domingo, 28 de junho de 2026

Salmo responsorial Sl 5 - 30.06.2026

Terça-feira, 30 de Junho de 2026
13ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)



Psalmus Responsorius

Psalmus V, V-VI. VII. VIII

R.

Domine, deduc me in justitia tua. (Psalmus V, IX)

R. Senhor, conduzi-me em vossa justiça, para que eu caminhe segundo a retidão de vossa presença e permaneça firme em vosso caminho. (Salmo 5,9)

I

V.

Quoniam non Deus volens iniquitatem tu es. Neque habitabit juxta te malignus. Neque permanebunt injusti ante oculos tuos. Odisti omnes qui operantur iniquitatem. (Psalmus V, V-VI)

5. Vós não sois um Deus que se compraz na injustiça. Nenhum mal permanece junto de vós. Os injustos não subsistem diante de vosso olhar, porque rejeitais toda obra que se afasta da verdade. A vossa santidade permanece como medida eterna para toda a criação. (Salmo 5,5-6)

R. Domine, deduc me in justitia tua. (Psalmus V, IX)

R. Senhor, conduzi-me em vossa justiça, para que eu caminhe segundo a retidão de vossa presença e permaneça firme em vosso caminho. (Salmo 5,9)

II

V.

Perdes omnes qui loquuntur mendacium. Virum sanguinum et dolosum abominabitur Dominus. (Psalmus V, VII)

7. Destruís toda falsidade, porque a mentira dissolve a comunhão com a verdade. O Senhor rejeita aquele que faz da violência e do engano o princípio de sua caminhada, pois somente a verdade permanece diante de sua face. (Salmo 5,7)

R. Domine, deduc me in justitia tua. (Psalmus V, IX)

R. Senhor, conduzi-me em vossa justiça, para que eu caminhe segundo a retidão de vossa presença e permaneça firme em vosso caminho. (Salmo 5,9)

III

V.

Ego autem in multitudine misericordiae tuae introibo in domum tuam. Adorabo ad templum sanctum tuum in timore tuo. (Psalmus V, VIII)

8. Quanto a mim, sustentado pela abundância de vossa misericórdia, entrarei em vossa casa. Com reverente adoração inclinarei meu coração diante de vosso santo templo, reconhecendo que somente em vós a alma encontra sua verdadeira plenitude. (Salmo 5,8)

R. Domine, deduc me in justitia tua. (Psalmus V, IX)

R. Senhor, conduzi-me em vossa justiça, para que eu caminhe segundo a retidão de vossa presença e permaneça firme em vosso caminho. (Salmo 5,9)

Reflexão

Toda verdadeira caminhada começa quando a alma aprende a orientar-se pela presença do Senhor.
A justiça divina não impõe um peso, mas restaura a ordem para a qual o ser foi criado.
Quem permanece fiel à verdade encontra uma firmeza que nenhuma mudança pode dissolver.
A misericórdia abre o caminho para um encontro que transforma silenciosamente o coração.
A reverência purifica o olhar e conduz à contemplação da realidade que permanece.
A oração torna-se o lugar onde a existência reencontra sua direção mais profunda.
A fidelidade do Senhor permanece imutável acima de todas as instabilidades do mundo.
Quem persevera nessa comunhão caminha para a plenitude da vida que jamais se extingue.

Leia: LITURGIA DA PALAVRA

Leia também:

Primeira Leitura

Segunda Leitura

Salmo

Evangelho

Santo do dia

Oração Diária

Mensagens de Fé

#LiturgiaDaPalavra

#EvangelhoDoDia

#ReflexãoDoEvangelho

#IgrejaCatólica

#Homilia

#Orações

#Santo do dia

sábado, 27 de junho de 2026

Salmo responsorial Sl 49(50) - 29.06.2026

Segunda-feira, 29 de Junho de 2026
13ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)



Psalmus XLIX

Salmo XLIX

R. Intelligite haec, qui obliviscimini Deum. (Psalmus XLIX, XXIIa)
R. Entendei isto, vós que esqueceis de Deus. (Salmo 49, 22a)

I. Versus XVI et XVII

XVI. Peccatori autem dixit Deus: Quare tu enarras justitias meas, et assumis testamentum meum per os tuum? (Psalmus XLIX, XVI)

16. Ao pecador, porém, Deus diz: Por que proclamas os meus preceitos e trazes nos lábios a minha Aliança? A palavra somente alcança sua plenitude quando brota de um coração que permanece unido à verdade divina. (Salmo 49, 16)

