sábado, 4 de julho de 2026

Salmo responsorial Sl 144(145) - 06.07.2026

Segunda-feira, 6 de Julho de 2026
14ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)



Psalmus Responsorius

Psalmus CXLIV (CXLV), II-III, IV-V, VI-VII, VIII-IX

I

R. Miserator et misericors Dominus. (Psalmus CXLIV, VIII)

R. O Senhor é misericordioso e compassivo, manifestando continuamente sua bondade que sustenta toda a criação. (Salmo 144,8)

II

II. Per singulos dies benedicam tibi: et laudabo nomen tuum in sæculum, et in sæculum sæculi. (Psalmus CXLIV, II)

2. Todos os dias bendirei o Senhor e louvarei o seu santo Nome para sempre. Cada novo instante torna-se ocasião para reconhecer a presença divina que continuamente comunica a vida ao universo. (Salmo 144,2)

III. Magnus Dominus, et laudabilis nimis: et magnitudinis ejus non est finis. (Psalmus CXLIV, III)

3. Grande é o Senhor e infinitamente digno de louvor. Sua grandeza não conhece limites, pois ultrapassa toda medida e sustenta eternamente o ser de todas as criaturas. (Salmo 144,3)

R. Miserator et misericors Dominus. (Psalmus CXLIV, VIII)
R. O Senhor é misericordioso e compassivo, manifestando continuamente sua bondade que sustenta toda a criação. (Salmo 144,8)

III

IV. Generatio et generatio laudabit opera tua: et potentiam tuam pronuntiabunt. (Psalmus CXLIV, IV)

4. Cada geração anunciará as obras do Senhor e proclamará seu poder, reconhecendo que sua ação permanece continuamente presente em toda a história da criação. (Salmo 144,4)

V. Magnificentiam gloriæ sanctitatis tuæ loquentur: et mirabilia tua narrabunt. (Psalmus CXLIV, V)

5. Contemplarão o esplendor de tua santidade e anunciarão tuas maravilhas, pois nelas resplandece a beleza da Sabedoria divina que tudo ordena e sustenta. (Salmo 144,5)

R. Miserator et misericors Dominus. (Psalmus CXLIV, VIII)
R. O Senhor é misericordioso e compassivo, manifestando continuamente sua bondade que sustenta toda a criação. (Salmo 144,8)

IV

VI. Et virtutem terribilium tuorum dicent: et magnitudinem tuam narrabunt. (Psalmus CXLIV, VI)

6. Proclamarão o poder de tuas obras admiráveis e anunciarão tua grandeza, que permanece acima de toda limitação humana e envolve todas as coisas em tua providência. (Salmo 144,6)

VII. Memoriam abundantiæ suavitatis tuæ eructabunt: et justitia tua exsultabunt. (Psalmus CXLIV, VII)

7. Recordarão a abundância de tua bondade e exultarão em tua justiça, porque tua fidelidade permanece constante e renova interiormente aqueles que te procuram. (Salmo 144,7)

R. Miserator et misericors Dominus. (Psalmus CXLIV, VIII)
R. O Senhor é misericordioso e compassivo, manifestando continuamente sua bondade que sustenta toda a criação. (Salmo 144,8)

V

VIII. Miserator et misericors Dominus: patiens, et multum misericors. (Psalmus CXLIV, VIII)

8. O Senhor é misericordioso e compassivo, paciente e pleno de amor. Sua presença acolhe continuamente a criatura e a conduz à plenitude de sua verdadeira vocação. (Salmo 144,8)

IX. Suavis Dominus universis: et miserationes ejus super omnia opera ejus. (Psalmus CXLIV, IX)

9. O Senhor é bom para com todos, e sua misericórdia estende-se sobre todas as suas obras, sustentando cada ser na permanência de seu amor criador. (Salmo 144,9)

R. Miserator et misericors Dominus. (Psalmus CXLIV, VIII)
R. O Senhor é misericordioso e compassivo, manifestando continuamente sua bondade que sustenta toda a criação. (Salmo 144,8)

