Salmo Responsorial
Psalmus LXXX, VI–VIII, VIII–IX, X–XI, XIV, XVII
Responsum
Non erit in te deus recens neque adorabis deum alienum (Psalmus LXXX, X)
Que não haja em ti outro deus e não adores realidade estranha ao Senhor, pois o coração encontra sua verdadeira direção quando reconhece a única fonte da vida. (Salmo 80,10)
I
Testimonium in Ioseph posuit illud cum exiret de terra Aegypti linguam quam non noverat audivit. Divertit ab oneribus dorsum eius manus eius in cophino servierunt clamasti in tribulatione et liberavi te (Psalmus LXXX, VI–VIII)
1 O Senhor estabeleceu um testemunho em Israel quando o libertou da terra do Egito. Ele ouviu a voz do povo e o libertou de suas cargas. Assim a alma humana aprende que, quando se volta para Deus, encontra auxílio que restaura e sustenta a existência. (Salmo 80,6-8)
II
Exaudivi te in abscondito tempestatis probavi te apud aquas contradictionis audi populus meus et contestabor te Israel si audieris me (Psalmus LXXX, VIII–IX)
2 Eu te ouvi no segredo da tempestade e te pus à prova junto às águas da provação. Escuta, meu povo, e eu te falarei. O espírito humano amadurece quando aprende a escutar a voz que o chama ao discernimento interior. (Salmo 80,8-9)
III
Non erit in te deus recens neque adorabis deum alienum ego enim sum Dominus Deus tuus qui eduxi te de terra Aegypti dilata os tuum et implebo illud (Psalmus LXXX, X–XI)
3 Não haja em ti outro deus além do Senhor que te libertou. Abre o teu coração e eu o preencherei. Quando a consciência reconhece a fonte verdadeira da vida, abandona ilusões e se abre à plenitude que vem de Deus. (Salmo 80,10-11)
IV
Utinam populus meus audisset me Israel si in viis meis ambulasset cibavit eos ex adipe frumenti et de petra melle saturavit eos (Psalmus LXXX, XIV, XVII)
4 Oxalá meu povo tivesse escutado minha voz e caminhado em meus caminhos. Eu o alimentaria com o melhor do trigo e com o mel da rocha o saciaria. Assim a alma encontra alimento verdadeiro quando permanece na verdade que conduz à vida. (Salmo 80,14.17)
Reflexão
A palavra do salmo convida o coração humano a reconhecer a origem da vida e a orientar-se pela voz que conduz à verdade. Quando a consciência aprende a escutar, nasce uma sabedoria que ilumina o caminho interior. O espírito descobre que muitas inquietações surgem da busca por aquilo que não pode sustentar a existência. Ao retornar à fonte do ser, o coração encontra uma estabilidade que não depende das circunstâncias externas. Assim a vida interior amadurece na atenção e na fidelidade ao bem. A pessoa aprende a ordenar suas escolhas com prudência. Surge uma serenidade que acompanha o espírito mesmo nas dificuldades. Dessa maneira a existência torna-se caminho de aprofundamento na presença que sustenta todas as coisas.
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