Psalmus Responsorius XXXII (XXXIII), XII-XIII, XIV-XV, XX-XXI
Lectio Psalmorum
I
XII. Beata gens cujus est Dominus Deus ejus; populus quem elegit in hæreditatem sibi. (Psalmus XXXII, XII)
12. Bem-aventurado o povo cujo Deus é o Senhor, o povo que Ele escolheu como sua herança. (Salmo 32,12)
XIII. De cælo respexit Dominus; vidit omnes filios hominum. (Psalmus XXXII, XIII)
13. Do céu, o Senhor contempla e vê todos os filhos dos homens. (Salmo 32,13)
R. Beata gens cujus est Dominus Deus ejus.
Bem-aventurado o povo cujo Deus é o Senhor. (Salmo 32,12)
II
XIV. De præparato habitaculo suo respexit super omnes qui habitant terram. (Psalmus XXXII, XIV)
14. De sua morada preparada, o Senhor contempla todos os que habitam a terra. (Salmo 32,14)
XV. Qui finxit sigillatim corda eorum; qui intelligit omnia opera eorum. (Psalmus XXXII, XV)
15. Ele formou cada coração em sua singularidade e conhece profundamente todas as suas obras. (Salmo 32,15)
R. Beata gens cujus est Dominus Deus ejus.
Bem-aventurado o povo cujo Deus é o Senhor. (Salmo 32,12)
III
XX. Anima nostra sustinet Dominum, quoniam adjutor et protector noster est. (Psalmus XXXII, XX)
20. Nossa alma permanece voltada para o Senhor, pois Ele é nosso auxílio e nosso protetor. (Salmo 32,20)
XXI. Quia in eo lætabitur cor nostrum, et in nomine sancto ejus speravimus. (Psalmus XXXII, XXI)
21. Nele se alegra o nosso coração, e em seu santo nome depositamos nossa esperança. (Salmo 32,21)
R. Beata gens cujus est Dominus Deus ejus.
Bem-aventurado o povo cujo Deus é o Senhor. (Salmo 32,12)
Reflexão:
O coração encontra sua origem quando reconhece Aquele que o conhece em sua profundidade.
O instante torna-se pleno quando acolhe a presença daquele de quem procede todo ser.
Nada do que somos permanece oculto diante do olhar que sustenta nossa existência.
A interioridade amadurece quando repousa naquele que conhece silenciosamente todas as suas obras.
Nossa esperança nasce da origem e retorna à fonte que continuamente sustenta o ser.
O coração encontra alegria quando percebe que sua existência não está separada daquele que a sustenta.
A plenitude não surge da própria força, mas da permanência diante daquele que dá consistência à vida.
Assim, cada instante pode tornar-se morada da confiança e manifestação silenciosa da presença eterna.
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