terça-feira, 4 de agosto de 2026

Salmo responsorial Sl 96(97) - 06.08.2026

Quinta-feira, 6 de Agosto de 2026
Transfiguração do Senhor, Festa, Ano A
18ª Semana do Tempo Comum



Psalmus Responsorius

Psalmus XCVI, I-II, V-VI, IX

I

Dominus regnavit: exsultet terra; laetentur insulae multae. (Psalmus XCVI, I)

O Senhor reina, exulte a terra; alegrem-se as ilhas numerosas. (Salmo 97,1)

Nubes et caligo in circuitu eius; iustitia et iudicium correctio sedis eius. (Psalmus XCVI, II)

Nuvem e escuridão o cercam; justiça e juízo sustentam a firmeza do seu trono. (Salmo 97,2)

R. Dominus regnavit: exsultet terra; laetentur insulae multae. (Psalmus XCVI, I a)
R. O Senhor reina, exulte a terra; alegrem-se as ilhas numerosas. (Salmo 97,1a)

II

Montes sicut cera fluxerunt a facie Domini; a facie Domini omnis terra. (Psalmus XCVI, V)

Os montes se derreteram como cera diante do Senhor; diante da face do Senhor, toda a terra se recolhe em reverência. (Salmo 97,5)

Annuntiaverunt caeli iustitiam eius; et viderunt omnes populi gloriam eius. (Psalmus XCVI, VI)

Os céus anunciaram a sua justiça, e todos os povos contemplaram a sua glória. (Salmo 97,6)

R. Dominus regnavit: exsultet terra; laetentur insulae multae. (Psalmus XCVI, I a)
R. O Senhor reina, exulte a terra; alegrem-se as ilhas numerosas. (Salmo 97,1a)

III

Quoniam tu Dominus Altissimus super omnem terram: nimis exaltatus es super omnes deos. (Psalmus XCVI, IX)

Porque tu, Senhor, és o Altíssimo sobre toda a terra, elevado acima de todos os deuses. (Salmo 97,9)

R. Quoniam tu Dominus Altissimus super omnem terram. (Psalmus XCVI, IX a)
R. Porque tu, Senhor, és o Altíssimo sobre toda a terra. (Salmo 97,9a)

Reflexão

A soberania do Senhor recoloca o coração no eixo do que permanece.
A alma serena não se dispersa diante do que nasce e passa.
Tudo o que é exterior muda, mas a verdade íntima pode ser guardada.
A contemplação purifica o desejo e ordena a inteligência ao alto.
Quem aprende a suportar o tempo sem se perder começa a habitar o essencial.
A glória do Senhor não oprime, mas integra, ilumina e pacifica.
No silêncio interior, o homem descobre que o centro não está no ruído.
Permanecer voltado ao Eterno é atravessar o instante sem ser consumido por ele.

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segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Salmo responsorial Jr 31 - 05.08.2026


Psalmus responsorius

Salmo responsorial

Liber Ieremiae XXXI, X. XI-XIIab. XIII

Livro de Jeremias XXXI, 10. 11-12ab. 13

I

R. Qui dispersit Israël congregabit eum, et custodiet eum sicut pastor gregem suum. (Ier XXXI, X)
R. Aquele que dispersou Israel o reunirá e o guardará, como um pastor que recolhe, conduz e vela pelo seu rebanho na fidelidade silenciosa do Alto. (Jr 31,10)

V. Audite verbum Domini, gentes, et annuntiate in insulis quæ procul sunt, et dicite : Qui dispersit Israël congregabit eum, et custodiet eum sicut pastor gregem suum. (Ier XXXI, X)
10 Ouvi a palavra do Senhor, ó nações, e anunciai-a nas ilhas distantes, dizendo que Aquele que dispersou Israel o reunirá e o guardará, como um pastor que não perde nenhuma de suas ovelhas. (Jr 31,10)

V. Redemit enim Dominus Jacob, et liberavit eum de manu potentioris. (Ier XXXI, XI)
11 Porque o Senhor resgatou Jacó e o retirou da mão daquele que era mais forte, mostrando que a força verdadeira vem da misericórdia eterna e não do poder passageiro. (Jr 31,11)

R. Qui dispersit Israël congregabit eum, et custodiet eum sicut pastor gregem suum.  (Ier XXXI, X)

II

R. Qui dispersit Israël congregabit eum, et custodiet eum sicut pastor gregem suum. (Ier XXXI, X)
R. Aquele que dispersou Israel o reunirá e o guardará, como um pastor que recolhe, conduz e vela pelo seu rebanho na fidelidade silenciosa do Alto. (Jr 31,10)

V. Et venient, et laudabunt in monte Sion : et confluent ad bona Domini. (Ier XXXI, XIIab)
12 Eles virão e louvarão no monte Sião, e afluirão aos bens do Senhor, como quem reconhece na presença divina a plenitude que sacia a sede mais profunda da alma. (Jr 31,12ab)

