segunda-feira, 4 de maio de 2026

Salmo responsorial Sl 121(122) - 06.05.2026

Quarta-feira, 6 de Maio de 2026
5ª Semana da Páscoa

 


Psalmus CXXI (CXXII), I–V

I
Laetatus sum in his quae dicta sunt mihi In domum Domini ibimus (Psalmus CXXI, I)
1. Alegrei-me quando me disseram iremos à casa do Senhor, pois o chamado interior conduz ao centro onde o ser encontra sua morada verdadeira (Salmo 121,1)
Stantes erant pedes nostri in atriis tuis Ierusalem (Psalmus CXXI, II)
2. Nossos pés já se firmam em teus átrios Jerusalém, indicando que a presença se realiza quando o interior encontra estabilidade no que permanece (Salmo 121,2)
R. Laetatus sum in his quae dicta sunt mihi In domum Domini ibimus
R. Alegrei-me quando me disseram iremos à casa do Senhor (Salmo 121,1)

II
Ierusalem quae aedificatur ut civitas cuius participatio eius in idipsum (Psalmus CXXI, III)
3. Jerusalém edificada como cidade unificada revela a harmonia do ser que se integra naquilo que é uno e indivisível (Salmo 121,3)
Illuc enim ascenderunt tribus tribus Domini testimonium Israel ad confitendum nomini Domini (Psalmus CXXI, IV)
4. Para lá sobem as tribos como testemunho vivo, elevando-se ao reconhecimento do Nome que sustenta toda existência (Salmo 121,4)
R. Laetatus sum in his quae dicta sunt mihi In domum Domini ibimus
R. Alegrei-me quando me disseram iremos à casa do Senhor (Salmo 121,1)

III
Quia illic sederunt sedes in iudicio sedes super domum David (Psalmus CXXI, V)
5. Ali se estabelecem os assentos do discernimento, onde a ordem verdadeira se manifesta e orienta o interior segundo aquilo que é justo e permanente (Salmo 121,5)
R. Laetatus sum in his quae dicta sunt mihi In domum Domini ibimus
R. Alegrei-me quando me disseram iremos à casa do Senhor (Salmo 121,1)

IV
Laetatus sum in his quae dicta sunt mihi In domum Domini ibimus (Psalmus CXXI, I)
1. Alegrei-me quando me disseram iremos à casa do Senhor, pois o retorno ao centro é sempre um chamado à plenitude do ser (Salmo 121,1)
R. Laetatus sum in his quae dicta sunt mihi In domum Domini ibimus
R. Alegrei-me quando me disseram iremos à casa do Senhor (Salmo 121,1)

Reflexão:
A verdadeira alegria nasce quando o ser reconhece sua origem.
O caminho não conduz a um lugar exterior, mas a um centro que sempre esteve presente.
A subida indica um movimento interior de elevação e recolhimento.
A unidade não se constrói, mas se revela quando a dispersão cessa.
O discernimento surge quando o olhar se fixa no que permanece.
A ordem interior não depende de circunstâncias, mas de alinhamento com o essencial.
A presença se torna estável quando o ser encontra sua morada no que não passa.
Assim, a vida se realiza como retorno contínuo ao fundamento que a sustenta.

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domingo, 3 de maio de 2026

Salmo responsorial Sl 144(145) - 05.05.2026

Terça-feira, 5 de Maio de 2026
5ª Semana da Páscoa


 Psalmus Responsorius

Psalmus CXLIV, X-XI, XII-XIIIA, XXI

1
X. Confiteantur tibi, Domine, omnia opera tua, et sancti tui benedicant tibi. (Psalmus CXLIV, X)
10. Que todas as obras reconheçam em ti a origem de tudo, e aqueles que despertam para essa presença proclamem a plenitude que sustenta o ser. (Salmo 144, 10)

XI. Gloriam regni tui dicent, et potentiam tuam loquentur. (Psalmus CXLIV, XI)
11. Anunciem a glória que não se limita ao visível, e expressem a força que mantém tudo em unidade além das mudanças. (Salmo 144, 11)

