segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Salmo responsorial Sl 127(128) - 27.10.2026

Terça-feira, 27 de Outubro de 2026

30ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)



Psalmus Responsorius CXXVII, I–II, III, IV–V (R. I a)

I

I. Beati omnes qui timent Dominum, qui ambulant in viis ejus. (Psalmus CXXVII, I)

1. Felizes todos os que reverenciam o Senhor e caminham por seus caminhos. (Salmo 127, 1)

II. Labores manuum tuarum quia manducabis: beatus es, et bene tibi erit. (Psalmus CXXVII, II)

2. Comerás do fruto do trabalho de tuas mãos; serás feliz, e tudo te correrá bem. (Salmo 127, 2)

R. Beati omnes qui timent Dominum.

Felizes todos os que reverenciam o Senhor. (Salmo 127, 1a)

II

III. Uxor tua sicut vitis abundans in lateribus domus tuæ; filii tui sicut novellæ olivarum in circuitu mensæ tuæ. (Psalmus CXXVII, III)

3. Tua esposa será como videira fecunda no interior de tua casa; teus filhos, como brotos de oliveira ao redor de tua mesa. (Salmo 127, 3)

R. Beati omnes qui timent Dominum.

Felizes todos os que reverenciam o Senhor. (Salmo 127, 1a)

III

IV. Ecce sic benedicetur homo qui timet Dominum. (Psalmus CXXVII, IV)

4. Assim será abençoado aquele que reverencia o Senhor. (Salmo 127, 4)

V. Benedicat tibi Dominus ex Sion, et videas bona Jerusalem omnibus diebus vitæ tuæ. (Psalmus CXXVII, V)

5. Que o Senhor te abençoe desde Sião e te conceda contemplar os bens de Jerusalém durante todos os dias de tua vida. (Salmo 127, 5)

R. Beati omnes qui timent Dominum.

Felizes todos os que reverenciam o Senhor. (Salmo 127, 1a)

Reflexão:

O instante se torna pleno quando a interioridade se abre à presença do Senhor.
A reverência divina orienta os passos e harmoniza o coração com o eterno.
O trabalho encontra sentido quando suas raízes repousam na presença que sustenta toda existência.
A bênção floresce no íntimo e se manifesta naquilo que amadurece sob o olhar de Deus.
A casa torna-se morada de paz quando cada gesto nasce de uma consciência recolhida.
O tempo vivido com sabedoria revela a profundidade que une origem e plenitude.
Contemplar os bens do Senhor é reconhecer sua presença no próprio ato de existir.
Assim, cada instante acolhido na presença divina torna-se caminho para a plenitude.

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domingo, 25 de outubro de 2026

Salmo responsorial Sl 1 - 26.10.2026

Segunda-feira, 26 de Outubro de 2026
30ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)



Psalmus Responsorius I, I–II, III, IV, VI (R. cf. Ad Ephesios V, I)

I

I. Beatus vir qui non abiit in consilio impiorum, et in via peccatorum non stetit, et in cathedra pestilentiæ non sedit. (Psalmus I, I)

1. Feliz aquele que não segue o conselho dos ímpios, não permanece no caminho dos pecadores e não se assenta entre os que se entregam à perversidade. (Salmo 1,1)

II. Sed in lege Domini voluntas ejus, et in lege ejus meditabitur die ac nocte. (Psalmus I, II)

2. Sua alegria está na lei do Senhor, e nela medita dia e noite, acolhendo em seu íntimo a palavra divina que orienta e sustenta todo o seu caminho. (Salmo 1,2)

R. Estote ergo imitatores Dei, sicut filii carissimi. (Ad Ephesios V, I)

R. Tornai-vos, portanto, imitadores de Deus, como filhos muito amados. (Efésios 5,1)

II

III. Et erit tamquam lignum quod plantatum est secus decursus aquarum, quod fructum suum dabit in tempore suo, et folium ejus non defluet, et omnia quæcumque faciet prosperabuntur. (Psalmus I, III)

3. Será como árvore plantada junto às correntes das águas, que dá fruto no tempo próprio, cujas folhas não murcham e cujas obras encontram bom êxito. (Salmo 1,3)

R. Estote ergo imitatores Dei, sicut filii carissimi. (Ad Ephesios V, I)

R. Tornai-vos, portanto, imitadores de Deus, como filhos muito amados. (Efésios 5,1)

III

IV. Non sic impii, non sic; sed tamquam pulvis quem projicit ventus a facie terræ. (Psalmus I, IV)

4. Não assim os ímpios, não assim. São como a poeira que o vento dispersa sobre a face da terra, sem firmeza interior para permanecer no caminho da justiça. (Salmo 1,4)

