sábado, 30 de maio de 2026

Salmo responsorial Dn 3 - 31.05.2026

 Domingo, 31 de Maio de 2026

Santíssima Trindade, Solenidade, Ano A
Hoje, omite-se a Festa de Visitação da Bem-aventurada Virgem Maria


Psalmus responsorius

Dn III, LII, LIII, LIV, LV, LVI (R. LIIb)

I

LII. Benedictus es, Domine, Deus patrum nostrorum, et laudabilis et gloriosus in saecula. (Dn III, LII)

  1. Bendito sois vós, Senhor, Deus de nossos pais, digno de louvor e glorioso pelos séculos sem fim. (Dn 3,52)

R. Benedictus es, Domine, Deus patrum nostrorum. (Dn III, LIIb)

R. Bendito sois vós, Senhor, Deus de nossos pais. (Dn 3,52b)

II

LIII. Et benedictum nomen gloriae tuae sanctum, et laudabile, et superexaltatum in omnibus saeculis. (Dn III, LIII)

  1. Bendito seja o vosso santo Nome glorioso, digno de louvor e exaltado acima de todos os séculos. (Dn 3,53)

R. Benedictus es, Domine, Deus patrum nostrorum. (Dn III, LIIb)

R. Bendito sois vós, Senhor, Deus de nossos pais. (Dn 3,52b)

III

LIV. Benedictus es in templo sancto gloriae tuae, et superlaudabilis, et superexaltatus in saecula. (Dn III, LIV)

  1. Bendito sois vós no templo santo de vossa glória, superlouvado e exaltado para sempre. (Dn 3,54)

R. Benedictus es, Domine, Deus patrum nostrorum. (Dn III, LIIb)

R. Bendito sois vós, Senhor, Deus de nossos pais. (Dn 3,52b)

IV

LV. Benedictus es in throno regni tui, et superlaudabilis, et superexaltatus in saecula. (Dn III, LV)

  1. Bendito sois vós no trono do vosso reino, superlouvado e exaltado para sempre. (Dn 3,55)

R. Benedictus es, Domine, Deus patrum nostrorum. (Dn III, LIIb)

R. Bendito sois vós, Senhor, Deus de nossos pais. (Dn 3,52b)

V

LVI. Benedictus es, qui intueris abyssos, et sedes super cherubim, et laudabilis et superexaltatus in saecula. (Dn III, LVI)

  1. Bendito sois vós, que perscrutais os abismos e estais sentado sobre os querubins, digno de louvor e exaltado para sempre. (Dn 3,56)

R. Benedictus es, Domine, Deus patrum nostrorum. (Dn III, LIIb)

R. Bendito sois vós, Senhor, Deus de nossos pais. (Dn 3,52b)

Reflexão

O louvor abre no coração um espaço mais alto do que o tempo comum.
A alma aprende a reconhecer que toda beleza procede de uma Fonte eterna.
Cada bendição purifica o olhar e desvela a ordem silenciosa do ser.
O abismo não assusta quando é contemplado à luz do Eterno.
A criatura encontra repouso quando se sabe sustentada por uma Presença fiel.
O canto sagrado transforma a fragilidade em oferta e a oferta em comunhão.
Nada permanece perdido quando é recolhido pela misericórdia divina.
Assim, a vida se eleva para além do transitório e repousa no louvor sem fim.

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sexta-feira, 29 de maio de 2026

Salmo responsorial Sl 62(63) - 30.05.2026

Sábado, 30 de Maio de 2026

8ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)


Psalmus Responsorius LXII (LXIII), II. III-IV. V-VI

1

Deus, Deus meus, ad te de luce vigilo. Sitivit in te anima mea, quam multipliciter tibi caro mea. (Psalmus LXII, II)
Deus, meu Deus, eu te busco desde a aurora. Minha alma tem sede de ti, e minha carne inteira se volta para ti com ardor. (Salmo 62, 2)

R. Deus, Deus meus, ad te de luce vigilo. (Psalmus LXII, IIb)
R. Deus meu, Deus meu, ao romper do dia, eu te procuro com sede interior. (Salmo 62, 2b)

2

In terra deserta et invia et inaquosa, sic in sancto apparui tibi, ut viderem virtutem tuam et gloriam tuam. (Psalmus LXII, III-IV)
Em terra árida, sem caminho e sem água, assim te busquei no santuário interior, para contemplar a tua força e a tua glória. (Salmo 62, 3-4)

R. Deus, Deus meus, ad te de luce vigilo. (Psalmus LXII, IIb)
R. Deus meu, Deus meu, ao romper do dia, eu te procuro com sede interior. (Salmo 62, 2b)

