domingo, 10 de maio de 2026

Salmo Responsorial: 149 - 11.05.2026

 


Psalmus Responsorius CXLIX

Cantate Domino canticum novum laus eius in ecclesia sanctorum.
(Psalmus CXLIX, I)

Que a alma eleve um cântico interior à presença eterna e reconheça silenciosamente a luz divina que sustenta toda a existência.
(Salmo 149,1)

R. Dominus diligit populum suum.
(Psalmus CXLIX, IV)

O Senhor ama aqueles que permanecem unidos à verdade eterna e conduz a consciência vigilante à serenidade incorruptível da alma.
(Salmo 149,4)

I. Laetetur Israel in eo qui fecit eum et filii Sion exultent in rege suo.
(Psalmus CXLIX, II)

1. A consciência desperta alegra-se na presença daquele que sustenta invisivelmente toda a criação e conduz a alma à plenitude interior.
(Salmo 149,2)

R. Dominus diligit populum suum.
(Psalmus CXLIX, IV)

O Senhor ama aqueles que permanecem unidos à verdade eterna e conduz a consciência vigilante à serenidade incorruptível da alma.
(Salmo 149,4)

II. Laudent nomen eius in choro in tympano et psalterio psallant ei.
(Psalmus CXLIX, III)

2. Que toda a existência manifeste harmonia interior diante da presença divina e reconheça a ordem eterna que ilumina silenciosamente a alma.
(Salmo 149,3)

R. Dominus diligit populum suum.
(Psalmus CXLIX, IV)

O Senhor ama aqueles que permanecem unidos à verdade eterna e conduz a consciência vigilante à serenidade incorruptível da alma.
(Salmo 149,4)

III. Quia beneplacitum est Domino in populo suo et exaltabit mansuetos in salutem.
(Psalmus CXLIX, IV)

3. O Senhor eleva interiormente aqueles que conservam serenidade e vigilância, fortalecendo a alma na permanência da verdade incorruptível.
(Salmo 149,4)

R. Dominus diligit populum suum.
(Psalmus CXLIX, IV)

O Senhor ama aqueles que permanecem unidos à verdade eterna e conduz a consciência vigilante à serenidade incorruptível da alma.
(Salmo 149,4)

IV. Exultabunt sancti in gloria laetabuntur in cubilibus suis exaltationes Dei in gutture eorum.
(Psalmus CXLIX, V-VI)

4. A alma recolhida encontra alegria profunda quando repousa silenciosamente na presença divina que permanece acima das mudanças transitórias do mundo.
(Salmo 149,5-6)

R. Dominus diligit populum suum.
(Psalmus CXLIX, IV)

O Senhor ama aqueles que permanecem unidos à verdade eterna e conduz a consciência vigilante à serenidade incorruptível da alma.
(Salmo 149,4)

Reflexão sobre o Salmo Responsorial

O salmo conduz a consciência ao reconhecimento da presença divina que sustenta silenciosamente toda a realidade criada.
A verdadeira alegria nasce quando a alma permanece unida à verdade eterna acima das oscilações do mundo passageiro.
O louvor autêntico não se limita às palavras exteriores, mas manifesta a harmonia interior da consciência vigilante.
A serenidade espiritual fortalece o homem para atravessar as mudanças da existência sem perder a estabilidade do coração.
A presença divina ilumina silenciosamente aqueles que conservam humildade e integridade diante da verdade eterna.
A alma amadurecida aprende a repousar na luz incorruptível que permanece além das inquietações humanas.
O espírito encontra plenitude quando reconhece que toda existência está sustentada por uma realidade invisível e eterna.
Assim, o homem alcança profunda paz interior ao conservar sua consciência unida à presença divina que jamais se corrompe.