R. Estote ergo imitatores Dei, sicut filii carissimi. (Ad Ephesios V, I)

R. Tornai-vos, portanto, imitadores de Deus, como filhos muito amados. (Efésios 5,1)

IV

VI. Quoniam novit Dominus viam justorum, et iter impiorum peribit. (Psalmus I, VI)

6. O Senhor conhece o caminho dos justos, acompanha sua caminhada e os sustenta em sua presença, enquanto o caminho dos ímpios se desfaz e chega ao fim. (Salmo 1,6)

R. Estote ergo imitatores Dei, sicut filii carissimi. (Ad Ephesios V, I)

R. Tornai-vos, portanto, imitadores de Deus, como filhos muito amados. (Efésios 5,1)

Reflexão:

  Aquele que acolhe a palavra divina encontra no íntimo a raiz que sustenta sua existência.
  A presença do Senhor ilumina cada instante e orienta o coração para aquilo que permanece.
  Como árvore junto às águas, o ser amadurece em silêncio e oferece seus frutos no tempo oportuno.
  A firmeza interior nasce da comunhão com a verdade que procede de Deus.
  O que não possui raízes profundas dispersa-se, incapaz de sustentar a própria caminhada.
  O Senhor conhece a interioridade de cada criatura e contempla o caminho que ela percorre.
  Imitar a Deus é permitir que o amor divino se manifeste na unidade dos pensamentos e das ações.
  Assim, cada instante vivido em sua presença torna-se caminho de amadurecimento e plenitude.

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sábado, 24 de outubro de 2026

Salmo responsorial Sl 17(18) - 25.10.2026

 Domingo, 25 de Outubro de 2026

30º Domingo do Tempo Comum, Ano A
Hoje, omite-se a Memória de Santo Antônio de Sant'Ana Galvão, religioso



Psalmus Responsorius XVII, II–IIIa, IIIbc–IV, XLVII, LIab

I

II. Diligam te, Domine, fortitudo mea. (Psalmus XVII, II)

2. Eu vos amo, Senhor, minha força. (Salmo 17, 2)

IIIa. Dominus firmamentum meum, et refugium meum. (Psalmus XVII, IIIa)

3a. O Senhor é meu amparo e meu refúgio seguro. (Salmo 17, 3a)

R. Diligam te, Domine, fortitudo mea.

R. Eu vos amo, Senhor, minha força. (Salmo 17, 2)

II

IIIbc. Et liberator meus. Deus meus adjutor meus, et sperabo in eum; protector meus, et cornu salutis meæ, et susceptor meus. (Psalmus XVII, IIIbc)

3bc. Ele é meu libertador. Meu Deus é meu auxílio, nele esperarei; é meu protetor, a força da minha salvação e aquele que me acolhe. (Salmo 17, 3bc)

IV. Laudans invocabo Dominum, et ab inimicis meis salvus ero. (Psalmus XVII, IV)

4. Invocarei o Senhor, digno de todo louvor, e serei salvo dos meus inimigos. (Salmo 17, 4)

R. Diligam te, Domine, fortitudo mea.

R. Eu vos amo, Senhor, minha força. (Salmo 17, 2)

III

XLVII. Vivit Dominus, et benedictus Deus meus, et exaltetur Deus salutis meæ. (Psalmus XVII, XLVII)

47. O Senhor vive. Bendito seja meu Deus, exaltado seja o Deus que me salva. (Salmo 17, 47)

R. Diligam te, Domine, fortitudo mea.

R. Eu vos amo, Senhor, minha força. (Salmo 17, 2)

IV

LIab. Magnificans salutes regis ejus, et faciens misericordiam christo suo David. (Psalmus XVII, LIab)

51ab. Ele engrandece a salvação de seu rei e concede sua misericórdia a Davi, seu ungido. (Salmo 17, 51ab)

R. Diligam te, Domine, fortitudo mea.

R. Eu vos amo, Senhor, minha força. (Salmo 17, 2)

Reflexão:

  O Senhor é a força que sustenta o ser e a presença que permanece quando tudo ao redor se transforma.
No íntimo do instante, o coração encontra aquele que é sua origem e seu refúgio.
Amar a Deus é reconhecer que a existência recebe dele seu fundamento e sua plenitude.
A confiança amadurece quando a interioridade repousa na presença divina, sem se deixar dominar pelas incertezas.
Cada instante acolhido diante do Senhor torna-se ocasião de louvor, discernimento e renovação espiritual.
Aquele que espera em Deus aprende a permanecer firme, mesmo quando o caminho se torna obscuro.
A misericórdia divina atravessa a duração da vida e orienta o ser para uma realização mais profunda.
Assim, o coração que ama o Senhor encontra na sua presença a força que conduz à plenitude eterna.