3

Quoniam melior est misericordia tua super vitas, labia mea laudabunt te. (Psalmus LXII, V)
Porque a tua misericórdia é mais alta que todas as vidas, meus lábios te louvarão com reverência e gratidão. (Salmo 62, 5)

R. Deus, Deus meus, ad te de luce vigilo. (Psalmus LXII, IIb)
R. Deus meu, Deus meu, ao romper do dia, eu te procuro com sede interior. (Salmo 62, 2b)

4

Sic benedicam te in vita mea, et in nomine tuo levabo manus meas. Sicut adipe et pinguedine repleatur anima mea, et labiis exsultationis laudabit os meum. (Psalmus LXII, VI)
Assim te bendirei em toda a minha vida, e em teu nome levantarei as minhas mãos. Como de alimento abundante se encha a minha alma, e minha boca te louve com júbilo e plenitude. (Salmo 62, 6)

R. Deus, Deus meus, ad te de luce vigilo. (Psalmus LXII, IIb)
R. Deus meu, Deus meu, ao romper do dia, eu te procuro com sede interior. (Salmo 62, 2b)

Reflexão

A alma desperta quando reconhece que sua origem é mais alta do que o pó.
O coração amadurece no silêncio em que a verdade se torna presença.
A sede de Deus purifica o interior e ordena os pensamentos dispersos.
No santuário secreto da consciência, a luz eterna ensina a permanecer firme.
Nada passageiro sacia plenamente aquele que foi criado para o infinito.
A retidão interior cresce quando a alma se mantém vigilante diante de si mesma.
A misericórdia divina sustenta o passo de quem caminha sem ruído, mas com fé.
Quem busca o Alto encontra um tempo mais profundo, onde a eternidade já começa a florescer.

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quinta-feira, 28 de maio de 2026

Salmo responsorial Sl 95(96) - 29.05.2026

Sexta-feira, 29 de Maio de 2026
8ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)



Psalmus XCV, X-XIII

Psalmus cantici novi

1

X Dicite in gentibus quia Dominus regnavit. Etenim correxit orbem terræ qui non commovebitur; judicabit populos in æquitate.
10 Proclamai entre as nações que o Senhor reina eternamente. Ele sustenta a criação na ordem invisível da Verdade e conduz todas as coisas segundo a justiça incorruptível. (Salmo 95,10)
(Psalmus XCV, X)

R. XIIIb Judicabit orbem terræ in æquitate. (Psalmus XCV, XIIIb)
R. 13 Ele julgará o mundo com justiça. (Salmo 95,13b)

2

XI Lætentur cæli et exsultet terra; commoveatur mare et plenitudo ejus.
11 Alegrem-se os céus e exulte a terra; mova-se o mar com toda sua plenitude, pois toda criação reconhece silenciosamente a presença eterna do Altíssimo. (Salmo 95,11)
(Psalmus XCV, XI)

R. XIIIb Judicabit orbem terræ in æquitate. (Psalmus XCV, XIIIb)
R. 13 Ele julgará o mundo com justiça. (Salmo 95,13b)

3

XII Gaudebunt campi et omnia quæ in eis sunt. Tunc exsultabunt omnia ligna silvarum.
12 Alegrem-se os campos e tudo o que neles existe; exultem as árvores das florestas, porque a criação inteira participa da harmonia invisível que procede do eterno. (Salmo 95,12)
(Psalmus XCV, XII)

R. XIIIb Judicabit orbem terræ in æquitate. (Psalmus XCV, XIIIb)
R. 13 Ele julgará o mundo com justiça. (Salmo 95,13b)

4

XIII A facie Domini quia venit, quoniam venit judicare terram. Judicabit orbem terræ in æquitate, et populos in veritate sua.
13 Diante da presença do Senhor, toda a terra contempla a chegada da Verdade eterna, pois Ele vem restaurar todas as coisas na plenitude da justiça e da verdade divina. (Salmo 95,13)
(Psalmus XCV, XIII)

R. XIIIb Judicabit orbem terræ in æquitate. (Psalmus XCV, XIIIb)
R. 13 Ele julgará o mundo com justiça. (Salmo 95,13b)

Reflexão

A criação inteira revela silenciosamente a presença do eterno.
A alma encontra serenidade quando reconhece a ordem divina.
Toda verdade permanece acima das mudanças passageiras do mundo.
O espírito amadurece ao contemplar a justiça incorruptível do Alto.
A harmonia interior nasce da união com a Verdade eterna.
O coração firme não se perde entre as sombras transitórias.
A presença divina sustenta invisivelmente toda a existência.
E a consciência iluminada repousa na paz que jamais se dissolve.

