Psalmus Responsorius LXII, II-III, IV-V, VI-VIII, IX
I
II. Deus, Deus meus, ad te de luce vigilo. Sitivit in te anima mea, quam multipliciter tibi caro mea. (Psalmus LXII, II)
2. Ó Deus, meu Deus, desde a aurora vos procuro. Minha alma tem sede de vós, e meu corpo anseia por vós com toda a força do meu ser. (Salmo 62, 2)
III. In terra deserta, et invia, et inaquosa, sic in sancto apparui tibi, ut viderem virtutem tuam, et gloriam tuam. (Psalmus LXII, III)
3. Em uma terra deserta, sem caminho e sem água, assim vos contemplei no santuário, para ver o vosso poder e a vossa glória. (Salmo 62, 3)
R. Deus, Deus meus, ad te de luce vigilo.
Ó Deus, meu Deus, desde a aurora vos procuro. (Salmo 62, 2)
II
IV. Quoniam melior est misericordia tua super vitas, labia mea laudabunt te. (Psalmus LXII, IV)
4. Porque a vossa misericórdia é mais preciosa que a própria vida, meus lábios vos louvarão. (Salmo 62, 4)
V. Sic benedicam te in vita mea, et in nomine tuo levabo manus meas. (Psalmus LXII, V)
5. Assim vos bendirei durante toda a minha vida e, em vosso nome, elevarei minhas mãos. (Salmo 62, 5)
VI. Sicut adipe et pinguedine repleatur anima mea, et labiis exsultationis laudabit os meum. (Psalmus LXII, VI)
6. Minha alma será saciada como de abundância e plenitude, e minha boca vos louvará com lábios de júbilo. (Salmo 62, 6)
R. Deus, Deus meus, ad te de luce vigilo.
Ó Deus, meu Deus, desde a aurora vos procuro. (Salmo 62, 2)
III
VIII. Quia fuisti adjutor meus, et in velamento alarum tuarum exsultabo. (Psalmus LXII, VIII)
8. Porque fostes meu auxílio, e à sombra de vossas asas exultarei. (Salmo 62, 8)
IX. Adhæsit anima mea post te: me suscepit dextera tua. (Psalmus LXII, IX)
9. Minha alma permanece unida a vós, e vossa mão direita me sustenta. (Salmo 62, 9)
R. Deus, Deus meus, ad te de luce vigilo.
Ó Deus, meu Deus, desde a aurora vos procuro. (Salmo 62, 2)
Reflexão:
Desde a aurora, o coração se volta para a fonte de onde recebe sua existência e encontra nela sua verdadeira direção.
A sede interior revela uma presença que antecede toda procura e sustenta silenciosamente cada instante.
Mesmo na aridez, aquilo que foi gerado no íntimo continua voltado para sua origem.
A misericórdia divina manifesta uma plenitude que não depende daquilo que passa.
Cada instante pode tornar-se louvor quando o ser reconhece aquele que o sustenta.
A alma encontra repouso quando permanece unida à presença que a envolve e conduz.
A mão divina sustenta aquilo que ainda amadurece no silêncio da interioridade.
Assim, o coração descobre que sua plenitude nasce da união profunda com sua origem eterna.
Leia também:
#LiturgiaDaPalavra
#EvangelhoDoDia
#ReflexãoDoEvangelho
#IgrejaCatólica
#Homilia
#Orações
#Santo do dia

Nenhum comentário:
Postar um comentário