quarta-feira, 6 de maio de 2026

Salmo responsorial Sl 56(57) - 08.05.2026

 

Sexta-feira, 8 de Maio de 2026
5ª Semana da Páscoa


Psalmus Responsorius

Psalmus LVI, VIII-IX, X-XII

I
Paratum cor meum, Deus, paratum cor meum; cantabo et psalmum dicam (Psalmus LVI, VIII)
8 Firme está o meu interior, ó Deus, firme está, e nele brota um cântico que não nasce do tempo, mas da profundidade que sustenta o ser (Salmo 56,8)

Exsurge, gloria mea; exsurge, psalterium et cithara; exsurgam diluculo (Psalmus LVI, IX)
9 Desperta o que em mim permanece elevado, desperta, e faz-me erguer para além do instante, onde a consciência se ilumina sem depender da aurora visível (Salmo 56,9)

R. Confitebor tibi in populis, Domine (Psalmus LVI, X)
R. Eu vos darei graças entre os povos, Senhor, pois o reconhecimento se expande quando o interior encontra sua fonte (Salmo 56,10)

II
Confitebor tibi in populis, Domine, et psallam tibi in gentibus (Psalmus LVI, X)
10 Eu vos louvo entre os povos, Senhor, e o louvor se torna manifestação daquilo que não se limita ao exterior, mas se revela como plenitude interior (Salmo 56,10)

R. Confitebor tibi in populis, Domine (Psalmus LVI, X)
R. Eu vos darei graças entre os povos, Senhor, pois o reconhecimento se expande quando o interior encontra sua fonte (Salmo 56,10)

III
Quoniam magnificata est usque ad caelos misericordia tua, et usque ad nubes veritas tua (Psalmus LVI, XI)
11 Pois a vossa misericórdia se eleva além de toda medida, e a vossa verdade permanece como aquilo que sustenta tudo, sem se dissolver (Salmo 56,11)

R. Confitebor tibi in populis, Domine (Psalmus LVI, X)
R. Eu vos darei graças entre os povos, Senhor, pois o reconhecimento se expande quando o interior encontra sua fonte (Salmo 56,10)

IV
Exaltare super caelos, Deus, et super omnem terram gloria tua (Psalmus LVI, XII)
12 Eleva-te acima de tudo, ó Deus, e manifesta a tua presença em toda a extensão do ser, onde nada permanece fora da tua realidade (Salmo 56,12)

R. Confitebor tibi in populis, Domine (Psalmus LVI, X)
R. Eu vos darei graças entre os povos, Senhor, pois o reconhecimento se expande quando o interior encontra sua fonte (Salmo 56,10)

Reflexão
Quando o interior se firma, não há oscilação diante das mudanças
O canto que surge não depende de circunstâncias, mas de uma presença constante
Despertar é reconhecer o que já está plenamente ativo no íntimo
A verdadeira elevação não se mede por altura, mas por profundidade
O louvor nasce quando há consonância entre o ser e sua origem
Aquilo que é verdadeiro não se altera com o tempo
Há uma ordem que sustenta tudo sem esforço
E nela, o existir encontra repouso e clareza contínua

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Salmo responsorial Sl 95(96) - 07.05.2026

 Quinta-feira, 7 de Maio de 2026

5ª Semana da Páscoa



Psalmus Responsorius, XCV, I-IIa.IIb-III.X

I Cantate Domino canticum novum cantate Domino omnis terra (Psalmus XCV, I)
1 Cantai ao Senhor um cântico novo, onde o ser se renova na fonte que não se esgota e reconhece a origem que o sustenta (Salmo 95,1)

II Cantate Domino et benedicite nomini eius (Psalmus XCV, IIa)
2 Cantai ao Senhor e bendizei o seu nome, acolhendo no íntimo a presença que permanece e dá sentido a toda existência (Salmo 95,2)

R. Annuntiate inter gentes gloriam eius (Psalmus XCV, III)
R. Anunciai entre as nações a sua glória, como manifestação que se revela no interior e transborda além de toda forma (Salmo 95,3)

