Segunda-feira, 25 de Maio de 2026
Psalmus responsorius
Psalmus LXXXVI (LXXXVII)
I
Fundamenta eius in montibus sanctis: diligit Dominus portas Sion super omnia tabernacula Iacob. (Psalmus LXXXVI, I-II)
1. Os seus fundamentos estão nos montes santos; o Senhor ama as portas de Sião mais do que todas as tendas de Jacó. (Salmo 86, 1-2)
2. Gloriosas coisas se dizem de ti, cidade de Deus. (Salmo 86, 1-2)
R. Gloriosa dicta sunt de te, civitas Dei. (Psalmus LXXXVI, III)
R. Coisas gloriosas são ditas de ti, cidade de Deus. (Salmo 86, 3)
1
II
Gloriosa dicta sunt de te, civitas Dei. (Psalmus LXXXVI, III)
3. Coisas gloriosas são ditas de ti, cidade de Deus. (Salmo 86, 3)
R. Gloriosa dicta sunt de te, civitas Dei. (Psalmus LXXXVI, III)
R. Coisas gloriosas são ditas de ti, cidade de Deus. (Salmo 86, 3)
2
III
Numquid Sion dicet: Homo, et homo natus est in ea, et ipse fundavit eam Altissimus? (Psalmus LXXXVI, V)
5. Porventura Sião dirá: “Um homem, e um homem nasceu nela”; e o próprio Altíssimo a fundou. (Salmo 86, 5)
R. Gloriosa dicta sunt de te, civitas Dei. (Psalmus LXXXVI, III)
R. Coisas gloriosas são ditas de ti, cidade de Deus. (Salmo 86, 3)
3
IV
Dominus narrabit in scripturis populorum et principum horum qui fuerunt in ea. (Psalmus LXXXVI, VI)
6. O Senhor registrará, entre os povos e os príncipes, aqueles que nela nasceram. (Salmo 86, 6)
Sicut laetantium omnium habitatio est in te. (Psalmus LXXXVI, VII)
7. Em ti está a morada de todos os que se alegram. (Salmo 86, 7)
R. Gloriosa dicta sunt de te, civitas Dei. (Psalmus LXXXVI, III)
R. Coisas gloriosas são ditas de ti, cidade de Deus. (Salmo 86, 3)
4
Reflexão
A cidade de Deus não se ergue apenas no espaço visível, mas na profundidade onde a alma aprende a permanecer.
Seus fundamentos não pertencem ao acaso, porque repousam na ordem que antecede toda dispersão.
O coração encontra paz quando aceita ser conduzido para além da fugacidade das horas.
A verdadeira grandeza não nasce do ruído, mas da permanência interior diante do eterno.
Quem contempla a fonte da vida descobre que a alegria não depende do exterior que passa.
A alma amadurece quando se deixa formar pelo que é mais alto do que suas próprias vacilações.
Toda existência ganha firmeza quando se orienta para a presença que sustenta sem cessar.
E a paz mais profunda floresce quando o ser humano habita, por dentro, aquilo que não envelhece.
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