, Dominus noster, quam admirabile est nomen tuum in universa terra! quoniam elevata est magnificentia tua super cælos. (Psalmus VIII, II)

2. Senhor, nosso Deus, quão admirável é o vosso nome por toda a terra! Vossa majestade se eleva acima dos céus. (Salmo 8, 2)

III. Ex ore infantium et lactentium perfecisti laudem (Psalmus VIII, IIIa)

3. Da boca dos pequeninos e das crianças de peito fizestes brotar o louvor. (Salmo 8, 3a)

R. Omnia subjecisti sub pedibus ejus. (Psalmus VIII, VIII)

Submetestes todas as coisas sob seus pés. (Salmo 8, 8)

II.

IV. Quoniam videbo cælos tuos, opera digitorum tuorum, lunam et stellas quæ tu fundasti. (Psalmus VIII, IV)

4. Contemplo os céus, obra de vossos dedos, a lua e as estrelas que estabelecestes. (Salmo 8, 4)

V. Quid est homo, quod memor es ejus? aut filius hominis, quoniam visitas eum? (Psalmus VIII, V)

5. Que é o ser humano, para que dele vos lembreis, ou o filho do homem, para que o visiteis com vossa presença? (Salmo 8, 5)

R. Omnia subjecisti sub pedibus ejus. (Psalmus VIII, VIII)

Submetestes todas as coisas sob seus pés. (Salmo 8, 8)

III.

VI. Minuisti eum paulominus ab angelis; gloria et honore coronasti eum; (Psalmus VIII, VI)

6. Fizestes o ser humano pouco inferior aos anjos; de glória e de honra o coroastes. (Salmo 8, 6)

VII. et constituisti eum super opera manuum tuarum. (Psalmus VIII, VII)

7. Estabelecestes o ser humano acima das obras de vossas mãos. (Salmo 8, 7)

R. Omnia subjecisti sub pedibus ejus. (Psalmus VIII, VIII)

Submetestes todas as coisas sob seus pés. (Salmo 8, 8)

Reflexão:

  O nome de Deus resplandece na vastidão da existência e habita o íntimo do coração. Cada instante se abre à presença daquele cuja majestade ultrapassa os limites do visível. Os céus revelam uma origem que sustenta silenciosamente tudo o que existe. Diante dessa grandeza, o ser humano descobre que sua existência não está esquecida. A presença divina envolve sua interioridade e confere profundidade à sua passagem pelo mundo. A honra recebida não nasce da própria exaltação, mas da relação com aquele que o criou. O instante adquire plenitude quando o coração reconhece a ordem que o transcende. E a eternidade se deixa contemplar na presença que sustenta todas as coisas.

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terça-feira, 13 de outubro de 2026

Salmo responsorial Sl 32(33) - 16.10.2026

Sexta-feira, 16 de Outubro de 2026

28ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)



Psalmus Responsorius

Psalmus XXXII, I-II. IV-V. XII-XIII (R. XIIb)

I

I Exsultate, justi, in Domino; rectos decet collaudatio. (Psalmus XXXII, I)

1. Exultai no Senhor, vós que sois justos; aos corações retos convém elevarem a Ele o louvor. (Salmo 32,1)

II Confitemini Domino in cithara; in psalterio decem chordarum psallite illi. (Psalmus XXXII, II)

2. Louvai o Senhor ao som da cítara; entoai para Ele um cântico no saltério de dez cordas. (Salmo 32,2)

R. Populus quem elegit in haereditatem sibi.

O povo que o Senhor escolheu como sua herança. (Salmo 32,12b)

II

IV Quia rectum est verbum Domini, et omnia opera ejus in fide. (Psalmus XXXII, IV)

4. A palavra do Senhor é reta, e todas as suas obras se realizam na fidelidade. (Salmo 32,4)

V Diligit misericordiam et judicium; misericordia Domini plena est terra. (Psalmus XXXII, V)

5. O Senhor ama a misericórdia e a justiça; a terra inteira está repleta de sua misericórdia. (Salmo 32,5)

R. Populus quem elegit in haereditatem sibi.

O povo que o Senhor escolheu como sua herança. (Salmo 32,12b)

III

XII Beata gens cujus est Dominus Deus ejus; populus quem elegit in haereditatem sibi. (Psalmus XXXII, XII)

12. Feliz a nação cujo Deus é o Senhor, o povo que Ele escolheu para ser sua herança. (Salmo 32,12)

XIII De caelo respexit Dominus; vidit omnes filios hominum. (Psalmus XXXII, XIII)

13. Do alto dos céus, o Senhor dirige seu olhar e contempla todos os filhos dos homens. (Salmo 32,13)

R. Populus quem elegit in haereditatem sibi.

O povo que o Senhor escolheu como sua herança. (Salmo 32,12b)

Reflexão:

  A origem divina sustenta a existência e concede ao instante uma profundidade que ultrapassa toda sucessão.

