quarta-feira, 20 de maio de 2026

Salmo responsorial Sl 15(16) - 21.05.2026

 Quinta-feira, 21 de Maio de 2026

7ª Semana da Páscoa


Psalmus responsorius XV

I

Conserva me, Domine, quoniam speravi in te. (Psalmus XV, I)

1 Guardai-me, Senhor, porque em vós esperei. (Salmo 15, 1)

Dixi Domino, Deus meus es tu, quoniam bonorum meorum non eges. (Psalmus XV, IIa)

2a Eu disse ao Senhor, Vós sois o meu Deus, porque não precisais dos meus bens. (Salmo 15, 2a)

R. Conserva me, Domine, quoniam speravi in te. (Psalmus XV, I)
R. Guardai-me, Senhor, porque em vós esperei. (Salmo 15, 1)

II

Dominus pars hereditatis meae et calicis mei; tu es qui restitues hereditatem meam mihi. (Psalmus XV, V)

5 O Senhor é a parte da minha herança e do meu cálice; vós sois aquele que restituís a minha herança. (Salmo 15, 5)

R. Conserva me, Domine, quoniam speravi in te. (Psalmus XV, I)
R. Guardai-me, Senhor, porque em vós esperei. (Salmo 15, 1)

III

Benedicam Dominum qui tribuit mihi intellectum; insuper et usque ad noctem increpuerunt me renes mei. (Psalmus XV, VII)

7 Bendirei o Senhor, que me concedeu entendimento; e, ainda durante a noite, o mais íntimo de mim me admoesta. (Salmo 15, 7)

Providebam Dominum in conspectu meo semper; quoniam a dextris est mihi ne commovear. (Psalmus XV, VIII)

8 Eu tinha o Senhor sempre diante de mim, porque Ele está à minha direita, para que eu não vacile. (Salmo 15, 8)

R. Conserva me, Domine, quoniam speravi in te. (Psalmus XV, I)
R. Guardai-me, Senhor, porque em vós esperei. (Salmo 15, 1)

IV

Propter hoc laetatum est cor meum, et exsultavit lingua mea; insuper et caro mea requiescet in spe. (Psalmus XV, IX)

9 Por isso meu coração se alegrou e minha língua exultou; e também a minha carne repousará na esperança. (Salmo 15, 9)

Quoniam non derelinques animam meam in inferno; nec dabis sanctum tuum videre corruptionem. (Psalmus XV, X)

10 Porque não abandonareis a minha alma na região dos mortos, nem permitireis que o vosso Santo veja a corrupção. (Salmo 15, 10)

Notas mihi fecisti vias vitae, adimplebis me laetitia cum vultu tuo; delectationes in dextera tua usque in finem. (Psalmus XV, XI)

11 Fizestes-me conhecer os caminhos da vida; encher-me-eis de alegria com a vossa face, e à vossa direita estão os prazeres para sempre. (Salmo 15, 11)

R. Conserva me, Domine, quoniam speravi in te. (Psalmus XV, I)
R. Guardai-me, Senhor, porque em vós esperei. (Salmo 15, 1)

Reflexão:

A alma firme não se dispersa no ruído dos dias.
Ela aprende a permanecer no centro, onde a presença sustenta o instante.
O tempo interior não corre ao acaso, mas se ordena pela verdade que o ilumina.
Cada prova revela aquilo que é sólido e permanece.
O coração recolhido encontra força no silêncio e clareza na espera.
Nada vence aquele que guarda o eixo da serenidade no íntimo.
A noite não é fim, mas passagem para uma luz mais alta.
E a caminhada se torna plena quando o espírito repousa no que não passa.

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terça-feira, 19 de maio de 2026

Salmo responsorial Sl 67(68) - 20.05.2026

 Quarta-feira, 20 de Maio de 2026

7ª Semana da Páscoa


Psalmus Responsorius

Psalmus LXVII, XXIX, XXX, XXXIII, XXXIV, XXXV, XXXVI
R. XXXIIIa

I

XXIX
Manda, Deus, virtutem tuam, confirma, Deus, hoc quod operatus es in nobis. (Psalmus LXVII, XXIX)

29. Ordenai, ó Deus, a tua força, e confirmai, ó Deus, aquilo que operastes em nós, para que a obra divina permaneça firme no íntimo da alma. (Salmo 67,29)

