sexta-feira, 24 de julho de 2026

Salmo responsorial Sl 125(126) - 25.07.2026

Sábado, 25 de Julho de 2026
São Tiago, Apóstolo, Festa, Ano A
16ª Semana do Tempo Comum

Psalmus responsorius

Psalmus CXXV, I-VI

I

R. Qui seminant in lacrimis, in exsultatione metent. (Psalmus CXXV, V)

R. Os que semeiam entre lágrimas colherão com alegria, pois toda fidelidade amadurecida no oculto alcança a plenitude preparada por Deus. (Salmo 125, 5)

I

In convertendo Dominus captivitatem Sion, facti sumus sicut consolati. (Psalmus CXXV, I)

1. Quando o Senhor restaurou Sião de seu cativeiro, tornamo-nos semelhantes aos que despertam para uma realidade mais profunda, onde a esperança reencontra sua verdadeira origem. (Salmo 125, 1)

II

Tunc repletum est gaudio os nostrum, et lingua nostra exsultatione. (Psalmus CXXV, II)

2. Então nossa boca se encheu de alegria e nossa língua de louvor, porque a alma reconheceu a presença que silenciosamente conduz todas as coisas à sua plenitude. (Salmo 125, 2)

R. Qui seminant in lacrimis, in exsultatione metent. (Psalmus CXXV, V)

R. Os que semeiam entre lágrimas colherão com alegria, pois toda fidelidade amadurecida no oculto alcança a plenitude preparada por Deus. (Salmo 125, 5)

II

II

Tunc dicent inter gentes: Magnificavit Dominus facere cum eis. (Psalmus CXXV, II)

2. Então se dirá entre as nações que o Senhor realizou grandes obras, pois sua ação torna visível aquilo que primeiro amadurece no invisível. (Salmo 125, 2)

III

Magnificavit Dominus facere nobiscum; facti sumus laetantes. (Psalmus CXXV, III)

3. O Senhor realizou maravilhas em nosso favor, e nossa alegria nasceu da contemplação da obra que Ele aperfeiçoa no íntimo do ser. (Salmo 125, 3)

R. Qui seminant in lacrimis, in exsultatione metent. (Psalmus CXXV, V)

R. Os que semeiam entre lágrimas colherão com alegria, pois toda fidelidade amadurecida no oculto alcança a plenitude preparada por Deus. (Salmo 125, 5)

III

IV

Converte, Domine, captivitatem nostram, sicut torrens in austro. (Psalmus CXXV, IV)

4. Restaura, Senhor, nossa existência, como as torrentes renovam a terra sedenta, fazendo surgir uma vida que aguardava silenciosamente sua manifestação. (Salmo 125, 4)

V

Qui seminant in lacrimis, in exsultatione metent. (Psalmus CXXV, V)

5. Os que semeiam entre lágrimas colherão com alegria, porque nenhuma entrega realizada na verdade permanece sem fruto diante de Deus. (Salmo 125, 5)

R. Qui seminant in lacrimis, in exsultatione metent. (Psalmus CXXV, V)

R. Os que semeiam entre lágrimas colherão com alegria, pois toda fidelidade amadurecida no oculto alcança a plenitude preparada por Deus. (Salmo 125, 5)

IV

VI

Euntes ibant et flebant, mittentes semina sua.

Venientes autem venient cum exsultatione, portantes manipulos suos. (Psalmus CXXV, VI)

6. Caminham entre lágrimas enquanto lançam a semente, mas retornarão com júbilo, trazendo os frutos de uma obra que amadureceu silenciosamente sob a ação de Deus. (Salmo 125, 6)

R. Qui seminant in lacrimis, in exsultatione metent. (Psalmus CXXV, V)

R. Os que semeiam entre lágrimas colherão com alegria, pois toda fidelidade amadurecida no oculto alcança a plenitude preparada por Deus. (Salmo 125, 5)

