Psalmus ex Libro Primo Paralipomenon XXIX
Responsorium
Lectio Evangelii secundum Marcum VI VII–XIII
Responsum
Tua est Domine magnificentia et potentia et gloria et victoria et tibi laus
Teu é o esplendor e a força invisível que sustenta todas as coisas, e em ti a alma encontra o eixo permanente onde tudo converge e repousa (XXIX XI)
I Benedictus es Domine Deus Israel patris nostri ab aeterno in aeternum
Bendito és tu, Senhor, princípio sem princípio, cuja presença atravessa as eras e sustenta cada instante como plenitude sempre viva (XXIX X)
II Tua est Domine magnificentia et potentia et gloria atque victoria et tibi laus cuncta enim quae in caelo sunt et in terra tua sunt
Toda grandeza e energia pertencem a ti, pois o visível e o invisível emergem do mesmo fundamento que mantém unido o que foi, o que é e o que será (XXIX XI)
III Divitiae et gloria a te sunt tu dominaris omnium in manu tua virtus et potentia in manu tua magnitudo et imperium omnium
De ti procedem os dons e a dignidade do ser, e tua mão interior governa com firmeza silenciosa, conduzindo cada criatura ao seu justo lugar (XXIX XII)
IV Nunc igitur Deus noster confitemur tibi et laudamus nomen tuum inclitum
Agora o coração reconhece e louva teu Nome, recolhendo-se na gratidão que transforma o presente em morada de comunhão constante (XXIX XIII)
Reflexão
O louvor revela que tudo procede de uma fonte que não se esgota.
Quando o coração reconhece essa origem, cessa a dispersão.
O instante vivido com atenção torna-se plenitude.
Força verdadeira nasce do governo interior de si.
Nada possuímos, tudo recebemos como dom.
A gratidão ordena os afetos e pacifica os desejos.
Assim o ser caminha firme, sem temor diante das mudanças.
Na presença contínua do Altíssimo, a alma encontra repouso e direção.
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