XVII. Tu vero odisti disciplinam, et projecisti sermones meos retrorsum. (Psalmus XLIX, XVII)

17. Tu, porém, rejeitaste a disciplina e lançaste para trás as minhas palavras. A alma que recusa a correção divina afasta-se da ordem que conduz à plenitude da comunhão com Deus. (Salmo 49, 17)

R. Intelligite haec, qui obliviscimini Deum. (Psalmus XLIX, XXIIa)
R. Entendei isto, vós que esqueceis de Deus. (Salmo 49, 22a)

II. Versus XVIII et XIX

XVIII. Si videbas furem, currebas cum eo; et cum adulteris portionem tuam ponebas. (Psalmus XLIX, XVIII)

18. Quando vias um ladrão, unias-te a ele, e com os adúlteros tomavas parte. Toda escolha afasta ou aproxima o coração da verdade que permanece para sempre. (Salmo 49, 18)

XIX. Os tuum abundavit malitia, et lingua tua concinnabat dolos. (Psalmus XLIX, XIX)

19. A tua boca transbordava de maldade, e tua língua tecia enganos. A palavra encontra sua verdadeira dignidade quando reflete a luz que procede do próprio Deus. (Salmo 49, 19)

R. Intelligite haec, qui obliviscimini Deum. (Psalmus XLIX, XXIIa)
R. Entendei isto, vós que esqueceis de Deus. (Salmo 49, 22a)

III. Versus XX et XXI

XX. Sedens adversus fratrem tuum loquebaris, et adversus filium matris tuae ponebas scandalum. (Psalmus XLIX, XX)

20. Sentavas para falar contra teu irmão e levantavas acusações contra o filho de tua mãe. A paz nasce quando a alma contempla cada pessoa segundo a luz da presença divina. (Salmo 49, 20)

XXI. Haec fecisti, et tacui. Existimasti inique quod ero tui similis; arguam te, et statuam contra faciem tuam. (Psalmus XLIX, XXI)

21. Fizeste essas coisas e permaneci em silêncio. Pensaste, injustamente, que eu seria semelhante a ti. Eu te repreenderei e colocarei teus atos diante de teus olhos. O silêncio de Deus manifesta sua paciência e convida continuamente ao retorno da consciência para a verdade. (Salmo 49, 21)

R. Intelligite haec, qui obliviscimini Deum. (Psalmus XLIX, XXIIa)
R. Entendei isto, vós que esqueceis de Deus. (Salmo 49, 22a)

IV. Versus XXII et XXIII

XXII. Intelligite haec, qui obliviscimini Deum, nequando rapiam, et non sit qui eripiat. (Psalmus XLIX, XXII)

22. Compreendei isto, vós que vos esqueceis de Deus, para que não sejais surpreendidos, sem que haja quem vos livre. Cada instante acolhido diante do Senhor torna-se ocasião de retorno ao caminho que conduz à Vida verdadeira. (Salmo 49, 22)

XXIII. Qui immolat sacrificium laudis, honorificabit me; et illic iter, quo ostendam illi salutare Dei. (Psalmus XLIX, XXIII)

23. Quem oferece um sacrifício de louvor glorifica-me, e àquele que caminha em retidão manifestarei a salvação de Deus. O coração que vive em constante ação de graças participa da paz que permanece acima de toda realidade passageira. (Salmo 49, 23)

R. Intelligite haec, qui obliviscimini Deum. (Psalmus XLIX, XXIIa)
R. Entendei isto, vós que esqueceis de Deus. (Salmo 49, 22a)

Reflexão

A voz do Senhor permanece viva além da sucessão dos dias.
A consciência desperta quando acolhe a verdade com sinceridade.
O louvor purifica o coração e o conduz à sua origem.
Toda palavra encontra sua plenitude quando nasce da comunhão com Deus.
A fidelidade silenciosa fortalece a caminhada espiritual.
A sabedoria cresce na alma que aceita ser conduzida pela verdade.
A presença divina ilumina cada instante com significado permanente.
Quem permanece no Senhor encontra a paz que jamais se desfaz.

