sexta-feira, 31 de julho de 2026

Salmo responsorial Sl 144(145) - 02.08.2026

Domingo, 2 de Agosto de 2026
18º Domingo do Tempo Comum, Ano A


Psalmus Responsorius, CXLIV, VIII ad IX, XV ad XVI, XVII ad XVIII, R. cf. XVI

I

VIII

Miserator et misericors Dominus, patiens, et multum misericors. (Psalmus CXLIV, VIII)

8 O Senhor é compassivo e misericordioso, paciente e muito benigno. Sua presença não oprime, antes acolhe a fragilidade humana e a eleva, conduzindo a alma ao repouso da confiança silenciosa. (Salmo 144,8)

IX

Suavis Dominus universis, et miserationes ejus super omnia opera ejus. (Psalmus CXLIV, IX)

9 O Senhor é bondoso para todos, e sua misericórdia repousa sobre todas as suas obras. Nada existe fora do seu cuidado, e toda criatura permanece sustentada por uma ternura que antecede o tempo e a envolve em silenciosa plenitude. (Salmo 144,9)

R. Aperis tu manum tuam, et imples omne animal benedictione. (Psalmus CXLIV, XVI)

R. Abres tua mão e enches de bênção todo vivente. (Salmo 144,16)

II

XV

Oculi omnium in te sperant, Domine, et tu das escam illorum in tempore opportuno. (Psalmus CXLIV, XV)

15 Os olhos de todos esperam em ti, Senhor, e tu lhes concedes o alimento no tempo oportuno. A criatura aprende que sua verdadeira esperança repousa naquele que sustenta continuamente toda existência. (Salmo 144,15)

XVI

Aperis tu manum tuam, et imples omne animal benedictione. (Psalmus CXLIV, XVI)

16 Abres tua mão e enches de bênção todo vivente. Tua abundância não apenas sustenta a vida, mas comunica uma plenitude que ultrapassa toda medida visível e fortalece a alma na permanência do eterno. (Salmo 144,16)

R. Aperis tu manum tuam, et imples omne animal benedictione. (Psalmus CXLIV, XVI)

R. Abres tua mão e enches de bênção todo vivente. (Salmo 144,16)

III

XVII

Justus Dominus in omnibus viis suis, et sanctus in omnibus operibus suis. (Psalmus CXLIV, XVII)

17 O Senhor é justo em todos os seus caminhos e santo em todas as suas obras. Tudo o que procede dele manifesta perfeita ordem e conduz a criação ao cumprimento de sua verdadeira finalidade. (Salmo 144,17)

XVIII

Prope est Dominus omnibus invocantibus eum, omnibus invocantibus eum in veritate. (Psalmus CXLIV, XVIII)

18 O Senhor está próximo de todos os que o invocam, de todos os que o invocam na verdade. A sinceridade do coração torna-se o lugar onde a presença divina se deixa encontrar e permanece sem jamais afastar-se. (Salmo 144,18)

R. Aperis tu manum tuam, et imples omne animal benedictione. (Psalmus CXLIV, XVI)

R. Abres tua mão e enches de bênção todo vivente. (Salmo 144,16)

Reflexão

A mão de Deus permanece sempre aberta para comunicar a vida que não conhece esgotamento.

Quem aprende a esperar no Senhor descobre uma abundância que não depende das circunstâncias.

Toda criatura encontra sua consistência naquele que continuamente a sustenta.

A verdadeira plenitude nasce quando o coração se abre à presença que jamais passa.

O alimento divino fortalece a alma muito além das necessidades passageiras.

A justiça do Senhor estabelece uma ordem que conduz todas as coisas ao seu verdadeiro bem.

A proximidade de Deus revela-se no silêncio de quem o busca com sinceridade.

A existência encontra seu repouso quando permanece unida Àquele que é a fonte inesgotável de toda vida.

