Quinta-feira, 2 de Julho de 2026
Psalmus Responsorius
Psalmus XVIII, VIII-IX-X-XI
I
R. Judicia Domini vera, justificata in semetipsa. (Psalmus XVIII, X)
R. Os juízos do Senhor são inteiramente verdadeiros e permanecem perfeitos em si mesmos, conduzindo a alma à contemplação da eterna sabedoria. (Salmo 18,10)
VIII. Lex Domini immaculata, convertens animas; testimonium Domini fidele, sapientiam præstans parvulis. (Psalmus XVIII, VIII)
8. A Lei do Senhor é perfeita e restaura a alma; seu testemunho é fiel e comunica verdadeira sabedoria aos que se abrem humildemente à sua presença, conduzindo-os ao conhecimento que não passa. (Salmo 18,8)
IX. Justitiæ Domini rectæ, lætificantes corda; præceptum Domini lucidum, illuminans oculos. (Psalmus XVIII, IX)
9. Os preceitos do Senhor são retos e enchem o coração de alegria; seu mandamento é luz que ilumina o olhar interior, permitindo contemplar a realidade segundo a verdade divina. (Salmo 18,9)
R. Judicia Domini vera, justificata in semetipsa. (Psalmus XVIII, X)
R. Os juízos do Senhor são inteiramente verdadeiros e permanecem perfeitos em si mesmos, conduzindo a alma à contemplação da eterna sabedoria. (Salmo 18,10)
II
X. Timor Domini sanctus, permanens in sæculum sæculi; judicia Domini vera, justificata in semetipsa. (Psalmus XVIII, X)
10. O santo temor do Senhor permanece para sempre; seus juízos são verdadeiros e perfeitos, sustentando toda a criação na harmonia que procede de sua eterna presença. (Salmo 18,10)
XI. Desiderabilia super aurum et lapidem pretiosum multum; et dulciora super mel et favum. (Psalmus XVIII, XI)
11. As palavras do Senhor são mais desejáveis que o ouro mais precioso e mais suaves que o mel, porque alimentam o espírito com a plenitude da vida que jamais se corrompe. (Salmo 18,11)
R. Judicia Domini vera, justificata in semetipsa. (Psalmus XVIII, X)
R. Os juízos do Senhor são inteiramente verdadeiros e permanecem perfeitos em si mesmos, conduzindo a alma à contemplação da eterna sabedoria. (Salmo 18,10)
Reflexão
A Palavra de Deus não apenas instrui, mas restaura silenciosamente a ordem mais profunda da existência.
Ela conduz o coração para além das mudanças passageiras e o firma naquilo que permanece para sempre.
A verdadeira sabedoria nasce quando a alma acolhe a luz que vem do Senhor.
Quem se deixa iluminar por essa luz aprende a discernir a verdade que sustenta toda a criação.
Os juízos divinos não limitam a vida, mas revelam sua plenitude e sua reta finalidade.
A alegria mais profunda floresce quando o coração caminha em consonância com a vontade do Criador.
Toda palavra saída de Deus permanece viva, porque participa da eternidade que não conhece ocaso.
Assim, o fiel descobre que o maior tesouro não está no que o mundo oferece, mas na presença daquele cuja verdade permanece para sempre.
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