R. Regna terrae, cantate Deo, psallite Domino. (Psalmus LXVII, XXXIIIa)
R. Reinos da terra, cantai a Deus, cantai ao Senhor. (Salmo 67,33a)

II

XXX
A templo tuo in Hierusalem tibi offerent reges munera. (Psalmus LXVII, XXX)

30. Do vosso templo, em Jerusalém, os reis vos oferecerão dons, como sinal de que toda grandeza se inclina diante da Presença eterna. (Salmo 67,30)

R. Regna terrae, cantate Deo, psallite Domino. (Psalmus LXVII, XXXIIIa)
R. Reinos da terra, cantai a Deus, cantai ao Senhor. (Salmo 67,33a)

III

XXXIII
Regna terrae, cantate Deo, psallite Domino, diapsalma. (Psalmus LXVII, XXXIII)

33. Reinos da terra, cantai a Deus, cantai ao Senhor, e deixai que a alma se eleve em adoração àquele que reina acima de toda criatura. (Salmo 67,33)

XXXIV
Qui ascendit super caelum caeli ad orientem, ecce dabit voci suae vocem virtutis. (Psalmus LXVII, XXXIV)

34. Ele, que sobe acima do céu dos céus, para o Oriente, fará ressoar a sua voz com potência, e sua luz despertará interiormente o espírito para o alto. (Salmo 67,34)

R. Regna terrae, cantate Deo, psallite Domino. (Psalmus LXVII, XXXIIIa)
R. Reinos da terra, cantai a Deus, cantai ao Senhor. (Salmo 67,33a)

IV

XXXV
Date gloriam Deo super Israhel, magnificentia eius et virtus eius in nubibus. (Psalmus LXVII, XXXV)

35. Dai glória a Deus sobre Israel, pois sua magnificência e sua força resplandecem nas alturas, acima de tudo o que é passageiro. (Salmo 67,35)

XXXVI
Mirabilis Deus in sanctis suis, Deus Israhel, ipse dabit virtutem et fortitudinem plebi suae, benedictus Deus. (Psalmus LXVII, XXXVI)

36. Admirável é Deus em seus santos. O Deus de Israel concede vigor e fortaleza ao seu povo, e seu Nome seja bendito para sempre. (Salmo 67,36)

R. Regna terrae, cantate Deo, psallite Domino. (Psalmus LXVII, XXXIIIa)
R. Reinos da terra, cantai a Deus, cantai ao Senhor. (Salmo 67,33a)

Reflexão

A alma que se eleva em adoração aprende a reconhecer que a força verdadeira não nasce do ruído exterior, mas da presença silenciosa que sustenta o ser.
Tudo o que é terreno passa, mas a voz divina permanece acima das mudanças e chama o interior à ordem.
Quando o coração oferece glória ao Alto, o tempo deixa de ser apenas sucessão e torna-se passagem para a plenitude.
A grandeza de Deus não oprime o homem, antes o desperta para a sua dignidade mais profunda.
Na escuta reverente, o espírito encontra repouso e firmeza.
Na fidelidade ao Eterno, a alma não se dispersa.
No silêncio orante, o que é fragmentado se recolhe e se unifica.
E onde Deus concede força ao seu povo, ali a vida interior floresce em paz, retidão e perseverança.

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segunda-feira, 18 de maio de 2026

Salmo responsorial Sl 67(68) - 19.05.2026

 Terça-feira, 19 de Maio de 2026

7ª Semana da Páscoa


Psalmus Responsorius

(Psalmus LXVII, X-XI, XX-XXI)

Salmo Responsorial
(Salmo 67, 10-11, 20-21)

1

Pluviam voluntariam segregabis, Deus, hæreditati tuæ; et infirmata est, tu vero perfecisti eam. (Psalmus LXVII, X)

Tu, ó Deus, reservaste uma chuva voluntária para a tua herança; e, quando ela se enfraqueceu, tu a aperfeiçoaste. (Salmo 67, 10)

R. Regna terræ, cantate Deo. (Psalmus LXVII, XXXIIIa)

R. Reinos da terra, cantai a Deus. (Salmo 67, 33a)

2

Animalia tua habitabunt in ea; parasti in dulcedine tua pauperi, Deus. (Psalmus LXVII, XI)

Os teus servos habitarão nela; em tua bondade preparaste abrigo ao pobre, ó Deus. (Salmo 67, 11)

