Psalmus Responsorius, XLI XLII et XLIII
I
Quemadmodum desiderat cervus ad fontes aquarum ita desiderat anima mea ad te Deus. (Psalmus XLI, II)
1 Assim como o cervo anseia pelas fontes das águas, minha interioridade se inclina para Ti, buscando a origem que sustenta todo o ser (Salmo 41, 2).
Sitivit anima mea ad Deum fortem vivum quando veniam et apparebo ante faciem Dei. (Psalmus XLI, III)
2 Minha alma tem sede do Deus vivo e verdadeiro, ansiando manifestar-se diante da presença que não se oculta ao coração atento (Salmo 41, 3).
R. Sitivit anima mea ad Deum vivum.
R. A minha alma tem sede do Deus vivo (Salmo 41, 3).
II
Emitte lucem tuam et veritatem tuam ipsa me deduxerunt et adduxerunt in montem sanctum tuum et in tabernacula tua. (Psalmus XLII, III)
3 Envia tua luz e tua verdade, pois elas conduzem o ser ao encontro do que é elevado e permanente, onde habita a plenitude (Salmo 42, 3).
R. Sitivit anima mea ad Deum vivum.
R. A minha alma tem sede do Deus vivo (Salmo 41, 3).
III
Et introibo ad altare Dei ad Deum qui laetificat iuventutem meam. (Psalmus XLII, IV)
4 Aproximo-me do que é essencial, onde a alegria se renova continuamente na fonte que não se esgota (Salmo 42, 4).
R. Sitivit anima mea ad Deum vivum.
R. A minha alma tem sede do Deus vivo (Salmo 41, 3).
IV
Confitebor tibi in cithara Deus Deus meus quare tristis es anima mea et quare conturbas me. (Psalmus XLI, V)
5 Elevo o reconhecimento ao princípio que me sustenta, e o interior encontra ordem quando se volta àquilo que permanece além das inquietações (Salmo 41, 5).
Spera in Deo quoniam adhuc confitebor illi salutare vultus mei et Deus meus. (Psalmus XLI, VI)
6 Confia naquele que é fonte do ser, pois nele a consciência encontra restauração e clareza que não se perde (Salmo 41, 6).
R. Sitivit anima mea ad Deum vivum.
R. A minha alma tem sede do Deus vivo (Salmo 41, 3).
Reflexão:
A sede interior revela a origem que chama silenciosamente o ser.
O movimento autêntico não busca fora aquilo que já o sustenta.
Há uma orientação profunda que conduz além das oscilações.
A luz reconhecida dissolve a confusão que nasce da dispersão.
O retorno ao essencial restabelece a inteireza do ser.
A presença que sustenta não depende do tempo que passa.
Quando o interior se alinha, a inquietação perde sua força.
Assim, o caminho se revela como permanência na fonte que nunca se esgota.
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