Reflexão

Toda restauração começa onde os olhos ainda não conseguem contemplar.
O Senhor conduz a existência por caminhos que amadurecem no silêncio.
A lágrima oferecida com fidelidade torna-se semente de uma alegria duradoura.
Nada do que é vivido na verdade permanece estéril diante de Deus.
A espera prepara o coração para reconhecer a plenitude quando ela se manifesta.
A verdadeira colheita revela aquilo que permaneceu oculto durante longo tempo.
O ser encontra sua unidade quando permanece fiel ao chamado recebido.
Assim, toda vida conduzida por Deus floresce segundo uma medida que jamais se perde.

quinta-feira, 23 de julho de 2026

Salmo responsorial Jr 31 - 24.07.2026

 Sexta-feira, 24 de Julho de 2026

16ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)


Psalmus responsorius (Ieremias XXXI, X. XI-XIIab. XIII)

I

R. Qui dispersit Israël congregabit eum, et custodiet eum sicut pastor gregem suum. (Psalmus Ier. XXXI, X)

R. Aquele que dispersou Israel o reunirá e o guardará como o pastor que vela incessantemente por seu rebanho, conduzindo-o à plenitude de sua verdadeira morada. (Salmo Jr 31,10)

X

Audite verbum Domini, gentes, et annuntiate in insulis quæ procul sunt, et dicite: Qui dispersit Israël congregabit eum, et custodiet eum sicut pastor gregem suum. (Psalmus Ier. XXXI, X)

10. Ouvi a Palavra do Senhor, ó nações, proclamai-a até os confins da terra e anunciai que Aquele que dispersou Israel o reunirá e o guardará como o pastor que jamais abandona o rebanho confiado ao seu cuidado. (Salmo Jr 31,10)

R. Qui dispersit Israël congregabit eum, et custodiet eum sicut pastor gregem suum.

R. Aquele que dispersou Israel o reunirá e o guardará como o pastor que vela incessantemente por seu rebanho, conduzindo-o à plenitude de sua verdadeira morada.

II

XI

Quia redemit Dominus Jacob, et liberavit eum de manu potentioris. (Psalmus Ier. XXXI, XI)

11. O Senhor resgatou Jacó e o libertou da força que o dominava, restaurando-lhe a dignidade que jamais deixou de habitar em sua origem. (Salmo Jr 31,11)

XII

Et venient, et laudabunt in monte Sion, et confluent ad bona Domini, super frumento, et vino, et oleo, et fetu pecorum et armentorum; eritque anima eorum quasi hortus irriguus, et ultra non esurient. (Psalmus Ier. XXXI, XII)

12. Eles subirão ao monte de Sião para louvar o Senhor e acorrerão aos seus dons. A alma tornar-se-á semelhante a um jardim continuamente irrigado, onde a plenitude jamais conhece a esterilidade. (Salmo Jr 31,12)

R. Qui dispersit Israël congregabit eum, et custodiet eum sicut pastor gregem suum.

R. Aquele que dispersou Israel o reunirá e o guardará como o pastor que vela incessantemente por seu rebanho, conduzindo-o à plenitude de sua verdadeira morada.

III

XIII

Tunc lætabitur virgo in choro, juvenes et senes simul; et convertam luctum eorum in gaudium, et consolabor eos, et lætificabo a dolore suo. (Psalmus Ier. XXXI, XIII)

13. Então a alegria florescerá entre todos. O Senhor transformará o luto em júbilo, consolará os corações e fará surgir uma paz que nenhuma dor será capaz de extinguir. (Salmo Jr 31,13)

R. Qui dispersit Israël congregabit eum, et custodiet eum sicut pastor gregem suum.

R. Aquele que dispersou Israel o reunirá e o guardará como o pastor que vela incessantemente por seu rebanho, conduzindo-o à plenitude de sua verdadeira morada.

Reflexão

Toda dispersão encontra seu término quando o ser reencontra sua origem.
O Pastor divino não apenas conduz os passos, mas restaura a unidade interior da criatura.
A verdadeira reunião acontece primeiro nas profundezas do coração.
A alma que se deixa conduzir torna-se semelhante a um jardim que nunca deixa de receber vida.
A alegria mais duradoura nasce da presença que permanece mesmo quando tudo parece silencioso.
O caminho do retorno é também o caminho da plenitude do ser.
Quem permanece unido à origem descobre uma paz que não depende das mudanças do mundo.
Assim, toda existência amadurece até tornar visível a fecundidade que, desde sempre, era preparada no invisível.