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Salmo responsorial Sl 68(69) - 01.08.2026

Sábado, 1 de Agosto de 2026
Santo Afonso Maria de Ligório, bispo e doutor da Igreja, Memória
17ª Semana do Tempo Comum


Psalmus responsorius

Psalmus LXVIII, XV–XVI, XXX–XXXI, XXXIII–XXXIV

Lectio Psalmorum secundum Bibliam Sacram juxta Vulgatam Clementinam
Psalmus LXVIII

I

XV. Eripe me de luto, ut non infigar; libera me ab iis qui oderunt me, et de profundis aquarum. (Psalmus LXVIII, XV)

15. Retira-me do lodo, para que eu não permaneça preso; salva-me daqueles que me odeiam e das profundezas das águas. O clamor da alma elevada ao Senhor nasce do desejo de ser retirada das sombras interiores e conduzida à firmeza da presença divina, onde o ser encontra sua verdadeira estabilidade. (Salmo 68,15)

XVI. Non me demergat tempestas aquae, neque absorbeat me profundum; neque urgeat super me puteus os suum. (Psalmus LXVIII, XVI)

16. Que a tempestade das águas não me submerja, nem o abismo me absorva, e que o poço não feche sobre mim a sua boca. A alma suplica para não ser vencida pelas forças desordenadas que afastam da luz, confiando naquele que sustenta todas as coisas e conduz silenciosamente cada existência ao seu destino eterno. (Salmo 68,16)

R. Salvum me fac, Deus, quoniam intraverunt aquae usque ad animam meam. (Psalmus LXVIII, II)
R. Salva-me, ó Deus, porque as águas chegaram até minha alma. (Salmo 68,2)

II

XXX. Ego vero sum pauper et dolens; salus tua, Deus, suscepit me. (Psalmus LXVIII, XXX)

30. Eu, porém, sou pobre e sofredor; a tua salvação, ó Deus, me acolheu. A pobreza interior daquele que se volta ao Senhor não é vazio, mas abertura para receber uma presença maior. A alma que reconhece sua dependência divina encontra repouso naquele que sustenta sua existência. (Salmo 68,30)

XXXI. Laudabo nomen Dei cum cantico, et magnificabo eum in laude. (Psalmus LXVIII, XXXI)

31. Louvarei o nome de Deus com um cântico e o engrandecerei com louvor. O louvor nasce quando o coração reconhece a origem eterna de todo bem e transforma a própria existência em resposta de gratidão diante daquele que permanece além de toda mudança. (Salmo 68,31)

R. Salvum me fac, Deus, quoniam intraverunt aquae usque ad animam meam. (Psalmus LXVIII, II)
R. Salva-me, ó Deus, porque as águas chegaram até minha alma. (Salmo 68,2)

III

XXXIII. Videant pauperes et laetentur; quaerite Deum, et vivet anima vestra. (Psalmus LXVIII, XXXIII)

33. Vejam os humildes e alegrem-se; buscai a Deus, e viverá a vossa alma. Aquele que procura o Senhor encontra uma vida que não depende apenas das realidades passageiras, pois a alma recebe uma força interior que nasce da comunhão com a fonte eterna de todo ser. (Salmo 68,33)

XXXIV. Quoniam exaudivit pauperes Dominus, et vinctos suos non despexit. (Psalmus LXVIII, XXXIV)

34. Porque o Senhor escutou os necessitados e não desprezou os seus que estavam aprisionados. Deus contempla o interior de cada criatura e acolhe aqueles que permanecem voltados para Ele, pois nenhuma condição humana está distante de sua presença que cura, sustenta e restaura. (Salmo 68,34)

R. Salvum me fac, Deus, quoniam intraverunt aquae usque ad animam meam. (Psalmus LXVIII, II)
R. Salva-me, ó Deus, porque as águas chegaram até minha alma. (Salmo 68,2)

Reflexão

A alma humana atravessa profundezas onde somente Deus pode oferecer verdadeira segurança.
O clamor do salmista revela o movimento interior daquele que busca retornar à fonte de sua existência.
As águas representam tudo aquilo que ameaça dissolver a serenidade do coração quando este se afasta da luz divina.
A presença do Senhor permanece como fundamento invisível que sustenta cada instante da caminhada humana.
O louvor transforma a fragilidade reconhecida em abertura para uma vida mais elevada e plena.
Quem procura Deus encontra uma realidade interior que não depende das mudanças exteriores.
A confiança no Senhor conduz a alma para uma união mais profunda com a verdade eterna.
Assim, toda existência acolhida por Deus encontra repouso na plenitude daquele que jamais abandona suas criaturas.