R. Ut notam faciant hominibus potentiam tuam et gloriam magnificentiae regni tui. (Psalmus CXLIV, XII)
R. Para que se torne conhecida a força que sustenta todas as coisas e a grandeza da presença que tudo envolve e conduz. (Salmo 144, 12)

2
XII. Ut notam faciant hominibus potentiam tuam et gloriam magnificentiae regni tui. (Psalmus CXLIV, XII)
12. Para que seja reconhecida a ação que atravessa tudo e revela uma ordem que não se dissolve. (Salmo 144, 12)

XIIIA. Regnum tuum regnum omnium saeculorum, et dominatio tua in omni generatione et generationem. (Psalmus CXLIV, XIIIA)
13. O teu domínio não se limita ao tempo, mas permanece íntegro em todas as gerações, sustentando o que existe além da sucessão dos instantes. (Salmo 144, 13)

R. Ut notam faciant hominibus potentiam tuam et gloriam magnificentiae regni tui. (Psalmus CXLIV, XII)
R. Para que se torne conhecida a força que sustenta todas as coisas e a grandeza da presença que tudo envolve e conduz. (Salmo 144, 12)

3
X. Confiteantur tibi, Domine, omnia opera tua, et sancti tui benedicant tibi. (Psalmus CXLIV, X)
10. Tudo o que existe retorna ao reconhecimento da fonte, onde o ser encontra sua origem e sua continuidade. (Salmo 144, 10)

XI. Gloriam regni tui dicent, et potentiam tuam loquentur. (Psalmus CXLIV, XI)
11. A manifestação dessa glória não se esgota na palavra, mas revela aquilo que permanece além de toda forma transitória. (Salmo 144, 11)

R. Ut notam faciant hominibus potentiam tuam et gloriam magnificentiae regni tui. (Psalmus CXLIV, XII)
R. Para que se torne conhecida a força que sustenta todas as coisas e a grandeza da presença que tudo envolve e conduz. (Salmo 144, 12)

4
XXI. Laus mea Domino loquetur, et benedicat omnis caro nomini sancto eius in saeculum et in saeculum saeculi. (Psalmus CXLIV, XXI)
21. Que toda expressão do ser se volte para aquilo que não se altera, reconhecendo na plenitude da presença o sentido que não se desfaz. (Salmo 144, 21)

R. Ut notam faciant hominibus potentiam tuam et gloriam magnificentiae regni tui. (Psalmus CXLIV, XII)
R. Para que se torne conhecida a força que sustenta todas as coisas e a grandeza da presença que tudo envolve e conduz. (Salmo 144, 12)

Reflexão:
Toda criação aponta para uma origem que não se limita ao visível.
O que é reconhecido como força não se impõe, mas sustenta silenciosamente.
Há uma continuidade que atravessa todas as gerações sem se fragmentar.
O ser encontra repouso quando percebe essa permanência.
A glória não está no que passa, mas no que permanece íntegro.
Cada expressão autêntica revela algo dessa presença.
Nada do que é verdadeiro se perde no fluxo das mudanças.
E, assim, tudo converge para uma unidade que não se dissolve.

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sábado, 2 de maio de 2026

Salmo responsorial Sl 113B(115) - 04.05.2026

 Segunda-feira, 4 de Maio de 2026

5ª Semana da Páscoa


Psalmus Responsorius

Psalmus CXIII B, I-II. III-IV. XV-XVI (R. I)

I
Non nobis, Domine, non nobis, sed nomini tuo da gloriam super misericordia tua et veritate tua (Psalmus CXIII B, I)
1. Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao teu Nome pertence toda manifestação de glória, pois é na tua presença que a realidade encontra seu fundamento e sua verdade permanente (Salmo 113B,1)

Quare dicent gentes Ubi est Deus eorum (Psalmus CXIII B, II)
2. Por que perguntam as nações onde está o seu Deus, se Ele não se revela como objeto externo, mas como presença que sustenta tudo o que existe (Salmo 113B,2)

R. I Non nobis, Domine, non nobis, sed nomini tuo da gloriam (Psalmus CXIII B, I)
R. I Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao teu Nome dai a glória (Salmo 113B,1)