II Annuntiate de die in diem salutare eius (Psalmus XCV, IIb)
2 Anunciai de dia em dia a sua salvação, como realidade contínua que se revela no íntimo e não se limita ao tempo que passa (Salmo 95,2)

III Annuntiate inter gentes gloriam eius in omnibus populis mirabilia eius (Psalmus XCV, III)
3 Anunciai entre as nações a sua glória, e entre todos os povos suas maravilhas, como expressão do que se manifesta sem cessar no interior do ser (Salmo 95,3)

R. Annuntiate inter gentes gloriam eius (Psalmus XCV, III)
R. Anunciai entre as nações a sua glória, como manifestação que se revela no interior e transborda além de toda forma (Salmo 95,3)

X Dicite in gentibus quia Dominus regnavit etenim correxit orbem terrae qui non commovebitur iudicabit populos in aequitate (Psalmus XCV, X)
10 Dizei entre as nações que o Senhor reina, pois há uma ordem que sustenta tudo e não se abala, conduzindo cada ser à justa medida no interior (Salmo 95,10)

R. Annuntiate inter gentes gloriam eius (Psalmus XCV, III)
R. Anunciai entre as nações a sua glória, como manifestação que se revela no interior e transborda além de toda forma (Salmo 95,3)

Reflexão:
O cântico novo não nasce da voz exterior, mas do reconhecimento interior do que sempre foi.
Quando o ser se volta para essa origem, descobre uma presença que não se altera.
A proclamação torna-se expressão natural dessa descoberta silenciosa.
Nada precisa ser forçado, pois a verdade se manifesta por si mesma.
Há uma ordem que sustenta tudo sem se impor.
Quem a reconhece vive com estabilidade, mesmo diante das mudanças.
O agir torna-se simples, pois brota de uma unidade interior.
E assim, a existência se alinha ao que permanece além de toda transitoriedade.

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segunda-feira, 4 de maio de 2026

Salmo responsorial Sl 121(122) - 06.05.2026

Quarta-feira, 6 de Maio de 2026
5ª Semana da Páscoa

 


Psalmus CXXI (CXXII), I–V

I
Laetatus sum in his quae dicta sunt mihi In domum Domini ibimus (Psalmus CXXI, I)
1. Alegrei-me quando me disseram iremos à casa do Senhor, pois o chamado interior conduz ao centro onde o ser encontra sua morada verdadeira (Salmo 121,1)
Stantes erant pedes nostri in atriis tuis Ierusalem (Psalmus CXXI, II)
2. Nossos pés já se firmam em teus átrios Jerusalém, indicando que a presença se realiza quando o interior encontra estabilidade no que permanece (Salmo 121,2)
R. Laetatus sum in his quae dicta sunt mihi In domum Domini ibimus
R. Alegrei-me quando me disseram iremos à casa do Senhor (Salmo 121,1)

II
Ierusalem quae aedificatur ut civitas cuius participatio eius in idipsum (Psalmus CXXI, III)
3. Jerusalém edificada como cidade unificada revela a harmonia do ser que se integra naquilo que é uno e indivisível (Salmo 121,3)
Illuc enim ascenderunt tribus tribus Domini testimonium Israel ad confitendum nomini Domini (Psalmus CXXI, IV)
4. Para lá sobem as tribos como testemunho vivo, elevando-se ao reconhecimento do Nome que sustenta toda existência (Salmo 121,4)
R. Laetatus sum in his quae dicta sunt mihi In domum Domini ibimus
R. Alegrei-me quando me disseram iremos à casa do Senhor (Salmo 121,1)

III
Quia illic sederunt sedes in iudicio sedes super domum David (Psalmus CXXI, V)
5. Ali se estabelecem os assentos do discernimento, onde a ordem verdadeira se manifesta e orienta o interior segundo aquilo que é justo e permanente (Salmo 121,5)
R. Laetatus sum in his quae dicta sunt mihi In domum Domini ibimus
R. Alegrei-me quando me disseram iremos à casa do Senhor (Salmo 121,1)