Reflexão

Toda a criação permanece envolvida pela bondade que procede incessantemente do Senhor.
Cada instante torna-se oportunidade para contemplar uma presença que nunca abandona aquilo que criou.
O louvor nasce quando a alma reconhece que sua existência encontra fundamento em uma realidade superior e permanente.
A grandeza divina não se mede pela extensão do universo, mas pela plenitude de seu amor que tudo sustenta.
As gerações passam, porém a fidelidade do Senhor permanece inalterável através de todos os tempos.
Quem aprende a contemplar essa permanência encontra serenidade mesmo diante das mudanças da existência.
A misericórdia divina não representa apenas um gesto ocasional, mas a expressão contínua de sua ação criadora.
Assim, o coração amadurece na contemplação da Verdade eterna e descobre que toda vida permanece sustentada pelo Amor que jamais conhece ocaso.

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sexta-feira, 3 de julho de 2026

Salmo responsorial Sl 144(145) - 05.07.2026

Domingo, 5 de Julho de 2026
14º Domingo do Tempo Comum, Ano A



Psalmus Responsorius, CXLIV, I-II, VIII-IX, X-XI, XIIIcd-XIV

Laudatio ipsi David.

I

Exaltabo te, Deus meus rex, et benedicam nomini tuo in saeculum, et in saeculum saeculi. (Psalmus CXLIV, I)
1 Eu Te exaltarei, ó meu Deus e rei, e bendirei o teu nome por toda a duração dos séculos, pois a tua presença sustenta a alma para além de toda passagem. (Salmo 144, 1)

Per singulos dies benedicam tibi, et laudabo nomen tuum in saeculum, et in saeculum saeculi. (Psalmus CXLIV, II)
2 A cada dia te bendirei, e louvarei o teu nome por toda a duração dos séculos, porque o coração que se volta para Ti encontra uma permanência que não se desfaz. (Salmo 144, 2)

R. Benedicam nomini tuo in saeculum, et in saeculum saeculi. (Psalmus CXLIV, I)
R. Bendirei o teu nome para sempre, e para sempre hei de bendizer-te, pois tua presença ilumina o interior e conduz a criatura à plenitude do Eterno. (Salmo 144, 1b) 

II

Miserator et misericors Dominus: patiens, et multum misericors. (Psalmus CXLIV, VIII)
8 O Senhor é bondoso e compassivo, paciente e muito misericordioso; sua ternura se inclina sobre a fragilidade humana e nela faz resplandecer a sua bondade sem fim. (Salmo 144, 8)

Suavis Dominus universis, et miserationes ejus super omnia opera ejus. (Psalmus CXLIV, IX)
9 O Senhor é bom para todos, e sua misericórdia repousa sobre todas as suas obras, como um manto de luz que envolve o universo e o conduz à sua origem. (Salmo 144, 9)

R. Benedicam nomini tuo in saeculum, et in saeculum saeculi. (Psalmus CXLIV, I)
R. Bendirei o teu nome para sempre, e para sempre hei de bendizer-te, porque a tua bondade sustenta tudo o que existe e conduz cada ser ao seu sentido mais alto. (Salmo 144, 1b)

III

Confiteantur tibi, Domine, omnia opera tua, et sancti tui benedicant tibi. (Psalmus CXLIV, X)
10 Todas as tuas obras te bendirão, Senhor, e os teus santos te louvarão, reconhecendo que toda criatura encontra sua verdade quando retorna à fonte de onde procede. (Salmo 144, 10)

Gloriam regni tui dicent, et potentiam tuam loquentur. (Psalmus CXLIV, XI)
11 Eles proclamarão a glória do teu Reino e anunciarão o teu poder, porque a realeza divina não passa, mas transfigura silenciosamente o coração que a acolhe. (Salmo 144, 11)