Leia: LITURGIA DA PALAVRA

Leia também:

Primeira Leitura

Segunda Leitura

Salmo

Evangelho

Santo do dia

Oração Diária

Mensagens de Fé

#LiturgiaDaPalavra

#EvangelhoDoDia

#ReflexãoDoEvangelho

#IgrejaCatólica

#Homilia

#Orações

#Santo do dia

sexta-feira, 26 de junho de 2026

Salmo responsorial Sl 18A(19) - 28.06.2026

Domingo, 28 de Junho de 2026

Santos Pedro e Paulo Apóstolos, Solenidade, Ano A


Psalmus Responsorius, XVIII A (XIX), II-III, IV-V

I

II Caeli enarrant gloriam Dei, et opera manuum eius annuntiat firmamentum. (Psalmus XVIII A, II)

2 Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia a obra de suas mãos. Toda a criação manifesta silenciosamente a sabedoria eterna do Criador e conduz a alma à contemplação do que jamais passa. (Salmo 18A, 2)

III Dies diei eructat verbum, et nox nocti indicat scientiam. (Psalmus XVIII A, III)

3 Um dia transmite ao outro esta mensagem, e uma noite revela à outra esse conhecimento. O tempo torna-se testemunha da ação contínua de Deus, que comunica sua verdade sem cessar àqueles que sabem escutar. (Salmo 18A, 3)

R. In omnem terram exivit sonus eorum. (Psalmus XVIII A, Va)

R. Seu anúncio ressoou por toda a terra. (Salmo 18A, 5a)

II

IV Non sunt loquelae neque sermones, quorum non audiantur voces eorum. (Psalmus XVIII A, IV)

4 Não são discursos nem palavras cuja voz possa ser ouvida pelos ouvidos humanos; contudo, sua proclamação alcança o íntimo daquele que contempla a obra divina. (Salmo 18A, 4)

V In omnem terram exivit sonus eorum, et in fines orbis terrae verba eorum. (Psalmus XVIII A, V)

5 Seu anúncio estendeu-se por toda a terra, e suas palavras chegaram aos confins do mundo. A presença do Criador alcança toda a criação e convida cada alma a reconhecer a ordem eterna que sustenta todas as coisas. (Salmo 18A, 5)

R. In omnem terram exivit sonus eorum. (Psalmus XVIII A, Va)

R. Seu anúncio ressoou por toda a terra. (Salmo 18A, 5a)

Reflexão

A criação proclama continuamente aquilo que nenhuma palavra humana consegue esgotar.
Cada dia manifesta uma sabedoria que permanece além das mudanças do mundo.
O silêncio do universo possui uma linguagem que alcança o coração atento.
A ordem da criação revela uma harmonia que procede do Criador e permanece imutável.
A alma que contempla aprende a reconhecer a presença divina em todas as coisas.
O verdadeiro conhecimento amadurece quando conduz à reverência e à gratidão.
A constância da obra de Deus fortalece o espírito e orienta a existência para o bem que permanece.
Assim, toda a criação torna-se um cântico silencioso que conduz a alma ao encontro daquele que sustenta o universo em sua eterna plenitude.

Leia: LITURGIA DA PALAVRA

Leia também:

Primeira Leitura

Segunda Leitura

Salmo

Evangelho

Santo do dia

Oração Diária

Mensagens de Fé

#LiturgiaDaPalavra

#EvangelhoDoDia

#ReflexãoDoEvangelho

#IgrejaCatólica

#Homilia

#Orações

#Santo do dia

quinta-feira, 25 de junho de 2026

Salmo responsorial Sl 73(74) - 27.06.2026

Sábado, 27 de Junho de 2026
12ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)



Psalmus LXXIII (LXXIV), I-IV. V-VII. XX-XXI (R. XIXb)

R. Pauper et inops laudabunt nomen tuum. (Psalmus LXXIII, XIXb)
R. O pobre e o necessitado louvarão o teu nome, reconhecendo que toda existência encontra sustento naquilo que não se corrompe nem se perde no fluxo do tempo visível. (Salmo 73,19b)

I

Ut quid Deus repulisti in finem, iratus est furor tuus super oves pascuae tuae. (Psalmus LXXIII, I)
1 Por que, ó Deus, parece o abandono aos olhos da criatura, quando na verdade toda história permanece sob um desígnio que ultrapassa a compreensão imediata e sustenta o que parece perdido? (Salmo 73,1)

II

Memor esto congregationis tuae, quam possedisti ab initio. (Psalmus LXXIII, II)
2 Recorda-te, ó alma, que nada foi esquecido na origem, pois tudo permanece inscrito na memória eterna que conserva cada ser na sua profundidade invisível. (Salmo 73,2)

