quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Salmo responsorial Sl 24 - 27.09.2026

Domingo, 27 de Setembro de 2026
26º Domingo do Tempo Comum, Ano A
Hoje, omite-se a Memória de São Vicente de Paulo, presbítero



Psalmus Responsorius XXIV, IVbc-V, VI-VII, VIII-IX

Psalmus David

I

IVbc. Vias tuas, Domine, demonstra mihi, et semitas tuas edoce me.
(4bc. Mostrai-me, ó Senhor, os vossos caminhos, e ensinai-me as vossas veredas.) (Salmo 24, 4bc)

V. Dirige me in veritate tua, et doce me, quia tu es Deus salvator meus, et te sustinui tota die.
(5. Conduzi-me na vossa verdade e ensinai-me, porque sois o Deus da minha salvação; em vós espero todos os dias.) (Salmo 24, 5)

R. Reminiscere miserationum tuarum, Domine, et misericordiarum tuarum quæ a sæculo sunt.
Recordai, Senhor meu Deus, vossa ternura e vossa compaixão, que são eternas. (Salmo 24, 6a)

II

VI. Reminiscere miserationum tuarum, Domine, et misericordiarum tuarum quæ a sæculo sunt.
(6. Recordai, Senhor, vossa ternura e vossa compaixão, que são eternas.) (Salmo 24, 6)

VII. Delicta juventutis meæ, et ignorantias meas, ne memineris. Secundum misericordiam tuam memento mei tu, propter bonitatem tuam, Domine.
(7. Não vos lembreis dos pecados da minha juventude nem das minhas faltas. Lembrai-vos de mim segundo a vossa misericórdia, por causa da vossa bondade, ó Senhor.) (Salmo 24, 7)

R. Reminiscere miserationum tuarum, Domine, et misericordiarum tuarum quæ a sæculo sunt.
Recordai, Senhor meu Deus, vossa ternura e vossa compaixão, que são eternas. (Salmo 24, 6a)

III

VIII. Dulcis et rectus Dominus; propter hoc legem dabit delinquentibus in via.
(8. O Senhor é bondoso e reto; por isso ensinará o seu caminho aos que dele se afastaram.) (Salmo 24, 8)

IX. Diriget mansuetos in judicio; docebit mites vias suas.
(9. Ele conduzirá os humildes na justiça e ensinará aos mansos os seus caminhos.) (Salmo 24, 9)

R. Reminiscere miserationum tuarum, Domine, et misericordiarum tuarum quæ a sæculo sunt.
Recordai, Senhor meu Deus, vossa ternura e vossa compaixão, que são eternas. (Salmo 24, 6a)

Reflexão:

  No instante em que a alma se volta ao Senhor, a origem torna-se presença interior e o caminho começa a revelar sua profundidade.
  A verdade recebida não permanece exterior, mas penetra silenciosamente o ser e orienta sua maturação.
  A misericórdia permanece além da sucessão dos momentos e alcança aquilo que o tempo não consegue conter.
  Recordar diante de Deus significa permitir que a existência reencontre sua fonte e reconheça novamente sua direção.
  O caminho amadurece no interior antes de manifestar-se plenamente na vida.
  A mansidão abre espaço para que a verdade seja acolhida sem resistência e transforme profundamente o ser.
  Assim, cada instante pode tornar-se passagem para uma presença que sustenta, orienta e conduz à plenitude.
  Na misericórdia do Senhor, a existência reencontra sua origem e descobre nela o sentido de sua realização.

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Salmo responsorial Sl 89(90) - 26.09.2026

Sábado, 26 de Setembro de 2026
25ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)



Psalmus Responsorius LXXXIX (XC), III-IV, V-VI, XII-XIII, XIV et XVII

Liber Psalmorum

I

III. Ne avertas hominem in humilitatem: et dixisti: Convertimini, filii hominum.
3. Não reduzas o ser humano à sua pequenez, pois disseste, Voltai, filhos dos homens. (Salmo 89, 3)

IV. Quoniam mille anni ante oculos tuos tamquam dies hesterna quæ præteriit: et custodia in nocte.
4. Porque mil anos, diante dos teus olhos, são como o dia de ontem que passou, como uma vigília durante a noite. (Salmo 89, 4)

R. Domine, refugium factus es nobis a generatione in generationem.
Senhor, tu foste para nós um refúgio de geração em geração. (Salmo 89, 1)

II

V. Quæ pro nihilo habentur, eorum anni erunt.
5. Os seus anos serão como aquilo que nada representa diante de ti. (Salmo 89, 5)