Psalmus Responsorius CXLIX

Cantate Domino canticum novum laus eius in ecclesia sanctorum.
(Psalmus CXLIX, I)

Que a alma eleve um cântico interior à presença eterna e reconheça silenciosamente a luz divina que sustenta toda a existência.
(Salmo 149,1)

R. Dominus diligit populum suum.
(Psalmus CXLIX, IV)

O Senhor ama aqueles que permanecem unidos à verdade eterna e conduz a consciência vigilante à serenidade incorruptível da alma.
(Salmo 149,4)

I. Laetetur Israel in eo qui fecit eum et filii Sion exultent in rege suo.
(Psalmus CXLIX, II)

1. A consciência desperta alegra-se na presença daquele que sustenta invisivelmente toda a criação e conduz a alma à plenitude interior.
(Salmo 149,2)

R. Dominus diligit populum suum.
(Psalmus CXLIX, IV)

O Senhor ama aqueles que permanecem unidos à verdade eterna e conduz a consciência vigilante à serenidade incorruptível da alma.
(Salmo 149,4)

II. Laudent nomen eius in choro in tympano et psalterio psallant ei.
(Psalmus CXLIX, III)

2. Que toda a existência manifeste harmonia interior diante da presença divina e reconheça a ordem eterna que ilumina silenciosamente a alma.
(Salmo 149,3)

R. Dominus diligit populum suum.
(Psalmus CXLIX, IV)

O Senhor ama aqueles que permanecem unidos à verdade eterna e conduz a consciência vigilante à serenidade incorruptível da alma.
(Salmo 149,4)

III. Quia beneplacitum est Domino in populo suo et exaltabit mansuetos in salutem.
(Psalmus CXLIX, IV)

3. O Senhor eleva interiormente aqueles que conservam serenidade e vigilância, fortalecendo a alma na permanência da verdade incorruptível.
(Salmo 149,4)

R. Dominus diligit populum suum.
(Psalmus CXLIX, IV)

O Senhor ama aqueles que permanecem unidos à verdade eterna e conduz a consciência vigilante à serenidade incorruptível da alma.
(Salmo 149,4)

IV. Exultabunt sancti in gloria laetabuntur in cubilibus suis exaltationes Dei in gutture eorum.
(Psalmus CXLIX, V-VI)

4. A alma recolhida encontra alegria profunda quando repousa silenciosamente na presença divina que permanece acima das mudanças transitórias do mundo.
(Salmo 149,5-6)

R. Dominus diligit populum suum.
(Psalmus CXLIX, IV)

O Senhor ama aqueles que permanecem unidos à verdade eterna e conduz a consciência vigilante à serenidade incorruptível da alma.
(Salmo 149,4)

Reflexão sobre o Salmo Responsorial

O salmo conduz a consciência ao reconhecimento da presença divina que sustenta silenciosamente toda a realidade criada.
A verdadeira alegria nasce quando a alma permanece unida à verdade eterna acima das oscilações do mundo passageiro.
O louvor autêntico não se limita às palavras exteriores, mas manifesta a harmonia interior da consciência vigilante.
A serenidade espiritual fortalece o homem para atravessar as mudanças da existência sem perder a estabilidade do coração.
A presença divina ilumina silenciosamente aqueles que conservam humildade e integridade diante da verdade eterna.
A alma amadurecida aprende a repousar na luz incorruptível que permanece além das inquietações humanas.
O espírito encontra plenitude quando reconhece que toda existência está sustentada por uma realidade invisível e eterna.
Assim, o homem alcança profunda paz interior ao conservar sua consciência unida à presença divina que jamais se corrompe.