R. Pauper et inops laudabunt nomen tuum. (Psalmus LXXIII, XIXb)
R. O pobre e o necessitado louvarão o teu nome, pois mesmo na aparente ausência, a presença que sustenta todas as coisas permanece fiel e silenciosa. (Salmo 73,19b)

III

Leva manus tuas in superbias eorum in finem; quanta malignatus est inimicus in sancto! (Psalmus LXXIII, III)
3 Eleva o olhar interior diante daquilo que se exalta contra a ordem verdadeira, pois nenhuma realidade permanece fora do alcance da justiça que sustenta o ser em sua profundidade. (Salmo 73,3)

IV

Et gloriati sunt qui oderunt te in medio solemnitatis tuae; posuerunt signa sua signa. (Psalmus LXXIII, IV)
4 Aqueles que se afastam da verdade aparentam domínio, mas tudo o que é transitório não possui consistência diante da realidade que permanece além das aparências. (Salmo 73,4)

R. Pauper et inops laudabunt nomen tuum. (Psalmus LXXIII, XIXb)
R. O pobre e o necessitado louvarão o teu nome, pois mesmo na escuridão aparente, a luz interior continua a sustentar silenciosamente toda existência. (Salmo 73,19b)

V

Exsurge Deus, judica causam tuam; memor esto improperiorum tuorum, quae ab insipiente sunt tota die. (Psalmus LXXIII, V)
5 Levanta-te, ó alma, para compreender que a justiça verdadeira não se perde no tempo, mas permanece viva como ordem profunda que sustenta toda realidade. (Salmo 73,5)

VI

Ne obliviscaris voces inimicorum tuorum; superbia eorum qui te oderunt ascendit semper. (Psalmus LXXIII, VI)
6 Nada se perde na memória da realidade última, pois até aquilo que parece oposto encontra-se contido sob um horizonte maior que integra todas as coisas. (Salmo 73,6)

VII

A finibus sanctuarii tui, quasi in silva lignorum, securibus exciderunt ianuas eius in idipsum. (Psalmus LXXIII, VII)
7 Mesmo quando a ordem visível parece ferida, permanece uma profundidade inviolável onde tudo encontra sua raiz e seu princípio mais elevado. (Salmo 73,7)

R. Pauper et inops laudabunt nomen tuum. (Psalmus LXXIII, XIXb)
R. O pobre e o necessitado louvarão o teu nome, pois aquilo que é simples e despojado reconhece mais facilmente a presença que sustenta todas as coisas. (Salmo 73,19b)

XX

Respice in testamentum tuum; quia repleti sunt qui obscurati sunt terrae domorum iniquitatum. (Psalmus LXXIII, XX)
20 Olha para a aliança que sustenta a história, pois mesmo aquilo que parece obscurecido permanece dentro de uma ordem mais profunda que não se dissolve no tempo. (Salmo 73,20)

XXI

Ne avertatur humilis confusus; pauper et inops laudabunt nomen tuum. (Psalmus LXXIII, XXI)
21 Que o coração humilde não se perca na confusão das aparências, pois na essência mais profunda da existência permanece um louvor silencioso que sustenta tudo. (Salmo 73,21)

R. Pauper et inops laudabunt nomen tuum. (Psalmus LXXIII, XIXb)
R. O pobre e o necessitado louvarão o teu nome, pois na simplicidade interior a alma reconhece aquilo que permanece além de todas as mudanças do mundo. (Salmo 73,19b)

Reflexão

A realidade visível não esgota o mistério do ser.
Tudo o que parece fragmento permanece unido em uma ordem mais profunda.
A alma amadurece quando aprende a contemplar além das aparências imediatas.
Nada se perde na memória do princípio que sustenta todas as coisas.
A verdade não se impõe pelo ruído, mas pela permanência silenciosa.
O coração encontra estabilidade quando se ancora no que não se dissolve.
A história humana é atravessada por uma presença que não se interrompe.
E toda existência encontra repouso quando reconhece essa origem que permanece.

