Terça-feira, 12 de Maio de 2026
Psalmus Responsorius CXXXVII, I-IIa.IIbc-III.VIIc-VIII
Responsum
R. Salvum me fecit dextera tua Domine.
(Psalmus CXXXVII, VIIc)
R. A vossa presença sustenta silenciosamente a consciência que permanece unida à verdade eterna acima das mudanças transitórias do mundo.
(Salmo 137,7c)
I
Confitebor tibi Domine in toto corde meo quoniam audisti verba oris mei in conspectu angelorum psallam tibi adorabo ad templum sanctum tuum.
(Psalmus CXXXVII, I-IIa)
1. Eu vos louvo com toda a consciência interior, Senhor, porque a alma vigilante reconhece silenciosamente a presença eterna que sustenta toda a existência.
(Salmo 137,1-2a)
R. Salvum me fecit dextera tua Domine.
(Psalmus CXXXVII, VIIc)
R. A vossa presença sustenta silenciosamente a consciência que permanece unida à verdade eterna acima das mudanças transitórias do mundo.
(Salmo 137,7c)
II
Et confitebor nomini tuo super misericordia tua et veritate tua quoniam magnificasti super omne nomen sanctum tuum.
(Psalmus CXXXVII, IIbc)
2. A alma amadurecida reconhece que a verdade divina permanece acima de toda limitação humana e ilumina silenciosamente o interior do ser.
(Salmo 137,2bc)
R. Salvum me fecit dextera tua Domine.
(Psalmus CXXXVII, VIIc)
R. A vossa presença sustenta silenciosamente a consciência que permanece unida à verdade eterna acima das mudanças transitórias do mundo.
(Salmo 137,7c)
III
In quacumque die invocavero te exaudi me multiplicabis in anima mea virtutem.
(Psalmus CXXXVII, III)
3. Quando a consciência se recolhe na presença divina, a alma recebe interiormente firmeza espiritual para atravessar serenamente as inquietações humanas.
(Salmo 137,3)
R. Salvum me fecit dextera tua Domine.
(Psalmus CXXXVII, VIIc)
R. A vossa presença sustenta silenciosamente a consciência que permanece unida à verdade eterna acima das mudanças transitórias do mundo.
(Salmo 137,7c)
IV
Et salvum me fecit dextera tua Dominus retribuet pro me Domine misericordia tua in saeculum opera manuum tuarum ne despicias.
(Psalmus CXXXVII, VIIc-VIII)
4. A presença eterna conduz a alma à integridade espiritual e fortalece silenciosamente a consciência que persevera na verdade incorruptível divina.
(Salmo 137,7c-8)
R. Salvum me fecit dextera tua Domine.
(Psalmus CXXXVII, VIIc)
R. A vossa presença sustenta silenciosamente a consciência que permanece unida à verdade eterna acima das mudanças transitórias do mundo.
(Salmo 137,7c)
Reflexão
O salmo conduz a consciência ao reconhecimento da presença divina que sustenta silenciosamente toda a existência criada.
A alma amadurece espiritualmente quando aprende a permanecer firme acima das inquietações produzidas pelas mudanças transitórias do mundo.
O verdadeiro louvor nasce do recolhimento interior da consciência diante da verdade eterna que jamais se corrompe.
A serenidade espiritual fortalece o homem para atravessar as provações humanas sem perder a integridade da alma.
A presença divina manifesta-se silenciosamente à consciência vigilante que conserva perseverança e discernimento espiritual.
A alma encontra estabilidade profunda quando deixa de depender apenas das aparências exteriores e repousa na luz eterna.
O coração humano amadurece verdadeiramente quando reconhece a permanência invisível da verdade divina sustentando toda a criação.
Assim, a consciência alcança profunda paz interior ao conservar-se unida à presença incorruptível e eterna do Senhor.
Leia também:
#LiturgiaDaPalavra
#EvangelhoDoDia
#ReflexãoDoEvangelho
#IgrejaCatólica
#Homilia
#Orações
#Santo do dia