Salmo Responsorial: 65(66) - 10.05.2026

6º DOMINGO DA PÁSCOA


Psalmus Responsorius LXV

Iubilate Deo omnis terra, psalmum dicite nomini eius glorificate laudem eius.
(Psalmus LXV, II)

Que toda a existência reconheça a presença eterna que sustenta o ser e eleve a consciência à harmonia silenciosa da luz incorruptível.
(Salmo 65,2)

R. Iubilate Deo omnis terra.
(Psalmus LXV, II)
(Salmo 65,2)

I. Iubilate Deo omnis terra, psalmum dicite nomini eius glorificate laudem eius, dicite Deo quam terribilia sunt opera tua Domine.
(Psalmus LXV, I-III)

1. Que toda consciência desperte para a presença divina e contemple a profundidade invisível das obras eternas que sustentam silenciosamente a criação.
(Salmo 65,1-3)

R. Iubilate Deo omnis terra.
(Psalmus LXV, II)

Que toda a existência reconheça a presença eterna que sustenta o ser e eleve a consciência à harmonia silenciosa da luz incorruptível.
(Salmo 65,2)

II. Omnis terra adoret te et psallat tibi, psalmum dicat nomini tuo. Venite et videte opera Dei, terribilis in consiliis super filios hominum.
(Psalmus LXV, IV-V)

2. Toda alma recolhida reconheça a ordem invisível da verdade eterna e contemple os sinais profundos da presença divina manifestada na existência humana.
(Salmo 65,4-5)

R. Iubilate Deo omnis terra.
(Psalmus LXV, II)

Que toda a existência reconheça a presença eterna que sustenta o ser e eleve a consciência à harmonia silenciosa da luz incorruptível.
(Salmo 65,2)

III. Qui convertit mare in aridam, in flumine pertransibunt pede, ibi laetabimur in ipso. Qui dominatur in virtute sua in aeternum.
(Psalmus LXV, VI-VII)

3. O Senhor conduz a consciência através das instabilidades do mundo e fortalece a alma para permanecer firme diante das mudanças transitórias da existência.
(Salmo 65,6-7)

R. Iubilate Deo omnis terra.
(Psalmus LXV, II)

Que toda a existência reconheça a presença eterna que sustenta o ser e eleve a consciência à harmonia silenciosa da luz incorruptível.
(Salmo 65,2)

IV. Venite audite et narrabo omnes qui timetis Deum quanta fecit animae meae. Benedictus Deus qui non amovit orationem meam et misericordiam suam a me.
(Psalmus LXV, XVI-XX)

4. Aproximai-vos da verdade silenciosa e reconhecei o bem que a presença divina realiza na profundidade da alma perseverante e vigilante.
(Salmo 65,16-20)

R. Iubilate Deo omnis terra.
(Psalmus LXV, II)

Que toda a existência reconheça a presença eterna que sustenta o ser e eleve a consciência à harmonia silenciosa da luz incorruptível.
(Salmo 65,2)

Reflexão sobre o Salmo Responsorial

O salmo conduz a consciência ao reconhecimento da presença divina que sustenta silenciosamente toda a realidade visível e invisível.
A verdadeira alegria nasce quando a alma deixa de depender apenas das mudanças exteriores e repousa na permanência da luz eterna.
Cada obra divina manifesta uma ordem superior que ultrapassa as limitações da percepção puramente material.
A consciência amadurecida aprende a contemplar os acontecimentos da existência com serenidade e recolhimento interior.
O caminho espiritual exige firmeza diante das oscilações do mundo e vigilância constante do coração.
A presença divina transforma interiormente a alma que permanece aberta à verdade e persevera na integridade do ser.
O homem encontra estabilidade quando reconhece que sua existência está sustentada por uma realidade eterna e incorruptível.
Assim, a oração torna-se caminho de união silenciosa com a luz divina que conduz a consciência à plenitude espiritual.

quinta-feira, 7 de maio de 2026

Salmo responsorial Sl 99(100) - 09.05.2026

 

Sábado, 9 de Maio de 2026
5ª Semana da Páscoa


Psalmus XCIX, II.III.V

Responsorium

I

R. Jubilate Domino, omnis terra.
(Psalmus XCIX, II)

R. Aclamai o Senhor, toda a terra, reconhecendo a presença eterna que sustenta invisivelmente toda a criação.
(Salmo 99,2)

