segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Salmo responsorial Sl 32(33) - 02.09.2026

Quarta-feira, 2 de Setembro de 2026
22ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)


Psalmus Responsorius XXXII (XXXIII), XII-XIII, XIV-XV, XX-XXI

Lectio Psalmorum

I

XII. Beata gens cujus est Dominus Deus ejus; populus quem elegit in hæreditatem sibi. (Psalmus XXXII, XII)

12. Bem-aventurado o povo cujo Deus é o Senhor, o povo que Ele escolheu como sua herança. (Salmo 32,12)

XIII. De cælo respexit Dominus; vidit omnes filios hominum. (Psalmus XXXII, XIII)

13. Do céu, o Senhor contempla e vê todos os filhos dos homens. (Salmo 32,13)

R. Beata gens cujus est Dominus Deus ejus.

Bem-aventurado o povo cujo Deus é o Senhor. (Salmo 32,12)

II

XIV. De præparato habitaculo suo respexit super omnes qui habitant terram. (Psalmus XXXII, XIV)

14. De sua morada preparada, o Senhor contempla todos os que habitam a terra. (Salmo 32,14)

XV. Qui finxit sigillatim corda eorum; qui intelligit omnia opera eorum. (Psalmus XXXII, XV)

15. Ele formou cada coração em sua singularidade e conhece profundamente todas as suas obras. (Salmo 32,15)

R. Beata gens cujus est Dominus Deus ejus.

Bem-aventurado o povo cujo Deus é o Senhor. (Salmo 32,12)

III

XX. Anima nostra sustinet Dominum, quoniam adjutor et protector noster est. (Psalmus XXXII, XX)

20. Nossa alma permanece voltada para o Senhor, pois Ele é nosso auxílio e nosso protetor. (Salmo 32,20)

XXI. Quia in eo lætabitur cor nostrum, et in nomine sancto ejus speravimus. (Psalmus XXXII, XXI)

21. Nele se alegra o nosso coração, e em seu santo nome depositamos nossa esperança. (Salmo 32,21)

R. Beata gens cujus est Dominus Deus ejus.

Bem-aventurado o povo cujo Deus é o Senhor. (Salmo 32,12)

Reflexão:

O coração encontra sua origem quando reconhece Aquele que o conhece em sua profundidade.
O instante torna-se pleno quando acolhe a presença daquele de quem procede todo ser.
Nada do que somos permanece oculto diante do olhar que sustenta nossa existência.
A interioridade amadurece quando repousa naquele que conhece silenciosamente todas as suas obras.
Nossa esperança nasce da origem e retorna à fonte que continuamente sustenta o ser.
O coração encontra alegria quando percebe que sua existência não está separada daquele que a sustenta.
A plenitude não surge da própria força, mas da permanência diante daquele que dá consistência à vida.
Assim, cada instante pode tornar-se morada da confiança e manifestação silenciosa da presença eterna.

Leia: LITURGIA DA PALAVRA

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