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quarta-feira, 22 de julho de 2026

Salmo responsorial Sl 35(36) - 23.07.2026

Quinta-feira, 23 de Julho de 2026
16ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)


Psalmus Responsorius

Psalmus XXXV, VI-VII, VIII-IX, X-XI

I

R. Quoniam apud te est fons vitae, et in lumine tuo videbimus lumen. (Psalmus XXXV, X)

R. Em vós está a fonte da vida, e na vossa luz toda luz encontra sua plenitude e sua verdadeira manifestação. (Salmo 35,10)

VI. Domine, in caelo misericordia tua, et veritas tua usque ad nubes. (Psalmus XXXV, VI)

6. Senhor, vossa misericórdia eleva-se acima de toda medida, e vossa fidelidade sustenta tudo o que existe, permanecendo imutável além de toda aparência. (Salmo 35,6)

VII. Iustitia tua sicut montes Dei, iudicia tua abyssus multa. (Psalmus XXXV, VII)

7. Vossa justiça permanece firme como os montes eternos, e vossos desígnios descem às profundezas onde o espírito descobre a ordem invisível que sustenta toda existência. (Salmo 35,7)

R. Quoniam apud te est fons vitae, et in lumine tuo videbimus lumen. (Psalmus XXXV, X)

R. Em vós está a fonte da vida, e na vossa luz toda luz encontra sua plenitude e sua verdadeira manifestação. (Salmo 35,10)

II

VIII. Quam pretiosa misericordia tua, Deus. Filii autem hominum in tegmine alarum tuarum sperabunt. (Psalmus XXXV, VIII)

8. Quão preciosa é a vossa misericórdia, ó Deus. Sob vossa proteção, o espírito encontra repouso e permanece seguro enquanto amadurece para acolher a plenitude da verdade. (Salmo 35,8)

IX. Inebriabuntur ab ubertate domus tuae, et torrente voluptatis tuae potabis eos. (Psalmus XXXV, IX)

9. Saciareis aqueles que vos buscam com a abundância de vossa Casa, e os fareis beber da corrente inesgotável que renova continuamente o ser. (Salmo 35,9)

R. Quoniam apud te est fons vitae, et in lumine tuo videbimus lumen. (Psalmus XXXV, X)

R. Em vós está a fonte da vida, e na vossa luz toda luz encontra sua plenitude e sua verdadeira manifestação. (Salmo 35,10)

III

X. Quoniam apud te est fons vitae, et in lumine tuo videbimus lumen. (Psalmus XXXV, X)

10. Em vós está a Fonte da vida. Na vossa luz, o espírito contempla aquilo que já era verdadeiro antes de toda manifestação e continua sustentando tudo o que existe. (Salmo 35,10)

XI. Praetende misericordiam tuam scientibus te, et iustitiam tuam his qui recto sunt corde. (Psalmus XXXV, XI)

11. Conservai vossa misericórdia sobre aqueles que vos conhecem, e fazei permanecer vossa justiça naqueles cujo coração se orienta continuamente para a Verdade. (Salmo 35,11)

R. Quoniam apud te est fons vitae, et in lumine tuo videbimus lumen. (Psalmus XXXV, X)

R. Em vós está a fonte da vida, e na vossa luz toda luz encontra sua plenitude e sua verdadeira manifestação. (Salmo 35,10)

Reflexão

Toda luz visível recebe seu brilho de uma realidade mais profunda que jamais se extingue.
A Fonte da vida não apenas comunica existência, mas sustenta continuamente tudo o que veio à manifestação.
O espírito amadurece quando aprende a permanecer unido à origem de onde procede toda plenitude.
A verdadeira sabedoria não nasce da agitação, mas da permanência silenciosa diante da Verdade.
Aquilo que parece oculto frequentemente constitui a região mais fecunda da existência.
O coração íntegro reconhece que toda plenitude recebida aponta para uma origem que permanece inesgotável.
Quem permanece fiel a essa origem descobre uma unidade que atravessa todas as mudanças sem perder sua consistência.
Assim, cada passo da existência torna-se participação na luz que nunca conhece ocaso.