Servite Domino in lætitia.
(Psalmus XCIX, II)

Servi ao Senhor na alegria silenciosa da alma que encontrou repouso na plenitude divina.
(Salmo 99,2)

R. Jubilate Domino, omnis terra.
R. Aclamai o Senhor, toda a terra.

II

Intrate in conspectu eius in exsultatione.
(Psalmus XCIX, II)

Entrai diante de Sua presença com júbilo interior, permitindo que o espírito permaneça unido à luz que não se dissolve.
(Salmo 99,2)

R. Jubilate Domino, omnis terra.
R. Aclamai o Senhor, toda a terra.

III

Scitote quoniam Dominus ipse est Deus. Ipse fecit nos, et non ipsi nos.
(Psalmus XCIX, III)

Reconhecei que somente o Senhor é Deus. Foi Ele quem deu origem ao ser humano e o chamou à permanência na verdade eterna.
(Salmo 99,3)

Populus eius, et oves pascuæ eius.
(Psalmus XCIX, III)

Somos Seu povo e rebanho conduzido pela sabedoria invisível que orienta os caminhos da alma.
(Salmo 99,3)

R. Jubilate Domino, omnis terra.
R. Aclamai o Senhor, toda a terra.

IV

Quoniam suavis est Dominus, in æternum misericordia eius, et usque in generationem et generationem veritas eius.
(Psalmus XCIX, V)

Porque o Senhor é plenitude e suavidade eterna. Sua misericórdia atravessa todas as gerações, e Sua verdade permanece acima das mudanças do mundo.
(Salmo 99,5)

R. Jubilate Domino, omnis terra.
R. Aclamai o Senhor, toda a terra.

Reflexão

A alma que reconhece a presença divina deixa de viver aprisionada às instabilidades exteriores.
Existe uma alegria silenciosa que nasce do encontro interior com aquilo que permanece eternamente.
O espírito amadurece quando aprende a repousar na verdade que não se altera com o tempo.
Toda existência encontra sua harmonia quando retorna à origem invisível que a sustenta.
O homem disperso busca segurança nas coisas passageiras, mas a consciência iluminada permanece firme no eterno.
A verdadeira serenidade surge quando o coração reconhece que tudo procede da plenitude divina.
A misericórdia do Senhor atravessa as gerações porque não pertence às limitações humanas.
Quem contempla essa presença interior caminha pelo mundo sustentado por uma paz que jamais se dissolve.

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quarta-feira, 6 de maio de 2026

Salmo responsorial Sl 56(57) - 08.05.2026

 

Sexta-feira, 8 de Maio de 2026
5ª Semana da Páscoa


Psalmus Responsorius

Psalmus LVI, VIII-IX, X-XII

I
Paratum cor meum, Deus, paratum cor meum; cantabo et psalmum dicam (Psalmus LVI, VIII)
8 Firme está o meu interior, ó Deus, firme está, e nele brota um cântico que não nasce do tempo, mas da profundidade que sustenta o ser (Salmo 56,8)

Exsurge, gloria mea; exsurge, psalterium et cithara; exsurgam diluculo (Psalmus LVI, IX)
9 Desperta o que em mim permanece elevado, desperta, e faz-me erguer para além do instante, onde a consciência se ilumina sem depender da aurora visível (Salmo 56,9)

R. Confitebor tibi in populis, Domine (Psalmus LVI, X)
R. Eu vos darei graças entre os povos, Senhor, pois o reconhecimento se expande quando o interior encontra sua fonte (Salmo 56,10)

II
Confitebor tibi in populis, Domine, et psallam tibi in gentibus (Psalmus LVI, X)
10 Eu vos louvo entre os povos, Senhor, e o louvor se torna manifestação daquilo que não se limita ao exterior, mas se revela como plenitude interior (Salmo 56,10)