IV
Laetatus sum in his quae dicta sunt mihi In domum Domini ibimus (Psalmus CXXI, I)
1. Alegrei-me quando me disseram iremos à casa do Senhor, pois o retorno ao centro é sempre um chamado à plenitude do ser (Salmo 121,1)
R. Laetatus sum in his quae dicta sunt mihi In domum Domini ibimus
R. Alegrei-me quando me disseram iremos à casa do Senhor (Salmo 121,1)

Reflexão:
A verdadeira alegria nasce quando o ser reconhece sua origem.
O caminho não conduz a um lugar exterior, mas a um centro que sempre esteve presente.
A subida indica um movimento interior de elevação e recolhimento.
A unidade não se constrói, mas se revela quando a dispersão cessa.
O discernimento surge quando o olhar se fixa no que permanece.
A ordem interior não depende de circunstâncias, mas de alinhamento com o essencial.
A presença se torna estável quando o ser encontra sua morada no que não passa.
Assim, a vida se realiza como retorno contínuo ao fundamento que a sustenta.

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domingo, 3 de maio de 2026

Salmo responsorial Sl 144(145) - 05.05.2026

Terça-feira, 5 de Maio de 2026
5ª Semana da Páscoa


 Psalmus Responsorius

Psalmus CXLIV, X-XI, XII-XIIIA, XXI

1
X. Confiteantur tibi, Domine, omnia opera tua, et sancti tui benedicant tibi. (Psalmus CXLIV, X)
10. Que todas as obras reconheçam em ti a origem de tudo, e aqueles que despertam para essa presença proclamem a plenitude que sustenta o ser. (Salmo 144, 10)

XI. Gloriam regni tui dicent, et potentiam tuam loquentur. (Psalmus CXLIV, XI)
11. Anunciem a glória que não se limita ao visível, e expressem a força que mantém tudo em unidade além das mudanças. (Salmo 144, 11)

R. Ut notam faciant hominibus potentiam tuam et gloriam magnificentiae regni tui. (Psalmus CXLIV, XII)
R. Para que se torne conhecida a força que sustenta todas as coisas e a grandeza da presença que tudo envolve e conduz. (Salmo 144, 12)

2
XII. Ut notam faciant hominibus potentiam tuam et gloriam magnificentiae regni tui. (Psalmus CXLIV, XII)
12. Para que seja reconhecida a ação que atravessa tudo e revela uma ordem que não se dissolve. (Salmo 144, 12)

XIIIA. Regnum tuum regnum omnium saeculorum, et dominatio tua in omni generatione et generationem. (Psalmus CXLIV, XIIIA)
13. O teu domínio não se limita ao tempo, mas permanece íntegro em todas as gerações, sustentando o que existe além da sucessão dos instantes. (Salmo 144, 13)

R. Ut notam faciant hominibus potentiam tuam et gloriam magnificentiae regni tui. (Psalmus CXLIV, XII)
R. Para que se torne conhecida a força que sustenta todas as coisas e a grandeza da presença que tudo envolve e conduz. (Salmo 144, 12)

3
X. Confiteantur tibi, Domine, omnia opera tua, et sancti tui benedicant tibi. (Psalmus CXLIV, X)
10. Tudo o que existe retorna ao reconhecimento da fonte, onde o ser encontra sua origem e sua continuidade. (Salmo 144, 10)

XI. Gloriam regni tui dicent, et potentiam tuam loquentur. (Psalmus CXLIV, XI)
11. A manifestação dessa glória não se esgota na palavra, mas revela aquilo que permanece além de toda forma transitória. (Salmo 144, 11)

R. Ut notam faciant hominibus potentiam tuam et gloriam magnificentiae regni tui. (Psalmus CXLIV, XII)
R. Para que se torne conhecida a força que sustenta todas as coisas e a grandeza da presença que tudo envolve e conduz. (Salmo 144, 12)