II
Deus autem noster in caelo omnia quaecumque voluit fecit (Psalmus CXIII B, III)
3. Nosso Deus não está limitado a um lugar, mas se manifesta como princípio absoluto que realiza tudo segundo sua vontade, sem depender das condições do mundo visível (Salmo 113B,3)

Simulacra gentium argentum et aurum opera manuum hominum (Psalmus CXIII B, IV)
4. As formas criadas pelas mãos humanas refletem apenas aparência, incapazes de conter a realidade viva que não pode ser reduzida ao que é visível (Salmo 113B,4)

R. II Non nobis, Domine, non nobis, sed nomini tuo da gloriam (Psalmus CXIII B, I)
R. II Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao teu Nome dai a glória (Salmo 113B,1)

III
Benedicti vos a Domino qui fecit caelum et terram (Psalmus CXIII B, XV)
15. Benditos sois pelo Senhor que cria e sustenta tudo, não como evento distante, mas como presença contínua que mantém o ser em sua plenitude (Salmo 113B,15)

Caelum caeli Domino terram autem dedit filiis hominum (Psalmus CXIII B, XVI)
16. Os céus pertencem ao Senhor como expressão da plenitude, enquanto a terra é confiada ao ser humano como espaço de reconhecimento dessa presença que o envolve (Salmo 113B,16)

R. III Non nobis, Domine, non nobis, sed nomini tuo da gloriam (Psalmus CXIII B, I)
R. III Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao teu Nome dai a glória (Salmo 113B,1)

IV

R. IV Non nobis, Domine, non nobis, sed nomini tuo da gloriam (Psalmus CXIII B, I)
R. IV Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao teu Nome dai a glória (Salmo 113B,1)

Reflexão:
A glória não pertence ao que aparece, mas àquilo que sustenta silenciosamente toda manifestação. O olhar que se fixa apenas no exterior perde a origem que dá sentido a tudo. O ser humano é chamado a reconhecer o que não se vê, mas que torna possível toda visão. Aquilo que é criado não pode substituir a fonte que o origina. A presença verdadeira não se limita a formas nem a lugares. Quando o interior se aquieta, torna-se possível perceber o que sempre esteve presente. A realidade mais profunda não se impõe, mas se revela. E nessa revelação, tudo encontra unidade e sentido.

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quinta-feira, 30 de abril de 2026

Salmo responsorial Sl 78(79) - 03.05.2026


Domingo, 3 de Maio de 2026
5º Domingo da Páscoa, Ano A
Hoje, omite-se a Festa de Santos Filipe e Tiago, Apóstolos


Psalmus Responsorius, XXXII, I-II. IV-V. XVIII-XIX. XXII

I. Exsultate, iusti, in Domino; rectos decet collaudatio. (Psalmus XXXII, I)
1. Exultai no Senhor, vós que sois justos; aos retos convém o louvor, porque a alma íntegra encontra alegria na presença da verdade. (Salmo 33,1)

II. Confitemini Domino in cithara; in psalterio decem chordarum psallite ei. (Psalmus XXXII, II)
2. Dai graças ao Senhor com a cítara; com o saltério de dez cordas cantai para ele, para que toda a interioridade se harmonize com a fonte que a sustenta. (Salmo 33,2)

R. Fiat misericordia tua, Domine, super nos, quemadmodum speravimus in te. (Psalmus XXXII, XXII)
R. Faça-se, Senhor, a tua misericórdia sobre nós, assim como em ti esperamos. (Salmo 33,22)

IV. Quia rectum est verbum Domini, et omnia opera eius in fide. (Psalmus XXXII, IV)
4. Porque reta é a palavra do Senhor, e todas as suas obras se cumprem na fidelidade, sem ruptura e sem sombra de instabilidade. (Salmo 33,4)

V. Dilexit misericordiam et iudicium; misericordia Domini plena est terra. (Psalmus XXXII, V)
5. Ele ama a misericórdia e o juízo; a terra está cheia da misericórdia do Senhor, como um sopro constante que envolve toda criatura. (Salmo 33,5)

R. Fiat misericordia tua, Domine, super nos, quemadmodum speravimus in te. (Psalmus XXXII, XXII)
R. Faça-se, Senhor, a tua misericórdia sobre nós, assim como em ti esperamos. (Salmo 33,22)