VI. Mane sicut herba transeat; mane floreat, et transeat; vespere decidat, induret, et arescat.
6. Pela manhã, passa como a erva; pela manhã floresce e passa; à tarde cai, endurece e seca. (Salmo 89, 6)

R. Domine, refugium factus es nobis a generatione in generationem.
Senhor, tu foste para nós um refúgio de geração em geração. (Salmo 89, 1)

III

XII. Dinumerare? Dexteram tuam sic notam fac, et eruditos corde in sapientia.
12. Ensina-nos a reconhecer a medida dos nossos dias e manifesta a tua mão, para que o coração alcance a sabedoria. (Salmo 89, 12)

XIII. Convertere, Domine; usquequo? et deprecabilis esto super servos tuos.
13. Volta-te, Senhor. Até quando? Sê propício aos teus servos. (Salmo 89, 13)

R. Domine, refugium factus es nobis a generatione in generationem.
Senhor, tu foste para nós um refúgio de geração em geração. (Salmo 89, 1)

IV

XIV. Repleti sumus mane misericordia tua; et exsultavimus, et delectati sumus omnibus diebus nostris.
14. Desde a manhã, fomos saciados pela tua misericórdia; por isso exultamos e nos alegramos durante todos os nossos dias. (Salmo 89, 14)

R. Domine, refugium factus es nobis a generatione in generationem.
Senhor, tu foste para nós um refúgio de geração em geração. (Salmo 89, 1)

V

XVII. Et sit splendor Domini Dei nostri super nos, et opera manuum nostrarum dirige super nos, et opus manuum nostrarum dirige.
17. Esteja sobre nós o esplendor do Senhor nosso Deus; dirige sobre nós a obra de nossas mãos, sim, dirige a obra de nossas mãos. (Salmo 89, 17)

R. Domine, refugium factus es nobis a generatione in generationem.
Senhor, tu foste para nós um refúgio de geração em geração. (Salmo 89, 1)

Reflexão:

O instante passa diante dos olhos, mas sua profundidade permanece voltada para a origem que sustenta o ser.
Mil anos são como um dia diante daquele cuja presença não conhece sucessão.
A existência floresce e declina, enquanto o interior pode permanecer unido à fonte de onde recebeu o ser.
Reconhecer a brevidade dos dias não diminui a vida, mas revela sua verdadeira profundidade.
Cada manhã traz consigo uma presença que precede o tempo e acolhe o instante.
A misericórdia recebida transforma a passagem em plenitude interior.
Quando o coração se volta à Origem, o instante deixa de ser apenas passagem e se torna presença.
Assim, a vida encontra no Eterno o fundamento que permanece quando todas as formas passam.

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Salmo responsorial Sl 143(144) - 25.09.2026

Sexta-feira, 25 de Setembro de 2026
25ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)



Psalmus Responsorius CXLIII, I et IIabc. III-IV

Psalmus David

I

I. Benedictus Dominus Deus meus. (Psalmus CXLIII, 1a)

1. Bendito seja o Senhor, meu Deus, origem de toda força e plenitude que sustenta o ser. (Salmo 143, 1a)

R. Benedictus Dominus Deus meus.

Bendito seja o Senhor, meu Deus. (Salmo 143, 1a)

II

II. Misericordia mea et refugium meum; susceptor meus et liberator meus; protector meus. (Psalmus CXLIII, 2abc)

2. Minha misericórdia e meu refúgio, meu amparo e meu libertador, meu protetor, em quem repousa minha confiança. (Salmo 143, 2abc)

III. Domine, quid est homo, quia innotuisti ei? aut filius hominis, quia reputas eum? (Psalmus CXLIII, 3)

3. Senhor, que é o ser humano, para que dele te lembres e te reveles a ele? Que é o filho do homem, para que o tenhas presente em teu olhar? (Salmo 143, 3)

IV. Homo vanitati similis factus est; dies ejus sicut umbra prætereunt. (Psalmus CXLIII, 4)

4. O ser humano tornou-se semelhante àquilo que passa; seus dias atravessam o instante como uma sombra. (Salmo 143, 4)

R. Benedictus Dominus Deus meus.

Bendito seja o Senhor, meu Deus. (Salmo 143, 1a)

Reflexão:

O instante revela a criatura diante daquele que permanece na origem de tudo o que existe.
Na interioridade, o ser reconhece que sua passagem não esgota a realidade que o sustenta.
A brevidade dos dias não encerra a profundidade do ser, pois cada instante pode abrir-se à plenitude.
A presença do Eterno não se encontra distante da criatura, mas toca o próprio centro de sua existência.
Quando o coração repousa no Senhor, o instante deixa de ser dispersão e torna-se presença.
A sombra passa, mas aquilo que encontra sua origem no Eterno não se perde na passagem.
Assim, a interioridade se recolhe e reconhece, no presente, a permanência que a sustenta.
E o ser, acolhido nessa presença, contempla sua origem e encontra nela sua plenitude.