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quinta-feira, 30 de julho de 2026

Salmo responsorial Sl 68(69) - 31.07.2026

Sexta-feira, 31 de Julho de 2026
Santo Inácio de Loyola, presbítero, Memória
17ª Semana do Tempo Comum


Psalmus LXVIII (LXIX), V, VIII-X, XIV (R. XIVc)

I

V. Multiplicati sunt super capillos capitis mei qui oderunt me gratis. Confortati sunt qui persecuti sunt me inimici mei injuste; quae non rapui, tunc exsolvebam. (Psalmus LXVIII, V)

5. Multiplicaram-se mais do que os cabelos da minha cabeça aqueles que me odeiam sem motivo. Tornaram-se fortes os que me perseguem injustamente. Fui levado a restituir até aquilo que nunca tomei. No íntimo, porém, permanece a certeza de que a verdade não depende do julgamento humano, mas da luz que procede de Deus e permanece incorruptível. (Salmo 68, 5)

R. Exaudi me, Domine, in veritate salutis tuae. (Psalmus LXVIII, XIVc)

R. Ouvi-me, Senhor, na verdade da vossa salvação, pois somente a vossa presença sustenta a alma que permanece fiel ao chamado eterno. (Salmo 68, 14c)

II

VIII. Quoniam propter te sustinui opprobrium; operuit confusio faciem meam. (Psalmus LXVIII, VIII)

8. Por causa de vós suportei o opróbrio, e a vergonha cobriu o meu rosto. Entretanto, aquele que permanece unido ao Senhor descobre que nenhuma humilhação pode obscurecer a luz que Deus acende no mais profundo da alma. (Salmo 68, 8)

IX. Extraneus factus sum fratribus meis, et peregrinus filiis matris meae. (Psalmus LXVIII, IX)

9. Tornei-me estranho para os meus irmãos e peregrino entre os filhos de minha mãe. Ainda assim, a comunhão com Deus conduz o coração a uma morada que jamais lhe poderá ser tirada. (Salmo 68, 9)

R. Exaudi me, Domine, in veritate salutis tuae. (Psalmus LXVIII, XIVc)

R. Ouvi-me, Senhor, na verdade da vossa salvação, pois somente a vossa presença sustenta a alma que permanece fiel ao chamado eterno. (Salmo 68, 14c)

III

X. Quoniam zelus domus tuae comedit me, et opprobria exprobrantium tibi ceciderunt super me. (Psalmus LXVIII, X)

10. O zelo por vossa casa consumiu todo o meu ser, e sobre mim caíram os insultos dirigidos contra vós. Quando o coração se entrega inteiramente ao Senhor, até as provações tornam-se caminho de purificação e plenitude. (Salmo 68, 10)

XIV. Ego vero orationem meam ad te, Domine; tempus beneplaciti, Deus. In multitudine misericordiae tuae, exaudi me in veritate salutis tuae. (Psalmus LXVIII, XIV)

14. Eu, porém, elevo a vós a minha oração, Senhor. No tempo da vossa benevolência, respondei-me segundo a abundância de vossa misericórdia e a verdade de vossa salvação. Assim, a alma encontra repouso na fidelidade que jamais conhece ocaso. (Salmo 68, 14)

R. Exaudi me, Domine, in veritate salutis tuae. (Psalmus LXVIII, XIVc)

R. Ouvi-me, Senhor, na verdade da vossa salvação, pois somente a vossa presença sustenta a alma que permanece fiel ao chamado eterno. (Salmo 68, 14c)

Reflexão

A alma amadurece quando aprende a permanecer firme na verdade que não depende das circunstâncias.
O silêncio fecundo conserva aquilo que o ruído do mundo jamais pode alcançar.
Toda fidelidade atravessa provações antes de revelar plenamente sua beleza.
A presença de Deus transforma a dor em caminho de purificação e de crescimento interior.
O coração que permanece voltado para o Alto descobre uma paz que nenhuma oposição consegue destruir.
A oração conduz o espírito para além das mudanças do tempo e o estabelece na permanência da verdade.
Cada prova acolhida com confiança torna-se ocasião para uma comunhão mais profunda com o Senhor.
Assim, a vida encontra sua verdadeira plenitude quando permanece unida Àquele que é eterno e imutável.