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quarta-feira, 27 de maio de 2026

Salmo responsorial Sl 99(100) - 28.05.2026

Quinta-feira, 28 de Maio de 2026

8ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)


Psalmus XCIX, II-V

Psalmus in confessione

II Jubilate Deo, omnis terra; servite Domino in lætitia. Introite in conspectu ejus in exsultatione.
2 Exultai a Deus, ó terra inteira; servi ao Senhor com alegria e entrai diante de sua presença com júbilo interior. (Salmo 99,2)

R. IIc Introite in conspectu ejus in exsultatione. (Psalmus XCIX, IIc)
R. 2 Entrai em sua presença com exultação. (Salmo 99,2c)

III Scitote quoniam Dominus ipse est Deus; ipse fecit nos, et non ipsi nos: populus ejus, et oves pascuæ ejus.
3 Reconhecei que o Senhor é Deus; Ele nos fez, e não nos fizemos a nós mesmos. Somos o seu povo e o rebanho de sua pastagem. (Salmo 99,3)

R. IIc Introite in conspectu ejus in exsultatione. (Psalmus XCIX, IIc)
R. 2 Entrai em sua presença com exultação. (Salmo 99,2c)

IV Introite portas ejus in confessione; atria ejus in hymnis: confitemini illi, laudate nomen ejus.
4 Entrai por suas portas com ação de graças, em seus átrios com hinos; rendei-lhe graças e bendizei o seu nome. (Salmo 99,4)

R. IIc Introite in conspectu ejus in exsultatione. (Psalmus XCIX, IIc)
R. 2 Entrai em sua presença com exultação. (Salmo 99,2c)

V Quoniam suavis est Dominus, in æternum misericordia ejus, et usque in generationem et generationem veritas ejus.
5 Porque o Senhor é bom, eterna é a sua misericórdia, e sua verdade permanece de geração em geração. (Salmo 99,5)

R. IIc Introite in conspectu ejus in exsultatione. (Psalmus XCIX, IIc)
R. 2 Entrai em sua presença com exultação. (Salmo 99,2c)

Reflexão

A alegria verdadeira nasce no interior que reconhece o dom recebido.
A alma amadurece quando aprende a entrar em silêncio diante do Altíssimo.
Tudo o que passa perde o peso quando é visto à luz do eterno.
A gratidão ordena os sentidos e reúne o coração disperso.
O homem encontra seu centro quando se sabe criatura e não origem de si.
A presença divina dá firmeza ao que é frágil e paz ao que vacila.
Quem contempla o Bem não se perde nas aparências fugazes do mundo.
E a verdade permanece como canto sereno no mais profundo da alma.

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terça-feira, 26 de maio de 2026

Salmo responsorial Sl 147(147B) - 27.05.2026

Quarta-feira, 27 de Maio de 2026
8ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)


Psalmus Responsorius CXLVII, XII et XIII, XIV et XV, XIX et XX

I

R. Lauda Ierusalem Dominum; lauda Deum tuum Sion. (Psalmus CXLVII, XIIa)
R. Louva, Jerusalém, o Senhor; louva o teu Deus, Sião, pois a alma que se eleva em contemplação reconhece a fonte eterna da paz e da fidelidade divina. (Salmo 147,12a)

R. Lauda Ierusalem Dominum; lauda Deum tuum Sion. (Psalmus CXLVII, XIIa)
R. Louva, Jerusalém, o Senhor; louva o teu Deus, Sião. (Salmo 147,12a)

II

XII
Lauda Ierusalem Dominum; lauda Deum tuum Sion. (Psalmus CXLVII, XII)
12. Louva, Jerusalém, o Senhor; louva o teu Deus, Sião, porque a alma recolhida diante do Altíssimo descobre a presença que sustenta interiormente sua paz. (Salmo 147,12)

XIII
Quoniam confortavit seras portarum tuarum; benedixit filios tuos in te. (Psalmus CXLVII, XIII)
13. Porque Ele fortaleceu as travas de tuas portas e abençoou os teus filhos em ti, guardando, no íntimo do ser, aquilo que o tempo não consegue dispersar. (Salmo 147,13)

R. Lauda Ierusalem Dominum; lauda Deum tuum Sion. (Psalmus CXLVII, XIIa)
R. Louva, Jerusalém, o Senhor; louva o teu Deus, Sião. (Salmo 147,12a)