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terça-feira, 21 de julho de 2026

Salmo responsorial Sl 62(63) - 22.07.2026

Quarta-feira, 22 de Julho de 2026
Santa Maria Madalena, Festa, Ano A
16ª Semana do Tempo Comum


Psalmus, LXII, II-III, IV-V, VI-VII, IX-X (R. II)

I.

R. Sitivit in te anima mea. (Psalmus LXII, II)

R. A minha alma tem sede de Ti. Ela anseia pela Fonte que precede toda manifestação e conduz o ser à sua verdadeira plenitude. (Salmo 62,2)

II. Deus, Deus meus, ad te de luce vigilo. Sitivit in te anima mea, quam multipliciter tibi caro mea. (Psalmus LXII, II)

2. Ó Deus, Tu és o meu Deus. Desde o romper da aurora volto-me para Ti. Minha alma tem sede de Ti e todo o meu ser anseia pela plenitude que silenciosamente o sustenta desde sua origem. (Salmo 62,2)

III. In terra deserta, et inuia, et inaquosa, sic in sancto apparui tibi, ut viderem virtutem tuam, et gloriam tuam. (Psalmus LXII, III)

3. Em terra deserta, árida e sem água, volto meu olhar para Ti no santuário, para contemplar tua força e tua glória. O aparente vazio torna-se lugar onde a interioridade aprende a reconhecer a presença que jamais se ausenta. (Salmo 62,3)

R. Sitivit in te anima mea.
R. A minha alma tem sede de Ti. Ela encontra repouso somente na Presença que dá sentido a toda existência.

II.

IV. Quoniam melior est misericordia tua super vitas, labia mea laudabunt te. (Psalmus LXII, IV)

4. Tua misericórdia vale mais do que toda vida passageira. Por isso, meus lábios elevam continuamente o louvor. O coração descobre que somente o eterno possui consistência que jamais se dissolve. (Salmo 62,4)

V. Sic benedicam te in vita mea, et in nomine tuo levabo manus meas. (Psalmus LXII, V)

5. Assim Te bendirei durante toda a minha vida, e em teu Nome elevarei minhas mãos. Toda a existência encontra sua verdadeira direção quando se abre àquele que a conduz desde o mais profundo de seu ser. (Salmo 62,5)

VI. Sicut adipe et pinguedine repleatur anima mea, et labiis exsultationis laudabit os meum. (Psalmus LXII, VI)

6. Minha alma será saciada como por abundante alimento, e meus lábios cantarão com alegria. A plenitude que procede do Alto alimenta o espírito com uma fecundidade que nenhuma realidade passageira pode oferecer. (Salmo 62,6)

R. Sitivit in te anima mea.
R. A minha alma tem sede de Ti. Somente em Ti o desejo encontra sua perfeita realização.

III.

VIII. Quia fuisti adiutor meus, et in velamento alarum tuarum exsultabo. (Psalmus LXII, VIII)

8. Tu foste sempre meu auxílio, e à sombra de tuas asas exulto de alegria. Aquele que permanece sustentado pela Presença atravessa toda noite conservando a serenidade do coração. (Salmo 62,8)

IX. Adhaesit anima mea post te; me suscepit dextera tua. (Psalmus LXII, IX)

9. Minha alma permanece unida a Ti, e tua destra me sustenta. Quando o ser se une Àquele que é sua origem, descobre uma estabilidade que nenhuma mudança pode desfazer. (Salmo 62,9)

R. Sitivit in te anima mea.
R. A minha alma tem sede de Ti. Em Ti encontra a origem, o caminho e a plenitude de sua existência.