R. Benedicam nomini tuo in saeculum, et in saeculum saeculi. (Psalmus CXLIV, I)
R. Bendirei o teu nome para sempre, e para sempre hei de bendizer-te, pois tudo o que é verdadeiro amadurece na presença daquele que reina acima dos séculos. (Salmo 144, 1b)

IV

Fidelis Dominus in omnibus verbis suis, et sanctus in omnibus operibus suis. (Psalmus CXLIV, XIIIcd)
13 O Senhor é fiel em todas as suas palavras e santo em todas as suas obras; sua verdade não se altera, e sua santidade sustenta o ser no interior daquilo que permanece. (Salmo 144, 13cd)

Allevat Dominus omnes qui corruunt, et erigit omnes elisos. (Psalmus CXLIV, XIV)
14 O Senhor ampara todos os que caem e ergue todos os abatidos, para que nada se perca na noite do abatimento, e tudo seja reconduzido à firmeza da sua mão. (Salmo 144, 14)

R. Benedicam nomini tuo in saeculum, et in saeculum saeculi. (Psalmus CXLIV, I)
R. Bendirei o teu nome para sempre, e para sempre hei de bendizer-te, pois teu Reino atravessa os séculos e recolhe, no invisível, tudo o que é frágil para fazê-lo permanecer. (Salmo 144, 1b) 

Reflexão

O louvor abre a alma para uma ordem mais alta do que a sucessão dos instantes.
Quem permanece fiel ao bem descobre que o interior se organiza na presença do Eterno.
A constância pacifica o coração e o torna capaz de receber a luz sem resistência.
A bondade divina não é apenas um atributo, mas uma força que sustenta e reconduz.
Tudo o que se eleva em gratidão participa de uma paz que não depende do tempo comum.
A humildade guarda o espírito da dispersão e o mantém voltado para o que não passa.
A fidelidade de Deus dá ao ser humano um eixo silencioso no meio das mudanças.
Quem aprende a bendizer encontra repouso no Alto e firmeza para caminhar na terra.

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quinta-feira, 2 de julho de 2026

Salmo responsorial Sl 84(85) - 04.06.2026

Sábado, 4 de Julho de 2026
13ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)


Psalmus Responsorialis

Psalmus LXXXIV, IX, XI, XII, XIII, XIV

I

IX. Audiam quid loquatur in me Dominus Deus, quoniam loquetur pacem in plebem suam, et super sanctos suos, et in eos qui convertuntur ad cor. (Ps LXXXIV, IX)

9. Ouçamos o que o Senhor Deus fala no íntimo da alma, pois Ele anuncia a paz ao seu povo, aos seus santos e a todos os que se voltam para o coração. A palavra divina não apenas consola, mas ordena o ser por dentro e o reconduz à sua mais alta morada. (Salmo 84, 9)

R. Audiam quid loquatur in me Dominus Deus, quoniam loquetur pacem in plebem suam. (Ps LXXXIV, IX)
R. Ouçamos o que o Senhor Deus fala no íntimo da alma, pois Ele anunciará a paz ao seu povo. (Salmo 84, 9)

II

XI. Misericordia et veritas obviaverunt sibi, justitia et pax osculatae sunt. (Ps LXXXIV, XI)

11. A misericórdia e a verdade se encontraram, a justiça e a paz se abraçaram. Quando o Altíssimo visita o tempo interior, os opostos aparentes reencontram sua unidade na luz divina. (Salmo 84, 11)

XII. Veritas de terra orta est, et justitia de caelo prospexit. (Ps LXXXIV, XII)

12. A verdade brotou da terra, e a justiça contemplou do céu. O que é verdadeiro amadurece no tempo, mas recebe sua forma mais alta da clareza que vem de Deus. (Salmo 84, 12)

R. Misericordia et veritas obviaverunt sibi, justitia et pax osculatae sunt. (Ps LXXXIV, XI)
R. A misericórdia e a verdade se encontraram, e a justiça e a paz se abraçaram. (Salmo 84, 11)