Leia: LITURGIA DA PALAVRA

Leia também:

Primeira Leitura

Segunda Leitura

Salmo

Evangelho

Santo do dia

Oração Diária

Mensagens de Fé

#LiturgiaDaPalavra

#EvangelhoDoDia

#ReflexãoDoEvangelho

#IgrejaCatólica

#Homilia

#Orações

#Santo do dia

quarta-feira, 24 de junho de 2026

Salmo responsorial Sl 136(137) - 26.06.2026

Sexta-feira, 26 de Junho de 2026
12ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)


Psalmus CXXXVI, I-II. III. IV-V. VI

I

R. Adhæreat linguæ meæ faucibus meis, si non meminero tui. (Psalmus CXXXVI, VI)

R. Que minha língua se una ao céu da boca, se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém interior, imagem da comunhão permanente com a presença divina. (Salmo 136,6)

Super flumina Babylonis illic sedimus et flevimus, cum recordaremur Sion. (Psalmus CXXXVI, I)

1. Junto aos rios da Babilônia, sentamo-nos e choramos ao recordar Sião. A alma reconhece que nenhuma realidade passageira pode substituir a plenitude que procede da origem eterna. (Salmo 136,1)

In salicibus in medio ejus suspendimus organa nostra. (Psalmus CXXXVI, II)

2. Nos salgueiros que havia em seu meio penduramos nossas harpas. Os cantos cessam quando o coração se distancia da contemplação da verdadeira morada do espírito. (Salmo 136,2)

R. Adhæreat linguæ meæ faucibus meis, si non meminero tui. (Psalmus CXXXVI, VI)

R. Que minha língua se una ao céu da boca, se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém interior, imagem da comunhão permanente com a presença divina. (Salmo 136,6)

II

Quia illic interrogaverunt nos qui captivos duxerunt nos verba cantionum; et qui abduxerunt nos Hymnum. Cantate nobis de canticis Sion. (Psalmus CXXXVI, III)

3. Aqueles que nos levaram ao exílio pediram-nos cânticos de Sião. O mundo frequentemente solicita manifestações exteriores da alegria sem compreender a profundidade da fonte da qual ela nasce. (Salmo 136,3)

R. Adhæreat linguæ meæ faucibus meis, si non meminero tui. (Psalmus CXXXVI, VI)

R. Que minha língua se una ao céu da boca, se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém interior, imagem da comunhão permanente com a presença divina. (Salmo 136,6)

III

Quomodo cantabimus canticum Domini in terra aliena. (Psalmus CXXXVI, IV)

4. Como poderíamos cantar o cântico do Senhor em terra estrangeira. A alma compreende que sua verdadeira harmonia nasce da união com aquilo que transcende as mudanças e as limitações do mundo visível. (Salmo 136,4)

Si oblitus fuero tui Jerusalem oblivioni detur dextera mea. (Psalmus CXXXVI, V)

5. Se eu me esquecer de ti, Jerusalém, seja entregue ao esquecimento a minha própria mão direita. O ser humano perde sua orientação quando deixa de contemplar a realidade superior para a qual foi chamado. (Salmo 136,5)

R. Adhæreat linguæ meæ faucibus meis, si non meminero tui. (Psalmus CXXXVI, VI)

R. Que minha língua se una ao céu da boca, se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém interior, imagem da comunhão permanente com a presença divina. (Salmo 136,6)

IV

Adhæreat lingua mea faucibus meis, si non meminero tui; si non proposuero Jerusalem in principio lætitiæ meæ. (Psalmus CXXXVI, VI)

6. Que minha língua se una ao céu da boca, se eu não me recordar de ti; se eu não colocar Jerusalém acima de toda alegria. A plenitude da existência floresce quando a consciência mantém diante de si o chamado da realidade eterna. (Salmo 136,6)

R. Adhæreat linguæ meæ faucibus meis, si non meminero tui. (Psalmus CXXXVI, VI)

R. Que minha língua se una ao céu da boca, se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém interior, imagem da comunhão permanente com a presença divina. (Salmo 136,6)

Reflexão

O exílio exterior revela muitas vezes uma busca que acontece nas profundezas da alma.

A saudade de Sião recorda que existe uma pátria que não se limita aos horizontes visíveis.

Toda dispersão contém um convite silencioso ao reencontro com o centro do ser.

A memória das realidades superiores preserva o coração das ilusões passageiras.

Aquilo que é eterno permanece presente mesmo quando os olhos contemplam apenas a distância.

A verdadeira alegria nasce da permanência da alma junto à sua origem mais elevada.

Nenhuma travessia é inútil quando conduz a uma compreensão mais profunda da verdade.

A recordação constante da presença divina transforma o caminho humano em peregrinação de retorno à plenitude.