R. Regna terræ, cantate Deo. (Psalmus LXVII, XXXIIIa)

R. Reinos da terra, cantai a Deus. (Salmo 67, 33a)

3

Benedictus Dominus die quotidie; prosperum iter faciet nobis Deus salutarium nostrorum. (Psalmus LXVII, XX)

Bendito seja o Senhor a cada dia; o Deus da nossa salvação conduzirá os nossos passos pelo caminho da eternidade. (Salmo 67, 20)

R. Regna terræ, cantate Deo. (Psalmus LXVII, XXXIIIa)

R. Reinos da terra, cantai a Deus. (Salmo 67, 33a)

4

Deus noster, Deus salvos faciendi; et Domini, Domini exitus mortis. (Psalmus LXVII, XXI)

Nosso Deus é Deus que salva, e ao Senhor pertence a passagem além da morte e da corrupção. (Salmo 67, 21)

R. Regna terræ, cantate Deo. (Psalmus LXVII, XXXIIIa)

R. Reinos da terra, cantai a Deus. (Salmo 67, 33a)

Reflexão

A chuva voluntária revela que a graça visita a alma no momento em que o espírito se torna receptivo ao Alto.
Quando a consciência se enfraquece, a presença divina restaura silenciosamente a ordem interior do homem.
O coração que aprende a confiar na eternidade não se perde entre as instabilidades do mundo passageiro.
Existe uma morada invisível preparada para aqueles que permanecem fiéis à Verdade incorruptível.
Cada dia transforma-se em caminho sagrado quando a alma orienta seus passos pela Luz eterna.
A verdadeira salvação nasce quando o espírito ultrapassa as sombras da dispersão interior.
O homem que contempla o eterno já não teme plenamente as limitações do tempo e da morte.
Assim, a existência amadurece em serenidade diante da presença silenciosa que sustenta toda a criação.

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domingo, 17 de maio de 2026

Salmo responsorial Sl 67(68) - 18.05.2026


Segunda-feira, 18 de Maio de 2026
7ª Semana da Páscoa

 


Psalmus responsorius

Psalmus LXVII, II-III. IV-V ac. VI-VII ab (R. XXXIIIa)

1

R. Regna terræ, cantate Deo. (Psalmus LXVII, XXXIIIa)

R. Reinos da terra, cantai a Deus. (Salmo 67, 33a)

2 Exsurgat Deus, et dissipentur inimici ejus; et fugiant qui oderunt eum a facie ejus. (Psalmus LXVII, II)

2 Levante-se Deus, e sejam dispersos os seus inimigos; fujam de sua face aqueles que odeiam a Luz eterna. A alma que se aproxima da Presença divina vê dissiparem-se as sombras que obscurecem a consciência. (Salmo 67, 2)

3 Sicut deficit fumus, deficiant; sicut fluit cera a facie ignis, sic pereant peccatores a facie Dei. (Psalmus LXVII, III)

3 Assim como a fumaça se dissipa e a cera se derrete diante do fogo, também desaparecem as ilusões transitórias diante da Verdade eterna de Deus. (Salmo 67, 3)

1

2

R. Regna terræ, cantate Deo. (Psalmus LXVII, XXXIIIa)

R. Reinos da terra, cantai a Deus. (Salmo 67, 33a)

4 Et justi epulentur, et exsultent in conspectu Dei, et delectentur in lætitia. (Psalmus LXVII, IV)

4 Exultem os justos diante de Deus e encontrem alegria na contemplação da Presença eterna, pois a verdadeira paz floresce no coração que permanece unido à Luz incorruptível. (Salmo 67, 4)

5 Cantate Deo; psalmum dicite nomini ejus; Dominus nomen illi; exsultate in conspectu ejus. (Psalmus LXVII, V)

5 Cantai a Deus e elevai louvores ao seu santo nome. Alegrai-vos diante daquele que sustenta invisivelmente toda a criação e conduz a alma pelos caminhos da eternidade. (Salmo 67, 5)

2

3

R. Regna terræ, cantate Deo. (Psalmus LXVII, XXXIIIa)

R. Reinos da terra, cantai a Deus. (Salmo 67, 33a)

6 Pater orphanorum, et judex viduarum; Deus in loco sancto suo. (Psalmus LXVII, VI)

6 Deus é Pai dos órfãos e amparo silencioso dos abandonados. Em sua morada santa habita a compaixão eterna que sustenta toda alma em sua travessia espiritual. (Salmo 67, 6)