III

XIII. Etenim Dominus dabit benignitatem, et terra nostra dabit fructum suum. (Ps LXXXIV, XIII)

13. Sim, o Senhor concederá a sua bondade, e a nossa terra dará o seu fruto. Quando a graça fecunda a interioridade, também a realidade visível aprende a refletir a abundância recebida. (Salmo 84, 13)

XIV. Justitia ante eum ambulabit, et ponet in via gressus suos. (Ps LXXXIV, XIV)

14. A justiça caminhará diante dele e colocará os seus passos no caminho. Assim, a existência torna-se peregrinação ordenada, em que cada gesto recebe direção do Eterno. (Salmo 84, 14)

R. Etenim Dominus dabit benignitatem, et terra nostra dabit fructum suum. (Ps LXXXIV, XIII)
R. Sim, o Senhor concederá a sua bondade, e a nossa terra dará o seu fruto. (Salmo 84, 13)

Reflexão

A paz de Deus não é ausência de combate, mas harmonia que nasce no centro do ser.
A verdade desce ao coração e o purifica sem violência.
A misericórdia amolece o que estava endurecido pela passagem dos dias.
A justiça não oprime, antes endireita o caminho da alma.
O fruto maduro nasce da terra visitada pela luz que não se extingue.
Cada instante pode tornar-se passagem para o que é eterno.
O interior aprende a esperar sem perder a firmeza da esperança.
E a criatura, recolhida em silêncio, descobre sua morada em Deus.

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quarta-feira, 1 de julho de 2026

Salmo responsorial Sl 116(117) - 03.07.2026

 Sexta-feira, 3 de Julho de 2026

São Tomé, Apóstolo, Festa, Ano A
13ª Semana do Tempo Comum


Psalmus responsorius, CXVI, I-II (R. Marcus XVI, XV)

I

R. Euntes in mundum universum, praedicate Evangelium omni creaturae. (Marcus XVI, XV). 
R. Ide por todo o mundo, proclamai o Evangelho a toda criatura. (Marcos 16,15)

  1. Alleluia. Laudate Dominum, omnes gentes: laudate eum, omnes populi. (Psalmus CXVI, I). 
    1. Aleluia. Louvai o Senhor, todas as nações; louvai-o, todos os povos. O louvor verdadeiro eleva a alma acima do peso do instante e a faz repousar na Presença que reúne e ordena todas as coisas em seu centro mais alto. (Salmo 116,1)

R. Euntes in mundum universum, praedicate Evangelium omni creaturae. (Marcus XVI, XV)
R. Ide por todo o mundo, proclamai o Evangelho a toda criatura. (Marcos 16,15)

II

R. Euntes in mundum universum, praedicate Evangelium omni creaturae. (Marcus XVI, XV). 
R. Ide por todo o mundo, proclamai o Evangelho a toda criatura. (Marcos 16,15)

  1. Quoniam confirmata est super nos misericordia eius: et veritas Domini manet in aeternum. (Psalmus CXVI, II).
    2. Porque se confirmou sobre nós a sua misericórdia, e a verdade do Senhor permanece para sempre. Quando a alma se abandona a essa fidelidade, o tempo deixa de ser apenas sucessão e torna-se passagem serena para a permanência do Eterno. (Salmo 116,2)

R. Euntes in mundum universum, praedicate Evangelium omni creaturae. (Marcus XVI, XV)
R. Ide por todo o mundo, proclamai o Evangelho a toda criatura. (Marcos 16,15)

Reflexão

A alma que louva com retidão não se prende ao ruído do instante.
Ela aprende a reconhecer que toda verdadeira firmeza vem do Alto.
Quando a interioridade se ordena, o coração encontra sua medida mais pura.
A presença divina não passa; ela sustenta o que passa.
Por isso, o ser humano amadurece quando deixa de se dispersar na superfície das coisas.
A fidelidade silenciosa torna-se uma forma alta de permanecer em paz.
Quem vive voltado para a Verdade descobre que o real possui uma profundidade que não se esgota.
E nessa profundidade, o tempo é recolhido em uma luz que não se desfaz.

