quinta-feira, 23 de abril de 2026

Salmo responsorial Sl 22(23) - 26.04.2026

Domingo, 26 de Abril de 2026

4º Domingo da Páscoa, Ano A


Psalmus Responsorius, Psalmus XXII, I–IIIa. IIIb–IV. V. VI

I
Dominus regit me, et nihil mihi deerit in loco pascuæ ibi me collocavit. (Psalmus XXII, I–II)
1 O Senhor me conduz e nada me falta, em um lugar de plenitude Ele me estabelece e sustenta o meu ser (Salmo 22, 1-2).

Super aquam refectionis educavit me animam meam convertit. (Psalmus XXII, II–IIIa)
2 Ele me conduz às águas que restauram e reconduz minha alma ao centro onde tudo encontra ordem (Salmo 22, 2-3a).

R. Dominus regit me, et nihil mihi deerit (Psalmus XXII, I–II). O Senhor me conduz e nada me falta (Salmo 22, 1-2).

II
Deduxit me super semitas justitiæ propter nomen suum. (Psalmus XXII, IIIb)
3 Ele me guia por caminhos retos por causa do seu nome, ordenando minha interioridade naquilo que permanece (Salmo 22, 3b).

Nam et si ambulavero in medio umbræ mortis non timebo mala quoniam tu mecum es virga tua et baculus tuus ipsa me consolata sunt. (Psalmus XXII, IV)
4 Ainda que eu atravesse a sombra mais profunda, não temo, pois tua presença me sustenta e me conduz com firmeza que não se altera (Salmo 22, 4).

R. Dominus regit me, et nihil mihi deerit (Psalmus XXII, I–II). O Senhor me conduz e nada me falta (Salmo 22, 1-2).

III
Parasti in conspectu meo mensam adversus eos qui tribulant me impinguasti in oleo caput meum et calix meus redundat. (Psalmus XXII, V)
5 Preparas diante de mim um sustento pleno, elevas minha consciência e fazes transbordar aquilo que nutre e permanece (Salmo 22, 5).

R. Dominus regit me, et nihil mihi deerit (Psalmus XXII, I–II). O Senhor me conduz e nada me falta (Salmo 22, 1-2).

IV
Et misericordia tua subsequetur me omnibus diebus vitæ meæ et ut inhabitem in domo Domini in longitudinem dierum. (Psalmus XXII, VI)
6 Tua presença me acompanha continuamente e me estabelece na morada que não se dissolve ao longo de todos os dias (Salmo 22, 6).

R. Dominus regit me, et nihil mihi deerit (Psalmus XXII, I–II). O Senhor me conduz e nada me falta (Salmo 22, 1-2).

Reflexão

A condução verdadeira manifesta-se no silêncio que orienta o interior.
Quem reconhece essa presença não se perde nas variações do mundo.
Há uma firmeza que nasce quando o ser permanece alinhado ao que sustenta.
Mesmo diante da incerteza, a estabilidade não se rompe.
O sustento mais profundo não depende do exterior, mas da fonte que permanece.
A abundância revela-se na medida em que o ser se mantém íntegro.
A permanência não é imobilidade, mas continuidade no que é essencial.
Assim, o ser caminha com inteireza, sustentado por aquilo que nunca se ausenta.

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