Segunda-feira, 4 de Maio de 2026
Psalmus Responsorius
Psalmus CXIII B, I-II. III-IV. XV-XVI (R. I)
I
Non nobis, Domine, non nobis, sed nomini tuo da gloriam super misericordia tua et veritate tua (Psalmus CXIII B, I)
1. Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao teu Nome pertence toda manifestação de glória, pois é na tua presença que a realidade encontra seu fundamento e sua verdade permanente (Salmo 113B,1)
Quare dicent gentes Ubi est Deus eorum (Psalmus CXIII B, II)
2. Por que perguntam as nações onde está o seu Deus, se Ele não se revela como objeto externo, mas como presença que sustenta tudo o que existe (Salmo 113B,2)
R. I Non nobis, Domine, non nobis, sed nomini tuo da gloriam (Psalmus CXIII B, I)
R. I Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao teu Nome dai a glória (Salmo 113B,1)
II
Deus autem noster in caelo omnia quaecumque voluit fecit (Psalmus CXIII B, III)
3. Nosso Deus não está limitado a um lugar, mas se manifesta como princípio absoluto que realiza tudo segundo sua vontade, sem depender das condições do mundo visível (Salmo 113B,3)
Simulacra gentium argentum et aurum opera manuum hominum (Psalmus CXIII B, IV)
4. As formas criadas pelas mãos humanas refletem apenas aparência, incapazes de conter a realidade viva que não pode ser reduzida ao que é visível (Salmo 113B,4)
R. II Non nobis, Domine, non nobis, sed nomini tuo da gloriam (Psalmus CXIII B, I)
R. II Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao teu Nome dai a glória (Salmo 113B,1)
III
Benedicti vos a Domino qui fecit caelum et terram (Psalmus CXIII B, XV)
15. Benditos sois pelo Senhor que cria e sustenta tudo, não como evento distante, mas como presença contínua que mantém o ser em sua plenitude (Salmo 113B,15)
Caelum caeli Domino terram autem dedit filiis hominum (Psalmus CXIII B, XVI)
16. Os céus pertencem ao Senhor como expressão da plenitude, enquanto a terra é confiada ao ser humano como espaço de reconhecimento dessa presença que o envolve (Salmo 113B,16)
R. III Non nobis, Domine, non nobis, sed nomini tuo da gloriam (Psalmus CXIII B, I)
R. III Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao teu Nome dai a glória (Salmo 113B,1)
IV
R. IV Non nobis, Domine, non nobis, sed nomini tuo da gloriam (Psalmus CXIII B, I)
R. IV Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao teu Nome dai a glória (Salmo 113B,1)
Reflexão:
A glória não pertence ao que aparece, mas àquilo que sustenta silenciosamente toda manifestação. O olhar que se fixa apenas no exterior perde a origem que dá sentido a tudo. O ser humano é chamado a reconhecer o que não se vê, mas que torna possível toda visão. Aquilo que é criado não pode substituir a fonte que o origina. A presença verdadeira não se limita a formas nem a lugares. Quando o interior se aquieta, torna-se possível perceber o que sempre esteve presente. A realidade mais profunda não se impõe, mas se revela. E nessa revelação, tudo encontra unidade e sentido.
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