XVIII. Ecce oculi Domini super metuentes eum, et in eis qui sperant super misericordia eius. (Psalmus XXXII, XVIII)
18. Eis que os olhos do Senhor estão sobre os que o temem e sobre os que esperam em sua misericórdia, pois nada se oculta à sua presença vigilante. (Salmo 33,18)

XIX. Ut eruat a morte animas eorum, et alat eos in fame. (Psalmus XXXII, XIX)
19. Para libertar da morte a sua alma e sustentá-los na fome, Ele conduz a existência até a sua fonte, onde o ser não se dissipa. (Salmo 33,19)

R. Fiat misericordia tua, Domine, super nos, quemadmodum speravimus in te. (Psalmus XXXII, XXII)
R. Faça-se, Senhor, a tua misericórdia sobre nós, assim como em ti esperamos. (Salmo 33,22)

XXII. Fiat misericordia tua, Domine, super nos, quemadmodum speravimus in te. (Psalmus XXXII, XXII)
22. Faça-se, Senhor, a tua misericórdia sobre nós, assim como em ti esperamos, para que a alma permaneça firme na confiança e encontre repouso na tua presença. (Salmo 33,22)

R. Fiat misericordia tua, Domine, super nos, quemadmodum speravimus in te. (Psalmus XXXII, XXII)
R. Faça-se, Senhor, a tua misericórdia sobre nós, assim como em ti esperamos. (Salmo 33,22)

Reflexão:

A alma que se aquieta reconhece a medida secreta do que permanece.
Não é o ruído do instante que governa o ser, mas a fidelidade ao essencial.
Quem se volta para o alto encontra ordem no interior e serenidade no agir.
A luz que vem do eterno não apressa, mas sustenta cada passo com firmeza.
Tudo o que é instável passa; o que está enraizado na verdade permanece.
O coração vigilante aprende a esperar sem dispersão e a agir sem tumulto.
Na pureza do olhar, até a escassez se torna passagem para a abundância interior.
E o ser, unido à origem, descobre descanso naquilo que nunca se ausenta.

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Salmo responsorial Sl 97(98) - 02.05.2026

Sábado, 2 de Maio de 2026
Santo Atanásio, bispo e doutor da Igreja, Memória

4ª Semana da Páscoa 


Psalmus XCVII, I, II–IIIab, IIIcd–IV

1
I Cantate Domino canticum novum, quia mirabilia fecit. Salvavit sibi dextera eius, et brachium sanctum eius. (Psalmus XCVII, I)
1 Cantai ao Senhor um cântico novo, pois Ele realizou maravilhas. Sua mão direita e seu braço santo trouxeram salvação, revelando a ação que sustenta o ser em sua origem. (Salmo 97,1)

R. IIIcd Viderunt omnes termini terrae salutare Dei nostri. (Psalmus XCVII, IIIcd)
R. 3c Todos os confins da terra contemplaram a salvação do nosso Deus, reconhecendo a presença que se manifesta em toda a criação. (Salmo 97,3c)

2
II Notum fecit Dominus salutare suum, in conspectu gentium revelavit iustitiam suam. (Psalmus XCVII, II)
2 O Senhor tornou conhecida a sua salvação e revelou sua justiça diante das nações, manifestando aquilo que sempre esteve presente e acessível ao ser. (Salmo 97,2)

III Recordatus est misericordiae suae, et veritatis suae domui Israel. (Psalmus XCVII, IIIab)
3a Recordou-se de sua misericórdia e de sua fidelidade à casa de Israel, indicando que a origem permanece constante e não se perde no tempo. (Salmo 97,3a)

R. IIIcd Viderunt omnes termini terrae salutare Dei nostri. (Psalmus XCVII, IIIcd)
R. 3c Todos os confins da terra contemplaram a salvação do nosso Deus, reconhecendo a presença que se manifesta em toda a criação. (Salmo 97,3c)

3
III Viderunt omnes termini terrae salutare Dei nostri. (Psalmus XCVII, IIIcd)
3c Todos os confins da terra contemplaram a salvação do nosso Deus, pois aquilo que é essencial se revela a todos que se abrem à sua presença. (Salmo 97,3c)