Reflexão

A sede mais profunda não nasce da falta, mas da vocação inscrita no íntimo do ser.
Toda busca autêntica amadurece antes de alcançar sua manifestação.
O silêncio prepara a capacidade de reconhecer a verdadeira presença.
A fidelidade perseverante conduz o coração a uma serenidade que não depende das circunstâncias.
A alma que permanece voltada para o Alto encontra unidade em meio às mudanças do mundo.
A plenitude não surge repentinamente, pois cresce discretamente na interioridade.
A comunhão com o Eterno ilumina cada instante e confere sentido ao caminho.
Assim, toda a existência torna-se um contínuo retorno à origem da qual jamais esteve separada.

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segunda-feira, 20 de julho de 2026

Salmo responsorial Sl 84(85) - 21.07.2026

Terça-feira, 21 de Julho de 2026
16ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)


Psalmus Responsorius LXXXIV (LXXXV)

I Versus II-IV

II Benedixisti, Domine, terram tuam; avertisti captivitatem Jacob. (Psalmus LXXXIV, II)

2. Abençoaste, Senhor, a tua terra e fizeste retornar o cativeiro de Jacó, como quem reconduz a criação à integridade silenciosamente preparada desde a origem. (Salmo 84,2)

III Remisisti iniquitatem plebis tuae; operuisti omnia peccata eorum. (Psalmus LXXXIV, III)

3. Perdoaste a iniquidade do teu povo e cobriste todos os os seus pecados, permitindo que a verdade do ser voltasse a resplandecer além de toda desordem. (Salmo 84,3)

IV Mitigasti omnem iram tuam; avertisti ab ira indignationis tuae. (Psalmus LXXXIV, IV)

4. Abrandaste toda a tua ira e afastaste o ardor da tua indignação, fazendo renascer a paz que permanece acima das oscilações da existência. (Salmo 84,4)

R. Ostende nobis, Domine, misericordiam tuam, et salutare tuum da nobis. (Psalmus LXXXIV, VIII)

R. Mostrai-nos, Senhor, a vossa misericórdia e concedei-nos a vossa salvação, para que nossa existência reencontre a plenitude que jamais deixa de nos chamar. (Salmo 84,8)

II Versus V-VI

V Converte nos, Deus salutaris noster; et averte iram tuam a nobis. (Psalmus LXXXIV, V)

5. Reconduze-nos, ó Deus, nosso Salvador, e afasta de nós toda distância, para que o coração reencontre o caminho da sua verdadeira permanência. (Salmo 84,5)

VI Numquid in aeternum irasceris nobis? aut extendes iram tuam a generatione in generationem? (Psalmus LXXXIV, VI)

6. Permanecerás para sempre irado contra nós? Estenderás tua indignação por todas as gerações? A alma descobre que tua misericórdia sempre antecede toda restauração. (Salmo 84,6)

R. Ostende nobis, Domine, misericordiam tuam, et salutare tuum da nobis. (Psalmus LXXXIV, VIII)

R. Mostrai-nos, Senhor, a vossa misericórdia e concedei-nos a vossa salvação, para que nossa existência reencontre a plenitude que jamais deixa de nos chamar. (Salmo 84,8)

III Versus VII-VIII

VII Deus, tu conversus vivificabis nos; et plebs tua laetabitur in te. (Psalmus LXXXIV, VII)

7. Voltando-te para nós, restituirás a vida, e teu povo alegrar-se-á em ti, porque tua presença desperta aquilo que parecia oculto nas profundezas da alma. (Salmo 84,7)

VIII Ostende nobis, Domine, misericordiam tuam; et salutare tuum da nobis. (Psalmus LXXXIV, VIII)

8. Mostra-nos, Senhor, tua misericórdia e concede-nos tua salvação, para que a luz da tua presença restaure continuamente a verdade mais profunda do nosso ser. (Salmo 84,8)

R. Ostende nobis, Domine, misericordiam tuam, et salutare tuum da nobis. (Psalmus LXXXIV, VIII)

R. Mostrai-nos, Senhor, a vossa misericórdia e concedei-nos a vossa salvação, para que nossa existência reencontre a plenitude que jamais deixa de nos chamar. (Salmo 84,8)

Reflexão

A misericórdia divina não apenas remove o peso da culpa, mas restaura silenciosamente a integridade do ser.

Toda renovação autêntica começa onde os olhos ainda não conseguem perceber.