R. Qui dispersit Israël congregabit eum, et custodiet eum sicut pastor gregem suum.  (Ier XXXI, X)

III

R. Qui dispersit Israël congregabit eum, et custodiet eum sicut pastor gregem suum. (Ier XXXI, X)
R. Aquele que dispersou Israel o reunirá e o guardará, como um pastor que recolhe, conduz e vela pelo seu rebanho na fidelidade silenciosa do Alto. (Jr 31,10)

V. Tunc lætabitur virgo in choro, juvenes et senes simul : et convertam luctum eorum in gaudium, et consolabor eos, et lætificabo a dolore suo. (Ier XXXI, XIII)
13 Então a virgem se alegrará no coro, jovens e anciãos juntos, e eu transformarei o luto em alegria, consolarei o coração ferido e farei nascer paz onde antes havia dor. (Jr 31,13)

R. Qui dispersit Israël congregabit eum, et custodiet eum sicut pastor gregem suum. (Ier XXXI, X)

Reflexão

A dispersão não é o fim quando Deus recolhe o que parecia perdido.
O silêncio do caminho amadurece a alma para o que é eterno.
A espera purifica o olhar e torna o coração mais sóbrio.
Quem persevera aprende a reconhecer a visita discreta da graça.
O tempo exterior passa, mas a presença interior permanece.
A dor não vence quando é alcançada pela fidelidade divina.
A alegria verdadeira nasce onde a confiança não desiste.
E o espírito encontra repouso quando tudo se ordena no Alto.

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domingo, 2 de agosto de 2026

Salmo responsorial Sl 101(102) - 04.08.2026

Terça-feira, 4 de Agosto de 2026
São João Maria Vianney, presbítero, Memória
18ª Semana do Tempo Comum



Psalmus CI, XVI-XVIII. XIX-XXI. XXIX. XXII-XXIII (R. XXb)

I. Et timebunt gentes nomen tuum, Domine, et omnes reges terræ gloriam tuam: (Psalmus CI, XVI)
16. As nações reverenciarão o teu nome, Senhor, e todos os reis da terra contemplarão a tua glória, porque a luz eterna se manifesta acima de toda aparência transitória. (Salmo 101,16)

quia ædificavit Dominus Sion, et videbitur in gloria sua. (Psalmus CI, XVII)
17. Porque o Senhor edificou Sião, e sua glória se revelará. Assim, o que é fundado por Deus permanece, enquanto o que nasce apenas do tempo se desfaz. (Salmo 101,17)

Respexit in orationem humilium et non sprevit precem eorum. (Psalmus CI, XVIII)
18. Ele voltou o olhar para a oração dos humildes e não desprezou sua súplica. A alma recolhida encontra acolhimento no silêncio onde Deus responde. (Salmo 101,18)

R. Dominus de caelo in terram aspexit. (Psalmus CI, XXb)
R. O Senhor olhou do alto do céu para a terra. (Salmo 101,20)

II. Scribantur hæc in generatione altera, et populus qui creabitur laudabit Dominum. (Psalmus CI, XIX)
19. Escrevam-se estas coisas para a geração futura, e o povo que há de nascer louvará o Senhor. A memória santa atravessa as eras e chama a criatura para a fidelidade da origem. (Salmo 101,19)

Quia prospexit de excelso sancto suo; Dominus de cælo in terram aspexit: (Psalmus CI, XX)
20. Porque Ele contemplou do alto de seu santuário; o Senhor olhou do céu para a terra. O olhar divino desce sem perder sua eternidade e alcança a pobreza do coração humano. (Salmo 101,20)

ut audiret gemitus compeditorum; ut solveret filios interemptorum: (Psalmus CI, XXI)
21. Para ouvir o gemido dos cativos e libertar os filhos da morte. A compaixão de Deus visita o interior ferido e o reconduz à vida que não se apaga. (Salmo 101,21)

R. Dominus de caelo in terram aspexit. (Psalmus CI, XXb)
R. O Senhor olhou do alto do céu para a terra. (Salmo 101,20)

III. in conveniendo populos in unum, et reges, ut serviant Domino. (Psalmus CI, XXIII)
23. Para reunir povos em um só louvor, e reis, para servirem ao Senhor. Toda verdadeira unidade nasce quando o coração se inclina diante da soberania divina. (Salmo 101,23)

Filii servorum eius habitabunt, et semen eorum in sæculum dirigetur. (Psalmus CI, XXIX)
29. Os filhos de seus servos habitarão, e sua descendência será firmada para sempre. A fidelidade recebida em silêncio amadurece e permanece na ordem do eterno. (Salmo 101,29)

R. Dominus de caelo in terram aspexit. (Psalmus CI, XXb)
R. O Senhor olhou do alto do céu para a terra. (Salmo 101,20)

Reflexão

A alma cresce quando aprende a permanecer diante do que é eterno.
O olhar de Deus atravessa a superfície das coisas e alcança a raiz do ser.
A humildade abre espaço para uma presença que não se corrompe com o tempo.
Tudo o que nasce da origem divina conserva sua força no silêncio.
A verdadeira firmeza não depende do ruído exterior, mas da comunhão interior.
A história humana se esclarece quando se deixa iluminar pelo alto.
O coração pacificado reconhece que a providência governa sem violência.
A plenitude surge quando a criatura se une ao seu princípio e nele repousa.

