Domingo, 31 de Maio de 2026
Psalmus responsorius
Dn III, LII, LIII, LIV, LV, LVI (R. LIIb)
I
LII. Benedictus es, Domine, Deus patrum nostrorum, et laudabilis et gloriosus in saecula. (Dn III, LII)
Bendito sois vós, Senhor, Deus de nossos pais, digno de louvor e glorioso pelos séculos sem fim. (Dn 3,52)
R. Benedictus es, Domine, Deus patrum nostrorum. (Dn III, LIIb)
R. Bendito sois vós, Senhor, Deus de nossos pais. (Dn 3,52b)
II
LIII. Et benedictum nomen gloriae tuae sanctum, et laudabile, et superexaltatum in omnibus saeculis. (Dn III, LIII)
Bendito seja o vosso santo Nome glorioso, digno de louvor e exaltado acima de todos os séculos. (Dn 3,53)
R. Benedictus es, Domine, Deus patrum nostrorum. (Dn III, LIIb)
R. Bendito sois vós, Senhor, Deus de nossos pais. (Dn 3,52b)
III
LIV. Benedictus es in templo sancto gloriae tuae, et superlaudabilis, et superexaltatus in saecula. (Dn III, LIV)
Bendito sois vós no templo santo de vossa glória, superlouvado e exaltado para sempre. (Dn 3,54)
R. Benedictus es, Domine, Deus patrum nostrorum. (Dn III, LIIb)
R. Bendito sois vós, Senhor, Deus de nossos pais. (Dn 3,52b)
IV
LV. Benedictus es in throno regni tui, et superlaudabilis, et superexaltatus in saecula. (Dn III, LV)
Bendito sois vós no trono do vosso reino, superlouvado e exaltado para sempre. (Dn 3,55)
R. Benedictus es, Domine, Deus patrum nostrorum. (Dn III, LIIb)
R. Bendito sois vós, Senhor, Deus de nossos pais. (Dn 3,52b)
V
LVI. Benedictus es, qui intueris abyssos, et sedes super cherubim, et laudabilis et superexaltatus in saecula. (Dn III, LVI)
Bendito sois vós, que perscrutais os abismos e estais sentado sobre os querubins, digno de louvor e exaltado para sempre. (Dn 3,56)
R. Benedictus es, Domine, Deus patrum nostrorum. (Dn III, LIIb)
R. Bendito sois vós, Senhor, Deus de nossos pais. (Dn 3,52b)
Reflexão
O louvor abre no coração um espaço mais alto do que o tempo comum.
A alma aprende a reconhecer que toda beleza procede de uma Fonte eterna.
Cada bendição purifica o olhar e desvela a ordem silenciosa do ser.
O abismo não assusta quando é contemplado à luz do Eterno.
A criatura encontra repouso quando se sabe sustentada por uma Presença fiel.
O canto sagrado transforma a fragilidade em oferta e a oferta em comunhão.
Nada permanece perdido quando é recolhido pela misericórdia divina.
Assim, a vida se eleva para além do transitório e repousa no louvor sem fim.
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