Leia: LITURGIA DA PALAVRA

Leia também:

Primeira Leitura

Segunda Leitura

Salmo

Evangelho

Santo do dia

Oração Diária

Mensagens de Fé

#LiturgiaDaPalavra

#EvangelhoDoDia

#ReflexãoDoEvangelho

#IgrejaCatólica

#Homilia

#Orações

#Santo do dia

terça-feira, 23 de junho de 2026

Salmo responsorial Sl 78(79) - 25.06.2026

Quinta-feira, 25 de Junho de 2026

12ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)



Psalmus Responsorius, LXXVIII (LXXIX), I–II, III–V, VIII, IX

I–II

Deus, venerunt gentes in hereditatem tuam; polluerunt templum sanctum tuum; posuerunt Jerusalem in pomorum custodiam. (Psalmus LXXIX, I–II)
Ó Deus, as nações invadiram a vossa herança; profanaram o vosso santo templo e reduziram Jerusalém a um lugar de desolação e vigilância do que restou. (Salmo 79,1–2)

Posuerunt morticina servorum tuorum escas volatilibus caeli; carnes sanctorum tuorum bestiis terrae. (Psalmus LXXIX, I–II)
Entregaram os corpos dos vossos servos às aves do céu e a carne dos vossos fiéis às feras da terra, como se a vida humana fosse reduzida à sua extrema fragilidade. (Salmo 79,1–2)

R. Adjuva nos, Deus salutaris noster, propter gloriam nominis tui; et libera nos, et propitius esto peccatis nostris propter nomen tuum. (Psalmus LXXIX, IX)
Ajudai-nos, ó Deus nosso Salvador, por amor da glória do vosso nome; libertai-nos e sede misericordioso para com as nossas faltas por causa do vosso nome. (Salmo 79,9)

III–V

Effuderunt sanguinem eorum tanquam aquam in circuitu Jerusalem, et non erat qui sepeliret. (Psalmus LXXIX, III–V)
Derramaram o sangue deles como água ao redor de Jerusalém, e não havia quem lhes desse sepultura, revelando a extrema vulnerabilidade da condição humana diante do tempo. (Salmo 79,3)

Facti sumus opprobrium vicinis nostris, subsannatio et illusio his qui in circuitu nostro sunt. (Psalmus LXXIX, III–V)
Tornamo-nos opróbrio entre os vizinhos, objeto de escárnio e desprezo para aqueles que nos cercam, como se a dignidade exterior fosse provada nas provações do tempo. (Salmo 79,4)

Usquequo, Domine, irasceris in finem? accendetur sicut ignis zelus tuus? (Psalmus LXXIX, III–V)
Até quando, Senhor, permanecerá o vosso olhar voltado para o limite da nossa fragilidade? Será o vosso zelo como fogo que purifica o que é transitório? (Salmo 79,5)

R. Adjuva nos, Deus salutaris noster, propter gloriam nominis tui; et libera nos, et propitius esto peccatis nostris propter nomen tuum. (Psalmus LXXIX, IX)
Ajudai-nos, ó Deus nosso Salvador, por amor da glória do vosso nome; libertai-nos e purificai-nos, pois nossa fragilidade clama pela vossa misericórdia. (Salmo 79,9)

VIII–IX

Ne memineris iniquitatum nostrarum antiquarum; cito anticipent nos misericordiae tuae, quia pauperes facti sumus nimis. (Psalmus LXXIX, VIII–IX)
Não vos recordeis das nossas antigas iniquidades; que a vossa misericórdia nos alcance depressa, pois nos tornamos pobres diante do mistério da existência. (Salmo 79,8)

R. Adjuva nos, Deus salutaris noster, propter gloriam nominis tui; et libera nos, et propitius esto peccatis nostris propter nomen tuum. (Psalmus LXXIX, IX)
Ajudai-nos, ó Deus nosso Salvador, por amor da glória do vosso nome; libertai-nos e restaurai-nos pela vossa misericórdia, pois tudo encontra sentido em vós. (Salmo 79,9)


Reflexão

A história humana revela sua fragilidade quando se afasta do seu centro invisível.
O sofrimento não é apenas ruptura, mas também sinal de um chamado mais profundo.
Tudo o que se perde exteriormente pode revelar uma busca interior mais essencial.
A consciência amadurece quando reconhece que nada se sustenta por si mesmo.
O tempo manifesta sua profundidade quando conduz a alma ao que não passa.
A misericórdia se apresenta como ordem silenciosa que recolhe o que se dispersa.
A provação purifica aquilo que estava oculto no interior da existência.
E a estabilidade verdadeira nasce quando a vida retorna ao que a sustenta eternamente.

