terça-feira, 15 de setembro de 2026

Salmo responsorial Sl 117 (118) - 17.09.2026

Quinta-feira, 17 de Setembro de 2026
24ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)


Psalmus Responsorius CXVII, I-II. XVIab-XVII. XXVIII

I. Confitemini Domino, quoniam bonus, quoniam in sæculum misericordia ejus.
II. Dicat nunc Israël, quoniam bonus, quoniam in sæculum misericordia ejus.

  1. Dai graças ao Senhor, porque ele é bom, porque sua misericórdia permanece para sempre. (Salmo 117, 1)

  2. Diga agora Israel, porque ele é bom, porque sua misericórdia permanece para sempre. (Salmo 117, 2)

R. Confitemini Domino, quoniam bonus, quoniam in sæculum misericordia ejus.
R. Dai graças ao Senhor, porque ele é bom, porque sua misericórdia permanece para sempre. (Salmo 117, 1)

II. Dextera Domini fecit virtutem, dextera Domini exaltavit me.
XVII. Non moriar, sed vivam, et narrabo opera Domini.

  1. A direita do Senhor manifestou seu poder, a direita do Senhor me exaltou. (Salmo 117, 16)

  2. Não morrerei, mas viverei e proclamarei as obras do Senhor. (Salmo 117, 17)

R. Confitemini Domino, quoniam bonus, quoniam in sæculum misericordia ejus.
R. Dai graças ao Senhor, porque ele é bom, porque sua misericórdia permanece para sempre. (Salmo 117, 1)

III. Deus meus es tu, et confitebor tibi; Deus meus es tu, et exaltabo te.

  1. Vós sois o meu Deus, e eu vos darei graças; meu Deus, sois vós, e eu vos exaltarei. (Salmo 117, 28)

R. Confitemini Domino, quoniam bonus, quoniam in sæculum misericordia ejus.
R. Dai graças ao Senhor, porque ele é bom, porque sua misericórdia permanece para sempre. (Salmo 117, 1)

Reflexão:

  O instante se abre à presença quando o coração reconhece sua origem e repousa naquilo que permanece.
  A eternidade não se distancia do ser, mas manifesta sua profundidade no interior de cada momento.
  A vida encontra sua verdade quando deixa de buscar fora aquilo que já sustenta seu íntimo.
  A mão do Senhor eleva o ser porque o conduz à plenitude que procede de sua origem.
  Viver é permanecer unido à fonte que não passa e reconhecer suas obras no interior do tempo.
  Assim, o instante deixa de ser mera passagem e torna-se lugar de encontro com o que permanece.
  A gratidão nasce quando o ser percebe que sua existência participa de uma realidade mais profunda.
  Então o coração repousa, e a plenitude se revela na presença daquele que é sua origem.

Leia: LITURGIA DA PALAVRA

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