Psalmus CXXI (CXXII), I–V
I
Laetatus sum in his quae dicta sunt mihi In domum Domini ibimus (Psalmus CXXI, I)
1. Alegrei-me quando me disseram iremos à casa do Senhor, pois o chamado interior conduz ao centro onde o ser encontra sua morada verdadeira (Salmo 121,1)
Stantes erant pedes nostri in atriis tuis Ierusalem (Psalmus CXXI, II)
2. Nossos pés já se firmam em teus átrios Jerusalém, indicando que a presença se realiza quando o interior encontra estabilidade no que permanece (Salmo 121,2)
R. Laetatus sum in his quae dicta sunt mihi In domum Domini ibimus
R. Alegrei-me quando me disseram iremos à casa do Senhor (Salmo 121,1)
II
Ierusalem quae aedificatur ut civitas cuius participatio eius in idipsum (Psalmus CXXI, III)
3. Jerusalém edificada como cidade unificada revela a harmonia do ser que se integra naquilo que é uno e indivisível (Salmo 121,3)
Illuc enim ascenderunt tribus tribus Domini testimonium Israel ad confitendum nomini Domini (Psalmus CXXI, IV)
4. Para lá sobem as tribos como testemunho vivo, elevando-se ao reconhecimento do Nome que sustenta toda existência (Salmo 121,4)
R. Laetatus sum in his quae dicta sunt mihi In domum Domini ibimus
R. Alegrei-me quando me disseram iremos à casa do Senhor (Salmo 121,1)
III
Quia illic sederunt sedes in iudicio sedes super domum David (Psalmus CXXI, V)
5. Ali se estabelecem os assentos do discernimento, onde a ordem verdadeira se manifesta e orienta o interior segundo aquilo que é justo e permanente (Salmo 121,5)
R. Laetatus sum in his quae dicta sunt mihi In domum Domini ibimus
R. Alegrei-me quando me disseram iremos à casa do Senhor (Salmo 121,1)
IV
Laetatus sum in his quae dicta sunt mihi In domum Domini ibimus (Psalmus CXXI, I)
1. Alegrei-me quando me disseram iremos à casa do Senhor, pois o retorno ao centro é sempre um chamado à plenitude do ser (Salmo 121,1)
R. Laetatus sum in his quae dicta sunt mihi In domum Domini ibimus
R. Alegrei-me quando me disseram iremos à casa do Senhor (Salmo 121,1)
Reflexão:
A verdadeira alegria nasce quando o ser reconhece sua origem.
O caminho não conduz a um lugar exterior, mas a um centro que sempre esteve presente.
A subida indica um movimento interior de elevação e recolhimento.
A unidade não se constrói, mas se revela quando a dispersão cessa.
O discernimento surge quando o olhar se fixa no que permanece.
A ordem interior não depende de circunstâncias, mas de alinhamento com o essencial.
A presença se torna estável quando o ser encontra sua morada no que não passa.
Assim, a vida se realiza como retorno contínuo ao fundamento que a sustenta.
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