Responsorium Psalmicum
Psalmus 56(57)
Inspirado no Evangelium secundum Marcum 3,13-19
Resposta
Miserere mei Deus, miserere mei quoniam in te confidit anima mea. (Sl 56,2)
Tem misericórdia de mim, ó Deus, tem misericórdia de mim, pois em ti minha alma se refugia. (Sl 56,2)
1
Miserere mei Deus, miserere mei quoniam in te confidit anima mea. (Sl 56,2)
A confiança não nasce da urgência, mas da permanência interior onde a consciência repousa. (Sl 56,2)
2
Et in umbra alarum tuarum sperabo donec transeat iniquitas. (Sl 56,2)
Há um espaço de proteção onde o excesso não alcança e a espera se torna fecunda. (Sl 56,2)
3
Clamabo ad Deum altissimum Deum qui benefecit mihi. (Sl 56,3)
O clamor verdadeiro eleva-se do centro e retorna como confirmação do caminho. (Sl 56,3)
4
Paratum cor meum Deus paratum cor meum cantabo et psalmum dicam. (Sl 56,8)
Quando o interior está disposto, o louvor surge como expressão natural do alinhamento. (Sl 56,8)
Reflexão:
O refúgio interior antecede toda escolha reta
A confiança se estabelece fora da sucessão instável dos instantes
A espera consciente preserva a integridade do agir
O clamor que sobe do centro retorna como clareza
A disposição do coração ordena a ação futura
O louvor não força a realidade, apenas a reconhece
A permanência sustenta o envio sem dispersão
Quem habita o alto age com medida e retidão
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