R. Confitebor tibi in populis, Domine (Psalmus LVI, X)
R. Eu vos darei graças entre os povos, Senhor, pois o reconhecimento se expande quando o interior encontra sua fonte (Salmo 56,10)

III
Quoniam magnificata est usque ad caelos misericordia tua, et usque ad nubes veritas tua (Psalmus LVI, XI)
11 Pois a vossa misericórdia se eleva além de toda medida, e a vossa verdade permanece como aquilo que sustenta tudo, sem se dissolver (Salmo 56,11)

R. Confitebor tibi in populis, Domine (Psalmus LVI, X)
R. Eu vos darei graças entre os povos, Senhor, pois o reconhecimento se expande quando o interior encontra sua fonte (Salmo 56,10)

IV
Exaltare super caelos, Deus, et super omnem terram gloria tua (Psalmus LVI, XII)
12 Eleva-te acima de tudo, ó Deus, e manifesta a tua presença em toda a extensão do ser, onde nada permanece fora da tua realidade (Salmo 56,12)

R. Confitebor tibi in populis, Domine (Psalmus LVI, X)
R. Eu vos darei graças entre os povos, Senhor, pois o reconhecimento se expande quando o interior encontra sua fonte (Salmo 56,10)

Reflexão
Quando o interior se firma, não há oscilação diante das mudanças
O canto que surge não depende de circunstâncias, mas de uma presença constante
Despertar é reconhecer o que já está plenamente ativo no íntimo
A verdadeira elevação não se mede por altura, mas por profundidade
O louvor nasce quando há consonância entre o ser e sua origem
Aquilo que é verdadeiro não se altera com o tempo
Há uma ordem que sustenta tudo sem esforço
E nela, o existir encontra repouso e clareza contínua

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Salmo responsorial Sl 95(96) - 07.05.2026

 Quinta-feira, 7 de Maio de 2026

5ª Semana da Páscoa



Psalmus Responsorius, XCV, I-IIa.IIb-III.X

I Cantate Domino canticum novum cantate Domino omnis terra (Psalmus XCV, I)
1 Cantai ao Senhor um cântico novo, onde o ser se renova na fonte que não se esgota e reconhece a origem que o sustenta (Salmo 95,1)

II Cantate Domino et benedicite nomini eius (Psalmus XCV, IIa)
2 Cantai ao Senhor e bendizei o seu nome, acolhendo no íntimo a presença que permanece e dá sentido a toda existência (Salmo 95,2)

R. Annuntiate inter gentes gloriam eius (Psalmus XCV, III)
R. Anunciai entre as nações a sua glória, como manifestação que se revela no interior e transborda além de toda forma (Salmo 95,3)

II Annuntiate de die in diem salutare eius (Psalmus XCV, IIb)
2 Anunciai de dia em dia a sua salvação, como realidade contínua que se revela no íntimo e não se limita ao tempo que passa (Salmo 95,2)

III Annuntiate inter gentes gloriam eius in omnibus populis mirabilia eius (Psalmus XCV, III)
3 Anunciai entre as nações a sua glória, e entre todos os povos suas maravilhas, como expressão do que se manifesta sem cessar no interior do ser (Salmo 95,3)

R. Annuntiate inter gentes gloriam eius (Psalmus XCV, III)
R. Anunciai entre as nações a sua glória, como manifestação que se revela no interior e transborda além de toda forma (Salmo 95,3)

X Dicite in gentibus quia Dominus regnavit etenim correxit orbem terrae qui non commovebitur iudicabit populos in aequitate (Psalmus XCV, X)
10 Dizei entre as nações que o Senhor reina, pois há uma ordem que sustenta tudo e não se abala, conduzindo cada ser à justa medida no interior (Salmo 95,10)

R. Annuntiate inter gentes gloriam eius (Psalmus XCV, III)
R. Anunciai entre as nações a sua glória, como manifestação que se revela no interior e transborda além de toda forma (Salmo 95,3)