7 Deus qui inhabitare facit unius moris in domo; qui educit vinctos in fortitudine. (Psalmus LXVII, VII)

7 Deus reúne em sua casa aqueles que caminham em unidade interior e conduz com fortaleza os que desejam libertar-se das correntes invisíveis da inquietação e do medo. (Salmo 67, 7)

3

4

R. Regna terræ, cantate Deo. (Psalmus LXVII, XXXIIIa)

R. Reinos da terra, cantai a Deus. (Salmo 67, 33a)

O cântico sagrado eleva a consciência acima das agitações do mundo passageiro e conduz o espírito à contemplação da eternidade. (Salmo 67, 33a)

4

Reflexão

A Luz divina dissipa silenciosamente todas as sombras que aprisionam a consciência humana.
A alma que contempla o Eterno aprende a não se deixar dominar pelas inquietações transitórias.
Toda verdadeira alegria nasce da comunhão interior com a Presença que jamais se dissolve.
O coração amadurece quando reconhece que a paz não depende das circunstâncias exteriores.
O espírito fortalecido pela Verdade caminha com serenidade mesmo entre as tribulações do mundo.
A eternidade manifesta-se silenciosamente àqueles que aprendem a ouvir além do ruído das aparências.
O homem interior encontra repouso quando abandona as ilusões passageiras da existência material.
Assim, a alma permanece firme na Luz incorruptível que sustenta invisivelmente toda a criação.

sábado, 16 de maio de 2026

Salmo responsorial Sl 46(47) - 17.05.2026

Domingo, 17 de Maio de 2026
Ascensão do Senhor, Solenidade, Ano A
7ª Semana da Páscoa



Psalmus XLVI, II-III, VI-VII, VIII-IX

Responsorium

R. Ascendit Deus in iubilo, et Dominus in voce tubae. (Psalmus XLVI, VI)

R. Deus elevou-se em júbilo, e o Senhor manifestou sua presença eterna acima das limitações visíveis da existência humana. (Salmo 46, 6)

II. Omnes gentes, plaudite manibus; jubilate Deo in voce exsultationis. (Psalmus XLVI, II)

2. Povos de todas as nações, elevai-vos interiormente em alegria diante daquele cuja Luz eterna sustenta invisivelmente toda criação. (Salmo 46, 2)

III. Quoniam Dominus excelsus, terribilis, rex magnus super omnem terram. (Psalmus XLVI, III)

3. O Senhor Altíssimo reina sobre toda a terra e governa harmoniosamente os mundos visíveis e invisíveis pela eternidade de sua Sabedoria. (Salmo 46, 3)

R. Ascendit Deus in iubilo, et Dominus in voce tubae. (Psalmus XLVI, VI)
R. Deus elevou-se em júbilo, e o Senhor manifestou sua presença eterna acima das limitações visíveis da existência humana. (Salmo 46, 6)

VI. Ascendit Deus in iubilo, et Dominus in voce tubae. (Psalmus XLVI, VI)

6. Deus elevou-se em júbilo, e o Senhor revelou sua glória incorruptível acima das realidades transitórias do mundo humano. (Salmo 46, 6)

VII. Psallite Deo nostro, psallite; psallite regi nostro, psallite. (Psalmus XLVI, VII)

7. Cantai ao nosso Deus e elevai a consciência diante do Rei eterno, cuja presença invisível conduz a alma à plenitude da Verdade. (Salmo 46, 7)

R. Ascendit Deus in iubilo, et Dominus in voce tubae. (Psalmus XLVI, VI)
R. Deus elevou-se em júbilo, e o Senhor manifestou sua presença eterna acima das limitações visíveis da existência humana. (Salmo 46, 6)

VIII. Quoniam rex omnis terrae Deus; psallite sapienter. (Psalmus XLVI, VIII)

8. Deus é o soberano de toda a criação; cantai com entendimento espiritual diante daquele que sustenta eternamente toda existência. (Salmo 46, 8)

IX. Regnabit Deus super gentes; Deus sedet super sedem sanctam suam. (Psalmus XLVI, IX)

9. Deus reina sobre as nações e permanece em seu trono santo, acima das mudanças e inquietações do tempo humano. (Salmo 46, 9)