  O louvor nasce quando o coração reconhece a presença do Eterno em sua interioridade.

  A palavra do Senhor permanece íntegra, revelando uma fidelidade que não se dissolve com as mudanças.

  Sua misericórdia envolve a criação e manifesta a permanência do amor divino.

  Ser escolhido por Deus é receber uma vocação que amadurece no íntimo e orienta a existência.

  O olhar divino alcança o que permanece oculto e conhece a verdade de cada coração.

  Na presença do Senhor, o instante torna-se acolhimento de uma plenitude que já o transcende.

  A vida encontra sua realização ao permanecer enraizada na origem eterna e orientada para Deus.

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Salmo responsorial Sl 97(98) - 15.10.2026

Quinta-feira, 15 de Outubro de 2026
Santa Teresa de Jesus, virgem e doutora da Igreja, Memória
28ª Semana do Tempo Comum



Psalmus Responsorius XCVII, I. II-IIIab. IIIcd-IV. V-VI (R. IIa)

I.

I. Psalmus ipsi David. Cantate Domino canticum novum, quia mirabilia fecit. Salvavit sibi dextera ejus, et brachium sanctum ejus. (Psalmus XCVII, I)

1. Salmo de Davi. Cantai ao Senhor um cântico novo, porque ele realizou maravilhas. Sua destra o salvou, e seu braço santo manifestou a sua força. (Salmo 97,1)

R. Notum fecit Dominus salutare suum. (Psalmus XCVII, IIa)

R. O Senhor fez conhecer a sua salvação. (Salmo 97,2a)

II.

II. Notum fecit Dominus salutare suum ; in conspectu gentium revelavit justitiam suam. (Psalmus XCVII, II)

2. O Senhor fez conhecer a sua salvação e revelou sua justiça diante de todos os povos. (Salmo 97,2)

III. Recordatus est misericordiæ suæ, et veritatis suæ domui Israël. (Psalmus XCVII, IIIa-b)

3ab. Recordou-se de sua misericórdia e de sua fidelidade para com a casa de Israel. (Salmo 97,3ab)

R. Notum fecit Dominus salutare suum. (Psalmus XCVII, IIa)

R. O Senhor fez conhecer a sua salvação. (Salmo 97,2a)

III.

III. Viderunt omnes termini terræ salutare Dei nostri. (Psalmus XCVII, IIIc-d)

3cd. Todos os confins da terra contemplaram a salvação do nosso Deus. (Salmo 97,3cd)

IV. Jubilate Deo, omnis terra ; cantate, et exsultate, et psallite. (Psalmus XCVII, IV)

4. Aclamai a Deus, terra inteira. Cantai, exultai e elevai vossos louvores. (Salmo 97,4)

R. Notum fecit Dominus salutare suum. (Psalmus XCVII, IIa)

R. O Senhor fez conhecer a sua salvação. (Salmo 97,2a)

IV.

V. Psallite Domino in cithara ; in cithara et voce psalmi ; (Psalmus XCVII, V)

5. Cantai louvores ao Senhor com a cítara, com a cítara e ao som do canto. (Salmo 97,5)

VI. in tubis ductilibus, et voce tubæ corneæ. Jubilate in conspectu regis Domini : (Psalmus XCVII, VI)

6. Louvai-o com trombetas e ao som da trompa. Aclamai com alegria diante do Senhor, nosso Rei. (Salmo 97,6)

R. Notum fecit Dominus salutare suum. (Psalmus XCVII, IIa)

R. O Senhor fez conhecer a sua salvação. (Salmo 97,2a)

Reflexão:

  A salvação se manifesta quando o coração reconhece a presença divina em sua própria origem.

  A misericórdia permanece viva no instante em que o ser acolhe a fidelidade do Eterno.

  A justiça de Deus revela uma ordem que ultrapassa a aparência e alcança a profundidade da existência.

  A contemplação transforma o instante em presença consciente diante daquele que sustenta toda a vida.

  O louvor nasce quando a interioridade reconhece a grandeza que a precede e a envolve.

  A criação inteira ressoa como expressão de uma plenitude que não se esgota em suas manifestações.

  A eternidade se deixa reconhecer na presença divina que ilumina cada instante e reúne o ser à sua origem.

  A salvação encontra sua expressão plena quando a existência se abre à presença de Deus e repousa em sua verdade.

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