O coração encontra estabilidade quando permanece unido ao princípio que continuamente o sustenta.

A paz amadurece na medida em que a presença divina ocupa o centro da existência.

O retorno ao Senhor revela uma origem que nunca deixou de permanecer próxima.

Toda purificação prepara uma manifestação mais luminosa da verdade.

A esperança floresce quando a alma consente em ser conduzida pelo eterno.

Assim, a existência torna-se uma resposta contínua Àquele que jamais deixa de comunicar a vida.

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domingo, 19 de julho de 2026

Salmo responsorial Sl 49(50) - 20.07.2026

Segunda-feira, 20 de Julho de 2026

16ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)


Psalmus Responsorius, XLIX, V-VI, VIII-IX, XVIb-XVII, XXI et XXIII

I

V. Congregate illi sanctos eius, qui ordinant testamentum eius super sacrificia. (Psalmus XLIX, V)
5 Congregai para Ele os seus santos, os que dispõem a sua aliança sobre os sacrifícios. (Salmo 49, 5)

V. Et adnuntiabunt caeli iustitiam eius, quoniam Deus iudex est. (Psalmus XLIX, VI)
6 E os céus anunciarão a sua justiça, porque Deus é juiz. (Salmo 49, 6)

R. Sacrificium laudis honorificabit me. (Psalmus XLIX, XXIIIb)
R. O sacrifício de louvor me glorificará. (Salmo 49, 23b)

II

V. Non in sacrificiis tuis arguam te, holocausta autem tua in conspectu meo sunt semper. (Psalmus XLIX, VIII)
8 Não te reprovarei pelos teus sacrifícios, pois os teus holocaustos estão sempre diante de mim. (Salmo 49, 8)

V. Non accipiam de domo tua vitulos, neque de gregibus tuis hircos. (Psalmus XLIX, IX)
9 Não tomarei da tua casa novilhos, nem dos teus rebanhos bodes. (Salmo 49, 9)

R. Sacrificium laudis honorificabit me. (Psalmus XLIX, XXIIIb)
R. O sacrifício de louvor me glorificará. (Salmo 49, 23b)

III

V. Peccatori autem dixit Deus quare tu enarras iustitias meas, et adsumis testamentum meum per os tuum. (Psalmus XLIX, XVI)
16 Ao pecador, porém, Deus disse, por que proclamas os meus decretos e levas a minha aliança nos lábios. (Salmo 49, 16)

V. Tu vero odisti disciplinam, et proiecisti sermones meos retrorsum. (Psalmus XLIX, XVII)
17 Tu, porém, odeias a disciplina e lançaste as minhas palavras para trás de ti. (Salmo 49, 17)

R. Sacrificium laudis honorificabit me. (Psalmus XLIX, XXIIIb)
R. O sacrifício de louvor me glorificará. (Salmo 49, 23b)

IV

V. Haec fecisti, et tacui, existimasti inique quod ero tui similis, arguam te, et statuam contra faciem tuam. (Psalmus XLIX, XXI)
21 Fizeste estas coisas, e calei-me. Pensaste, de modo errado, que eu seria como tu. Repreender-te-ei e te colocarei diante de ti mesmo. (Salmo 49, 21)

R. Sacrificium laudis honorificabit me. (Psalmus XLIX, XXIIIb)
R. O sacrifício de louvor me glorificará. (Salmo 49, 23b)

V

V. Sacrificium laudis honorificabit me, et illic iter, quod ostendam illi salutare Dei. (Psalmus XLIX, XXIII)
23 O sacrifício de louvor me glorificará, e ali está o caminho que lhe mostrarei, a salvação de Deus. (Salmo 49, 23)

R. Sacrificium laudis honorificabit me. (Psalmus XLIX, XXIIIb)
R. O sacrifício de louvor me glorificará. (Salmo 49, 23b)

Reflexão

O louvor verdadeiro nasce quando o coração se torna atento ao que permanece.

O silêncio interior não é ausência, mas maturação do que vem do Alto.

A alma amadurece quando aprende a oferecer, sem resistência, o próprio caminho.