Leia: LITURGIA DA PALAVRA

Leia também:

Primeira Leitura

Segunda Leitura

Salmo

Evangelho

Santo do dia

Oração Diária

Mensagens de Fé

#LiturgiaDaPalavra

#EvangelhoDoDia

#ReflexãoDoEvangelho

#IgrejaCatólica

#Homilia

#Orações

#Santo do dia

segunda-feira, 22 de junho de 2026

Salmo responsorial Sl 70(71) - 24.06.2026

Quarta-feira, 24 de Junho de 2026

Natividade de São João Batista, Solenidade, Ano A
12ª Semana do Tempo Comum



Salmo responsoriale, LXX, LXXI, I-VII

Psalmus LXX, LXXI

Psalmus LXXI

I
In te, Domine, speravi, non confundar in aeternum. (Psalmus LXXI, I)
Em Ti, Senhor, eu espero e confio, e não serei confundido eternamente, pois a alma repousa em uma confiança que antecede o tempo visível e permanece além de toda incerteza.

II
In justitia tua libera me, et eripe me; inclina ad me aurem tuam, et salva me. (Psalmus LXXI, II)
Na Tua justiça, liberta-me e resgata-me; inclina para mim o Teu ouvido e salva-me, pois a justiça divina sustenta a existência em uma ordem que transcende o instante.

III
Esto mihi in Deum protectorem, et in locum munitum, ut salvum me facias; quoniam firmamentum meum et refugium meum es tu. (Psalmus LXXI, III)
Sê para mim proteção divina e refúgio seguro, pois Tu és o fundamento e abrigo da alma, sustentando-a em uma realidade que não se dissolve com o passar dos acontecimentos.

IV
Deus meus, eripe me de manu peccatoris, et de manu contra legem agentis et iniqui. (Psalmus LXXI, IV)
Meu Deus, livra-me das forças que desordenam o interior e afastam a alma de sua origem luminosa, conduzindo-a novamente à integridade do ser.

V
Quoniam tu es patientia mea, Domine; Domine, spes mea a juventute mea. (Psalmus LXXI, V)
Pois Tu és minha paciência e minha esperança desde o princípio da minha existência, sustentando o caminho da alma através de todas as etapas de sua maturação interior.

VI
In te confirmatus sum ex utero; de ventre matris meae tu es protector meus; in te cantatio mea semper. (Psalmus LXXI, VI)
Desde antes do nascimento, estou sustentado em Ti; desde o ventre materno, Tu és meu guardião, e em Ti permanece o cântico constante da minha existência.

VII
Os meum annuntiabit justitiam tuam, tota die salutare tuum; Deus docuisti me a iuventute mea. (Psalmus LXXI, VII)
Minha boca anunciará a Tua justiça e a Tua salvação continuamente; desde a juventude, Tu me instruíste no caminho da verdade que conduz a alma à sua plenitude.

R. In te, Domine, speravi, non confundar in aeternum. (Psalmus LXXI, R.)
R. Em Ti, Senhor, eu confio, e não serei confundido para sempre. (Salmo 71, R.)

Reflexão

A confiança verdadeira nasce no interior da alma antes de se expressar no mundo visível.
O ser humano encontra estabilidade quando reconhece uma ordem que sustenta todas as coisas.
Nada na existência é isolado, pois cada instante participa de uma harmonia mais profunda.
A proteção divina não remove o caminho, mas sustenta cada passo dentro dele.
A alma amadurece quando aprende a repousar no que é permanente e não no que é passageiro.
A justiça superior não se impõe como força, mas se revela como direção interior.
Cada vida contém um fio invisível que a conduz desde sua origem até sua plenitude.
Quem permanece atento descobre que o tempo interior revela o eterno em cada instante vivido.

Leia: LITURGIA DA PALAVRA

Leia também:

Primeira Leitura

Segunda Leitura

Salmo

Evangelho

Santo do dia

Oração Diária

Mensagens de Fé

#LiturgiaDaPalavra

#EvangelhoDoDia

#ReflexãoDoEvangelho

#IgrejaCatólica

#Homilia

#Orações

#Santo do dia