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quarta-feira, 29 de julho de 2026

Salmo responsorial Sl 145(146) - 30.07.2026

Quinta-feira, 30 de Julho de 2026

17ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)


“Liturgia da Palavra com Evangelho do dia e reflexões espirituais para uso litúrgico, filosoficamente profundas, para fortalecer a fé e a vida diária, usando a Bíblia Sacra juxta Vulgatam Clementinam.”



Psalmus Responsorius

Psalmus CXLV, I-II. III-IV. V-VI

R. Beatus cujus Deus Jacob adjutor ejus. (Psalmus CXLV, V)

R. Feliz aquele cujo auxílio está no Deus de Jacó. (Salmo 145,5)

I

I. Lauda, anima mea, Dominum; laudabo Dominum in vita mea, psallam Deo meo quamdiu fuero. (Psalmus CXLV, I)

1. Louva, ó minha alma, o Senhor. Louvarei o Senhor durante toda a minha vida e cantarei louvores ao meu Deus enquanto existir, porque somente nEle o ser encontra sua verdadeira estabilidade. (Salmo 145,1)

II. Nolite confidere in principibus, in filiis hominum, in quibus non est salus. (Psalmus CXLV, II)

2. Não coloqueis vossa confiança nos poderosos nem nos filhos dos homens, nos quais não existe salvação. A verdadeira segurança nasce da comunhão com Aquele que permanece para além de toda fragilidade. (Salmo 145,2)

R. Beatus cujus Deus Jacob adjutor ejus. (Psalmus CXLV, V)

R. Feliz aquele cujo auxílio está no Deus de Jacó. (Salmo 145,5)

II

III. Exibit spiritus ejus, et revertetur in terram suam; in illa die peribunt omnes cogitationes eorum. (Psalmus CXLV, III)

3. O espírito do homem parte e ele retorna ao pó, e naquele mesmo dia cessam todos os seus desígnios. Assim se revela a fragilidade de tudo o que não permanece unido ao Eterno. (Salmo 145,3)

IV. Beatus cujus Deus Jacob adjutor ejus, spes ejus in Domino Deo ipsius. (Psalmus CXLV, IV)

4. Feliz aquele cujo auxílio está no Deus de Jacó e cuja esperança repousa no Senhor seu Deus, pois seu coração permanece firmado na presença que jamais conhece mudança. (Salmo 145,4)

R. Beatus cujus Deus Jacob adjutor ejus. (Psalmus CXLV, V)

R. Feliz aquele cujo auxílio está no Deus de Jacó. (Salmo 145,5)

III

V. Qui fecit caelum et terram, mare et omnia quae in eis sunt; qui custodit veritatem in saeculum. (Psalmus CXLV, V)

5. Ele fez o céu, a terra, o mar e tudo o que neles existe, permanecendo fiel à verdade para sempre. Toda a criação encontra nEle sua origem, sua sustentação e seu cumprimento. (Salmo 145,5)

VI. Facit judicium injuriam patientibus; dat escam esurientibus. Dominus solvit compeditos. (Psalmus CXLV, VI)

6. O Senhor manifesta sua justiça segundo a perfeita verdade, sustenta os necessitados e liberta aqueles que se encontram presos às cadeias que obscurecem o coração, conduzindo-os à plenitude da vida que procede dEle. (Salmo 145,6)

R. Beatus cujus Deus Jacob adjutor ejus. (Psalmus CXLV, V)

R. Feliz aquele cujo auxílio está no Deus de Jacó. (Salmo 145,5)

Reflexão

Toda a criação encontra sua consistência naquele que permanece imutável.
A alma amadurece quando deixa de buscar segurança no que é passageiro.
A verdadeira esperança nasce da comunhão com a presença que sustenta o ser.
O coração recolhido aprende a discernir aquilo que possui permanência.
A fidelidade de Deus atravessa toda mudança sem jamais diminuir.
Quem se volta para a verdade descobre uma paz que nenhuma circunstância pode retirar.
A existência alcança sua unidade quando permanece orientada para sua origem eterna.
Nesse encontro silencioso, a alma contempla a plenitude para a qual foi criada.