Nada se perde no recolhimento fiel, porque a verdade o sustenta por dentro.

A disciplina da escuta conduz o ser ao seu centro mais estável.

O que é visível passa, mas a aliança guardada no íntimo permanece.

Toda oferta autêntica purifica o olhar e ordena os afetos.

Feliz aquele que caminha em paz, porque reconhece a presença que o precede.

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sábado, 18 de julho de 2026

Salmo responsorial Sl 85(86) - 19.07.2026


Psalmus LXXXV, V-VI

V. Quoniam tu, Domine, suavis et mitis, et multae misericordiae omnibus invocantibus te. (Psalmus LXXXV, V)

5. Porque Vós, Senhor, sois bondoso e clemente, e derramais a abundância da vossa misericórdia sobre todos os que vos invocam. Em Vós, toda busca encontra sua verdadeira direção e todo coração descobre a fonte que silenciosamente o sustenta. (Salmo 85,5)

VI. Auribus percipe, Domine, orationem meam, et intende voci deprecationis meae. (Psalmus LXXXV, VI)

6. Inclinai, Senhor, os vossos ouvidos à minha oração e acolhei a voz da minha súplica. Antes mesmo que minhas palavras se completem, conheceis o movimento mais profundo da alma e a conduzis para a plenitude da vossa presença. (Salmo 85,6)

R. Tu, Domine, suavis et mitis es. (Psalmus LXXXV, V)
R. Vós, Senhor, sois bondoso e misericordioso. (Salmo 85,5)

II. Psalmus LXXXV, IX-X

IX. Omnes gentes quascumque fecisti venient, et adorabunt coram te, Domine, et glorificabunt nomen tuum. (Psalmus LXXXV, IX)

9. Todas as nações que criastes virão adorar diante de Vós, Senhor, e glorificarão o vosso santo Nome. Toda existência caminha, ainda que silenciosamente, para reconhecer Aquele que lhe concedeu o ser e a conduz à sua consumação. (Salmo 85,9)

X. Quoniam magnus es tu, et faciens mirabilia, tu es Deus solus. (Psalmus LXXXV, X)

10. Porque somente Vós sois grande e realizais maravilhas. Somente Vós sustentais todas as coisas em sua origem, em seu crescimento e em sua plena manifestação, conduzindo cada realidade segundo a perfeição da vossa sabedoria. (Salmo 85,10)

R. Tu, Domine, suavis et mitis es. (Psalmus LXXXV, V)
R. Vós, Senhor, sois bondoso e misericordioso. (Salmo 85,5)

III. Psalmus LXXXV, XV-XVIa

XV. Tu autem, Domine Deus, miserator et misericors, patiens et multae misericordiae et verax. (Psalmus LXXXV, XV)

15. Vós, Senhor Deus, sois compassivo, paciente, rico em misericórdia e plenamente fiel. Vossa presença acompanha cada existência com serenidade perfeita, conduzindo-a incessantemente ao cumprimento da verdade que nela depositastes desde o princípio. (Salmo 85,15)

XVI. Respice in me, et miserere mei. (Psalmus LXXXV, XVI)

16. Voltai para mim o vosso olhar e tende misericórdia de mim. Quando a alma se abre inteiramente à vossa presença, encontra a força silenciosa que restaura sua integridade e a conduz à comunhão convosco. (Salmo 85,16)

R. Tu, Domine, suavis et mitis es. (Psalmus LXXXV, V)
R. Vós, Senhor, sois bondoso e misericordioso. (Salmo 85,5)

Reflexão

Toda oração nasce antes de encontrar palavras.
Aquele que busca o Senhor aproxima-se da fonte que sustenta toda existência.
A misericórdia divina acompanha silenciosamente cada passo da alma.
Nenhum coração permanece oculto diante do olhar que tudo conhece.
A fidelidade do Senhor conduz cada realidade ao seu verdadeiro cumprimento.
A serenidade cresce quando o interior aprende a permanecer diante da presença eterna.
Toda adoração une a criatura à verdade que a fez existir.
Quem persevera nesse caminho descobre que a plenitude sempre esteve sendo preparada no mais profundo do ser.

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