III

XIV
Qui posuit fines tuos pacem; et adipe frumenti satiat te. (Psalmus CXLVII, XIV)
14. Aquele que estabeleceu teus limites na paz também te alimenta com o vigor do trigo, para que a alma não se perca nas agitações do transitório, mas permaneça firme na plenitude do dom divino. (Salmo 147,14)

XV
Qui emittit eloquium suum terrae; velociter currit sermo eius. (Psalmus CXLVII, XV)
15. Ele envia sua palavra à terra, e sua voz corre velozmente, despertando no coração humano a memória da origem santa e a direção do eterno. (Salmo 147,15)

R. Lauda Ierusalem Dominum; lauda Deum tuum Sion. (Psalmus CXLVII, XIIa)
R. Louva, Jerusalém, o Senhor; louva o teu Deus, Sião. (Salmo 147,12a)

IV

XIX
Qui annuntiat verbum suum Iacob; iustitias et iudicia sua Israhel. (Psalmus CXLVII, XIX)
19. Ele anuncia sua palavra a Jacó e manifesta a Israel seus juízos e suas justiças, para que o espírito aprenda a caminhar na retidão que procede da Luz eterna. (Salmo 147,19)

XX
Non fecit taliter omni nationi; et iudicia sua non manifestavit eis. (Psalmus CXLVII, XX)
20. Não agiu assim com todas as nações, nem lhes revelou seus desígnios, pois há um mistério reservado àqueles que se abrem com reverência ao sopro do Altíssimo. (Salmo 147,20)

R. Lauda Ierusalem Dominum; lauda Deum tuum Sion. (Psalmus CXLVII, XIIa)
R. Louva, Jerusalém, o Senhor; louva o teu Deus, Sião. (Salmo 147,12a)

Reflexão

A Jerusalém do salmo não é apenas uma cidade exterior, mas a imagem da alma reunida no centro da presença divina.
Quando Deus fortalece as portas, Ele também ordena os pensamentos dispersos e recolhe o coração em silêncio.
A paz anunciada pelo Senhor não depende do movimento das horas, porque nasce de uma realidade mais alta e mais firme.
A palavra que corre velozmente pela terra toca o íntimo do homem e desperta nele a memória da sua origem sagrada.
O alimento do Altíssimo não é apenas sustento visível, mas graça que amadurece o espírito na fidelidade.
Quem escuta os juízos do Senhor aprende que a verdade não envelhece e não se corrompe com as sombras passageiras.
Há um saber reservado ao coração que se deixa conduzir pela luz, sem violência e sem ruído interior.
Assim, a alma encontra sua estabilidade quando vive voltada para Aquele que permanece acima de toda mudança.

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segunda-feira, 25 de maio de 2026

Salmo responsorial Sl 97(98) - 26.05.2026

Terça-feira, 26 de Maio de 2026
São Filipe Néri, presbítero, Memória

8ª Semana do Tempo Comum 



Psalmus XCVII (XCVIII), I, II-IIIab, IIIc-IV

1

Psalmus ipsi David. Cantate Domino canticum novum, quia mirabilia fecit. Salvavit sibi dextera ejus, et brachium sanctum ejus. (Psalmus XCVII, I)

1. Salmo de Davi. Cantai ao Senhor um cântico novo, porque Ele realizou maravilhas; a sua direita o salvou, e o seu braço santo o sustentou. (Salmo 97,1)

R. Notum fecit Dominus salutare suum. (Psalmus XCVII, IIa)
R. O Senhor fez conhecer a sua salvação. (Salmo 97,2a)

2

Notum fecit Dominus salutare suum; in conspectu gentium revelavit justitiam suam. (Psalmus XCVII, II)

2. O Senhor fez conhecer a sua salvação; diante das nações revelou a sua justiça, como luz que atravessa o tempo e desperta a alma para a fidelidade da Verdade. (Salmo 97,2)

R. Notum fecit Dominus salutare suum. (Psalmus XCVII, IIa)
R. O Senhor fez conhecer a sua salvação. (Salmo 97,2a)

3

Recordatus est misericordiæ suæ, et veritatis suæ domui Israël. (Psalmus XCVII, IIIab)

3. Ele lembrou-se da sua misericórdia e da sua verdade para com a casa de Israel, preservando no íntimo do homem o selo da fidelidade divina. (Salmo 97,3a-b)

R. Notum fecit Dominus salutare suum. (Psalmus XCVII, IIa)
R. O Senhor fez conhecer a sua salvação. (Salmo 97,2a)

4

Viderunt omnes termini terræ salutare Dei nostri. Jubilate Deo, omnis terra; cantate, et exsultate, et psallite. (Psalmus XCVII, IIIc-IV)

