Responsorium
Psalmus 49 50
Responsum
Qui sacrificium laudis honorificat me
Quem oferece o sacrifício de louvor honra Aquele que permanece.
(Sl 49,23)
Non in sacrificiis tuis arguam te holocausta autem tua in conspectu meo sunt semper
Não é o rito exterior que sustenta a aliança, pois tudo já está diante do Eterno. O olhar que atravessa os instantes busca coerência interior, não acúmulo de gestos.
(Sl 49,8)Immola Deo sacrificium laudis et redde Altissimo vota tua
A oferta verdadeira nasce quando o ser se ajusta ao princípio que o chama. Louvar é consentir com o sentido que permanece além da sucessão.
(Sl 49,14)Et invoca me in die tribulationis eruam te et honorificabis me
Quando o instante se estreita, a invocação reconduz ao centro. A resposta não vem do tempo que corre, mas da presença que sustenta.
(Sl 49,15)Qui sacrificium laudis honorificat me et illic iter quo ostendam illi salutare Dei
Quem oferece o sacrifício de louvor honra Aquele que permanece. Nesse alinhamento, o agora torna-se lugar de cumprimento.
(Sl 49,23)
Reflexão
O ensinamento revela que nem toda prática contém peso interior.
Há uma ordem mais alta que atravessa os dias e pede atenção contínua.
O ser amadurece quando aprende a responder a partir do centro.
Não é o excesso de formas que preserva, mas a justa medida do agir.
A constância interior gera estabilidade diante das mudanças.
Quando o coração se orienta corretamente, o instante se expande.
A vida encontra direção ao acolher o que não se desgasta.
Assim, o caminho se torna firme e o sentido permanece.
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