domingo, 21 de junho de 2026

Salmo responsorial Sl 47(48) - 23.06.2026

Terça-feira, 23 de Junho de 2026

12ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II) 



Psalmus XLVII, II-IIIa, IIIb-IV, X-XI

R. Deus fundavit eam in aeternum. (Psalmus XLVII, IX)
R. Deus a fundou para sempre. (Salmo 47,9d)

I

Magnus Dominus, et laudabilis nimis in civitate Dei nostri, in monte sancto ejus. (Psalmus XLVII, II)

2. Grande é o Senhor e infinitamente digno de louvor na cidade do nosso Deus e em seu santo monte, onde a alma contempla a permanência daquilo que procede do Alto. (Salmo 47,2)

Fundatur exsultatione universæ terræ mons Sion; latera aquilonis, civitas Regis magni. (Psalmus XLVII, IIIa)

3a. O monte Sião ergue-se como alegria de toda a terra, manifestação da realeza divina que sustenta invisivelmente todas as coisas. (Salmo 47,3a)

R. Deus fundavit eam in aeternum. (Psalmus XLVII, IX)
R. Deus a fundou para sempre. (Salmo 47,9d)

II

Deus in domibus ejus cognoscetur, cum suscipiet eam. (Psalmus XLVII, IIIb-IV)

3b-4. Deus torna-se conhecido em suas moradas quando as acolhe em sua presença; então tudo encontra firmeza, ordem e significado diante de sua luz. (Salmo 47,3b-4)

R. Deus fundavit eam in aeternum. (Psalmus XLVII, IX)
R. Deus a fundou para sempre. (Salmo 47,9d)

III

Suscepimus, Deus, misericordiam tuam in medio templi tui. (Psalmus XLVII, X)

10. Recebemos, ó Deus, a tua misericórdia no centro do teu templo, onde o coração encontra repouso e aprende a contemplar aquilo que permanece além das mudanças do mundo. (Salmo 47,10)

R. Deus fundavit eam in aeternum. (Psalmus XLVII, IX)
R. Deus a fundou para sempre. (Salmo 47,9d)

IV

Secundum nomen tuum, Deus, sic et laus tua in fines terræ; justitia plena est dextera tua. (Psalmus XLVII, XI)

11. Assim como o teu nome alcança toda a criação, também o teu louvor se estende até os confins da terra; tua destra permanece plena de justiça, sabedoria e verdade. (Salmo 47,11)

R. Deus fundavit eam in aeternum. (Psalmus XLVII, IX)
R. Deus a fundou para sempre. (Salmo 47,9d)

Reflexão

A cidade de Deus é mais profunda do que qualquer realidade visível.

Ela se ergue onde o coração aprende a habitar na presença do Eterno.

As obras humanas surgem e desaparecem, mas aquilo que Deus estabelece permanece.

A misericórdia divina revela uma dimensão da existência que não se mede pelos acontecimentos passageiros.

A alma encontra estabilidade quando fixa seu olhar na verdade que não muda.

O louvor autêntico nasce do reconhecimento da soberania divina sobre todas as coisas.

A justiça do Senhor sustenta silenciosamente a ordem da criação.

Quem acolhe essa presença descobre uma paz que atravessa os séculos e permanece para sempre.

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