Psalmus responsorius
Psalmus LXXVIII, VIII. IX. XI et XIII
I
VIII Ne memineris iniquitatum nostrarum antiquarum; cito anticipent nos misericordiae tuae, quia pauperes facti sumus nimis. (Psalmus LXXVIII, VIII)
8 Não recordes as nossas antigas iniquidades; que a tua misericórdia nos preceda depressa, pois nos tornamos extremamente pobres diante de ti. (Salmo 78,8)
R. Et propitius esto peccatis nostris propter nomen tuum. (Psalmus LXXVIII, IXbc)
R. E sê benigno para com os nossos pecados por causa do teu nome. (Salmo 78,9bc)
II
IX Adjuva nos, Deus salutaris noster, et propter gloriam nominis tui, Domine, libera nos: et propitius esto peccatis nostris propter nomen tuum. (Psalmus LXXVIII, IX)
9 Socorre-nos, ó Deus, nosso salvador, e, por amor da glória do teu nome, Senhor, livra-nos; e sê benigno para com os nossos pecados por causa do teu nome. (Salmo 78,9)
R. Et propitius esto peccatis nostris propter nomen tuum. (Psalmus LXXVIII, IXbc)
R. E sê benigno para com os nossos pecados por causa do teu nome. (Salmo 78,9bc)
III
XI Introeat in conspectu tuo gemitus compeditorum: secundum magnitudinem brachii tui, posside filios mortificatorum. (Psalmus LXXVIII, XI)
11 Que o gemido dos cativos suba até a tua presença; segundo a grandeza do teu braço, sustenta e guarda os filhos daqueles que pereceram. (Salmo 78,11)
R. Et propitius esto peccatis nostris propter nomen tuum. (Psalmus LXXVIII, IXbc)
R. E sê benigno para com os nossos pecados por causa do teu nome. (Salmo 78,9bc)
IV
XIII Nos autem populus tuus, et oves pascuae tuae, confitebimur tibi in saeculum: in generationem et generationem annuntiabimus laudem tuam. (Psalmus LXXVIII, XIII)
13 Nós, porém, teu povo e as ovelhas do teu pasto, te bendiremos para sempre; de geração em geração anunciaremos o teu louvor. (Salmo 78,13)
R. Et propitius esto peccatis nostris propter nomen tuum. (Psalmus LXXVIII, IXbc)
R. E sê benigno para com os nossos pecados por causa do teu nome. (Salmo 78,9bc)
Reflexão
A alma humana não se completa na pressa dos dias, mas na escuta que permanece diante de Deus.
A misericórdia precede o coração antes mesmo que ele saiba pedir.
Tudo o que é ferido amadurece quando é recolhido pela presença divina.
O gemido interior torna-se oração quando atravessa o silêncio com confiança.
O ser encontra sua firmeza quando repousa na verdade que não passa.
Nada é plenamente perdido quando permanece confiado ao braço do Altíssimo.
A pobreza espiritual abre espaço para a abundância da graça.
Quem persevera na aliança aprende que a plenitude nasce do retorno à fonte eterna.
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