IV Iubilate Deo omnis terra, cantate, et exsultate, et psallite. (Psalmus XCVII, IV)
4 Exultai no Senhor, toda a terra; cantai, alegrai-vos e entoai louvores, pois a vida encontra sua plenitude quando reconhece a origem que a sustenta. (Salmo 97,4)

R. IIIcd Viderunt omnes termini terrae salutare Dei nostri. (Psalmus XCVII, IIIcd)
R. 3c Todos os confins da terra contemplaram a salvação do nosso Deus, reconhecendo a presença que se manifesta em toda a criação. (Salmo 97,3c)

4
III Viderunt omnes termini terrae salutare Dei nostri. (Psalmus XCVII, IIIcd)
3c Todos os confins da terra contemplaram a salvação do nosso Deus, reafirmando que a presença que sustenta tudo se revela sem limites. (Salmo 97,3c)

R. IIIcd Viderunt omnes termini terrae salutare Dei nostri. (Psalmus XCVII, IIIcd)
R. 3c Todos os confins da terra contemplaram a salvação do nosso Deus, reconhecendo a presença que se manifesta em toda a criação. (Salmo 97,3c)

Reflexão:
A manifestação do divino não se limita ao tempo passageiro.
A salvação se revela como presença constante.
O ser reconhece o que sempre esteve diante dele.
A verdade não se oculta àquele que se abre.
A plenitude se manifesta na interioridade desperta.
A alegria nasce do encontro com a origem.
O louvor expressa a harmonia do ser com o eterno.
Assim, tudo converge para aquilo que nunca se ausenta.

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quarta-feira, 29 de abril de 2026

Salmo responsorial Sl 2 - 01.05.2026

Sexta-feira, 1 de Maio de 2026

4ª Semana da Páscoa 


Psalmus II, VI–VII, VIII–IX, X–XI

1
VI Ego autem constitutus sum Rex ab eo super Sion montem sanctum eius, praedicans praeceptum eius. (Psalmus II, VI)
6 Eu fui estabelecido como Rei por Ele sobre Sião, seu monte santo, proclamando o desígnio que sustenta e ordena toda existência. (Salmo 2,6)

VII Dominus dixit ad me Filius meus es tu, ego hodie genui te. (Psalmus II, VII)
7 O Senhor disse-me Tu és meu Filho, hoje te gerei, revelando a origem sempre presente que continuamente dá vida ao ser. (Salmo 2,7)

R. VII Filius meus es tu, ego hodie genui te. (Psalmus II, VII)
R. 7 Tu és meu Filho, hoje te gerei. (Salmo 2,7)

2
VIII Postula a me, et dabo tibi gentes hereditatem tuam, et possessionem tuam terminos terrae. (Psalmus II, VIII)
8 Pede-me, e te darei as nações como herança e os confins da terra como posse, indicando a plenitude que se abre àquele que reconhece sua origem. (Salmo 2,8)

IX Reges eos in virga ferrea, et tamquam vas figuli confringes eos. (Psalmus II, IX)
9 Tu os regerás com cetro firme e os despedaçarás como vaso de argila, mostrando que toda forma transitória cede diante da ordem que não se altera. (Salmo 2,9)

R. VII Filius meus es tu, ego hodie genui te. (Psalmus II, VII)
R. 7 Tu és meu Filho, hoje te gerei. (Salmo 2,7)

3
X Et nunc, reges, intelligite; erudimini, qui iudicatis terram. (Psalmus II, X)
10 Agora, compreendei, vós que governais, deixai-vos instruir, pois a verdadeira sabedoria nasce do reconhecimento daquilo que é eterno. (Salmo 2,10)

XI Servite Domino in timore, et exsultate ei cum tremore. (Psalmus II, XI)
11 Servi ao Senhor com reverência e alegrai-vos nele com profundo respeito, pois a verdadeira exultação nasce da consciência alinhada com o princípio que sustenta tudo. (Salmo 2,11)

