Quarta-feira, 28 de Outubro de 2026
Psalmus XVIII, II–V (R. V a)
Salmo responsorial 18(19A), 2–3.4–5 (R. 5a)
R. In omnem terram exivit sonus eorum. (Ps XVIII, V a)
R. Seu anúncio ressoa e se espalha por toda a terra. (Sl 18(19A), 5a)
II. Caeli enarrant gloriam Dei, et opera manuum ejus annuntiat firmamentum. (Ps XVIII, II)
2. Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia a obra de suas mãos. (Sl 18(19A), 2)
III. Dies diei eructat verbum, et nox nocti indicat scientiam. (Ps XVIII, III)
3. Um dia transmite ao outro esta mensagem, e uma noite revela à outra este conhecimento. (Sl 18(19A), 3)
IV. Non sunt loquelae, neque sermones, quorum non audiantur voces eorum. (Ps XVIII, IV)
4. Não há linguagem nem palavras cuja voz não possa ser ouvida. (Sl 18(19A), 4)
V. In omnem terram exivit sonus eorum, et in fines orbis terrae verba eorum. (Ps XVIII, V)
5. Por toda a terra ressoa seu anúncio, e até os confins do mundo chega sua mensagem. (Sl 18(19A), 5)
R. In omnem terram exivit sonus eorum. (Ps XVIII, V a)
R. Seu anúncio ressoa e se espalha por toda a terra. (Sl 18(19A), 5a)
Reflexão:
A criação proclama silenciosamente a glória daquele que sustenta toda existência.
Cada dia revela a continuidade de uma presença que jamais deixa de agir.
O silêncio interior permite acolher a sabedoria que ultrapassa as palavras.
A harmonia dos céus convida o ser humano a reconhecer sua origem divina.
A contemplação transforma a atenção ao mundo em reconhecimento da presença do Criador.
A serenidade amadurece quando a alma acolhe cada instante com reverência.
No presente, a eternidade se deixa entrever como fundamento vivo da existência.
Em Deus, origem e plenitude se encontram, e o coração descobre seu verdadeiro repouso.
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