4
XXI. Laus mea Domino loquetur, et benedicat omnis caro nomini sancto eius in saeculum et in saeculum saeculi. (Psalmus CXLIV, XXI)
21. Que toda expressão do ser se volte para aquilo que não se altera, reconhecendo na plenitude da presença o sentido que não se desfaz. (Salmo 144, 21)

R. Ut notam faciant hominibus potentiam tuam et gloriam magnificentiae regni tui. (Psalmus CXLIV, XII)
R. Para que se torne conhecida a força que sustenta todas as coisas e a grandeza da presença que tudo envolve e conduz. (Salmo 144, 12)

Reflexão:
Toda criação aponta para uma origem que não se limita ao visível.
O que é reconhecido como força não se impõe, mas sustenta silenciosamente.
Há uma continuidade que atravessa todas as gerações sem se fragmentar.
O ser encontra repouso quando percebe essa permanência.
A glória não está no que passa, mas no que permanece íntegro.
Cada expressão autêntica revela algo dessa presença.
Nada do que é verdadeiro se perde no fluxo das mudanças.
E, assim, tudo converge para uma unidade que não se dissolve.

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sábado, 2 de maio de 2026

Salmo responsorial Sl 113B(115) - 04.05.2026

 Segunda-feira, 4 de Maio de 2026

5ª Semana da Páscoa


Psalmus Responsorius

Psalmus CXIII B, I-II. III-IV. XV-XVI (R. I)

I
Non nobis, Domine, non nobis, sed nomini tuo da gloriam super misericordia tua et veritate tua (Psalmus CXIII B, I)
1. Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao teu Nome pertence toda manifestação de glória, pois é na tua presença que a realidade encontra seu fundamento e sua verdade permanente (Salmo 113B,1)

Quare dicent gentes Ubi est Deus eorum (Psalmus CXIII B, II)
2. Por que perguntam as nações onde está o seu Deus, se Ele não se revela como objeto externo, mas como presença que sustenta tudo o que existe (Salmo 113B,2)

R. I Non nobis, Domine, non nobis, sed nomini tuo da gloriam (Psalmus CXIII B, I)
R. I Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao teu Nome dai a glória (Salmo 113B,1)

II
Deus autem noster in caelo omnia quaecumque voluit fecit (Psalmus CXIII B, III)
3. Nosso Deus não está limitado a um lugar, mas se manifesta como princípio absoluto que realiza tudo segundo sua vontade, sem depender das condições do mundo visível (Salmo 113B,3)

Simulacra gentium argentum et aurum opera manuum hominum (Psalmus CXIII B, IV)
4. As formas criadas pelas mãos humanas refletem apenas aparência, incapazes de conter a realidade viva que não pode ser reduzida ao que é visível (Salmo 113B,4)

R. II Non nobis, Domine, non nobis, sed nomini tuo da gloriam (Psalmus CXIII B, I)
R. II Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao teu Nome dai a glória (Salmo 113B,1)

III
Benedicti vos a Domino qui fecit caelum et terram (Psalmus CXIII B, XV)
15. Benditos sois pelo Senhor que cria e sustenta tudo, não como evento distante, mas como presença contínua que mantém o ser em sua plenitude (Salmo 113B,15)

Caelum caeli Domino terram autem dedit filiis hominum (Psalmus CXIII B, XVI)
16. Os céus pertencem ao Senhor como expressão da plenitude, enquanto a terra é confiada ao ser humano como espaço de reconhecimento dessa presença que o envolve (Salmo 113B,16)

R. III Non nobis, Domine, non nobis, sed nomini tuo da gloriam (Psalmus CXIII B, I)
R. III Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao teu Nome dai a glória (Salmo 113B,1)

IV

R. IV Non nobis, Domine, non nobis, sed nomini tuo da gloriam (Psalmus CXIII B, I)
R. IV Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao teu Nome dai a glória (Salmo 113B,1)

Reflexão:
A glória não pertence ao que aparece, mas àquilo que sustenta silenciosamente toda manifestação. O olhar que se fixa apenas no exterior perde a origem que dá sentido a tudo. O ser humano é chamado a reconhecer o que não se vê, mas que torna possível toda visão. Aquilo que é criado não pode substituir a fonte que o origina. A presença verdadeira não se limita a formas nem a lugares. Quando o interior se aquieta, torna-se possível perceber o que sempre esteve presente. A realidade mais profunda não se impõe, mas se revela. E nessa revelação, tudo encontra unidade e sentido.