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terça-feira, 28 de julho de 2026

Salmo responsorial Sl 33(34) - 29.07.2026

Quarta-feira, 29 de Julho de 2026
Santos Marta, Maria e Lázaro, Memória
17ª Semana do Tempo Comum


Psalmus Responsorius

Psalmus XXXIII, II-III. IV-V. VI-VII. VIII-IX. X-XI

R. Gustate, et videte quoniam suavis est Dominus. (Psalmus XXXIII, IX)

R. Provai e vede como o Senhor é bom. (Salmo 33,9)

I

II. Benedicam Dominum in omni tempore, semper laus ejus in ore meo. (Psalmus XXXIII, II)

2. Bendirei o Senhor em todo o tempo. Seu louvor permanecerá continuamente em meus lábios, pois a alma que contempla o Eterno aprende a transformar cada instante em permanente ação de graças. (Salmo 33,2)

III. In Domino laudabitur anima mea, audiant mansueti, et lætentur. (Psalmus XXXIII, III)

3. Minha alma encontra sua verdadeira glória no Senhor. Ouçam os corações humildes e alegrem-se, porque toda alegria que nasce da presença divina permanece além das mudanças do mundo. (Salmo 33,3)

R. Gustate, et videte quoniam suavis est Dominus. (Psalmus XXXIII, IX)

R. Provai e vede como o Senhor é bom. (Salmo 33,9)

II

IV. Magnificate Dominum mecum, et exaltemus nomen ejus in idipsum. (Psalmus XXXIII, IV)

4. Proclamai comigo a grandeza do Senhor e elevemos, unidos, o seu santo Nome, pois toda alma encontra sua verdadeira medida quando se volta para Aquele que jamais muda. (Salmo 33,4)

V. Exquisivi Dominum, et exaudivit me, et ex omnibus tribulationibus meis eripuit me. (Psalmus XXXIII, V)

5. Busquei o Senhor, e Ele me ouviu. Libertou-me de toda angústia, conduzindo meu coração para uma paz que nenhuma adversidade consegue destruir. (Salmo 33,5)

R. Gustate, et videte quoniam suavis est Dominus. (Psalmus XXXIII, IX)

R. Provai e vede como o Senhor é bom. (Salmo 33,9)

III

VI. Accedite ad eum, et illuminamini, et facies vestræ non confundentur. (Psalmus XXXIII, VI)

6. Aproximai-vos do Senhor e sereis iluminados. A luz que procede de sua presença purifica o olhar interior e jamais permitirá que a esperança seja confundida. (Salmo 33,6)

VII. Iste pauper clamavit, et Dominus exaudivit eum, et de omnibus tribulationibus ejus salvavit eum. (Psalmus XXXIII, VII)

7. Este pobre clamou, e o Senhor o ouviu. Em todas as suas aflições encontrou o amparo daquele cuja fidelidade nunca abandona os que nele confiam. (Salmo 33,7)

R. Gustate, et videte quoniam suavis est Dominus. (Psalmus XXXIII, IX)

R. Provai e vede como o Senhor é bom. (Salmo 33,9)

IV

VIII. Immittet Angelus Domini in circuitu timentium eum, et eripiet eos. (Psalmus XXXIII, VIII)

8. O Anjo do Senhor permanece ao redor daqueles que o reverenciam e os guarda, pois a presença divina envolve silenciosamente aqueles que perseveram na fidelidade. (Salmo 33,8)

IX. Gustate, et videte quoniam suavis est Dominus; beatus vir qui sperat in eo. (Psalmus XXXIII, IX)

9. Provai e vede como o Senhor é bom. Feliz aquele que nele deposita toda a sua confiança, porque encontra uma plenitude que nenhuma realidade passageira pode oferecer. (Salmo 33,9)