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terça-feira, 30 de junho de 2026

Salmo responsorial Sl 18(19) - 02.06.2026

Quinta-feira, 2 de Julho de 2026

13ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)


Psalmus Responsorius

Psalmus XVIII, VIII-IX-X-XI

I

R. Judicia Domini vera, justificata in semetipsa. (Psalmus XVIII, X)

R. Os juízos do Senhor são inteiramente verdadeiros e permanecem perfeitos em si mesmos, conduzindo a alma à contemplação da eterna sabedoria. (Salmo 18,10)

VIII. Lex Domini immaculata, convertens animas; testimonium Domini fidele, sapientiam præstans parvulis. (Psalmus XVIII, VIII)

8. A Lei do Senhor é perfeita e restaura a alma; seu testemunho é fiel e comunica verdadeira sabedoria aos que se abrem humildemente à sua presença, conduzindo-os ao conhecimento que não passa. (Salmo 18,8)

IX. Justitiæ Domini rectæ, lætificantes corda; præceptum Domini lucidum, illuminans oculos. (Psalmus XVIII, IX)

9. Os preceitos do Senhor são retos e enchem o coração de alegria; seu mandamento é luz que ilumina o olhar interior, permitindo contemplar a realidade segundo a verdade divina. (Salmo 18,9)

R. Judicia Domini vera, justificata in semetipsa. (Psalmus XVIII, X)

R. Os juízos do Senhor são inteiramente verdadeiros e permanecem perfeitos em si mesmos, conduzindo a alma à contemplação da eterna sabedoria. (Salmo 18,10)

II

X. Timor Domini sanctus, permanens in sæculum sæculi; judicia Domini vera, justificata in semetipsa. (Psalmus XVIII, X)

10. O santo temor do Senhor permanece para sempre; seus juízos são verdadeiros e perfeitos, sustentando toda a criação na harmonia que procede de sua eterna presença. (Salmo 18,10)

XI. Desiderabilia super aurum et lapidem pretiosum multum; et dulciora super mel et favum. (Psalmus XVIII, XI)

11. As palavras do Senhor são mais desejáveis que o ouro mais precioso e mais suaves que o mel, porque alimentam o espírito com a plenitude da vida que jamais se corrompe. (Salmo 18,11)

R. Judicia Domini vera, justificata in semetipsa. (Psalmus XVIII, X)

R. Os juízos do Senhor são inteiramente verdadeiros e permanecem perfeitos em si mesmos, conduzindo a alma à contemplação da eterna sabedoria. (Salmo 18,10)

Reflexão

A Palavra de Deus não apenas instrui, mas restaura silenciosamente a ordem mais profunda da existência.
Ela conduz o coração para além das mudanças passageiras e o firma naquilo que permanece para sempre.
A verdadeira sabedoria nasce quando a alma acolhe a luz que vem do Senhor.
Quem se deixa iluminar por essa luz aprende a discernir a verdade que sustenta toda a criação.
Os juízos divinos não limitam a vida, mas revelam sua plenitude e sua reta finalidade.
A alegria mais profunda floresce quando o coração caminha em consonância com a vontade do Criador.
Toda palavra saída de Deus permanece viva, porque participa da eternidade que não conhece ocaso.
Assim, o fiel descobre que o maior tesouro não está no que o mundo oferece, mas na presença daquele cuja verdade permanece para sempre.

