Segunda-feira, 6 de Abril de 2026
Psalmus responsorius, Psalmus XV, I–IIa. V. VII–VIII. IX–X. XI (R. I)
Responsum
Conserva me, Domine, quoniam speravi in te (Psalmus XV, I)
1. Guarda-me, Senhor, pois em Ti confio, e no íntimo reconheço a presença que sustenta o instante pleno e indiviso (Salmo 15, 1)
I
Conserva me, Domine, quoniam speravi in te. Dixi Domino Deus meus es tu (Psalmus XV, I–II)
1. Guarda-me, Senhor, pois em Ti confio. Digo ao Senhor que Tu és o meu Deus, reconhecendo no íntimo a fonte que permanece além de toda mudança (Salmo 15, 1-2)
II
Dominus pars hereditatis meae et calicis mei tu es qui restitues hereditatem meam mihi (Psalmus XV, V)
2. O Senhor é a minha herança e o meu cálice. É Ele quem me restitui ao que é essencial, onde nada se perde e tudo permanece pleno (Salmo 15, 5)
III
Benedicam Dominum qui tribuit mihi intellectum insuper et usque ad noctem increpuerunt me renes mei Providebam Dominum in conspectu meo semper quoniam a dextris est mihi ne commovear (Psalmus XV, VII–VIII)
3. Bendigo o Senhor que me concede entendimento. Mesmo no silêncio, Ele me conduz ao reconhecimento interior, onde a consciência permanece firme e não se abala (Salmo 15, 7-8)
IV
Propter hoc laetatum est cor meum et exsultavit lingua mea insuper et caro mea requiescet in spe Quoniam non derelinques animam meam in inferno nec dabis sanctum tuum videre corruptionem Notas mihi fecisti vias vitae adimplebis me laetitia cum vultu tuo delectationes in dextera tua usque in finem (Psalmus XV, IX–XI)
4. Por isso o coração se alegra e encontra repouso. Não há abandono para aquele que reconhece o que é pleno, pois a vida se revela como presença contínua que não se corrompe (Salmo 15, 9-11)
Reflexão:
O clamor inicial revela a necessidade de recolhimento interior.
A confiança não nasce do exterior, mas do reconhecimento do que sustenta tudo.
Quando o olhar se fixa no que permanece, o ser encontra estabilidade.
A herança verdadeira não se perde, pois não pertence ao transitório.
O entendimento surge no silêncio onde a consciência se aquieta.
A alegria não depende de circunstâncias, mas da presença reconhecida.
Nada pode corromper aquilo que está firmado no que é pleno.
Assim, o ser permanece inteiro, vivendo no instante que não se dissolve.
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