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sábado, 1 de agosto de 2026

Salmo responsorial Sl 118(119) - 03.08.2026

Segunda-feira, 3 de Agosto de 2026
18ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)


Psalmus Responsorius

Psalmus CXVIII (CXIX), XXIX, XLIII, LXXIX, LXXX, XCV, CII

Responsum

R. Quam dulcia faucibus meis eloquia tua. (Psalmus CXVIII, CIII)

R. Como são doces ao meu coração as tuas palavras, pois alimentam a alma com a verdade que permanece para sempre. (Salmo 118(119),103)

I

XXIX. Viam mendacii amove a me, et de lege tua miserere mei. (Psalmus CXVIII, XXIX)

29. Afasta de mim o caminho do engano e, por tua misericórdia, concede-me viver segundo a tua Lei, para que meu coração permaneça unido à verdade que jamais se desfaz. (Salmo 118(119),29)

XLIII. Et ne auferas de ore meo verbum veritatis usquequaque, quia in judiciis tuis supersperavi. (Psalmus CXVIII, XLIII)

43. Não retires jamais de meus lábios a palavra da verdade, porque deposito toda a minha esperança em teus juízos, que permanecem firmes acima de toda mudança. (Salmo 118(119),43)

R. Quam dulcia faucibus meis eloquia tua. (Psalmus CXVIII, CIII)

R. Como são doces ao meu coração as tuas palavras, pois alimentam a alma com a verdade que permanece para sempre. (Salmo 118(119),103)

II

LXXIX. Accedant ad me qui timent te, et qui noverunt testimonia tua. (Psalmus CXVIII, LXXIX)

79. Aproximem-se de mim aqueles que te reverenciam e conhecem os teus testemunhos, para que unidos à tua verdade encontrem a sabedoria que nasce da comunhão com aquilo que permanece além das aparências. (Salmo 118(119),79)

LXXX. Fiat cor meum immaculatum in justificationibus tuis, ut non confundar. (Psalmus CXVIII, LXXX)

80. Seja meu coração íntegro em teus preceitos, para que eu não seja confundido. Purifica o íntimo do meu ser, para que minha existência permaneça ordenada segundo a tua vontade e encontre repouso na plenitude da tua presença. (Salmo 118(119),80)

R. Quam dulcia faucibus meis eloquia tua. (Psalmus CXVIII, CIII)

R. Como são doces ao meu coração as tuas palavras, pois alimentam a alma com a verdade que permanece para sempre. (Salmo 118(119),103)

III

XCV. Me exspectaverunt peccatores ut perderent me, testimonia tua intellexi. (Psalmus CXVIII, XCV)

95. Os pecadores esperaram uma ocasião para me destruir, mas eu compreendi os teus testemunhos. A alma que permanece unida à tua verdade encontra uma firmeza interior que não depende das ameaças passageiras, pois tua sabedoria ilumina o caminho que conduz à plenitude. (Salmo 118(119),95)

CII. A judiciis tuis non declinavi, quia tu legem posuisti mihi. (Psalmus CXVIII, CII)

102. Não me afastei dos teus juízos, porque foste tu quem me ensinaste a tua Lei. Quando o coração acolhe a ordem divina, encontra direção segura e permanece unido à fonte eterna de toda verdade. (Salmo 118(119),102)

R. Quam dulcia faucibus meis eloquia tua. (Psalmus CXVIII, CIII)

R. Como são doces ao meu coração as tuas palavras, pois alimentam a alma com a verdade que permanece para sempre. (Salmo 118(119),103)

Reflexão

A Palavra divina conduz a alma ao centro invisível onde encontra sua verdadeira ordem.
O coração amadurece quando abandona o engano e acolhe a verdade que permanece.
A fidelidade interior fortalece o ser diante das mudanças e das incertezas passageiras.
A sabedoria nasce da união entre a consciência e a vontade eterna de Deus.
Quem contempla a verdade encontra serenidade além das aparências do mundo.
A alma encontra repouso quando sua existência se harmoniza com o Bem supremo.
A Lei divina torna-se caminho de transformação e de profunda unidade interior.
Assim, o ser humano descobre sua plenitude na comunhão com Aquele que permanece eternamente.

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