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segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Salmo responsorial Sl 89(90) - 24.09.2026

Quinta-feira, 24 de Setembro de 2026
25ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)


Psalmus Responsorius LXXXIX, III-IV. V-VI. XII-XIII. XIV et XVII

I.

III. Ne avertas hominem in humilitatem et dixisti Convertimini, filii hominum.
(Psalmus LXXXIX, III)

3. Não reduzas o ser humano àquilo que passa, pois disseste aos filhos dos homens que retornem à sua origem.
(Salmo 89,3)

IV. Quoniam mille anni ante oculos tuos tamquam dies hesterna quae praeteriit et custodia in nocte.
(Psalmus LXXXIX, IV)

4. Mil anos, diante dos teus olhos, são como o dia de ontem que passou, como uma vigília durante a noite.
(Salmo 89,4)

R. Domine, refugium factus es nobis a generatione in generationem.
Senhor, tu és o nosso refúgio de geração em geração.
(Salmo 89,1)

II.

V. Quae pro nihilo habentur, eorum anni erunt.
(Psalmus LXXXIX, V)

5. Os anos humanos passam como aquilo que, diante da eternidade, parece nada.
(Salmo 89,5)

VI. Mane sicut herba transeat, mane floreat et transeat, vespere decidat, induret et arescat.
(Psalmus LXXXIX, VI)

6. Pela manhã, a vida passa como a erva. Pela manhã floresce e passa. Ao entardecer, cai, endurece e seca.
(Salmo 89,6)

R. Domine, refugium factus es nobis a generatione in generationem.
Senhor, tu és o nosso refúgio de geração em geração.
(Salmo 89,1)

III.

XII. Dinumerare? Dexteram tuam sic notam fac et eruditos corde in sapientia.
(Psalmus LXXXIX, XII)

12. Ensina-nos a reconhecer a passagem dos nossos dias e torna conhecida a tua mão, para que o coração alcance a sabedoria.
(Salmo 89,12)

XIII. Convertere, Domine, usquequo et deprecabilis esto super servos tuos.
(Psalmus LXXXIX, XIII)

13. Volta-te, Senhor. Até quando? Sê propício para com os teus servos.
(Salmo 89,13)

R. Domine, refugium factus es nobis a generatione in generationem.
Senhor, tu és o nosso refúgio de geração em geração.
(Salmo 89,1)

IV.

XIV. Repleti sumus mane misericordia tua et exsultavimus et delectati sumus omnibus diebus nostris.
(Psalmus LXXXIX, XIV)

14. Saciados pela manhã com a tua misericórdia, exultamos e encontramos alegria em todos os nossos dias.
(Salmo 89,14)

XVII. Et sit splendor Domini Dei nostri super nos et opera manuum nostrarum dirige super nos et opus manuum nostrarum dirige.
(Psalmus LXXXIX, XVII)

17. Que o esplendor do Senhor, nosso Deus, permaneça sobre nós, conduza a obra de nossas mãos e confirme aquilo que realizamos.
(Salmo 89,17)

R. Domine, refugium factus es nobis a generatione in generationem.
Senhor, tu és o nosso refúgio de geração em geração.
(Salmo 89,1)

Reflexão:

  O instante passa, mas a presença que o sustenta permanece além de toda sucessão.
  Diante do Eterno, a duração humana revela sua brevidade e sua profunda interioridade.
  Cada dia recebe sua verdade quando retorna à origem que o sustenta.
  O coração encontra sabedoria quando reconhece a presença que não passa.
  A existência floresce e declina, mas sua origem permanece acolhida no ser.
  A misericórdia ilumina o instante e nele faz nascer uma alegria que ultrapassa a passagem.
  Quando o interior se recolhe, o presente deixa de ser mera sucessão e torna-se presença.
  Então a obra humana encontra sua plenitude ao permanecer unida àquele que permanece eternamente.