R. Gustate, et videte quoniam suavis est Dominus. (Psalmus XXXIII, IX)

R. Provai e vede como o Senhor é bom. (Salmo 33,9)

V

X. Timete Dominum, omnes sancti ejus, quoniam non est inopia timentibus eum. (Psalmus XXXIII, X)

10. Reverenciai o Senhor, vós todos os seus santos, porque nada falta àqueles que vivem na fidelidade diante de sua presença. (Salmo 33,10)

XI. Divites eguerunt et esurierunt; inquirentes autem Dominum non minuentur omni bono. (Psalmus XXXIII, XI)

11. Os poderosos conheceram a carência e a fome, mas aqueles que buscam o Senhor jamais serão privados do verdadeiro bem, pois recebem aquilo que permanece para além de toda transitoriedade. (Salmo 33,11)

R. Gustate, et videte quoniam suavis est Dominus. (Psalmus XXXIII, IX)

R. Provai e vede como o Senhor é bom. (Salmo 33,9)

Reflexão

Toda busca sincera pelo Senhor conduz a alma para uma profundidade onde o ser encontra sua verdadeira estabilidade. O louvor deixa de ser apenas uma palavra pronunciada e torna-se uma disposição permanente do coração. Quem contempla a bondade divina aprende que a verdadeira riqueza não depende das realidades passageiras, mas da comunhão com Aquele que sustenta todas as coisas. A luz recebida do Alto ilumina a inteligência, fortalece a vontade e pacifica os afetos. Assim, a existência adquire unidade interior e permanece firme diante das mudanças do mundo. A confiança no Senhor transforma a provação em ocasião de amadurecimento espiritual. O coração descobre que a presença divina jamais se afasta daquele que a busca com sinceridade. Nessa permanência silenciosa, a alma encontra a plenitude para a qual foi criada.

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segunda-feira, 27 de julho de 2026

Salmo responsorial Sl 78(79) - 28.07.2026

Terça-feira, 28 de Julho de 2026
17ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)




Psalmus responsorius

Psalmus LXXVIII, VIII. IX. XI et XIII

I

VIII Ne memineris iniquitatum nostrarum antiquarum; cito anticipent nos misericordiae tuae, quia pauperes facti sumus nimis. (Psalmus LXXVIII, VIII)

8 Não recordes as nossas antigas iniquidades; que a tua misericórdia nos preceda depressa, pois nos tornamos extremamente pobres diante de ti. (Salmo 78,8)

R. Et propitius esto peccatis nostris propter nomen tuum. (Psalmus LXXVIII, IXbc)
R. E sê benigno para com os nossos pecados por causa do teu nome. (Salmo 78,9bc)

II

IX Adjuva nos, Deus salutaris noster, et propter gloriam nominis tui, Domine, libera nos: et propitius esto peccatis nostris propter nomen tuum. (Psalmus LXXVIII, IX)

9 Socorre-nos, ó Deus, nosso salvador, e, por amor da glória do teu nome, Senhor, livra-nos; e sê benigno para com os nossos pecados por causa do teu nome. (Salmo 78,9)

R. Et propitius esto peccatis nostris propter nomen tuum. (Psalmus LXXVIII, IXbc)
R. E sê benigno para com os nossos pecados por causa do teu nome. (Salmo 78,9bc)

III

XI Introeat in conspectu tuo gemitus compeditorum: secundum magnitudinem brachii tui, posside filios mortificatorum. (Psalmus LXXVIII, XI)

11 Que o gemido dos cativos suba até a tua presença; segundo a grandeza do teu braço, sustenta e guarda os filhos daqueles que pereceram. (Salmo 78,11)

R. Et propitius esto peccatis nostris propter nomen tuum. (Psalmus LXXVIII, IXbc)
R. E sê benigno para com os nossos pecados por causa do teu nome. (Salmo 78,9bc)

IV

XIII Nos autem populus tuus, et oves pascuae tuae, confitebimur tibi in saeculum: in generationem et generationem annuntiabimus laudem tuam. (Psalmus LXXVIII, XIII)