4. Todos os confins da terra contemplaram a salvação do nosso Deus; por isso, toda a terra exulte, cante e louve com alegria Aquele que governa o invisível e sustenta o visível. (Salmo 97,3c-4)

R. Notum fecit Dominus salutare suum. (Psalmus XCVII, IIa)
R. O Senhor fez conhecer a sua salvação. (Salmo 97,2a)

Reflexão

A salvação manifesta-se como uma luz que não nasce do ruído exterior, mas da fidelidade silenciosa de Deus.
A alma amadurece quando aprende a reconhecer, no que é pequeno, a presença do que é eterno.
O cântico novo nasce quando o coração deixa de se prender ao transitório e se abre à Verdade incorruptível.
A justiça divina sustenta a criação segundo uma ordem invisível que ultrapassa as mudanças humanas.
A misericórdia do Altíssimo permanece viva mesmo quando os homens se perdem entre as sombras do mundo.
Toda verdadeira alegria espiritual floresce quando a alma repousa na contemplação da Luz eterna.
O louvor purifica o espírito e conduz o homem à serenidade diante das instabilidades da existência.
Aquele que canta diante de Deus com sinceridade interior aproxima-se silenciosamente da plenitude incorruptível.

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domingo, 24 de maio de 2026

Salmo responsorial Sl 86(87) - 25.05.2026

 Segunda-feira, 25 de Maio de 2026

Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja, Memória
8ª Semana do Tempo Comum



Psalmus responsorius

Psalmus LXXXVI (LXXXVII)

I

Fundamenta eius in montibus sanctis: diligit Dominus portas Sion super omnia tabernacula Iacob. (Psalmus LXXXVI, I-II)

1. Os seus fundamentos estão nos montes santos; o Senhor ama as portas de Sião mais do que todas as tendas de Jacó. (Salmo 86, 1-2)

2. Gloriosas coisas se dizem de ti, cidade de Deus. (Salmo 86, 1-2)

R. Gloriosa dicta sunt de te, civitas Dei. (Psalmus LXXXVI, III)

R. Coisas gloriosas são ditas de ti, cidade de Deus. (Salmo 86, 3)

1

II

Gloriosa dicta sunt de te, civitas Dei. (Psalmus LXXXVI, III)

3. Coisas gloriosas são ditas de ti, cidade de Deus. (Salmo 86, 3)

R. Gloriosa dicta sunt de te, civitas Dei. (Psalmus LXXXVI, III)

R. Coisas gloriosas são ditas de ti, cidade de Deus. (Salmo 86, 3)

2

III

Numquid Sion dicet: Homo, et homo natus est in ea, et ipse fundavit eam Altissimus? (Psalmus LXXXVI, V)

5. Porventura Sião dirá: “Um homem, e um homem nasceu nela”; e o próprio Altíssimo a fundou. (Salmo 86, 5)

R. Gloriosa dicta sunt de te, civitas Dei. (Psalmus LXXXVI, III)

R. Coisas gloriosas são ditas de ti, cidade de Deus. (Salmo 86, 3)

3

IV

Dominus narrabit in scripturis populorum et principum horum qui fuerunt in ea. (Psalmus LXXXVI, VI)

6. O Senhor registrará, entre os povos e os príncipes, aqueles que nela nasceram. (Salmo 86, 6)

Sicut laetantium omnium habitatio est in te. (Psalmus LXXXVI, VII)

7. Em ti está a morada de todos os que se alegram. (Salmo 86, 7)

R. Gloriosa dicta sunt de te, civitas Dei. (Psalmus LXXXVI, III)

R. Coisas gloriosas são ditas de ti, cidade de Deus. (Salmo 86, 3)

4

Reflexão

A cidade de Deus não se ergue apenas no espaço visível, mas na profundidade onde a alma aprende a permanecer.
Seus fundamentos não pertencem ao acaso, porque repousam na ordem que antecede toda dispersão.
O coração encontra paz quando aceita ser conduzido para além da fugacidade das horas.
A verdadeira grandeza não nasce do ruído, mas da permanência interior diante do eterno.
Quem contempla a fonte da vida descobre que a alegria não depende do exterior que passa.
A alma amadurece quando se deixa formar pelo que é mais alto do que suas próprias vacilações.
Toda existência ganha firmeza quando se orienta para a presença que sustenta sem cessar.
E a paz mais profunda floresce quando o ser humano habita, por dentro, aquilo que não envelhece.

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