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Salmo responsorial Sl 118 (119) - 23.09.2026

Quarta-feira, 23 de Setembro de 2026
São Pio de Pietrelcina, presbítero, Memória
25ª Semana do Tempo Comum


Psalmus Responsorius, CXVIII, XXIX. LXXII. LXXXIX. CI. CIV. CLXIII

I

XXIX. Viam iniquitatis amove a me, et de lege tua miserere mei. (Psalmus 118,29) 

  1. Afasta de mim o caminho da iniquidade e, segundo a tua lei, tem misericórdia de mim. (Salmo 118,29)

R. Lucerna pedibus meis verbum tuum, et lumen semitis meis.

R. Tua palavra é lâmpada para os meus passos e luz para os meus caminhos. (Salmo 118,105a)

II

LXXII. Bonum mihi lex oris tui, super millia auri et argenti. (Psalmus 118,72) 

  1. Para mim é mais preciosa a lei que procede da tua boca do que milhares de peças de ouro e de prata. (Salmo 118,72)

R. Lucerna pedibus meis verbum tuum, et lumen semitis meis.

R. Tua palavra é lâmpada para os meus passos e luz para os meus caminhos. (Salmo 118,105a)

III

LXXXIX. In æternum, Domine, verbum tuum permanet in cælo. (Psalmus 118,89) 

  1. Para sempre, Senhor, permanece a tua palavra no céu. (Salmo 118,89)

R. Lucerna pedibus meis verbum tuum, et lumen semitis meis.

R. Tua palavra é lâmpada para os meus passos e luz para os meus caminhos. (Salmo 118,105a)

IV

CI. Ab omni via mala prohibui pedes meos, ut custodiam verba tua. (Psalmus 118,101) 

  1. Afasto os meus pés de todo caminho mau, para guardar as tuas palavras. (Salmo 118,101)

R. Lucerna pedibus meis verbum tuum, et lumen semitis meis.

R. Tua palavra é lâmpada para os meus passos e luz para os meus caminhos. (Salmo 118,105a)

V

CIV. A mandatis tuis intellexi; propterea odivi omnem viam iniquitatis. (Psalmus 118,104)

  1. Pelos teus mandamentos alcancei entendimento; por isso, rejeitei todo caminho de iniquidade. (Salmo 118,104)

R. Lucerna pedibus meis verbum tuum, et lumen semitis meis.

R. Tua palavra é lâmpada para os meus passos e luz para os meus caminhos. (Salmo 118,105a)

VI

CLXIII. Iniquitatem odio habui, et abominatus sum, legem autem tuam dilexi. (Psalmus 118,163) 

  1. Odiei a iniquidade e a detestei, mas amei a tua lei. (Salmo 118,163)

R. Lucerna pedibus meis verbum tuum, et lumen semitis meis.

R. Tua palavra é lâmpada para os meus passos e luz para os meus caminhos. (Salmo 118,105a)

Reflexão:

  A Palavra permanece no instante como presença que orienta o ser para sua origem e sustenta sua interioridade.
  Quando o coração acolhe essa presença, o caminho exterior começa a receber uma direção que nasce do interior.
  A verdade divina não passa com as formas passageiras, porque sua permanência ultrapassa toda sucessão.
  O instante torna-se lugar de encontro quando o ser reconhece nele a presença que jamais deixa de permanecer.
  A lei recebida na interioridade não oprime, mas ordena o ser segundo aquilo que lhe dá consistência e plenitude.
  A palavra torna-se luz quando deixa de ser somente ouvida e passa a conformar profundamente a existência.
  Assim, o caminho encontra sua unidade quando cada passo permanece voltado para a verdade que o sustenta.
  Na presença de Deus, o instante revela sua profundidade e o ser encontra repouso na plenitude de sua origem.

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Salmo responsorial Sl 118(119) - 22.09.2026

Terça-feira, 22 de Setembro de 2026
25ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)


Psalmus Responsorius CXVIII, I, XXVII, XXX, XXXIV, XXXV, XLIV

Psalmus CXVIII

I

I. Beati immaculati in via, qui ambulant in lege Domini. (Psalmus CXVIII, I)

  1. Felizes os que percorrem um caminho íntegro e caminham na Lei do Senhor, pois encontram nela a direção que conduz o ser à verdade. (Salmo 118, 1)

R. Deduc me in semitam mandatorum tuorum, quia ipsam volui.

R. Conduze-me pela senda dos teus mandamentos, pois é por ela que meu ser deseja caminhar. (Salmo 118, 35)

II

XXVII. Viam justificationum tuarum instrue me, et exercebor in mirabilibus tuis. (Psalmus CXVIII, XXVII)

  1. Ensina-me o caminho dos teus preceitos, para que eu penetre em sua profundidade e reconheça, naquilo que vivo, as maravilhas que procedem de ti. (Salmo 118, 27)

XXX. Viam veritatis elegi, judicia tua non sum oblitus. (Psalmus CXVIII, XXX)

  1. Escolhi o caminho da verdade e não me esqueci dos teus juízos, pois a verdade recebida no íntimo permanece como direção para toda a existência. (Salmo 118, 30)