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quinta-feira, 30 de abril de 2026

Salmo responsorial Sl 78(79) - 03.05.2026


Domingo, 3 de Maio de 2026
5º Domingo da Páscoa, Ano A
Hoje, omite-se a Festa de Santos Filipe e Tiago, Apóstolos


Psalmus Responsorius, XXXII, I-II. IV-V. XVIII-XIX. XXII

I. Exsultate, iusti, in Domino; rectos decet collaudatio. (Psalmus XXXII, I)
1. Exultai no Senhor, vós que sois justos; aos retos convém o louvor, porque a alma íntegra encontra alegria na presença da verdade. (Salmo 33,1)

II. Confitemini Domino in cithara; in psalterio decem chordarum psallite ei. (Psalmus XXXII, II)
2. Dai graças ao Senhor com a cítara; com o saltério de dez cordas cantai para ele, para que toda a interioridade se harmonize com a fonte que a sustenta. (Salmo 33,2)

R. Fiat misericordia tua, Domine, super nos, quemadmodum speravimus in te. (Psalmus XXXII, XXII)
R. Faça-se, Senhor, a tua misericórdia sobre nós, assim como em ti esperamos. (Salmo 33,22)

IV. Quia rectum est verbum Domini, et omnia opera eius in fide. (Psalmus XXXII, IV)
4. Porque reta é a palavra do Senhor, e todas as suas obras se cumprem na fidelidade, sem ruptura e sem sombra de instabilidade. (Salmo 33,4)

V. Dilexit misericordiam et iudicium; misericordia Domini plena est terra. (Psalmus XXXII, V)
5. Ele ama a misericórdia e o juízo; a terra está cheia da misericórdia do Senhor, como um sopro constante que envolve toda criatura. (Salmo 33,5)

R. Fiat misericordia tua, Domine, super nos, quemadmodum speravimus in te. (Psalmus XXXII, XXII)
R. Faça-se, Senhor, a tua misericórdia sobre nós, assim como em ti esperamos. (Salmo 33,22)

XVIII. Ecce oculi Domini super metuentes eum, et in eis qui sperant super misericordia eius. (Psalmus XXXII, XVIII)
18. Eis que os olhos do Senhor estão sobre os que o temem e sobre os que esperam em sua misericórdia, pois nada se oculta à sua presença vigilante. (Salmo 33,18)

XIX. Ut eruat a morte animas eorum, et alat eos in fame. (Psalmus XXXII, XIX)
19. Para libertar da morte a sua alma e sustentá-los na fome, Ele conduz a existência até a sua fonte, onde o ser não se dissipa. (Salmo 33,19)

R. Fiat misericordia tua, Domine, super nos, quemadmodum speravimus in te. (Psalmus XXXII, XXII)
R. Faça-se, Senhor, a tua misericórdia sobre nós, assim como em ti esperamos. (Salmo 33,22)

XXII. Fiat misericordia tua, Domine, super nos, quemadmodum speravimus in te. (Psalmus XXXII, XXII)
22. Faça-se, Senhor, a tua misericórdia sobre nós, assim como em ti esperamos, para que a alma permaneça firme na confiança e encontre repouso na tua presença. (Salmo 33,22)

R. Fiat misericordia tua, Domine, super nos, quemadmodum speravimus in te. (Psalmus XXXII, XXII)
R. Faça-se, Senhor, a tua misericórdia sobre nós, assim como em ti esperamos. (Salmo 33,22)

Reflexão:

A alma que se aquieta reconhece a medida secreta do que permanece.
Não é o ruído do instante que governa o ser, mas a fidelidade ao essencial.
Quem se volta para o alto encontra ordem no interior e serenidade no agir.
A luz que vem do eterno não apressa, mas sustenta cada passo com firmeza.
Tudo o que é instável passa; o que está enraizado na verdade permanece.
O coração vigilante aprende a esperar sem dispersão e a agir sem tumulto.
Na pureza do olhar, até a escassez se torna passagem para a abundância interior.
E o ser, unido à origem, descobre descanso naquilo que nunca se ausenta.