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quinta-feira, 22 de outubro de 2026

Salmo responsorial Sl 121(122) - 24.10.2026

Sábado, 24 de Outubro de 2026
29ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)



Psalmus Responsorius CXXI, I-II. III-IVa. IVb-V (R. cf. I)

I

I. Canticum graduum. Lætatus sum in his quæ dicta sunt mihi: In domum Domini ibimus. (Psalmus CXXI, I)

1. Cântico das subidas. Alegrei-me com estas palavras que me foram dirigidas. Iremos à casa do Senhor, onde a existência se volta para sua origem e encontra a plenitude de sua presença. (Salmo 121,1)

II. Stantes erant pedes nostri in atriis tuis, Jerusalem. (Psalmus CXXI, II)

2. Nossos pés já se encontravam em teus átrios, Jerusalém. Ali, diante da presença do Senhor, o ser encontra firmeza e reconhece o sentido profundo de sua caminhada. (Salmo 121,2)

R. Lætatus sum in his quæ dicta sunt mihi: In domum Domini ibimus.

R. Alegrei-me com estas palavras que me foram dirigidas. Iremos à casa do Senhor. (Salmo 121,1)

II

III. Jerusalem, quæ ædificatur ut civitas, cujus participatio ejus in idipsum. (Psalmus CXXI, III)

3. Jerusalém, que é edificada como cidade, cuja unidade permanece firmemente reunida em si mesma. Nela, a multiplicidade encontra harmonia, e cada parte participa de uma unidade que a sustenta. (Salmo 121,3)

IVa. Illuc enim ascenderunt tribus, tribus Domini: testimonium Israël, (Psalmus CXXI, IVa)

4a. Para lá subiram as tribos, as tribos do Senhor, como testemunho de Israel, reunidas para se voltarem à presença daquele que as chama à comunhão consigo. (Salmo 121,4a)

R. Lætatus sum in his quæ dicta sunt mihi: In domum Domini ibimus.

R. Alegrei-me com estas palavras que me foram dirigidas. Iremos à casa do Senhor. (Salmo 121,1)

III

IVb. ad confitendum nomini Domini. (Psalmus CXXI, IVb)

4b. Para louvar o nome do Senhor, reconhecendo nele a origem de toda vida e a presença eterna que sustenta o ser em cada instante. (Salmo 121,4b)

V. Quia illic sederunt sedes in judicio, sedes super domum David. (Psalmus CXXI, V)

5. Pois ali foram estabelecidos os tronos do julgamento, os tronos da casa de Davi. Nesse lugar, a justiça se manifesta como ordem que orienta a existência e confirma a firmeza do desígnio divino. (Salmo 121,5)

R. Lætatus sum in his quæ dicta sunt mihi: In domum Domini ibimus.

R. Alegrei-me com estas palavras que me foram dirigidas. Iremos à casa do Senhor. (Salmo 121,1)

Reflexão:

  O coração se alegra quando reconhece o chamado que o conduz à presença do Senhor. A casa de Deus revela a origem para a qual toda existência se orienta. Cada instante pode tornar-se acolhimento da presença eterna que sustenta o ser. Na interioridade, a caminhada adquire sentido e a esperança encontra firmeza. Jerusalém manifesta a unidade na qual a multiplicidade encontra sua harmonia. A justiça divina permanece como fundamento que ordena e ilumina a existência. Aquele que contempla o Senhor aprende a reconhecer o essencial em meio à passagem dos dias. Assim, o instante se abre à eternidade e o ser amadurece na plenitude da presença divina.

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quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Salmo responsorial Sl 23(24) - 23.10.2026

Sexta-feira, 23 de Outubro de 2026
29ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)



Psalmus Responsorius, XXIII, I–VI

I

I. Domini est terra, et plenitudo ejus;

orbis terrarum, et universi qui habitant in eo. (Psalmus XXIII, I)

1. Ao Senhor pertence a terra e tudo o que nela existe, o mundo inteiro e todos os que nele habitam. (Salmo 23, 1)

II. Quia ipse super maria fundavit eum,

et super flumina præparavit eum. (Psalmus XXIII, II)

2. Pois ele firmou a terra sobre os mares e a estabeleceu sobre as águas dos rios, sustentando a existência em sua sabedoria e poder. (Salmo 23, 2)