Reflexão:
O cântico novo não nasce da voz exterior, mas do reconhecimento interior do que sempre foi.
Quando o ser se volta para essa origem, descobre uma presença que não se altera.
A proclamação torna-se expressão natural dessa descoberta silenciosa.
Nada precisa ser forçado, pois a verdade se manifesta por si mesma.
Há uma ordem que sustenta tudo sem se impor.
Quem a reconhece vive com estabilidade, mesmo diante das mudanças.
O agir torna-se simples, pois brota de uma unidade interior.
E assim, a existência se alinha ao que permanece além de toda transitoriedade.

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segunda-feira, 4 de maio de 2026

Salmo responsorial Sl 121(122) - 06.05.2026

Quarta-feira, 6 de Maio de 2026
5ª Semana da Páscoa

 


Psalmus CXXI (CXXII), I–V

I
Laetatus sum in his quae dicta sunt mihi In domum Domini ibimus (Psalmus CXXI, I)
1. Alegrei-me quando me disseram iremos à casa do Senhor, pois o chamado interior conduz ao centro onde o ser encontra sua morada verdadeira (Salmo 121,1)
Stantes erant pedes nostri in atriis tuis Ierusalem (Psalmus CXXI, II)
2. Nossos pés já se firmam em teus átrios Jerusalém, indicando que a presença se realiza quando o interior encontra estabilidade no que permanece (Salmo 121,2)
R. Laetatus sum in his quae dicta sunt mihi In domum Domini ibimus
R. Alegrei-me quando me disseram iremos à casa do Senhor (Salmo 121,1)

II
Ierusalem quae aedificatur ut civitas cuius participatio eius in idipsum (Psalmus CXXI, III)
3. Jerusalém edificada como cidade unificada revela a harmonia do ser que se integra naquilo que é uno e indivisível (Salmo 121,3)
Illuc enim ascenderunt tribus tribus Domini testimonium Israel ad confitendum nomini Domini (Psalmus CXXI, IV)
4. Para lá sobem as tribos como testemunho vivo, elevando-se ao reconhecimento do Nome que sustenta toda existência (Salmo 121,4)
R. Laetatus sum in his quae dicta sunt mihi In domum Domini ibimus
R. Alegrei-me quando me disseram iremos à casa do Senhor (Salmo 121,1)

III
Quia illic sederunt sedes in iudicio sedes super domum David (Psalmus CXXI, V)
5. Ali se estabelecem os assentos do discernimento, onde a ordem verdadeira se manifesta e orienta o interior segundo aquilo que é justo e permanente (Salmo 121,5)
R. Laetatus sum in his quae dicta sunt mihi In domum Domini ibimus
R. Alegrei-me quando me disseram iremos à casa do Senhor (Salmo 121,1)

IV
Laetatus sum in his quae dicta sunt mihi In domum Domini ibimus (Psalmus CXXI, I)
1. Alegrei-me quando me disseram iremos à casa do Senhor, pois o retorno ao centro é sempre um chamado à plenitude do ser (Salmo 121,1)
R. Laetatus sum in his quae dicta sunt mihi In domum Domini ibimus
R. Alegrei-me quando me disseram iremos à casa do Senhor (Salmo 121,1)

Reflexão:
A verdadeira alegria nasce quando o ser reconhece sua origem.
O caminho não conduz a um lugar exterior, mas a um centro que sempre esteve presente.
A subida indica um movimento interior de elevação e recolhimento.
A unidade não se constrói, mas se revela quando a dispersão cessa.
O discernimento surge quando o olhar se fixa no que permanece.
A ordem interior não depende de circunstâncias, mas de alinhamento com o essencial.
A presença se torna estável quando o ser encontra sua morada no que não passa.
Assim, a vida se realiza como retorno contínuo ao fundamento que a sustenta.

