Psalmus CXLIII, I, II, IX–X (R. I a)
Salmo 143(144), 1, 2, 9–10 (R. 1a)
I. Benedictus Dominus Deus meus, qui docet manus meas ad prælium, et digitos meos ad bellum. (Ps. CXLIII, I)
1. Bendito seja o Senhor, meu Deus, que prepara minhas mãos para o combate e meus dedos para a batalha. (Sl 143(144), 1)
II. Misericordia mea et refugium meum; susceptor meus et liberator meus; protector meus, et in ipso speravi, qui subdit populum meum sub me. (Ps. CXLIII, II)
2. Ele é minha misericórdia e meu refúgio, meu amparo e meu salvador, meu protetor, em quem depositei minha confiança, aquele que submete meu povo ao meu domínio. (Sl 143(144), 2)
IX. Deus, canticum novum cantabo tibi; in psalterio decachordo psallam tibi. (Ps. CXLIII, IX)
9. Ó Deus, cantarei para ti um cântico novo e te louvarei ao som da harpa de dez cordas. (Sl 143(144), 9)
X. Qui das salutem regibus, qui redemisti David servum tuum de gladio maligno, (Ps. CXLIII, X)
10. Tu, que concedes a vitória aos reis e livraste da espada cruel teu servo Davi. (Sl 143(144), 10)
Reflexão:
A presença do Eterno sustenta o ser e ilumina a realidade de cada instante.
Aquele que reconhece sua origem encontra em Deus o fundamento de sua existência.
As mãos instruídas pelo Senhor expressam a disposição de agir segundo a verdade.
O refúgio divino permanece como firmeza quando as circunstâncias se tornam incertas.
A confiança amadurece quando a consciência deixa de depender apenas do que passa.
O cântico novo nasce quando o ser reconhece a presença recebida como dom.
A gratidão transforma a experiência do instante em reconhecimento da bondade eterna.
Na plenitude da presença, cada ato sincero torna-se expressão da comunhão com Deus.
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