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segunda-feira, 29 de junho de 2026

Salmo responsorial Sl 49(50) - 01.07.2026

Quarta-feira, 1 de Julho de 2026
13ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)



Psalmus Responsorius

Psalmus XLIX, VII. VIII-IX. X-XI. XII-XIII. XVIb-XVII

I

R. Bene facienti ostendam salutare Dei. (Psalmus XLIX, XXIII)

R. Àquele que percorre o caminho da retidão, o Senhor revela a plenitude de sua salvação, tornando visível a comunhão com sua presença eterna. (Salmo 49,23)

VII Audi, populus meus, et loquar; Israel, et testificabor tibi: Deus, Deus tuus ego sum. (Psalmus XLIX, VII)

7 Ouve, povo meu, e Eu te falarei. Israel, Eu darei testemunho diante de ti. Eu sou Deus, o teu Deus. A alma que escuta essa voz reencontra sua verdadeira origem e descobre Aquele que sustenta toda a existência. (Salmo 49,7)

VIII Non in sacrificiis tuis arguam te: holocausta autem tua in conspectu meo sunt semper. (Psalmus XLIX, VIII)

8 Não te repreendo por teus sacrifícios, pois eles permanecem continuamente diante de Mim. Entretanto, o Senhor deseja, acima de tudo, um coração plenamente unido à sua vontade. (Salmo 49,8)

IX Non accipiam de domo tua vitulos, neque de gregibus tuis hircos. (Psalmus XLIX, IX)

9 Não tomarei novilhos de tua casa nem bodes de teus rebanhos, porque nenhuma oferta exterior substitui a entrega sincera do coração ao Bem eterno. (Salmo 49,9)

R. Bene facienti ostendam salutare Dei. (Psalmus XLIX, XXIII)

R. Àquele que percorre o caminho da retidão, o Senhor revela a plenitude de sua salvação, tornando visível a comunhão com sua presença eterna. (Salmo 49,23)

II

X Quoniam meae sunt omnes ferae silvarum, jumenta in montibus, et boves. (Psalmus XLIX, X)

10 Pois todos os animais das florestas Me pertencem, bem como os rebanhos sobre os montes. Toda a criação permanece continuamente sustentada pela sabedoria do Criador. (Salmo 49,10)

XI Cognovi omnia volatilia caeli, et pulchritudo agri mecum est. (Psalmus XLIX, XI)

11 Conheço todas as aves do céu, e toda a beleza dos campos permanece diante de Mim. Nada escapa ao olhar daquele que conserva o universo em perfeita harmonia. (Salmo 49,11)

XII Si esuriero, non dicam tibi: meus est enim orbis terrae, et plenitudo ejus. (Psalmus XLIX, XII)

12 Se Eu tivesse fome, não o diria a ti, pois o mundo inteiro Me pertence, com tudo o que nele existe. Deus nada necessita da criatura, mas convida a criatura a participar de sua plenitude. (Salmo 49,12)

XIII Numquid manducabo carnes taurorum? aut sanguinem hircorum potabo? (Psalmus XLIX, XIII)

13 Acaso comerei carne de touros ou beberei sangue de bodes? O Senhor procura uma oferta espiritual que brote da sinceridade e da comunhão com sua verdade. (Salmo 49,13)

R. Bene facienti ostendam salutare Dei. (Psalmus XLIX, XXIII)

R. Àquele que percorre o caminho da retidão, o Senhor revela a plenitude de sua salvação, tornando visível a comunhão com sua presença eterna. (Salmo 49,23)

III

XVIb Peccatori autem dixit Deus: Quare tu enarras justitias meas, et assumis testamentum meum per os tuum? (Psalmus XLIX, XVI)

16b Ao pecador Deus diz. Por que proclamas minhas leis e trazes minha aliança em teus lábios, se teu coração permanece distante da verdade que anuncias? (Salmo 49,16)

XVII Tu vero odisti disciplinam, et projecisti sermones meos retrorsum. (Psalmus XLIX, XVII)

17 Tu rejeitaste a verdadeira disciplina e lançaste para trás as minhas palavras. Quem se afasta da sabedoria divina obscurece o próprio caminho e distancia-se da plenitude para a qual foi criado. (Salmo 49,17)

R. Bene facienti ostendam salutare Dei. (Psalmus XLIX, XXIII)

R. Àquele que percorre o caminho da retidão, o Senhor revela a plenitude de sua salvação, tornando visível a comunhão com sua presença eterna. (Salmo 49,23)