R. VII Filius meus es tu, ego hodie genui te. (Psalmus II, VII)
R. 7 Tu és meu Filho, hoje te gerei. (Salmo 2,7)

4
VII Dominus dixit ad me Filius meus es tu, ego hodie genui te. (Psalmus II, VII)
7 O Senhor disse-me Tu és meu Filho, hoje te gerei, reafirmando a origem contínua que sustenta o ser além de toda mudança. (Salmo 2,7)

R. VII Filius meus es tu, ego hodie genui te. (Psalmus II, VII)
R. 7 Tu és meu Filho, hoje te gerei. (Salmo 2,7)

Reflexão:
O que é gerado no eterno não se dissolve no tempo.
A origem não pertence ao passado, ela permanece ativa.
O ser encontra firmeza quando reconhece sua fonte.
Toda autoridade verdadeira nasce da consonância interior.
O transitório cede diante do que permanece.
A compreensão surge quando o ruído interior se aquieta.
A presença sustenta mais do que qualquer forma visível.
Assim, o ser permanece naquilo que nunca deixa de ser.

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segunda-feira, 27 de abril de 2026

Salmo responsorial Sl 88(89) - 30.04.2026

 

Quinta-feira, 30 de Abril de 2026
4ª Semana da Páscoa


Psalmus Responsorius, LXXXVIII, II-III, XXI-XXII, XXV et XXVII

1
Misericordias Domini in aeternum cantabo in generationem et generationem annuntiabo veritatem tuam in ore meo (Psalmus LXXXVIII, II)
2 Cantarei eternamente a misericórdia que sustenta o ser, e em cada geração a verdade se manifesta como presença que não se interrompe (Salmo 88,2)

Quoniam dixisti in aeternum misericordia aedificabitur in caelis praeparabitur veritas tua in eis (Psalmus LXXXVIII, III)
3 Pois aquilo que é eterno edifica-se como realidade constante, e a verdade permanece firmada além de toda mudança aparente (Salmo 88,3)

R. Misericordias Domini in aeternum cantabo (Psalmus LXXXVIII, II)
R. Cantarei eternamente a misericórdia do Senhor (Salmo 88,2)

2
Inveni David servum meum oleo sancto meo unxi eum (Psalmus LXXXVIII, XXI)
21 Encontrei aquele que corresponde ao chamado e o consagrei, pois a escolha revela uma ordem que procede da origem (Salmo 88,21)

Manus enim mea auxiliabitur ei et brachium meum confortabit eum (Psalmus LXXXVIII, XXII)
22 A força que sustenta não se afasta, e o amparo permanece como presença constante que firma o ser (Salmo 88,22)

R. Misericordias Domini in aeternum cantabo (Psalmus LXXXVIII, II)
R. Cantarei eternamente a misericórdia do Senhor (Salmo 88,2)

3
Et veritas mea et misericordia mea cum ipso et in nomine meo exaltabitur cornu eius (Psalmus LXXXVIII, XXV)
25 A verdade e a misericórdia permanecem unidas, e naquilo que procede da origem o ser se eleva em plenitude (Salmo 88,25)

R. Misericordias Domini in aeternum cantabo (Psalmus LXXXVIII, II)
R. Cantarei eternamente a misericórdia do Senhor (Salmo 88,2)

4
Ipse invocabit me Pater meus es tu Deus meus et susceptor salutis meae (Psalmus LXXXVIII, XXVII)
27 Ao reconhecer a origem como fonte, o ser encontra sustentação e permanece naquilo que o conduz à plenitude (Salmo 88,27)

R. Misericordias Domini in aeternum cantabo (Psalmus LXXXVIII, II)
R. Cantarei eternamente a misericórdia do Senhor (Salmo 88,2)

Reflexão:
A misericórdia não se limita ao tempo, mas revela uma presença que sustenta continuamente
O que é proclamado atravessa gerações sem perder sua essência
A verdade não se constrói, mas se reconhece naquilo que permanece
A escolha manifesta uma ordem que antecede qualquer realização visível
A força que sustenta não oscila, pois procede daquilo que é constante
O reconhecimento da origem conduz à estabilidade interior
A comunhão com o que permanece transforma a percepção da realidade
Assim, o ser encontra firmeza naquilo que jamais se interrompe

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