R. Haec est generatio quaerentium eum, quaerentium faciem Dei Jacob.

R. Esta é a geração dos que procuram o Senhor, dos que buscam a face do Deus de Jacó. (Salmo 23, 6)

II

III. Quis ascendet in montem Domini?

aut quis stabit in loco sancto ejus? (Psalmus XXIII, III)

3. Quem poderá subir à montanha do Senhor? Quem poderá permanecer em seu lugar santo, diante daquele cuja presença revela a verdade mais profunda do ser? (Salmo 23, 3)

IV. Innocens manibus et mundo corde,

qui non accepit in vano animam suam. (Psalmus XXIII, IV)

4. Aquele que tem as mãos inocentes e o coração puro, que não entregou sua alma àquilo que é vão, mas conservou seu interior orientado para a verdade. (Salmo 23, 4)

R. Haec est generatio quaerentium eum, quaerentium faciem Dei Jacob.

R. Esta é a geração dos que procuram o Senhor, dos que buscam a face do Deus de Jacó. (Salmo 23, 6)

III

V. hic accipiet benedictionem a Domino,

et misericordiam a Deo salutari suo. (Psalmus XXIII, V)

5. Este receberá a bênção do Senhor e a misericórdia de Deus, seu Salvador, encontrando na presença divina a fonte de sua verdadeira realização. (Salmo 23, 5)

VI. Hæc est generatio quærentium eum,

quærentium faciem Dei Jacob. (Psalmus XXIII, VI)

6. Esta é a geração dos que o procuram, dos que buscam a face do Deus de Jacó, voltando o coração para aquele que permanece como origem e plenitude de toda existência. (Salmo 23, 6)

R. Haec est generatio quaerentium eum, quaerentium faciem Dei Jacob.

R. Esta é a geração dos que procuram o Senhor, dos que buscam a face do Deus de Jacó. (Salmo 23, 6)

Reflexão:

  A terra e tudo o que nela existe encontram no Senhor sua origem e sustentação.

  Cada instante recebe sua profundidade da presença divina que permanece além da sucessão temporal.

  O coração puro reconhece que a verdadeira plenitude não nasce das aparências passageiras.

  A interioridade amadurece quando se volta para a verdade que procede de Deus.

  Buscar a face do Senhor é orientar a existência para aquele que lhe concede o ser.

  A bênção divina alcança a criatura e a conduz à realização de seu destino.

  O tempo passa, mas a presença eterna de Deus sustenta cada instante da existência.

  Quem procura o Senhor com coração sincero encontra nele o princípio, o caminho e a plenitude de sua vida.

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Salmo responsorial Sl 32(33) - 22.10.2026

Quinta-feira, 22 de Outubro de 2026
29ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)



Psalmus Responsorius, Psalmus XXXII, I–II, IV–V, XI–XII, XVIII–XIX (R. V)

I

  I. Exsultate, justi, in Domino; rectos decet collaudatio. (Psalmus XXXII, I)

  1. Exultai no Senhor, vós que sois justos; aos corações retos convém louvá-Lo. (Salmo 32, 1)

  II. Confitemini Domino in cithara; in psalterio decem chordarum psallite illi. (Psalmus XXXII, II)

  2. Louvai o Senhor ao som da cítara; entoai salmos em sua honra com o saltério de dez cordas. (Salmo 32, 2)

R. Misericordia Domini plena est terra.

R. A terra está plena da misericórdia do Senhor. (Salmo 32, 5b)

II

  IV. Quia rectum est verbum Domini, et omnia opera ejus in fide. (Psalmus XXXII, IV)

  4. A palavra do Senhor é reta, e todas as suas obras são realizadas na fidelidade. (Salmo 32, 4)

  V. Diligit misericordiam et judicium; misericordia Domini plena est terra. (Psalmus XXXII, V)

  5. O Senhor ama a misericórdia e a justiça; a terra está plena da misericórdia do Senhor. (Salmo 32, 5)

R. Misericordia Domini plena est terra.

R. A terra está plena da misericórdia do Senhor. (Salmo 32, 5b)

III

  XI. Consilium autem Domini in æternum manet; cogitationes cordis ejus in generatione et generationem. (Psalmus XXXII, XI)

  11. O desígnio do Senhor permanece eternamente, e os pensamentos de seu coração subsistem de geração em geração. (Salmo 32, 11)

