Sábado, 30 de Maio de 2026
Psalmus Responsorius LXII (LXIII), II. III-IV. V-VI
1
Deus, Deus meus, ad te de luce vigilo. Sitivit in te anima mea, quam multipliciter tibi caro mea. (Psalmus LXII, II)
Deus, meu Deus, eu te busco desde a aurora. Minha alma tem sede de ti, e minha carne inteira se volta para ti com ardor. (Salmo 62, 2)
R. Deus, Deus meus, ad te de luce vigilo. (Psalmus LXII, IIb)
R. Deus meu, Deus meu, ao romper do dia, eu te procuro com sede interior. (Salmo 62, 2b)
2
In terra deserta et invia et inaquosa, sic in sancto apparui tibi, ut viderem virtutem tuam et gloriam tuam. (Psalmus LXII, III-IV)
Em terra árida, sem caminho e sem água, assim te busquei no santuário interior, para contemplar a tua força e a tua glória. (Salmo 62, 3-4)
R. Deus, Deus meus, ad te de luce vigilo. (Psalmus LXII, IIb)
R. Deus meu, Deus meu, ao romper do dia, eu te procuro com sede interior. (Salmo 62, 2b)
3
Quoniam melior est misericordia tua super vitas, labia mea laudabunt te. (Psalmus LXII, V)
Porque a tua misericórdia é mais alta que todas as vidas, meus lábios te louvarão com reverência e gratidão. (Salmo 62, 5)
R. Deus, Deus meus, ad te de luce vigilo. (Psalmus LXII, IIb)
R. Deus meu, Deus meu, ao romper do dia, eu te procuro com sede interior. (Salmo 62, 2b)
4
Sic benedicam te in vita mea, et in nomine tuo levabo manus meas. Sicut adipe et pinguedine repleatur anima mea, et labiis exsultationis laudabit os meum. (Psalmus LXII, VI)
Assim te bendirei em toda a minha vida, e em teu nome levantarei as minhas mãos. Como de alimento abundante se encha a minha alma, e minha boca te louve com júbilo e plenitude. (Salmo 62, 6)
R. Deus, Deus meus, ad te de luce vigilo. (Psalmus LXII, IIb)
R. Deus meu, Deus meu, ao romper do dia, eu te procuro com sede interior. (Salmo 62, 2b)
Reflexão
A alma desperta quando reconhece que sua origem é mais alta do que o pó.
O coração amadurece no silêncio em que a verdade se torna presença.
A sede de Deus purifica o interior e ordena os pensamentos dispersos.
No santuário secreto da consciência, a luz eterna ensina a permanecer firme.
Nada passageiro sacia plenamente aquele que foi criado para o infinito.
A retidão interior cresce quando a alma se mantém vigilante diante de si mesma.
A misericórdia divina sustenta o passo de quem caminha sem ruído, mas com fé.
Quem busca o Alto encontra um tempo mais profundo, onde a eternidade já começa a florescer.
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