R. Ascendit Deus in iubilo, et Dominus in voce tubae. (Psalmus XLVI, VI)
R. Deus elevou-se em júbilo, e o Senhor manifestou sua presença eterna acima das limitações visíveis da existência humana. (Salmo 46, 6)

R. Ascendit Deus in iubilo, et Dominus in voce tubae. (Psalmus XLVI, VI)

R. Deus elevou-se em júbilo, e o Senhor manifestou sua presença eterna acima das limitações visíveis da existência humana. (Salmo 46, 6)

R. Ascendit Deus in iubilo, et Dominus in voce tubae. (Psalmus XLVI, VI)
R. Deus elevou-se em júbilo, e o Senhor manifestou sua presença eterna acima das limitações visíveis da existência humana. (Salmo 46, 6)

Reflexão

A ascensão do Senhor revela que a existência humana encontra seu verdadeiro sentido na eternidade divina.
A alma amadurece espiritualmente quando aprende a elevar-se acima das inquietações transitórias do mundo.
Existe uma Luz invisível sustentando harmoniosamente toda criação além das limitações humanas.
O coração que contempla a Verdade eterna encontra serenidade mesmo diante das mudanças da existência.
Toda verdadeira sabedoria conduz o espírito ao reconhecimento da presença divina em todas as coisas.
O Cristo glorificado permanece acima de todo poder passageiro e governa silenciosamente a criação.
A consciência iluminada pela Verdade aprende a caminhar com firmeza diante das instabilidades do tempo humano.
Bem-aventurado aquele que persevera sob a Luz incorruptível do Senhor eterno.

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sexta-feira, 15 de maio de 2026

Salmo responsorial Sl 46(47) - 16.05.2026

Sábado, 16 de Maio de 2026

6ª Semana da Páscoa


Psalmus XLVI, II-III, VIII-IX, X

Responsorium

R. Quoniam rex omnis terrae Deus. (Psalmus XLVI, VIIIa)

R. Porque Deus é o Rei de toda a terra visível e invisível, sustentando eternamente toda existência pela Luz incorruptível de sua presença. (Salmo 46, 8a)

II Omnes gentes, plaudite manibus; jubilate Deo in voce exsultationis. (Psalmus XLVI, II)

2. Povos de todas as nações, elevai a consciência em alegria diante do Eterno, cuja presença silenciosa conduz todas as coisas à plenitude invisível. (Salmo 46, 2)

R. Quoniam rex omnis terrae Deus. (Psalmus XLVI, VIIIa)
R. Porque Deus é o Rei de toda a terra visível e invisível. (Salmo 46, 8a)

III Quoniam Dominus excelsus, terribilis, rex magnus super omnem terram. (Psalmus XLVI, III)

3. O Senhor Altíssimo reina acima de toda criação, sustentando os mundos visíveis e invisíveis pela perfeição eterna de sua Sabedoria. (Salmo 46, 3)

R. Quoniam rex omnis terrae Deus. (Psalmus XLVI, VIIIa)
R. Porque Deus é o Rei de toda a terra visível e invisível. (Salmo 46, 8a)

Quoniam rex omnis terrae Deus; psallite sapienter. (Psalmus XLVI, VIII)

8. Deus governa toda a terra com harmonia perfeita. Cantai com entendimento espiritual diante daquele que sustenta a ordem eterna da existência. (Salmo 46, 8)

VIII Regnabit Deus super gentes; Deus sedet super sedem sanctam suam. (Psalmus XLVI, IX)

9. Deus reina sobre todas as nações e permanece eternamente sobre seu trono santo, acima das mudanças e limitações do tempo humano. (Salmo 46, 9)

R. Quoniam rex omnis terrae Deus. (Psalmus XLVI, VIIIa)
R. Porque Deus é o Rei de toda a terra visível e invisível. (Salmo 46, 8a)

X Principes populorum congregati sunt cum Deo Abraham; quoniam dii fortes terrae vehementer elevati sunt. (Psalmus XLVI, X)

10. Os povos se reúnem diante do Deus de Abraão, pois toda autoridade verdadeira encontra sua origem na eternidade luminosa que governa a criação. (Salmo 46, 10)

R. Quoniam rex omnis terrae Deus. (Psalmus XLVI, VIIIa)
R. Porque Deus é o Rei de toda a terra visível e invisível. (Salmo 46, 8a)

