Domingo, 12 de Julho de 2026
Psalmus Responsorius LXIV (R. Lucas VIII, VIII)
I
X
Visitasti terram, et inebriasti eam, multiplicasti locupletare eam. Flumen Dei repletum est aquis, parasti cibum illorum, quoniam ita est praeparatio ejus. (Ps. LXIV, X)
10. Visitaste a terra e a fecundaste com abundância. O rio de Deus está cheio de águas, e preparaste o alimento deles, porque assim é o teu desígnio de vida. (Sl 64,10)
XI
Rivos ejus inebria, multiplica genimina ejus, in stillicidiis ejus laetabitur germinans. (Ps. LXIV, XI)
11. Irriga os seus regatos e multiplica os seus frutos. Nas gotas do teu orvalho, alegrar-se-á o que germina, porque o oculto começa a florescer no silêncio da tua graça. (Sl 64,11)
R. Et aliud cecidit in terram bonam, et ortum fecit fructum centuplum. (Lc. VIII, VIII)
R. E outra caiu em terra boa e, tendo nascido, produziu fruto cem por um. (Lc 8,8)
II
XII
Benedices coronae anni benignitatis tuae, et campi tui replebuntur ubertate. (Ps. LXIV, XII)
12. Abençoas o coroamento do ano com a tua bondade, e os teus campos se encherão de abundância. (Sl 64,12)
XIII
Pinguescent speciosa deserti, et exsultatione colles accingentur. (Ps. LXIV, XIII)
13. As beleza do deserto se revestirão de fecundidade, e os outeiros se cingirão de exultação, como se toda a criação se tornasse memória da tua presença. (Sl 64,13)
R. Et aliud cecidit in terram bonam, et ortum fecit fructum centuplum. (Lc. VIII, VIII)
R. E outra caiu em terra boa e, tendo nascido, produziu fruto cem por um. (Lc 8,8)
III
XIV
Induti sunt arietes ovium, et valles abundabunt frumento, clamabunt, etenim hymnum dicent. (Ps. LXIV, XIV)
14. Os carneiros do rebanho se revestem de vigor, e os vales transbordarão de trigo. Tudo clamará, e até mesmo o silêncio se tornará louvor diante daquele que faz fecunda a terra interior. (Sl 64,14)
R. Et aliud cecidit in terram bonam, et ortum fecit fructum centuplum. (Lc. VIII, VIII)
R. E outra caiu em terra boa e, tendo nascido, produziu fruto cem por um. (Lc 8,8)
Reflexão
A Palavra que desce do alto não toca apenas a superfície da alma.
Ela penetra o interior e desperta aquilo que dormia no mais profundo.
O coração torna-se fértil quando aprende a permanecer em silêncio diante do mistério.
Nada verdadeiro amadurece na pressa, pois o fruto exige raiz e recolhimento.
A fidelidade ao bem cresce como semente escondida sob a terra.
A presença divina trabalha onde os olhos não alcançam.
Cada instante oferecido ao Senhor abre espaço para uma nova fecundidade.
E a vida, purificada pela escuta, torna-se oferenda constante de paz e plenitude.
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