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Salmo responsorial Sl 97(98) - 02.05.2026

Sábado, 2 de Maio de 2026
Santo Atanásio, bispo e doutor da Igreja, Memória

4ª Semana da Páscoa 


Psalmus XCVII, I, II–IIIab, IIIcd–IV

1
I Cantate Domino canticum novum, quia mirabilia fecit. Salvavit sibi dextera eius, et brachium sanctum eius. (Psalmus XCVII, I)
1 Cantai ao Senhor um cântico novo, pois Ele realizou maravilhas. Sua mão direita e seu braço santo trouxeram salvação, revelando a ação que sustenta o ser em sua origem. (Salmo 97,1)

R. IIIcd Viderunt omnes termini terrae salutare Dei nostri. (Psalmus XCVII, IIIcd)
R. 3c Todos os confins da terra contemplaram a salvação do nosso Deus, reconhecendo a presença que se manifesta em toda a criação. (Salmo 97,3c)

2
II Notum fecit Dominus salutare suum, in conspectu gentium revelavit iustitiam suam. (Psalmus XCVII, II)
2 O Senhor tornou conhecida a sua salvação e revelou sua justiça diante das nações, manifestando aquilo que sempre esteve presente e acessível ao ser. (Salmo 97,2)

III Recordatus est misericordiae suae, et veritatis suae domui Israel. (Psalmus XCVII, IIIab)
3a Recordou-se de sua misericórdia e de sua fidelidade à casa de Israel, indicando que a origem permanece constante e não se perde no tempo. (Salmo 97,3a)

R. IIIcd Viderunt omnes termini terrae salutare Dei nostri. (Psalmus XCVII, IIIcd)
R. 3c Todos os confins da terra contemplaram a salvação do nosso Deus, reconhecendo a presença que se manifesta em toda a criação. (Salmo 97,3c)

3
III Viderunt omnes termini terrae salutare Dei nostri. (Psalmus XCVII, IIIcd)
3c Todos os confins da terra contemplaram a salvação do nosso Deus, pois aquilo que é essencial se revela a todos que se abrem à sua presença. (Salmo 97,3c)

IV Iubilate Deo omnis terra, cantate, et exsultate, et psallite. (Psalmus XCVII, IV)
4 Exultai no Senhor, toda a terra; cantai, alegrai-vos e entoai louvores, pois a vida encontra sua plenitude quando reconhece a origem que a sustenta. (Salmo 97,4)

R. IIIcd Viderunt omnes termini terrae salutare Dei nostri. (Psalmus XCVII, IIIcd)
R. 3c Todos os confins da terra contemplaram a salvação do nosso Deus, reconhecendo a presença que se manifesta em toda a criação. (Salmo 97,3c)

4
III Viderunt omnes termini terrae salutare Dei nostri. (Psalmus XCVII, IIIcd)
3c Todos os confins da terra contemplaram a salvação do nosso Deus, reafirmando que a presença que sustenta tudo se revela sem limites. (Salmo 97,3c)

R. IIIcd Viderunt omnes termini terrae salutare Dei nostri. (Psalmus XCVII, IIIcd)
R. 3c Todos os confins da terra contemplaram a salvação do nosso Deus, reconhecendo a presença que se manifesta em toda a criação. (Salmo 97,3c)

Reflexão:
A manifestação do divino não se limita ao tempo passageiro.
A salvação se revela como presença constante.
O ser reconhece o que sempre esteve diante dele.
A verdade não se oculta àquele que se abre.
A plenitude se manifesta na interioridade desperta.
A alegria nasce do encontro com a origem.
O louvor expressa a harmonia do ser com o eterno.
Assim, tudo converge para aquilo que nunca se ausenta.

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