R. Deduc me in semitam mandatorum tuorum, quia ipsam volui.

R. Conduze-me pela senda dos teus mandamentos, pois é por ela que meu ser deseja caminhar. (Salmo 118, 35)

III

XXXIV. Da mihi intellectum, et scrutabor legem tuam, et custodiam illam in toto corde meo. (Psalmus CXVIII, XXXIV)

  1. Dá-me entendimento, e contemplarei profundamente a tua Lei, guardando-a em todo o meu coração, para que sua verdade encontre morada no mais íntimo do meu ser. (Salmo 118, 34)

XXXV. Deduc me in semitam mandatorum tuorum, quia ipsam volui. (Psalmus CXVIII, XXXV)

  1. Conduze-me pela senda dos teus mandamentos, pois é por ela que desejo caminhar e nela reconheço a direção que corresponde à verdade do meu ser. (Salmo 118, 35)

R. Deduc me in semitam mandatorum tuorum, quia ipsam volui.

R. Conduze-me pela senda dos teus mandamentos, pois é por ela que meu ser deseja caminhar. (Salmo 118, 35)

IV

XLIV. Et custodiam legem tuam semper, in saeculum et in saeculum saeculi. (Psalmus CXVIII, XLIV)

  1. Guardarei sempre a tua Lei, por toda a duração dos tempos e para além de todo o tempo, porque tua Palavra permanece como verdade que sustenta a existência. (Salmo 118, 44)

R. Deduc me in semitam mandatorum tuorum, quia ipsam volui.

R. Conduze-me pela senda dos teus mandamentos, pois é por ela que meu ser deseja caminhar. (Salmo 118, 35)

Reflexão:

A senda da verdade começa no interior, onde o instante se abre à presença que permanece.
A Palavra recebida não apenas orienta o caminho, mas transforma a profundidade daquele que a acolhe.
O instante alcança sua plenitude quando reconhece uma verdade que não passa com o tempo.
A interioridade torna-se lugar de escuta, amadurecimento e união com a origem de todo bem.
Cada escolha diante da verdade imprime no ser uma direção que ultrapassa a sucessão dos momentos.
O coração encontra sua medida quando deixa de se dispersar e permanece voltado para aquilo que é eterno.
A existência amadurece quando o presente deixa transparecer a profundidade de sua origem.
Assim, cada instante pode tornar-se caminho para a plenitude que já encontra sua morada no ser.

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domingo, 20 de setembro de 2026

Salmo responsorial Sl 18(19A) - 21.09.2026

Segunda-feira, 21 de Setembro de 2026
São Mateus, Apóstolo e Evangelista, Festa, Ano A
25ª Semana do Tempo Comum



Psalmus Responsorius, XVIII, II-III, IV-V (R. Va)

Psalmus Responsorius

I

II. Cæli enarrant gloriam Dei, et opera manuum ejus annuntiat firmamentum. (Psalmus XVIII, II)

2. Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia a obra de suas mãos. (Salmo 18, 2)

III. Dies diei eructat verbum, et nox nocti indicat scientiam. (Psalmus XVIII, III)

3. O dia transmite ao dia sua palavra, e a noite à noite revela o conhecimento. (Salmo 18, 3)

R. In omnem terram exivit sonus eorum.

R. Por toda a terra ressoou a sua voz. (Salmo 18, 5)

II

IV. Non sunt loquelæ, neque sermones, quorum non audiantur voces eorum. (Psalmus XVIII, IV)

4. Não há linguagem nem palavra cuja voz não seja ouvida. (Salmo 18, 4)

V. In omnem terram exivit sonus eorum, et in fines orbis terræ verba eorum. (Psalmus XVIII, V)

5. Por toda a terra ressoou a sua voz, e até os confins do mundo chegaram as suas palavras. (Salmo 18, 5)

R. In omnem terram exivit sonus eorum.

R. Por toda a terra ressoou a sua voz. (Salmo 18, 5)

Reflexão:

O instante se abre quando o ser percebe a presença que continuamente o envolve.
A criação não apenas manifesta uma ordem, mas revela uma origem que permanece presente.
O dia transmite ao dia aquilo que recebeu, e a noite guarda no silêncio a mesma verdade.
Nada se encontra separado da fonte de onde procede e para a qual interiormente se orienta.
A voz que atravessa a criação não depende do ruído, pois alcança o íntimo sem perder sua profundidade.
Cada instante pode tornar-se lugar de reconhecimento daquilo que permanece além da sucessão dos momentos.
Quando a interioridade acolhe essa presença, o ser começa a perceber sua própria origem.
A plenitude surge quando toda a existência se torna escuta da verdade que continuamente a sustenta.

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