terça-feira, 15 de setembro de 2026

Salmo responsorial Sl 32(33) - 16.09.2026

Quarta-feira, 16 de Setembro de 2026
Santos Cornélio, papa, e Cipriano, bispo, mártires, Memória
24ª Semana do Tempo Comum


Psalmus Responsorius XXXII, II-III. IV-V. XII. XXII

Psalmus XXXII

I

II. Confitemini Domino in cithara; in psalterio decem chordarum psallite illi.
2 Louvai o Senhor com a cítara; entoai-lhe o cântico no saltério de dez cordas. (Salmo 32,2)

III. Cantate ei canticum novum; bene psallite ei in vociferatione.
3 Cantai-lhe um cântico novo; fazei ressoar com beleza o vosso louvor. (Salmo 32,3)

R. Beata gens cujus est Dominus Deus ejus; populus quem elegit in hæreditatem sibi.
Feliz o povo cujo Deus é o Senhor, o povo que ele escolheu como sua herança. (Salmo 32,12)

II

IV. Quia rectum est verbum Domini, et omnia opera ejus in fide.
4 Porque reta é a palavra do Senhor, e todas as suas obras permanecem na fidelidade. (Salmo 32,4)

V. Diligit misericordiam et judicium; misericordia Domini plena est terra.
5 Ele ama a misericórdia e a justiça; a terra está plena da misericórdia do Senhor. (Salmo 32,5)

R. Beata gens cujus est Dominus Deus ejus; populus quem elegit in hæreditatem sibi.
Feliz o povo cujo Deus é o Senhor, o povo que ele escolheu como sua herança. (Salmo 32,12)

III

XII. Beata gens cujus est Dominus Deus ejus; populus quem elegit in hæreditatem sibi.
12 Feliz o povo cujo Deus é o Senhor, o povo que ele escolheu como sua herança. (Salmo 32,12)

R. Beata gens cujus est Dominus Deus ejus; populus quem elegit in hæreditatem sibi.
Feliz o povo cujo Deus é o Senhor, o povo que ele escolheu como sua herança. (Salmo 32,12)

IV

XXII. Fiat misericordia tua, Domine, super nos, quemadmodum speravimus in te.
22 Venha sobre nós a tua misericórdia, Senhor, conforme depositamos em ti a nossa esperança. (Salmo 32,22)

R. Beata gens cujus est Dominus Deus ejus; populus quem elegit in hæreditatem sibi.
Feliz o povo cujo Deus é o Senhor, o povo que ele escolheu como sua herança. (Salmo 32,12)

Reflexão:

  O louvor nasce quando o instante se abre à origem que continuamente o sustenta.
  A palavra do Senhor permanece reta porque sua verdade não se dissolve na passagem.
  A misericórdia envolve a terra como presença que penetra silenciosamente todas as coisas.
  O coração encontra sua morada quando reconhece aquilo que permanece além de toda mudança.
  A esperança não abandona o instante, mas o conduz para a profundidade de sua origem.
  Ali, o tempo deixa de ser dispersão e torna-se interioridade habitada pela presença.
  A plenitude não está distante, pois já toca o ser naquilo que nele permanece.
  E o instante se torna fecundo quando repousa na misericórdia que procede do Eterno.

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