Psalmus CXVIII (CXIX)
conforme a Biblia Sacra juxta Vulgatam Clementinam
Lectio Evangelii secundum Evangelho de Marcos VIII, XI–XIII
Responsum
Beati qui scrutantur testimonia eius in toto corde exquirunt eum
Felizes os que buscam o Testemunho com o coração inteiro, pois ao recolher-se ao centro do ser encontram o Eterno que habita o instante profundo (Salmo CXVIII CXIX II)
Versus
I
In corde meo abscondi eloquia tua ut non peccem tibi
Guardo tua Palavra no íntimo, onde o tempo se aprofunda e a consciência aprende a permanecer firme na origem que sustenta toda ação (Salmo CXVIII CXIX XI)
II
Lucerna pedibus meis verbum tuum et lumen semitis meis
Tua Palavra é lâmpada interior que ilumina o caminho invisível, conduzindo cada passo na claridade que atravessa todos os momentos (Salmo CXVIII CXIX CV)
III
Bonum mihi quia humiliasti me ut discam iustificationes tuas
A provação torna-se mestra silenciosa, pois ao esvaziar o orgulho o espírito descobre a sabedoria que nasce da comunhão com o Alto (Salmo CXVIII CXIX LXXI)
IV
Adhaesit anima mea post te me suscepit dextera tua
Minha alma se une a Ti e tua destra me sustém, elevando-me acima das mudanças para repousar na estabilidade do Ser eterno (Salmo CXVIII CXIX CLXXIII)
Reflexão
A Palavra não se limita ao som que passa, ela cria profundidade no interior.
Quem a acolhe aprende a viver cada instante como encontro com a origem.
A pressa do mundo cede lugar a uma presença que permanece.
O coração unificado não oscila diante das provas.
A luz silenciosa orienta mais que qualquer sinal exterior.
A fidelidade cotidiana transforma o caminho em oração contínua.
O espírito amadurece quando repousa no fundamento invisível.
Assim a existência inteira se torna comunhão viva com o Eterno.
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