13 Nós, porém, teu povo e as ovelhas do teu pasto, te bendiremos para sempre; de geração em geração anunciaremos o teu louvor. (Salmo 78,13)

R. Et propitius esto peccatis nostris propter nomen tuum. (Psalmus LXXVIII, IXbc)
R. E sê benigno para com os nossos pecados por causa do teu nome. (Salmo 78,9bc)

Reflexão

A alma humana não se completa na pressa dos dias, mas na escuta que permanece diante de Deus.
A misericórdia precede o coração antes mesmo que ele saiba pedir.
Tudo o que é ferido amadurece quando é recolhido pela presença divina.
O gemido interior torna-se oração quando atravessa o silêncio com confiança.
O ser encontra sua firmeza quando repousa na verdade que não passa.
Nada é plenamente perdido quando permanece confiado ao braço do Altíssimo.
A pobreza espiritual abre espaço para a abundância da graça.
Quem persevera na aliança aprende que a plenitude nasce do retorno à fonte eterna.

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domingo, 26 de julho de 2026

Salmo responsorial Dt 32 - 27.07.2026


Psalmus responsorius Deuteronomium XXXII, XVIII-XXI

Canticum responsorium Deuteronomii XXXII, XVIII-XXI

I

Deum qui te genuit dereliquisti, et oblitus es Domini creatoris tui. (Psalmus XXXII, XVIII)

Abandonaste o Deus que te gerou e esqueceste o Senhor, teu Criador, afastando-te da fonte primeira de tua existência e perdendo a consciência da presença que sustenta teu ser desde a origem. (Salmo 32,18)

Vidit Dominus, et ad iracundiam concitatus est, quia provocaverunt eum filii sui et filiae. (Psalmus XXXII, XIX)

O Senhor contemplou e entristeceu-se profundamente, porque seus filhos e suas filhas afastaram-se da comunhão com Ele, recusando reconhecer a ordem interior que conduz a criação ao seu verdadeiro fim. (Salmo 32,19)

R. Memor esto dierum antiquorum, considera generationes singulas. (Psalmus XXXII, VII)
R. Recorda os tempos antigos e contempla as gerações passadas, reconhecendo a presença divina que atravessa todos os momentos da existência. (Salmo 32,7)

II

Et ait: Abscondam faciem meam ab eis, et considerabo novissima eorum: generatio enim perversa est, et infideles filii. (Psalmus XXXII, XX)

E disse o Senhor: ocultarei deles a minha face e contemplarei o seu destino, pois esta é uma geração que se desviou interiormente e filhos que perderam a fidelidade à verdade recebida. (Salmo 32,20)

Ipsi me provocaverunt in eo qui non erat Deus, et irritaverunt in vanitatibus suis: et ego provocabo eos in eo qui non est populus, et in gente stulta irritabo illos. (Psalmus XXXII, XXI)

Eles provocaram-me ao seguir aquilo que não era Deus e despertaram sua própria inquietação por realidades vazias. Assim conhecerão a fragilidade daquilo que escolheram, para que reconheçam novamente a plenitude da origem verdadeira. (Salmo 32,21)

R. Memor esto dierum antiquorum, considera generationes singulas. (Psalmus XXXII, VII)
R. Recorda os tempos antigos e contempla as gerações passadas, reconhecendo a presença divina que permanece como fundamento de todas as coisas. (Salmo 32,7)

Reflexão

A alma humana encontra sua estabilidade quando retorna à fonte de onde recebeu sua existência.
O esquecimento da origem conduz o ser à dispersão interior e ao afastamento da verdade.
A memória espiritual revela que cada instante está unido ao princípio que sustenta todas as coisas.
A contemplação das gerações passadas conduz ao reconhecimento da ordem divina presente na criação.
O coração amadurece quando abandona as ilusões passageiras e busca aquilo que permanece.
A presença de Deus não desaparece, mesmo quando o ser humano se distancia de sua luz.
O retorno interior é o caminho pelo qual a criatura reencontra sua verdadeira harmonia.
Na fidelidade à origem divina, o ser descobre a plenitude para a qual foi chamado.

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