Reflexão

A voz de Deus não procura apenas ser ouvida, mas acolhida no mais profundo da alma.
Toda verdadeira oferta nasce quando o coração se orienta inteiramente para o Criador.
A aparência religiosa encontra sua plenitude somente na sinceridade interior.
O Senhor contempla a verdade escondida onde os olhos humanos não conseguem alcançar.
Quem permite que a Palavra modele sua consciência caminha na estabilidade do Bem.
A criação inteira testemunha silenciosamente a presença daquele que tudo sustenta.
A comunhão com Deus restaura a ordem do ser e ilumina toda a existência.
A salvação manifesta-se continuamente àquele que persevera na verdade e permanece unido ao Amor eterno.

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domingo, 28 de junho de 2026

Salmo responsorial Sl 5 - 30.06.2026

Terça-feira, 30 de Junho de 2026
13ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)



Psalmus Responsorius

Psalmus V, V-VI. VII. VIII

R.

Domine, deduc me in justitia tua. (Psalmus V, IX)

R. Senhor, conduzi-me em vossa justiça, para que eu caminhe segundo a retidão de vossa presença e permaneça firme em vosso caminho. (Salmo 5,9)

I

V.

Quoniam non Deus volens iniquitatem tu es. Neque habitabit juxta te malignus. Neque permanebunt injusti ante oculos tuos. Odisti omnes qui operantur iniquitatem. (Psalmus V, V-VI)

5. Vós não sois um Deus que se compraz na injustiça. Nenhum mal permanece junto de vós. Os injustos não subsistem diante de vosso olhar, porque rejeitais toda obra que se afasta da verdade. A vossa santidade permanece como medida eterna para toda a criação. (Salmo 5,5-6)

R. Domine, deduc me in justitia tua. (Psalmus V, IX)

R. Senhor, conduzi-me em vossa justiça, para que eu caminhe segundo a retidão de vossa presença e permaneça firme em vosso caminho. (Salmo 5,9)

II

V.

Perdes omnes qui loquuntur mendacium. Virum sanguinum et dolosum abominabitur Dominus. (Psalmus V, VII)

7. Destruís toda falsidade, porque a mentira dissolve a comunhão com a verdade. O Senhor rejeita aquele que faz da violência e do engano o princípio de sua caminhada, pois somente a verdade permanece diante de sua face. (Salmo 5,7)

R. Domine, deduc me in justitia tua. (Psalmus V, IX)

R. Senhor, conduzi-me em vossa justiça, para que eu caminhe segundo a retidão de vossa presença e permaneça firme em vosso caminho. (Salmo 5,9)

III

V.

Ego autem in multitudine misericordiae tuae introibo in domum tuam. Adorabo ad templum sanctum tuum in timore tuo. (Psalmus V, VIII)

8. Quanto a mim, sustentado pela abundância de vossa misericórdia, entrarei em vossa casa. Com reverente adoração inclinarei meu coração diante de vosso santo templo, reconhecendo que somente em vós a alma encontra sua verdadeira plenitude. (Salmo 5,8)

R. Domine, deduc me in justitia tua. (Psalmus V, IX)

R. Senhor, conduzi-me em vossa justiça, para que eu caminhe segundo a retidão de vossa presença e permaneça firme em vosso caminho. (Salmo 5,9)

Reflexão

Toda verdadeira caminhada começa quando a alma aprende a orientar-se pela presença do Senhor.
A justiça divina não impõe um peso, mas restaura a ordem para a qual o ser foi criado.
Quem permanece fiel à verdade encontra uma firmeza que nenhuma mudança pode dissolver.
A misericórdia abre o caminho para um encontro que transforma silenciosamente o coração.
A reverência purifica o olhar e conduz à contemplação da realidade que permanece.
A oração torna-se o lugar onde a existência reencontra sua direção mais profunda.
A fidelidade do Senhor permanece imutável acima de todas as instabilidades do mundo.
Quem persevera nessa comunhão caminha para a plenitude da vida que jamais se extingue.

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