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quinta-feira, 14 de maio de 2026

Salmo responsorial Sl 46(47) - 15.05.2026

 

Sexta-feira, 15 de Maio de 2026
6ª Semana da Páscoa


Psalmus Responsorius

Psalmus XLVI, II-III. IV-V. VI-VII
(R. VIIIa)

I

R. Quoniam rex omnis terrae Deus.
(Psalmus XLVI, VIIIa)

R. Porque Deus é o soberano de toda a terra visível e invisível, sustentando eternamente a ordem superior da criação.
(Salmo 46,8a)

Omnes gentes plaudite manibus
iubilate Deo in voce exsultationis.
(Psalmus XLVI, II)

2. Todos os povos elevem interiormente sua alegria diante da Presença eterna, pois a alma que contempla a Luz divina encontra júbilo acima das instabilidades do mundo.
(Salmo 46,2)

Quoniam Dominus excelsus terribilis
rex magnus super omnem terram.
(Psalmus XLVI, III)

3. O Senhor Altíssimo manifesta Sua majestade acima de toda realidade criada, governando invisivelmente todas as coisas segundo a perfeição de Sua eternidade.
(Salmo 46,3)

R. Quoniam rex omnis terrae Deus. (Psalmus XLVI, VIIIa)
Porque Deus é o soberano de toda a terra visível e invisível, sustentando eternamente a ordem superior da criação. 
(Salmo 46,8a)

II

Subiecit populos nobis
et gentes sub pedibus nostris.
(Psalmus XLVI, IV)

4. O Altíssimo ordena os movimentos das nações e das almas segundo Sua sabedoria eterna, conduzindo silenciosamente toda a criação para a harmonia superior.
(Salmo 46,4)

Elegit nobis hereditatem suam
speciem Iacob quam dilexit.
(Psalmus XLVI, V)

5. O Senhor escolhe para Si as almas que acolhem Sua presença com fidelidade, tornando-as participantes da herança incorruptível reservada aos que buscam a Verdade eterna.
(Salmo 46,5)

R. Quoniam rex omnis terrae Deus. (Psalmus XLVI, VIIIa)
Porque Deus é o soberano de toda a terra visível e invisível, sustentando eternamente a ordem superior da criação. 
(Salmo 46,8a)

III

Ascendit Deus in iubilo
et Dominus in voce tubae.
(Psalmus XLVI, VI)

6. Deus eleva Sua glória acima das limitações humanas, e Sua presença ressoa como chamado eterno que desperta as profundezas silenciosas da alma.
(Salmo 46,6)

Psallite Deo nostro psallite
psallite regi nostro psallite.
(Psalmus XLVI, VII)

7. Cantai interiormente ao Senhor eterno, pois o espírito que louva a Verdade divina encontra serenidade e plenitude acima das agitações transitórias da existência.
(Salmo 46,7)

R. Quoniam rex omnis terrae Deus. (Psalmus XLVI, VIIIa)
Porque Deus é o soberano de toda a terra visível e invisível, sustentando eternamente a ordem superior da criação. 
(Salmo 46,8a)

IV

R. Quoniam rex omnis terrae Deus.
(Psalmus XLVI, VIIIa)

R. Porque Deus é o soberano de toda a terra visível e invisível, sustentando eternamente a ordem superior da criação.
(Salmo 46,8a)

R. Quoniam rex omnis terrae Deus. (Psalmus XLVI, VIIIa)
Porque Deus é o soberano de toda a terra visível e invisível, sustentando eternamente a ordem superior da criação. 
(Salmo 46,8a)

Reflexão:

A alma que reconhece a soberania divina aprende a caminhar acima das inquietações passageiras.
Toda realidade visível encontra sua origem numa ordem eterna e invisível.
O espírito amadurece quando abandona o apego às ilusões transitórias do mundo.
Existe uma harmonia silenciosa sustentando cada movimento da criação diante da eternidade.
O coração contemplativo encontra paz quando se volta para a Luz incorruptível do Altíssimo.
Nenhuma força terrena possui permanência diante da majestade eterna de Deus.
O homem interiormente vigilante aprende a discernir o que permanece além do tempo.
Assim, a alma unida ao Eterno descobre uma alegria que jamais poderá ser destruída.

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