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domingo, 3 de maio de 2026

Salmo responsorial Sl 144(145) - 05.05.2026

Terça-feira, 5 de Maio de 2026
5ª Semana da Páscoa


 Psalmus Responsorius

Psalmus CXLIV, X-XI, XII-XIIIA, XXI

1
X. Confiteantur tibi, Domine, omnia opera tua, et sancti tui benedicant tibi. (Psalmus CXLIV, X)
10. Que todas as obras reconheçam em ti a origem de tudo, e aqueles que despertam para essa presença proclamem a plenitude que sustenta o ser. (Salmo 144, 10)

XI. Gloriam regni tui dicent, et potentiam tuam loquentur. (Psalmus CXLIV, XI)
11. Anunciem a glória que não se limita ao visível, e expressem a força que mantém tudo em unidade além das mudanças. (Salmo 144, 11)

R. Ut notam faciant hominibus potentiam tuam et gloriam magnificentiae regni tui. (Psalmus CXLIV, XII)
R. Para que se torne conhecida a força que sustenta todas as coisas e a grandeza da presença que tudo envolve e conduz. (Salmo 144, 12)

2
XII. Ut notam faciant hominibus potentiam tuam et gloriam magnificentiae regni tui. (Psalmus CXLIV, XII)
12. Para que seja reconhecida a ação que atravessa tudo e revela uma ordem que não se dissolve. (Salmo 144, 12)

XIIIA. Regnum tuum regnum omnium saeculorum, et dominatio tua in omni generatione et generationem. (Psalmus CXLIV, XIIIA)
13. O teu domínio não se limita ao tempo, mas permanece íntegro em todas as gerações, sustentando o que existe além da sucessão dos instantes. (Salmo 144, 13)

R. Ut notam faciant hominibus potentiam tuam et gloriam magnificentiae regni tui. (Psalmus CXLIV, XII)
R. Para que se torne conhecida a força que sustenta todas as coisas e a grandeza da presença que tudo envolve e conduz. (Salmo 144, 12)

3
X. Confiteantur tibi, Domine, omnia opera tua, et sancti tui benedicant tibi. (Psalmus CXLIV, X)
10. Tudo o que existe retorna ao reconhecimento da fonte, onde o ser encontra sua origem e sua continuidade. (Salmo 144, 10)

XI. Gloriam regni tui dicent, et potentiam tuam loquentur. (Psalmus CXLIV, XI)
11. A manifestação dessa glória não se esgota na palavra, mas revela aquilo que permanece além de toda forma transitória. (Salmo 144, 11)

R. Ut notam faciant hominibus potentiam tuam et gloriam magnificentiae regni tui. (Psalmus CXLIV, XII)
R. Para que se torne conhecida a força que sustenta todas as coisas e a grandeza da presença que tudo envolve e conduz. (Salmo 144, 12)

4
XXI. Laus mea Domino loquetur, et benedicat omnis caro nomini sancto eius in saeculum et in saeculum saeculi. (Psalmus CXLIV, XXI)
21. Que toda expressão do ser se volte para aquilo que não se altera, reconhecendo na plenitude da presença o sentido que não se desfaz. (Salmo 144, 21)

R. Ut notam faciant hominibus potentiam tuam et gloriam magnificentiae regni tui. (Psalmus CXLIV, XII)
R. Para que se torne conhecida a força que sustenta todas as coisas e a grandeza da presença que tudo envolve e conduz. (Salmo 144, 12)

Reflexão:
Toda criação aponta para uma origem que não se limita ao visível.
O que é reconhecido como força não se impõe, mas sustenta silenciosamente.
Há uma continuidade que atravessa todas as gerações sem se fragmentar.
O ser encontra repouso quando percebe essa permanência.
A glória não está no que passa, mas no que permanece íntegro.
Cada expressão autêntica revela algo dessa presença.
Nada do que é verdadeiro se perde no fluxo das mudanças.
E, assim, tudo converge para uma unidade que não se dissolve.

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