  XII. Beata gens cujus est Dominus Deus ejus; populus quem elegit in hæreditatem sibi. (Psalmus XXXII, XII)

  12. Feliz a nação cujo Deus é o Senhor, o povo que Ele escolheu para sua herança. (Salmo 32, 12)

R. Misericordia Domini plena est terra.

R. A terra está plena da misericórdia do Senhor. (Salmo 32, 5b)

IV

  XVIII. Ecce oculi Domini super metuentes eum, et in eis qui sperant super misericordia ejus. (Psalmus XXXII, XVIII)

  18. Eis que os olhos do Senhor repousam sobre os que O temem e confiam em sua misericórdia. (Salmo 32, 18)

  XIX. Ut eruat a morte animas eorum, et alat eos in fame. (Psalmus XXXII, XIX)

  19. Para livrar da morte a vida deles e sustentá-los nos tempos de fome. (Salmo 32, 19)

R. Misericordia Domini plena est terra.

R. A terra está plena da misericórdia do Senhor. (Salmo 32, 5b)

Reflexão:

  A misericórdia divina preenche o instante com uma presença que não se extingue.

  Tudo encontra sua origem no Senhor e n’Ele descobre o sentido de sua existência.

  A alma atenta reconhece, no silêncio interior, aquilo que permanece além das mudanças.

  O coração que confia aprende a repousar sem se deixar dominar pela instabilidade das coisas passageiras.

  A eternidade manifesta-se na profundidade do presente acolhido diante de Deus.

  Sua providência sustenta o ser mesmo quando o caminho permanece oculto ao entendimento.

  Quem se firma nessa presença encontra serenidade para atravessar cada acontecimento com discernimento e confiança.

  Assim, a vida inteira se abre à plenitude divina, onde o instante encontra sua raiz e seu cumprimento eterno.

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terça-feira, 20 de outubro de 2026

Salmo responsorial Is 12 - 21.10.2026

Quarta-feira, 21 de Outubro de 2026
29ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)



Psalmus Responsorius XII, II–VI

Lectio Isaiae Prophetæ

I

  II. Ecce Deus salvator meus; fiducialiter agam, et non timebo: quia fortitudo mea et laus mea Dominus, et factus est mihi in salutem. (Psalmus XII, II)

2. Eis que Deus é meu Salvador. Nele confiarei sem temor, pois o Senhor é minha força e meu louvor, e tornou-se minha salvação. (Salmo 12, 2)

  III. Haurietis aquas in gaudio de fontibus salvatoris. (Psalmus XII, III)

3. Com alegria, haurireis água das fontes da salvação, onde a vida se renova e a presença divina sacia a sede mais profunda do ser. (Salmo 12, 3)

R. Haurietis aquas in gaudio de fontibus salvatoris.

R. Com alegria, haurireis água das fontes da salvação. (Salmo 12, 3)

II

  IV. Et invocate nomen ejus; notas facite in populis adinventiones ejus; mementote quoniam excelsum est nomen ejus. (Psalmus XII, IV)

4. Invocai o seu nome, tornai conhecidas entre os povos as suas obras e guardai no íntimo a certeza de que seu nome é excelso acima de tudo o que existe. (Salmo 12, 4)

R. Haurietis aquas in gaudio de fontibus salvatoris.

R. Com alegria, haurireis água das fontes da salvação. (Salmo 12, 3)

III

  V. Cantate Domino, quoniam magnifice fecit; annuntiate hoc in universa terra. (Psalmus XII, V)

5. Cantai ao Senhor, porque realizou maravilhas; proclamai por toda a terra a grandeza de suas obras, nas quais resplandece a plenitude de sua presença. (Salmo 12, 5)

  VI. Exsulta et lauda, habitatio Sion, quia magnus in medio tui Sanctus Israël. (Psalmus XII, VI)

6. Exulta e louva, morada de Sião, porque grande é em teu meio o Santo de Israel, cuja presença eterna ilumina o íntimo e sustenta toda a existência. (Salmo 12, 6)

R. Haurietis aquas in gaudio de fontibus salvatoris.

R. Com alegria, haurireis água das fontes da salvação. (Salmo 12, 3)

Reflexão:

  A salvação nasce da presença divina que sustenta o ser em cada instante.

  Na interioridade silenciosa, a alma descobre a fonte que jamais se esgota.

  A eternidade não permanece distante, pois se revela na presença viva do Senhor.

  Beber das fontes da salvação é acolher a plenitude que procede da origem divina.

  A confiança floresce quando o coração repousa naquele que permanece além de toda mudança.

  A gratidão transforma cada instante em reconhecimento da bondade que sustenta a existência.

  Louvar o Senhor é perceber sua presença como fundamento íntimo de tudo o que verdadeiramente vive.

  Assim, a alma encontra sua plenitude quando acolhe, no presente, a presença eterna de Deus.

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